FéMenina

Venceu, e agora??

Essa é uma dúvi­da cru­el: aonde devo descar­tar cada tipo de lixo? Provavel­mente você tem na sua casa um remé­dio que está per­to do seu pra­zo de val­i­dade (SIIIIM, medica­men­tos tam­bém vencem!), mas você nun­ca parou para pen­sar qual a maneira mais ade­qua­da para descar­tar o remé­dio que não pode mais ser con­sum­i­do. Por isso, olha só as dicas sobre esse assunto!

Primeira­mente, é impor­tante enten­der que o medica­men­to é uma dro­ga, fei­ta de pro­du­tos quími­cos — que podem ser deriva­dos de pro­du­tos nat­u­rais ou não. Então, o medica­men­to é algo com­plexo e pode causar reações vari­adas em cada pes­soa, de acor­do com a ação das sub­stân­cias con­ti­das nele. Sem­pre é impor­tante lem­brar: a úni­ca difer­ença entra um remé­dio e um veneno é a quantidade!!

O impacto que os resí­du­os de medica­men­tos causam é um grave prob­le­ma ao meio ambi­ente e, tam­bém, social. Ao descar­tar os medica­men­tos no lixo comum, na pia ou no vaso san­itário, a gente con­tribui — mes­mo sem quer­er – para um prob­le­ma de saúde pública.

Além dis­so, o meio ambi­ente é agre­di­do com a con­t­a­m­i­nação da água, do solo e dos ani­mais. Descar­tar medica­men­tos pelo esgo­to e pelo lixo comum faz com que as sub­stân­cias quími­cas con­ti­das nos medica­men­tos cheguem aos rios e cór­re­gos, poden­do até con­t­a­m­i­nar a água que bebemos.

Olha só esse vídeo sen­sa­cional do Min­istério da Saúde sobre como podemos descar­tar cor­re­ta­mente os medica­men­tos <3

 

Des­de 2009, um reg­u­la­men­to da Anvisa (Agên­cia Nacional de Vig­ilân­cia San­itária) pos­si­bili­ta que far­má­cias e drog­a­rias par­ticipem de pro­gra­mas vol­un­tários de cole­ta de resí­du­os de medica­men­tos para descarte pela pop­u­lação. Por isso, você pode se infor­mar nas far­má­cias da sua região se elas par­tic­i­pam de algum pro­gra­ma de descarte de sobras domés­ti­cas de medica­men­tos, embal­a­gens e de obje­tos per­furo­cor­tantes. Caso pos­i­ti­vo, bas­ta pedir ori­en­tação ness­es esta­b­elec­i­men­tos de como você deve pro­ced­er. Se não, o mais acon­sel­háv­el é solic­i­tar infor­mações nas Unidades Bási­cas de Saúde da sua cidade para rece­ber ori­en­tação de como faz­er um descarte seguro.

Lem­bre-se: o perío­do e as dosagens de medica­men­tos pre­scritos pelo seu médi­co devem ser segui­dos rig­orosa­mente. Cuida­do com as datas de venci­men­to e as condições de armazenagem (ou seja, ver­i­fique se o com­prim­i­do está preser­va­do, em local fres­co e seco – nor­mal­mente você tem essas dicas na bula).

E por últi­mo, mas não menos impor­tante, evite a automed­icação. Exis­tem diver­sos riscos em con­sumir medica­men­tos sem a pre­scrição de um profis­sion­al de saúde.

Um grande abraço (den­tro da validade),
Colunistas-19

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