Meus pais se divorciaram, e agora?

Meus Pais divorciados, e agora?

O divórcio dos pais abala não apenas uma estrutura familiar, mas o emocional de todos envolvidos daquele grupo familiar. Os sentimentos assemelham-se aos de luto, pois termina uma configuração e organização familiar para dar início a outra, passam por fases muito semelhantes (negação, raiva, negociação, depressão e aceitação) a qualquer outro tipo de perda.

Esse é um momento difícil para todos os envolvidos, mas normalmente os olhares estão direcionados para as partes em conflito ou se voltam para a crianças pequenas, esquecendo-se assim dos adolescentes e jovens da família. Por isso, preparamos algumas dicas para auxiliar vocês jovens e adolescentes a enfrentarem essa situação.

Leia mais…

Conselhos para quem está solteira

O dia dos namorados é amanhã! E aqui no FéMenina, nosso maior objetivo é cuidar do coração das solteiras. Sim, quem nos acompanha desse o início, já deve saber disso. Mas nunca é demais relembrar né?

Desta forma, separamos 10 conselhos de integrantes de nossa equipe (solteiras e casadas) para você curtir melhor esta fase de sua vida. Esperamos que você goste. Vamos lá?Leia mais…

Confiar e Obedecer

Olá flor, espero que esteja bem!

Mas se você não se sente tão bem assim, eu te entendo. Nem sempre estamos plenas e ainda mais nesse período tão critico que atravessamos.

“O Senhor, o Soberano, é a minha força;

ele faz os meus pés como os do cervo;

faz-me andar em lugares altos.”

Este versículo de Habacuque 3.19 é lindo, exalta ao Senhor, coloca nEle confiança e esperança sabendo que o que Ele fará sempre é o melhor.  Mas essas palavras ganham mais sentido e força para nós quando vemos o contexto em que o profeta estava, pois o momento não era nada positivo. Ao ler os 2 primeiros capítulos vê-se como nem ele entende essa situação e como queria que Deus viesse em resgate do seu povo. E nos versos anteriores a esse em destaque, depois de tudo que ele fala finaliza intencionalmente se colocando na posição de servo obediente e que espera em seu Senhor. É lindo de ver, não foi nada fácil declarar isso, assim como quando enfrentamos dias maus não é fácil ter esperança, mas sabemos em quem temos a nossa esperança. 

Leia mais…

Homossexualidade e a igreja

“Na igreja? Mas como assim na igreja? Como assim perto das nossas crianças? Como assim com seus parceiros, sentados em nossos bancos?”

Para começo de conversa, leiamos o versículo a seguir: 

“Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros”. Romanos 12. 4 e 5

As falas que iniciaram esse texto são recortes ínfimos de preconceitos grandiosos que ocupam o coração de muitas pessoas cristãs. São pessoas cristãs que ainda não entenderam muito sobre Cristo, provavelmente. Nós todos estamos sujeitos a cairmos na tentação pecaminosa do preconceito contra diversas pessoas. Algumas delas, pessoas que vivem práticas ou comportamentos homossexuais. Quando caímos nessa tentação estamos indo contra o amor ensinado por Deus e o princípio do corpo de Cristo.

Falemos sobre o corpo.

Enquanto Igreja de Jesus (e não nossa!) somos chamadas a agir como membros de um corpo, corpo este que Ele é o cabeça. Conhecemos a metáfora, já lemos um tanto de Romanos, mas e aí? E a prática?

O que fazem os olhos desse corpo quando um travesti bem travestido passa ao seu lado na rua? O que diz a boca desse corpo quando percebe dois homens de mãos dadas no mercado ou duas mulheres se beijando na praia? Ora ora ora, esse corpo não funciona só dentro do prédio, não é mesmo? O corpo de Cristo age em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias. Esse corpo usa seus olhos e boca com respeito ao próximo, usa seus braços e mãos com amor para abraçar e acolher todo ser humano. E no contexto de igreja local dois membros se fazem mais pertinentes ainda. Os ouvidos.

E se fossemos mais ouvintes, como ensina o meio irmão de Jesus (Tiago 1.9)? E se guardássemos as pedras que ferem comportamentos e começássemos a ouvir as histórias, os motivos, os medos, as tragédias e os soluços? E se aprendêssemos a ouvir com amor – o amor é paciente e bondoso, diz Paulo (1 Coríntios 13)? E se parássemos, finalmente, de fazer caso com os homossexuais que entram na igreja para ouvir do Amor?

Meninas, não estou as convidando a concordar com o pecado da homossexualidade! Estou as convidando a ouvir as pessoas. Como Jesus fez com a mulher Samaritana, com Nicodemos, com Marta. Pecadores como nós, com suas trajetórias tortuosas como nós. Descobriremos durante a conversa o que fazer depois. Buscaremos em Jesus as palavras. Encontraremos uma forma justa de amar. 

Falo isso depois de alguns anos vivenciando aconselhamentos e descobrindo que o quanto estou disposta a escutar é o diferencial. É o que faz a pessoa querer voltar, querer freqüentar, querer saber mais. A verdade é que os bancos das “nossas” igrejas estão cheios de pessoas lutando contra ou vivendo em práticas homossexuais em segredo, pois não sabem onde encontrar bons ouvidos. Mas e se elas encontrassem em nós boas ouvintes quando precisassem de alguma ajuda? Essa é uma boa pergunta, todavia tenho algumas outras. Sobre os que estão conosco em nossas casas, trabalhos, faculdades e academias… Eles sabem que podem confiar na gente seus segredos mais baixos e seus medos mais antigos? Será que passamos a verdadeira mensagem de que podem vir a nós quando se cansarem de abusos e estiverem sobrecarregados de rótulos? Eles encontrão alívio nas nossas palavras? Eles receberão amor? (Não se enganem, alívio e amor não sobrepõem confronto. Mas é confronto sem preconceito!).

Oro para que vivamos nossa sexualidade de forma plena e saudável. Oro para que você se dedique em estudar o assunto, se é essa sua vocação específica (assim como o é para mim). Oro para que todo homossexual que se esbarrar com a gente perceba algo diferente e chame esse algo de Amor e queira conhecer sobre o Autor do nosso amor: Jesus. Como alguns dizem e a gente sabe bem, Love wins (O amor vence).

Em amor,

Emanuelle Bartolomeu.

O amor de muitos esfriará

O amor de muitos esfriará

Já ouvi diversas pessoas comparando a Bíblia a um jornal, abordando temas bem atuais. Inclusive, um jornal muito desenvolvido, pois fala de coisas que ainda estão por acontecer… o jornal do amanhã. Como exemplo desta ilustração podemos lembrar de vários momentos em que Jesus descreveu aos seus discípulos muitas situações que ainda iriam acontecer, e é sobre uma delas que eu convido você a refletir comigo.

No capítulo 24 do livro de Mateus, Jesus estava sentado com seus discípulos quando eles lhes perguntaram o que haveria de acontecer para mostrar que estava no tempo do Senhor Jesus retornar. Jesus então cita os falsos messias, as guerras e rumores de guerras, perseguições, abandono de fé, falsos mestres… até que no versículo 12 Ele anuncia: “Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará”. Esse versículo tem feito parte das minhas reflexões a um bom tempo. Os outros pontos talvez sejam mais fáceis de serem percebidos e interpretados (as guerras, os falsos mestres distorcendo a imagem de Cristo, o aumento das perseguições…). Mas quero dar um ênfase ao versículo 12 e refletir com vocês sobre esse amor que esfria. Sobre o aumento do abandono da fé mascarado de uma fé sem raízes na palavra… pera que eu explico melhor!

Eu percebo que muitas pessoas tem se levantado e declarado sua fé em Cristo. Pessoas com visibilidade: artistas, famosos, jogadores, influencers, enfim. Porém, sabemos que a fé sem obras é morta (“De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? […] Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.” Tiago 2:14 e 17), e a fé em Cristo traz mudança de vida (“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente.” Romanos 12:2). Apesar desse aumento de “cristãos”, notamos que a cada dia o evangelho de Jesus está se esvaindo, e coisas que antes não eram comuns no meio cristão, estão virando rotineiras.

Nós nos denominamos cristãos mas temos vivido como se não fôssemos durante a maior parte do dia. Isto porque o “cristianismo” que seguimos têm nos liberado das mais diversas formas, tanto que não sabemos mais lidar com tamanha liberdade e temos confundido com libertinagem. Acrescentamos e/ou retiramos pontos do Evangelho de acordo com a necessidade do momento, de acordo com a satisfação pessoal…

Ao perceber estes pontos, o versículo de Mateus 24.12 me vem à mente porque a Bíblia é clara e direta em cada palavra. Quando Jesus menciona que o amor de MUITOS esfriará,Ele quer dizer MUITOS mesmo. Não é figura de linguagem, hipérbole ou algo parecido. É isso mesmo que está escrito.

A pergunta que eu faço é: será que eu faço parte desse “muitos?” que Jesus citou?

Porque em diversas situações, como pecadora que sou, eu tenho caminhado por lugares que, outrora, não consideraria passar perto. E, talvez, mesmo sem perceber, estou ajudando a relativizar o Evangelho que sempre defendi ser seguido ao pé da letra. É no dia a dia, nos hábitos, nos detalhes que demonstramos nosso amor e nossa fé em Cristo. E é no dia a dia, nas coisas mais banais, que temos demonstrado uma dificuldade muito grande em sermos fiéis àquele que entregou Sua vida por nós.

A minha oração é que nós, juntas, venhamos a nos fortalecer no versículo seguinte, Mateus 24:13, quando Jesus continua: “mas quem ficar firme até o fim será salvo”. Que possamos juntas retornar ao primeiro amor, ao evangelho que salva, à Cruz de Cristo, sem retirar nem acrescentar nada a esse plano perfeito que é a Salvação através da morte de Jesus.

Que quando estas palavras do nosso verdadeiro e único Messias se cumprirem, possamos ficar aliviadas por não termos feito parte da grande multidão que está deixando o amor se esfriar. Espero que eu e você façamos parte do time que dirá: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.” (2 Timóteo 4:7).

Caroline Sebem

 

Wedding planner

Wedding Planner

Uma verdade muito bem conhecida por todos é que casamento envolve e exige muito planejamento. Graças a Deus, recentemente, surgiu o famoso Wedding Planner, aquele caderno que ajuda noivos e noivas com ideias e cronogramas do que deve ser feito a cada mês/semana que antecede o grande dia.

Leia mais…

a galinha dos ovos de ouro

A galinha dos ovos de ouro

Quando eu era criança, eu tinha um livro que contava a fábula da Galinha dos Ovos de Ouro. Eu amo essa história! Mesmo depois de adulta, ela me ajuda a tomar decisões muito sábias.

Conta-se que um fazendeiro muito pobre comprou uma galinha. Aparentemente igual todas as outras. Tinha penas como todas as outras e ciscava como todas as outras. Mas no dia seguinte, qual foi a surpresa do fazendeiro quando entrou no galinheiro e viu um ovo dourado!?Leia mais…

Culpa

A culpa é minha… E eu coloco ela em quem eu quiser!

“A culpa é minha e eu coloco ela onde e em quem eu quiser!”

Começando pela minha própria vida, tenho visto o quanto cada vez mais a culpa nunca é nossa. A gente terceiriza tudo que é responsabilidade. É responsabilidade da escola e/ou igreja educar os filhos, é responsabilidade do governo resolver nossos problemas com lixo, poluição e escassez de recursos naturais… E com isso a culpa sempre é dos outros. O Brasil tá um caos porque o governo é corrupto, as cidades estão poluídas porque os outros jogam lixo no chão e as indústrias jogam o esgoto nos rios, a criminalidade é alta porque a educação básica é precária, o cristianismo tá virando piada por aí porque as igrejas x e y estão fazendo barbaridades em seus púlpitos, e a lista pode continuar por linhas e mais linhas. Mas em algum momento você consegue enxergar a sua responsabilidade nisso tudo?

Leia mais…