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O começo da nossa história… Jéssica e Kevin Tehlen

     Esse tex­to na ver­dade já está bem atrasa­do, quase 6 anos pra ser mais exa­ta! Mas, antes  tarde do que mais tarde não é mesmo?! 

     Pra você meni­na solteira, que espera pelo prometi­do de Deus, ven­ho do futuro te diz­er:  acred­ite nes­sa espera, ela vale a pena mes­mo! Já dizia Dan­nah Gresh: a dor da espera  que você sente ago­ra, faz parte da feli­ci­dade que sen­tirá no futuro. 

     Não pos­so con­tar a min­ha história român­ti­ca sem falar um pouco sobre mim e min­ha  história de amor com Deus. Na ver­dade, tudo começou com a história de amor de Deus  por mim. Até meus 22 anos eu fui uma garo­ta “nor­mal” aos olhos da sociedade. Esco­la,  colé­gio, tra­bal­ho, fes­tas, bal­adas, fac­ul­dade, namoro… e provavel­mente tudo que ven­ha  à sua mente fazia sim parte da min­ha vida. Em 2014, aos 22 anos, eu encon­trei o grande  amor de Deus por mim e isso me fez ver tudo que eu já havia per­di­do de mim mes­ma. Eu  encon­trei Jesus e, em sem­anas, min­ha vida mudou dras­ti­ca­mente. Nesse começo de  nova vida, é nor­mal que se passe um filme na nos­sa mente, de tudo que vive­mos e  fize­mos que não agra­davam a Deus e a esper­ança de que ago­ra tudo é difer­ente. Nos  meus primeiros meses de cam­in­ha­da cristã, quan­to mais eu apren­dia de Deus, mais eu  me arrepen­dia da vida que eu tin­ha. Foram incon­táveis noites de choro antes de dormir,  enquan­to eu lia a Bíblia, ora­va e sen­tia que não mere­cia nada do que esta­va viven­do e do  que Deus pode­ria me dar. Mal sabia eu do Deus mis­eri­cor­dioso e gra­cioso que esta­va me  abraçando. 

     Den­tre tudo que eu recon­hecia que não mere­cia, um bom homem esta­va na lista. Até enten­der que a família era um propósi­to de Deus pra mim tam­bém. Então meu pedi­do a  Deus foi: “Sen­hor, eu quero aqui­lo que o Sen­hor tem pra mim e eu con­fio em Ti. Só vou  namorar nova­mente quan­do for o homem com quem eu vou me casar. E sei que não  mereço, mas meu dese­jo é que ele (no mín­i­mo) ame ao Sen­hor e a sua Palavra.” 

     No feri­ado de 1º de maio de 2015 (é, essa espera não durou muu­uito tem­po não haha)  em um even­to na min­ha igre­ja, onde eu pas­sa­va a maior parte dos meus finais de  sem­ana, apare­ceu um garo­to descon­heci­do, pelo menos pra mim. O Kevin con­hecia  vários jovens da min­ha igre­ja, inclu­sive min­ha mel­hor ami­ga, que pas­sou pelo proces­so  de con­ver­são jun­to comi­go. Naque­le dia eu per­gun­tei pra ela quem ele era. Ela me  expli­cou e eu lem­bro de diz­er pra ela: “ele tem algu­ma coisa espe­cial.” Quem nos  con­hece logo respon­de­ria “com certeza a altura”, já que ele tem 1,98m haha­ha mas eu  via algo além. 

     Ele pas­sou bas­tante tem­po daque­le feri­ado e final de sem­ana com a ‘min­ha’ galera e  ficamos ami­gos. Em uma rod­in­ha de vio­lão até tocou uma músi­ca, que adi­v­in­hem… só  eu e ele con­hecíamos (hmm­mm). Na noite de sába­do a galera se jun­tou e foi pra casa de  um dos meni­nos, ped­i­mos comi­da e assis­ti­mos um filme. Já era tarde quan­do o Kevin foi  pra casa, de Marechal a Nova San­ta Rosa, e eu como uma boa ami­ga, man­dei  men­sagem pedin­do se ele havia chega­do bem em casa (essa é a parte preferi­da dele da  história, porque ele diz que eu me apaixonei primeiro). A par­tir dai algu­mas coisas se  encaixaram nas con­ver­sas que ele havia tido com Deus sobre rela­ciona­men­tos e então  ele nun­ca mais ‘saiu do meu pé’. A par­tir daí pas­samos a con­ver­sar muito, prati­ca­mente  todos os dias. Foram 3 meses de mui­ta con­ver­sa, até ele pedir para que tivésse­mos um  com­pro­mis­so de oração jun­tos. Eu tin­ha muito medo de não ser aqui­lo que Deus tin­ha  pra mim, e disse um amoroso “não”. Disse tam­bém que eu não descar­ta­va essa  pos­si­bil­i­dade, mas por hora, era não. Mais algu­mas sem­anas se pas­saram e eu já não  podia mais negar que ele pode­ria ser aque­le homem que ama­va o Sen­hor e a sua  palavra, que Deus esta­va me pre­sen­te­an­do. Começamos a orar por isso. Depois de mais  3 meses, deix­ei ele sen­ta­do na sala da min­ha casa com meus pais pra ter um pap­in­ho  com eles e fui pro cul­to (dizem por ai que eu fui mal­dosa, mas eu não acho kkk). Tudo  aqui­lo era muito novo para meus pais tam­bém, um pedi­do for­mal de namoro… mas acred­i­to que isso ten­ha dado segu­rança a min­ha família. Começamos a namorar em out­ubro de  2015, já com o propósi­to de casar, pois quan­do ain­da éramos ami­gos e con­ver­sá­va­mos  de for­ma vir­tu­al, eu já havia deix­a­do bem claro que não tin­ha mais idade pra  brin­cadeiras, o negó­cio teria que ser sério. 

     Alguns meses de namoro e começamos a plane­jar e orga­ni­zar o casa­men­to e nos­sa vida  jun­tos. Na metade do ano de 2016 o casa­men­to esta­va com data mar­ca­da para  Setem­bro de 2017 e os primeiros pro­je­tos da nos­sa casa estavam chegan­do. Tudo  mudou em uma noite de vigília em um acam­pa­men­to de jovens da min­ha igre­ja, quan­do  Deus nos que­bran­tou e fez enten­der que nada dis­so era plano Dele, então, abriu nos­sos  olhos para a Sua vontade. 

     Ante­ci­pamos o casa­men­to para Fevereiro de 2017, can­ce­lam­os o pro­je­to da casa e o  ter­reno con­tin­ua lá até hoje. Casamos no sába­do, dia 4 de Fevereiro de 2017. Na segun­da-feira, dia 6, jun­ta­mos tudo  que tín­hamos, roupas e tup­per­wares den­tro do nos­so ônix ver­mel­ho e fomos para a  Fac­ul­dade Batista Pio­neira, pois na terça, dia 7, começavam nos­sas aulas do Wake Up e  na out­ra sem­ana, as de Teologia. 

     Sobre aque­la min­ha con­ver­sa com Deus: “Sen­hor, eu quero aqui­lo que o Sen­hor tem pra  mim, e eu con­fio em Ti. Só vou namorar nova­mente quan­do for o homem com quem eu  vou me casar. E sei que não mereço, mas meu dese­jo é que ele (no mín­i­mo) ame ao  Sen­hor e a sua Palavra.” 

     Nos­so Deus é um Deus que sur­preende! Ele faz muito mais do que ped­i­mos ou  pen­samos (Ef 3.20). Hoje temos quase 6 anos de casa­dos, Kevin acabou de pas­sar pela  orde­nação e a Palavra de Deus é nos­so maior min­istério além de ser nos­so man­u­al de vida. 

     Nos­sa história não começou quan­do eu e Kevin nos con­hece­mos, ela começou quan­do  eu apre­sen­tei meu coração, min­has angús­tias e meus dese­jos diante de Deus, com um  coração con­tri­to e que ansi­a­va pela von­tade de Deus e nada além dela. 

“Não andem ansiosos por coisa algu­ma, mas em tudo, pela oração e súpli­cas, e com  ação de graças, apre­sen­tem seus pedi­dos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o  entendi­men­to, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.” Fp 4.6–7

 

Com car­in­ho,

Jés­si­ca Tehlen

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