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História de amor – Camila e Giovanni

Porque nós AMAMOS uma história de amor, né? Quan­do ela vai além de um filme ou uma série então, mel­hor ain­da! Bom, vou ten­tar con­tar para vocês, um pouquin­ho da nos­sa história! #camila&giovanni

Me chamo Cami­la Elkin de Fre­itas e sou casa­da com o Gio­van­ni há quase qua­tro anos. Mas a nos­sa história começou muito antes do “sim” no altar.

Bom, se tratan­do de história de amor, eu nun­ca fui de ter uma lista com várias qual­i­dades do meu futuro mari­do. O que eu sem­pre pedi ao Sen­hor, foi alguém que amasse tan­to a Deus e à Sua obra, quan­to eu ama­va! Pois servir a Deus, real­mente real­iza­va o meu coração. E foi jus­ta­mente essa car­ac­terís­ti­ca que mais me chamou a atenção no Gio­van­ni, ain­da quan­do éramos só amigos.

Tudo começou no final do ano de 2012, quan­do eu ain­da esta­va estu­dan­do Teolo­gia, na Fac­ul­dade Batista Pio­neira. Era tem­po de férias e eu vim vis­i­tar a min­ha família na cidade de Lajea­do! Neste ano, foi que o Gio­van­ni saiu da con­gre­gação que ele esta­va e pas­sou a se tornar mem­bro na Pib de Lajea­do. Perío­do de férias, então, a gente esta­va o tem­po todo queren­do faz­er algo com a galera dos jovens, e quem esta­va sem­pre lá? O Gio­van­ni. Era sem­pre eu e ele os prin­ci­pais incen­ti­vadores para faz­er uma junção (na época podia faz­er aglom­er­ação, hehe­he). E acaba­va que nem sem­pre o pes­soal pil­ha­va para sair, ou, não iam muitas pes­soas, mas eu e ele está­va­mos sem­pre “baten­do o cartão” em todos os encon­tros. E de tan­tas saí­das com a galera, jan­tas, vôlei, ter­erê na igre­ja… acabou nascen­do uma amizade (que até aí, era só amizade mes­mo) muito ver­dadeira. Con­ver­sá­va­mos muito e sobre muitas coisas, sem­pre com a galera. Com o tem­po, fomos nos aprox­i­man­do e pas­samos a com­par­til­har exper­iên­cias e alguns devo­cionais, isso foi for­t­ale­cen­do o nos­so vín­cu­lo e nos aprox­i­man­do cada vez mais como ami­gos, crian­do con­fi­ança um no outro.

Neste perío­do, em que esta­va em Lajea­do, a min­ha vó adoe­ceu e teve que pas­sar por uma inter­nação hos­pi­ta­lar. Diante do grave esta­do de saúde, ela teria que ser sub­meti­da à uma cirur­gia com ape­nas 1% de chance de dar cer­to! Na hora em que o doutor pediu para a gente se des­pedir dela, eu entrei em deses­pero (a min­ha vó foi como uma mãe pra mim, aju­dou a cri­ar eu e meus irmãos). Nesse momen­to peguei o celu­lar e liguei para o Gio­van­ni, apa­vo­ra­da (agi no impul­so pois pre­cisa­va falar com alguém). Naque­le momen­to ele me disse algu­mas palavras e disse que retornar­ia a lig­ação assim que saísse do tra­bal­ho. Dito e feito. A tardinha ele me ligou, orou comi­go e me tran­quil­i­zou (e por fim, a min­ha vó sobre­viveu, pela graça de Deus). A par­tir daí, começamos as con­ver­sas hoooooras a fio no tele­fone! Neste momen­to já havia algum sen­ti­men­to “a mais”, mas a ficha ain­da não tin­ha caí­do (não para nós, mas para os out­ros sim, hehe­he). Pas­samos a con­ver­sar todos os dias por men­sagem, lig­ação e for­t­ale­cer ain­da mais a nos­sa amizade. Até que nos damos con­ta que talvez o que está­va­mos sentin­do pode­ria ser algo a mais do que “só amizade”. Sem o out­ro saber, tan­to eu como ele, fomos con­ver­sar com os nos­sos líderes na época, e ambos nos ori­en­taram a orar por este sen­ti­men­to e pedir a Deus para que nos mostrasse se o que está­va­mos começan­do a sen­tir um pelo out­ro, real­mente era amor! Fomos oran­do um pelo out­ro e por esse sen­ti­men­to (sem o out­ro saber) e a par­tir daí, enquan­to Deus foi no con­fir­man­do o que sen­tíamos, falam­os que tín­hamos algo para con­ver­sar a sós, mas “nun­ca dava cer­to”, afi­nal, sem­pre tin­ha alguém jun­to (na igre­ja, por exem­p­lo). E uma coisa que sem­pre fazia o meu coração pal­pi­tar era ver a cada dia mais o envolvi­men­to dele na igre­ja e a dis­posição em servir a Deus e às pes­soas, pois via que ele real­mente ama­va a Deus e á Sua obra, aci­ma de todas as coisas!

Chegou então o mel­hor acam­pa­men­to de todos (depois do Acamze­ca, haha­ha) o Con­gres­so da JUMAP (em 2014), e com­bi­namos que, no Con­gres­so, iríamos con­ver­sar sobre “algo impor­tante” (que ambos sabi­am o que era, mas ninguém tin­ha cor­agem de diz­er. E não só nós sabíamos, mas todos ao nos­so redor, esta­va estam­pa­do na nos­sa cara, haha­ha). Sen­ta­dos nas cadeiras bran­cas do ABP, per­to do lonão, foi que cada um falou que esta­va oran­do e que o Sen­hor havia nos con­fir­ma­do, que o que sen­tíamos um pelo out­ro, real­mente era amor!

Ter­erê e vio­lão, a com­bi­nação perfeita!

Acabou o Con­gres­so, o Gio­vaani voltou para Lajea­do com a galera e eu per­maneci em Ijuí, na Fac­ul­dade Batista Pio­neira. A par­tir entramos em um perío­do de oração jun­tos, e, ped­i­mos para que Deus nos con­fir­masse, qual seria o tem­po de dar o próx­i­mo pas­so, que seria o namoro. Nesse perío­do de oração con­ver­samos MUITO e fomos muito sin­ceros um com o out­ro con­tan­do as nos­sas exper­iên­cias de vida e expec­ta­ti­vas para o futuro. Sem­pre acom­pan­hados e ori­en­ta­dos pelos nos­sos líderes. E então, no dia 22 de abril de 2013, em uma das nos­sas con­ver­sar pelo tele­fone, enten­demos que era o momen­to de assumir o com­pro­mis­so de namoro e assim se preparar para o casa­men­to. Ele já havia con­heci­do a min­ha família e con­ver­sa­do com os meus pais e eu já havia con­heci­do a família dele. Então, ele foi para Ijuí e assum­i­mos o com­pro­mis­so de andar jun­tos mais de per­to, ago­ra na fase do namoro. Namoramos dois anos a dis­tân­cia (enquan­to eu esta­va na FBP) e mais dois anos depois que me formei e retornei a Lajea­do, onde pas­sei a servir como mis­sionária na Primeira Igre­ja Batista, a par­tir de janeiro de 2016. Aí, os prepar­a­tivos para o casa­men­to já estavam a mil.

Como não tín­hamos muitas condições finan­ceiras, muitas coisas como dec­o­ração, enfeites de mesa, nós mes­mos que pro­duz­i­mos, com a aju­da de ami­gos e padrin­hos. Noiva­mos ain­da em 2016 e nos casamos um dia depois do nos­so aniver­sário de namoro. Com­ple­ta­mos qua­tro anos de namoro em 21/04/2017 e no dia 22, foi o grande dia! Foi um casa­men­to sim­ples, mas exata­mente da for­ma como a gente son­hou! Fomos imen­sa­mente abençoa­d­os por Deus que supriu cada detal­he e nos deu um dia lin­do de sol (o casa­men­to seria ao ar livre e choveu a sem­ana toda, haha­ha, rindo, mas, de ner­voso). Mas por fim, deu tudo cer­to. Valeu a pena esper­ar no Sen­hor, viv­er em obe­diên­cia e sen­tir a bênção de viv­er um rela­ciona­men­to, segun­do a von­tade de Deus!

Hoje esta­mos casa­dos há quase qua­tro anos, e con­tin­u­amos dizen­do SIM um para o out­ro todos os dias! Há lutas, há desafios, há situ­ações que pare­cem não ter solução, mas em tudo Deus tem nos sus­ten­tan­do e con­tin­ua nos abençoan­do, como fez des­de o iní­cio. Nos­sa oração des­de o iní­cio sem­pre foi para Deus ser o cen­tro do nos­so rela­ciona­men­to, e con­tin­ua sendo!

Des­ta for­ma, com­par­til­ho um pouquin­ho de como foi a nos­sa cam­in­ha­da até aqui. A nos­sa História de Amor que está ape­nas no começo. Encer­ro este post com o ver­sícu­lo do nos­so casa­men­to, o qual Deus fala muito ao nos­so coração des­de o tem­po de namoro: “Àquele que é capaz de faz­er infini­ta­mente mais do que tudo o que ped­i­mos ou pen­samos, de acor­do com o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na igre­ja e em Cristo Jesus, por todas as ger­ações, para todo o sem­pre! Amém!” (Efé­sios 3.20–21).

Cami­la Elkin de Freitas

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