O que eu sou, coloco aos teus pés…

Diante da tua glória eu me humilharei”¹, prossegue a canção. Quem sou eu e quem é você para que possamos nos considerar boas demais, melhores que os outros à nossa volta? Somos pó e ao pó retornaremos, diz o texto bíblico, em Eclesiastes 12.7. Mas aos recebermos poder o alto, nos tornamos mais que vencedoras. Pessoas cuja beleza não é possível esconder. O brilho de Jesus, quando assim permitimos, torna-se um farol em nós, um referencial. 

O Deus dos céus vem até nós e chama cada um dos seus servos para ter o privilégio de servi-lo. Com o seu chamado vem também a autoridade do alto para realizá-lo. Ou como a experiência me permite afirmar, Deus paga o que manda fazer e nos empodera com uma ousadia incomparável. 

Neste ano, o Congresso FéMenina: Inteira, pode ser mais um evento ou pode ser aquele que te despertará para fazer diferença. As vagas são limitadas. Você já fez sua inscrição? Aproveite e faça AQUI, não deixe para amanhã.

O Senhor pode te chamar para revolucionar a história (sério!!). Ou simplesmente te levar a sair numa noite de inverno chuvoso para visitar aquela colega da sua sala de aula, que é uma chata e arrogante. Mas você ficou sabendo que ela andou se cortando e não tem ido às aulas. Você nem enviou uma mensagem no WhatsApp, pois sabia que ela não responderia… Que missão! Ninguém ficou sabendo que você se preocupou com a vida dela, exceto Deus com quem você dividiu a alegria ímpar de sair para abençoar e voltar abençoada. 

Na realidade o grau de importância e visibilidade daquilo que você fará, para a glória de Deus, é secundário em relação à sua atitude de aceitar o convite do Senhor.

Eu achava que meu ministério começaria com um convite especial da parte de Deus. Nada disso, fui como voluntária ao Instituto Paranaense de Cegos ajudar a servir a mesa durante uma confraternização de Natal. Meu papel, super relevante, era entregar os pratinhos de bolo…rsrs. Enquanto eles cantavam e sorriam, eu ficava me perguntando o que mais poderia fazer por eles e o Senhor me permitiu participar de uma linda história de amor. Vivi muita coisa incrível, bem acima da minha imaginação, num período de sete anos de ministério.

Na programação do Congresso FéMenina, haverá uma oficina com a Silvia, diretora do CAIS – Centro de Atendimento Integral ao Surdo. Uma instituição pertencente à TABEA, que representa a assistência social da Convenção Batista Pioneira. O CAIS fica na cidade de Ijuí, RS, e está ampliando seus serviços para que possam atender também aos deficientes visuais e deficientes físicos. A nova sede foi totalmente reformada para atender aos requisitos da acessibilidade.

A Silvia lidera, há 20 anos, o Ministério Mãos Divinas e há 25 anos participa de ações evangelísticas juntos aos surdos. Ela teve a alegria de acompanhar um surdo, o Sergio Pieniak, que conheceu quando ele ainda era criança, durante um trabalho voluntário de implantação do ministério com surdos na cidade de Erechim, RS. Hoje ele estuda na Faculdade Batista Pioneira e auxilia no ministério. “Às vezes não entendemos onde Deus nos levará. Na verdade, temos apenas que confiar nele”, ensina. É comum ver que quando os surdos se sentem apoiados pelo CAIS, querem levar seus amigos a conhecer Jesus. Seu desejo é ajudar a desenvolver mais surdos para o ministério.

“Como, porém, invocarão em quem não creram: E como crerão naquele a quem de nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue”? Rm 10.14.

 As barreiras na sociedade e na igreja, para os surdos, são as mesmas dos demais deficientes: acolhimento, inclusão, acessibilidade e quebra de preconceitos. Nem todos os deficientes têm deficiência intelectual, mas mesmo que tivessem, seria possível uma aproximação, basta querer fazer. Colocar-se à disposição para aprender é atitude humilde que constrói relacionamentos saudáveis.

Atuar em um ministério com deficientes é amar.” E isso é um dom de Deus para você. Quando temos a certeza de que estamos no centro da vontade de Deus, tudo fica leve, alegre e cheio de paz. Procure conhecer um trabalho de apoio a pessoas com deficiência em sua cidade. 

A Convenção Batista Pioneira tem um trabalho lindo com pessoas surdas e está ampliando suas atividades de apoio. Venha nos conhecer e participe do Congresso FéMenina 2019! Acredito que será marcante para muitas vidas. E, talvez, para a sua que está lendo agora este artigo… 

Creio que Deus deseja nos ter inteiras para a sua obra. Deixe-o falar com você durante o congresso. Inteira sugere estar de corpo e alma para aquilo que nos propomos para o reino. Seja no ministério com deficientes, no louvor, na mensagem ou coreografia… Inteira e feliz”.

Silvia Cristina Padilha da Costa, diretora do CAIS – Centro de Atendimento Integral ao Surdo, Assistente Social, com Especialização em Gestão de Projetos Sociais. 

Foto Fachada Cais/Ijuí/RS

Foto Fachada Cais – Ijuí/RS

Fabiana Silvestrini

¹  Eterno Amor – Diante do Trono (CD Hillsong Global Project)

Se o seu desafio é uma montanha, que tal escalar?

Meninas, na série sobre o tema do Congresso FéMenina, INTEIRA (saiba mais AQUI), compartilho com vocês uma matéria do Jornal Gazeta do Povo, na Coluna Sempre Família¹, onde temos um exemplo prático de que pensar que o “mundo acabou”, porque algo que queríamos tanto não deu certo, ou porque nos falta algo ou alguém, é desperdiçar o prazer de viver e de ser livre. Perceba o Deus Criador na beleza de proporcionar alternativas tão criativas e inspiradoras

Como diz a protagonista desta aventura, Melanie, a história que vamos ler “é um exemplo para que alguém pense fora da caixa em que foi colocado”.

Ela não pode caminhar e ele não enxerga, mas juntos escalam montanhas.

Foto: Facebook/Hiking with Sight

Ele é as pernas e eu sou os olhos!“, diz a norte-americana Melanie Knecht que nasceu com espinha bífida, enquanto seu amigo, Trevor Hahn, perdeu a visão há cinco anos […] Escalar uma montanha não é para qualquer um. A caminhada exige muito esforço, além de uma certa experiência e muita atenção durante o trajeto. Os amigos Trevor Hahn, de 42 anos, e Melanie Knecht, de 29, compartilham uma verdadeira paixão pela natureza e por atividades ao ar livre, o que os levou a formar uma equipe e encarar juntos, desde o ano passado, a aventura de caminhar pelas montanhas.

No entanto, Trevor e Melanie, que moram no estado do Colorado, Estados Unidos, não são uma equipe convencional. Melanie nasceu com espinha bífida e usa uma cadeira de rodas para se locomover. Por isso, desde sempre, ela buscou soluções alternativas para fazer as atividades que tinha vontade. Já Trevor perdeu a visão há cinco anos devido a um glaucoma. Apaixonado por caminhadas na natureza, continuou fazendo a atividade com a ajuda de amigos que passaram a guiá-lo com orientações de voz e uma campainha.

Em 2018, os dois se conheceram em um curso de exercícios adaptativos e não demorou muito para se tornarem amigos devido a paixão em comum. Os planos de começarem as caminhadas juntos foram uma consequência desse encontro que têm mudado a vida de ambos. “Para nós, nos unirmos para fazer isso parecia senso comum”, disse Melanie em entrevista ao site norte-americano Outside.

Responsabilidade compartilhada

Como seria possível uma pessoa que não pode enxergar e outra que não pode andar escalarem montanhas juntas? Depois de se unirem nessa jornada, Trevor e Melanie puderam mostrar ao mundo que eles também podem fazer o que quiserem. Melanie “anda” graças a um equipamento feito sob medida semelhante a uma mochila, o que permite que Trevor a carregue nas costas. Enquanto isso, Trevor consegue “ver” o caminho através das orientações de Melanie, que descreve muito bem ao amigo os terrenos e as paisagens pelas quais os dois passam.

Segundo Trevor, o que faz essa experiência ser mais incrível é o que ele chama de responsabilidade compartilhada. “Nós dois temos a mesma responsabilidade: se um de nós cai, o outro cai. Isso muda toda a dinâmica de se sentir um fardo”, contou em entrevista ao site The Trust for Public Land. Melanie também acrescentou que o fato de estarem ajudando um ao outro diminui o peso das dificuldades.

“Ele é as pernas e eu sou os olhos!”

Foto: Facebook/Hiking with Sight

Os amigos passaram a compartilhar suas experiências no Instagram e no Facebook, além de concederem entrevistas a muitos meios de comunicação que se encantaram por suas histórias. “Foi ótimo compartilhar nossa história com as pessoas, espero que isso incentive outras pessoas a tentar o que estamos fazendo, ou que pelo menos sirva para que alguém pense fora de qualquer caixa em que foi colocada. Isso mostra que realmente somos mais fortes juntos”, afirma Melanie.

Para Trevor, o prazer de estar no topo de uma montanha lhe dá um senso de propósito, mas tem algo que é ainda mais compensador: “A melhor parte é poder fazê-la sorrir”, disse ele em entrevista ao programa Good Morning America. A alegria de Melanie em poder caminhar pelas montanhas também tem um nome: a sensação de liberdade. A jovem afirma que ama poder se sentir livre para fazer o que gosta, deixando sua cadeira de rodas para trás. “Ele é as pernas e eu sou os olhos. Juntos, somos o time dos sonhos”. ***

Acho que nossas “reclamações do dia a dia” ficaram ao pé da montanha…rsrs. Há tanto para sonhar e conquistar, há tanto que temos a oferecer aos outros. Afinal, felicidade compartilhada tem outro sabor. Que tal compartilhar seus sonhos com o seu Criador e deixá-lo te conduzir por inteiro nessa caminhada? 

Não perca o último artigo da série sobre o Congresso FéMenina: Inteira. Pois vamos tirar o “salto do tapete fino” e pisar com os pés descalços na areia da obra de Deus onde fica um projeto chamado CAIS. 

Fabiana Silvestrini

 ¹ https://www.semprefamilia.com.br/ela-nao-pode-caminhar-e-ele-nao-enxerga-mas-juntos-escalam-montanhas/. Acesso em 12/09/19.
Acolher

O importante é saber acolher

Acolher – é importante que você saiba.

Meu propósito nesta série é refletir sobre o tema do Congresso FéMenina: Inteira. Espero te ver lá!

Na sua caminhada com o PAI você está por inteiro ou pela metade? Será que é possível amar e ser amada só pela metade?

Lembra do milagre dos cinco pães e dois peixinhos, em Jo 6:9? Você deve conhecer a história do rapaz que se dispôs a dividir seu lanche com uma multidão. Aquele era o tipo de pessoa que se entrega por inteiro. Não esconde nada de Jesus e se apresenta para ajudar quando encontra uma dificuldade, ou melhor, uma oportunidade de ver o milagre da transformação

Pois bem, tudo muito nobre e bíblico, mas naquele tempo não havia internet. Hoje a vida é corrida… Temos que estudar e, para algumas, trabalhar também; nos cuidarmos, namorar, e dar conta de tantas outras coisas. Que tantas coisas são essas? Ora, dedicar tempo ao smartphone, por exemplo. 

Parece que falta tempo, mas o que falta na verdade é ter o foco em Jesus. Ele amava e continua amando dar atenção para as pessoas. A mim, a você e às pessoas perto de nós. Se estivermos focadas, haverá espaço para ter tempo de qualidade na presença do nosso Senhor, em oração, na leitura da Palavra e ainda estender a mão ao nosso próximo. “Nisso todos saberão que vocês são os meus discípulos se vocês amarem uns aos outros.” (Jo 13:35)

Deixe-me tornar isso mais claro. Conheço um ministério na Primeira Igreja Batista de Curitiba, que se chama Ministério Eficiente, sob a liderança do Pr Adoniram Melo. E tenho o privilégio de ser amiga pessoal da Luciane Krauser, que participa do ministério. Ela é cadeirante, uma FéMenina muito Eficiente. A entrevistei para escrever este artigo. E daqui para a frente o discurso estará com ela:

Eu vivia isolada na igreja. Me sentia excluída. Na faculdade passei por uma crise depressiva, mas me firmei na fé. Fui para a PIB Curitiba por causa do culto em inglês. Minha família sempre procurou oferecer o melhor para mim, em educação e saúde. Além de me apoiar a frequentar a igreja. Hoje minha mãe frequenta a mesma igreja, tendo sido batizada. Sou Bacharel em Letras Inglês, pela UFPR, e em Teologia, pela FABAPAR. Profissionalmente atuo como tradutora de livros e, às vezes, de forma voluntária. Traduzi para Editora Pão Diário; e livros como “Aos olhos do Pai”, da Regina Franklin, pela editora RBC. Estou envolvida com os projetos da igreja em parceria com a Samaritan’s Feet e a Joni and Friends. Já participei do ministério de adolescentes, de oração, entre outros. 

Minha deficiência é congênita. E, na minha opinião, o maior desafio do deficiente físico são as barreiras arquitetônicas, informações para a sociedade e as barreiras atitudinais. As pessoas nos encontram e não sabem o que fazer. O importante é saber acolher. Atitudes simples fazem a diferença. As pessoas podem oferecer ajuda e perguntar se a pessoa com deficiência precisa de ajuda. 

Na hora de conversar com um deficiente físico, o ideal é sentar-se para ficar no mesmo nível da pessoa. Saber que a cadeira faz parte do espaço da pessoa. Não se apoiar na cadeira de rodas ou pendurar coisas se não for uma amiga muito próxima. Hoje sinto que meu papel é despertar o interesse das pessoas para ver os deficientes, melhorar as barreiras arquitetônicas, a conscientização e as barreiras atitudinais. Batalhar para conquistar espaço para os deficientes e participar mais ativamente das atividades da igreja. Que possam reconhecer o nosso potencial ao invés de ficarem notando apenas nossas incapacidades aparentes

Se você tem o desejo de servir neste ministério foi Deus quem colocou esse amor no seu coração. O Senhor irá te guiar e colocar pessoas no teu caminho para te ajudar, nessa jornada de descobrir como os seus dons podem fazer diferença no apoio aos deficientes. Coisas simples que você pode fazer por alguém: empurrar uma cadeira de rodas ou dizer um “oi”, e abraçar essa pessoa. 

Em 2013 fomos como equipe do ministério conhecer a organização e uma igreja que fazia parte dos contatos da Joni and Friends. Nos EUA há muito mais apoio para as pessoas com deficiência física do que no Brasil. Há dois anos que a PIB Curitiba, através do Ministério Eficiente, distribui cadeiras de rodas para pessoas carentes, que não teriam condições de comprar uma. A cadeira é feita sob medida e de acordo com as necessidades da pessoa. Essa ação é também um meio de evangelizar.” 

Você pode começar ajudando, com o seu idioma, a fazer uma parceria e de repente você participará de algo tão maravilhoso quanto ver centenas de pessoas carentes recebendo uma cadeira de rodas. Sabe por onde começar? Orando e se apresentando por inteiro diante do teu Senhor.

Fabiana Silvestrini

Entrevista com a Luciane Krauser durante o evento II Simpósio Invisibilidades (dos deficientes na sociedade e na igreja), promovido pela Convenção Batista Paranaense, em parceria com a FABAPAR, em Curitiba, PR, em agosto de 2019.

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diferente

No que você é diferente?

Humm… diferentes dão trabalho! Precisamos investir tempo para conhecê-los. Mas quem tem tempo sobrando para isso? É mais fácil ignorar. E desta forma seguimos tentando viver numa era em que a Inteligência Artificial e a Modernidade Líquida já não são mais novidade. No entanto, como pessoas cristãs nosso papel é estarmos atualizadas, sem deixar a bíblia de lado e muito menos os ensinos de Jesus

Se fizermos uma rápida viagem no tempo, entenderemos que não foi por acaso que a história da humanidade passou a ser contada em antes e depois de Cristo. Ele nos deixou o padrão a ser seguido. Ele foi um “forte” (e desculpem a simplicidade na definição) que soube olhar para os considerados fracos do seu tempo. As mulheres, os cegos, os surdos, os considerados aleijados, os ladrões, os doentes, os pobres e a lista é grande. Ele revolucionou a história andando na contramão do mundo. Lembrando que, estando entre nós na forma humana, abriu mão da sua glória para nos ensinar um novo estilo de vida, totalmente aplicável a nós.

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Congresso FéMenina 2019

Congresso FéMenina 2019

Tema: Inteira

Como em um quebra cabeça, muitas vezes tentamos completar nosso coração com as peças erradas. Há quem tente completa-lo com um cara legal, com as amigas leais, com eventos, roupas descoladas, academia, atividades sociais, faculdade e etc. Mas  por mais que tudo isso seja muito legal, cada vez que colocarmos algo ou alguém no lugar que deve ser de Jesus nos sentiremos incompletas e perdidas.

Tudo começa com Jesus. Ele é suficiente para todas as fases de nossas vidas.

Pode todo o restante faltar, mas se você tiver Jesus no centro de sua vida, você terá tudo o que precisa. Já dizia o pensador: O vazio do seu coração é do tamanho de Jesus.

É sobre isso que conversaremos no 4° Congresso FéMenina. Vamos juntas?

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Feminilidade Radical – 1º dia: Feminismo e Feminilidade

Daqui há 24 dias, estaremos nós, lindas e formosas, participando do tão esperado 3º Congresso FéMenina… (Se você ainda não fez sua inscrição, corre que dá tempo!!). E, para dar um gostinho de “quero que chegue logo dia sete”, vamos falar um pouquinho de um dos assuntos que veremos em Santa Maria: Feminismo e Feminilidade.

“O que significa ser uma mulher e não um homem? Qual a importância da nossa habilidade de dar luz a filhos? Como devemos lidar com a nossa sexualidade? Devemos estruturar nossas carreiras da mesma forma que fazem os homens? Qual é o propósito de ser uma esposa? ” ¹.

Bom, provavelmente você tenha as respostas na sua mente… talvez não bem formuladas, mas alguma opinião sobre esses pontos você tem. A questão é: será que as nossas respostas estão baseadas na Palavra de Deus, a Bíblia, ou tem como referências músicas, textos populares, propagandas, conceitos, estilos de vida ou pessoas que nos cercam?

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3º Congresso FéMenina

Venha participar do evento gospel mais Feminino de todos os tempos!
Ou seria, mais FéMenino(a)???

Será incrível!

Preletora: Silvana Calixto
Participação especial: Isadora Pompeo

Tema: Believe + Be alive

Só ele cura os de coração quebrantado e cuida das suas feridas.” Salmos 147:3

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