Prejuízos do Feminismo – Seu corpo, minhas regras!?

Olha eu aqui de novo… ehhehehe… é que são tantos os prejuízos do feminismo, meninas! Mas vou me ater a só mais este post. Tentei colocar os mais-mais kkkk. Ainda não leu os outros sobre os “prejus” do feminismo? Corre ler!

Hoje, vamos falar sobre liberdade. A real liberdade…

Meu corpo, minhas regras!!! Já ouviram né? Sim… e creio que em noticias nada agradáveis de se ver e ouvir. Esta frase é muito difundida entre as feministas. Ela passa a ideia do  sou eu quem manda em minha vida, sou eu quem faço as minhas escolhas e ninguém tem nada a ver com isso. E não é só isso, esta ideia também quer nos impor a aceitação de qualquer ato feito por elas, dos mais óbvios, como a escolha de um penteado, até os mais absurdos e incoerentes, como achar natural que elas debochem levianamente das crenças de outros em demonstração pública de nudismo, orgias com objetos sacros e encenações deprimentes sobre aborto em portas de igrejas. Reflexo de uma cultura de sexualidade feminina descrita por Carolyn McCulley como hiperagressiva. E como é agressiva, hein?Ela nos choca, uma vez que seu conteúdo é vulgar ao extremo.

A intolerância está intimamente ligada ao movimento feminista. É bem comum assistirmos os posicionamentos raivosos contras as mulheres que abandonaram a pauta feminista,  e assim demonstram como querem monopolizar e decidir o que deve ser o melhor para cada mulher. A frase deveria ser: seu corpo, minhas regras, pois pretendem que concordemos, na marra, com suas ideologias. Toda esta manipulação faz com que mulheres, conscientemente ou de forma induzida, percam sua liberdade de expressão, e ainda querem “empoderar” as mulheres, ou seria manipula-las?

Se um dos princípios propagado pelo feminismo é “o lugar da mulher é onde ela quiser”, por que ela mesma não tem a liberdade de escolher o que quer, sem ser ridicularizada por isso? Não podemos ser obrigadas a levantar a mesma bandeira política de quem defende o aborto, a ideologia de gênero, concordar com a agenda LGBT, enfim, sermos doutrinadas e oprimidas  por um modelo ideológico, e só assim, sermos aceitas pela sociedade.

Mas aí vem a pergunta: o que a mulher quer? O que você quer, menina de fé?

O que move o seu e o meu coração? O que impulsiona nossas escolhas?

Não me refiro às escolhas básicas, como penteado, esmalte, roupas, perfumes, sapatos, e neste momento nem mesmo a profissão. Mas minha ideia é te levar à reflexão: o que você quer ser em Cristo? Qual o propósito maior que permeia todas as demais escolhas, pequenas ou grandes? O que te impulsiona a optar entre isto ou aquilo?

Queridas, tenham certeza de que quando compreendemos o grande amor de Cristo por nós, entendemos também que Ele nos chamou para sermos livres! Em Jesus Cristo, passamos a entender quem somos, o que realmente nos aprisiona e escraviza, a diferença entre liberdade e libertinagem, as causas e efeitos das boas e más escolhas. Somos habilitadas a viver os padrões de Deus.  Foi Deus quem nos criou, nos amou e por fim, nos resgatou. Sim, ele nos salvou de nós mesmas, da nossa incapacidade de distinguir entre o bem e o mal. Precisamos do Espírito Santo de Deus para nos guiar em toda a verdade.

Em Cristo, podemos assimilar o porquê Deus nos fez e como devemos desempenhar este papel tão importante na historia – ser mulher. Além desta compreensão, somos convocadas para comunicar a maravilhosa graça de Jesus para outras mulheres que ainda estão aprisionadas por esta cultura corrompida pelo pecado. É nosso dever em amor cumprir nosso chamado e dizer que, se Jesus nos libertar, nós de fato seremos livres (Jo 8:36) – livres para obedecer a Deus e fazer sua vontade, livres para viver Cristo.

Então meninas, como vamos viver a história que Deus tem para nós? Que seja em liberdade! Na verdadeira liberdade que Cristo no dá.

Elaine Calza Higino

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