Explore seus Centímetros a mais!

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Talvez você seja daquelas meninas bem altas, que na pré-adolescência foi chamada de girafa. É que você ficava acima de todo mundo – até de alguns meninos – e virou alvo da turma padrão (todos iguais).
O comum nessas circunstâncias é que você tenha se encolhido, procurando chamar o mínimo de atenção possível – pode ter funcionado, ou não.Talvez você tenha se retraído tanto, que começou a falar mais baixo, deixar de dar sua opinião, vestir roupas menos chamativas – sei lá – fazia qualquer coisa para não ser o alvo.
Tenho uma boa notícia para você:  aquele tempo já passou!  
Você é – agora – uma linda menina, bem alta – talvez a mais alta da sua turma – e com grandes possibilidades. Já percebeu como é bom entrar numa loja de jeans, vestir “aquela” calça perfeita, e não precisar fazer a barra?
Já viu que os vestidos caem “como luva” quando você os experimenta – e ficam lindos em você? (talvez a grana seja pouca, mas dá uma vontade de levar tudo, não é?)
Pois bem – agora é hora de explorar seu ponto forte – seus centímetros a mais: – não ande curvada (não significa humildade!). Adote uma postura correta para sua coluna – seu corpo vai agradecer, depois que os anos passarem. E não se preocupe com os meninos baixinhos – Deus também “fabrica” homens altos, lindos, gentis, cristãos genuínos e trabalhadores – exatamente o que você vai precisar, não é?
Portanto, fique fria – “confia no Senhor … e Ele tudo fará” Sal 37:5. 
(Claro que a parte que compete a você, Deus “não faz!”)   
Abraços,
 Vovó Descolada

MyJob: Assistente Social

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O assistente social é um profissional com formação superior (Graduação em Serviço Social), com duração mínima de 4 anos, sendo que para atuar como assistente social é preciso ter o registro no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) do estado em que trabalha. Muitas vezes se faz algumas confusões entre a profissão de Assistente Social e a atuação de pessoas, cujas ações são de caráter benevolente. Assim, a título de esclarecimento, cabe ainda que, resumidamente, estabelecer alguns conceitos como:
· Serviço Social: profissão de nível superior;
· Assistente social: profissional com graduação profissional e registro no CRESS;
· Assistência Social: política pública prevista na Constituição Federal do Brasil de 1988, constituindo-se em direito da população;
· Assistencialismo: doação, serviço ofertado como favor, boa vontade, benevolência e não como um direito.
Existem no Brasil aproximadamente 120 mil profissionais, que por seu conhecimento, são solicitados a intervir nas distintas maneiras de expressão das questões sociais. Seja para formular e executar políticas públicas, elaborar, coordenar, executar planos, programas e projetos que visam o acesso e a ampliação de direitos, ou para realizar orientações, encaminhamentos, elaborar laudos, pareceres e estudos técnicos em matéria de sua competência, podendo atuar também como docentes, ou prestando assessoria ou consultaria. 
Embora sua formação não seja voltada para o atendimento unicamente de pessoas em situação de pobreza, devido às desigualdades sociais, econômicas, culturais existentes no país, o público-alvo culmina por ser: pessoas com deficiência, moradores de rua, crianças em trabalho infantil, pessoas com dependência química, internadas, doentes, desempregados, em conflito familiar ou conjugal, presos, etc.
Observa-se, portanto, que devido à formação generalista, são muitas as possibilidades de atuação para o assistente social. Motivo pelo qual muitas vezes o trabalho ocorre em equipe, envolvendo outras categorias profissionais como a psicologia, educação, saúde, direito. Porém, vale ressaltar que a intervenção do assistente social deve sempre propor ao desenvolvimento da autonomia, da emancipação, o acesso aos direitos, ou seja, ao exercício da cidadania.
Você pode acessar outras informações sobre a profissão nos seguintes endereços:
Conselho Federal de Serviço Social – CFESS: http://www.cfess.org.br 
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS: www.abepss.org.br 
Observação: para elaboração deste material foi utilizado como fonte de dados: Assistente social um guia básico para conhecer um pouco mais sobre esta categoria profissional – CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL – CFESS/CONSELHOS REGIONAIS DE SERVIÇO SOCIAL – CRESS).
Abraços,
Vera Lucia Batista dos Santos
Assistente Social do Instituto Nacional do Seguro Social
Joinville – SC

Meu livro preferido é…

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Olá meninas!!!


Vim recomendar alguns livros 🙂
Tenho que confessar que, após vir estudar em Porto Alegre, minha rotina de leituras mudou bastante. Costumava ler mais coisas que eu queria e menos coisas que eu precisava (como é hoje). Mas há alguns meses peguei emprestado do meu avô um livro pequeno, bem rápido e gostoso de ler: “Intimidade com o Todo Poderoso”, do Charles Swindoll.
Ele é muito bom, me fez refletir algumas coisas e fazer algumas mudanças práticas no modo como vivo o meu dia a dia.
Recomendo!


Para aquelas que não têm muito tempo, também não tem desculpa, pois ele é pequeno mesmo. Outros livros que eu gostei demais de ler (acho que foram os meus preferidos ali pelos 20 anos) chamam-se “Garoto encontra Garota”, do Joshua Harris, e o anterior a esse, do mesmo autor, “Eu disse adeus ao namoro”.
Honestamente, não concordo com 100% do que está escrito nesses dois livros, mas eles têm princípios excelentes sobre relacionamentos!


Ótima leitura a todas 😉

Abraços,
Damáris Zagonel Becker
Porto Alegre -RS

Minha história de amor – Greyce e Anderson – Parte 2

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E aí gurias??
Minha história de amor continua…
O lado da razão me dizia: “Viu Greyce! Não era para ser! Ainda bem que você resistiu! Muito bem. E ele nem era a pessoa dos teus sonhos”. O lado da emoção dizia: “Como isso aconteceu? Como ele pôde ir embora sem nem se despedir de mim?”.
Foi um período difícil, continuei estudando mais 6 meses no seminário e a minha situação financeira começou a complicar também. Meus pais não estavam mais conseguindo pagar meus estudos e eu não tinha como trabalhar, pois era em período integral. Pensava: “Mas e meu chamado? Bom, quem sabe Deus ainda quer me ensinar algo”. Após muita oração e muito choro, voltei para casa com “todo gás” para trabalhar na minha igreja.
O tempo passou, conheci um rapaz na igreja que me chamou a atenção: era “moreno e tinha os olhos azuis”, opa! Além de tudo era aparentemente calmo, tranquilo, “Será que Deus não está me apontando a pessoa dos meus sonhos?” Era crente! “Puxa! Deus enviou a pessoa dos meus sonhos! Eu sabia que aconteceria!” Este rapaz começou a me paquerar, “puxa!” Eu orava, mas lá no fundo ouvia uma voz doce que dizia: “Você pode estar enganada minha filha…” Mas esta voz era tão baixinha, e eu sempre fui desconfiada… “Deve ser minha desconfiança! Afinal tá aí! O cara dos meus sonhos!”
Começamos a namorar e fizemos planos de casamento. Ele era calmo, mas quando estava no trânsito parecia que se transformava, ficava tão violento… no futebol também, batia muito. Bom, deve ser coisa de homem, eu pensava, ele jamais faria algo contra mim, afinal de contas “estou dominando esta relação”, eu mando e ele me obedece… (veja só!).
Após aproximadamente um ano de namoro, nós noivamos. Foi então que surgiu uma oportunidade de eu ir trabalhar em Joinville-SC, onde morava a minha irmã mais velha. Fui morar com eles e em pouco tempo comecei trabalhar em uma grande Contabilidade. Havia boas perspectivas e meu noivado ia muito bem, pois ele viajava direto para lá e às vezes ficava na casa da minha irmã.
Logo que cheguei em Joinville comecei a congregar na igreja que minha irmã e meu cunhado congregavam: uma verdadeira bênção na minha vida. Um dia o pastor fez o estudo para os jovens e ele falou sobre a vontade perfeita e a vontade soberana de Deus. Nunca esqueci daquilo. Quando cheguei em casa naquele sábado à noite, eu orei com todas as minhas forças para Deus e pedi do fundo do meu coração que Ele fizesse Sua vontade perfeita na minha vida. Eu não queria ficar o resto da vida colhendo as consequências dos meus erros e coloquei todas as áreas da minha vida diante de Deus, inclusive o noivado.
Cerca de uma semana depois recebi uma ligação que abalou a minha estrutura. Era uma moça que eu nunca tinha visto, falando coisas do meu noivo que somente alguém que vivia muito próximo a ele podia saber. Na hora pensei em se tratar de alguém que queria acabar com nosso noivado, mas “a casa caiu” e comecei a descobrir o “lado obscuro” dele.
Falei com ele pedindo uma explicação e foi que ele mostrou que não tinha respeito nenhum por mim, me ofendendo com palavras torpes e realmente parecendo outra pessoa.
Deus permitiu que eu visse o seu outro lado, o outro lado da pessoa com quem eu iria me casar. Foi então que Deus mostrou claramente que o que Ele tinha para mim era diferente daquilo que eu pensava que era o ideal. Terminei o noivado com gratidão no coração por Deus ter me livrado de alguém que com certeza não era o ideal de Deus para mim.
Caiu por terra o meu sonho de alguém com cabelo preto, olhos azuis e calmo, por que o que Deus tinha para mim era o Seu melhor. Depois que terminei o noivado continuei descobrindo “barbaridades” e cada vez louvava mais a Deus pelo Seu livramento.

Continuo no próximo post…
Abraços,
Greyce Karoline Hepfner Scholz
Ijuí – RS 

Mudando de cidade

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Se eu pudesse conversar com a Maiara de exatamente um ano atrás, a única coisa que eu diria a ela é: “Calma guria. Deus está no controle e vai dar tudo certo. Relaxa.” Mas por que eu diria isso? O que aconteceu?
Bom, eu morei a minha vida inteira em uma só cidade, fazendo o mesmo caminho, vendo as mesmas pessoas, congregando na mesma igreja, fazendo compras no mesmo supermercado. Há exatamente um ano eu estava no meio da maior crise que todas as gurias irão passar:

Será que vou passar no vestibular?
Será que esse realmente é o curso que eu quero?
Devo mudar de cidade ou estudar aqui perto?
Não vou me arrepender de estar fazendo tal coisa?
O que devo fazer?

Todas essas perguntas eu entreguei a Deus, juntamente com a minha família. Um detalhe importante no meio de tudo isso: meu pai estava trabalhando em outra cidade fazia alguns meses. E quem tem o pai trabalhando longe sabe que não é a coisa mais legal do mundo. A gente queria estar junto o tempo todo.
Aflita, confusa, indecisa. São essas palavras que descreviam a Maiara de um ano atrás. Eu até tinha planos na minha cabeça, de como eu achava que seria melhor. Porém, este é exatamente o problema: os planos eram meus, e não de Deus. Quando depositei todas as minhas dúvidas nas mãos Dele, as coisas começaram a se encaixar. Passei no vestibular da faculdade da cidade na qual meu pai estava trabalhando. Encontramos uma casa, e havia vaga na escola para o meu irmão… E assim Deus foi encaminhando cada detalhe. Mais tarde, consegui a desejada bolsa de 50% do PROUNI e ainda consegui financiar os outros 50% com o FIES.
Pronto, Deus se mostrou presente e revelou que Seus planos são perfeitos. Em abril deste ano, passei em um concurso do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais da minha nova cidade, e em julho comecei a trabalhar lá! Mais uma bênção gigantesca do Pai. Imagina? Além disso, no Acamzeca de 2012, o menino pelo qual eu sempre fui apaixonada, resolveu “ir falar comigo”. Resumindo: completamos em março um ano de namoro.
Não é fácil adaptar-se a uma nova cidade. De cara tudo é longe, é difícil, é diferente. Mas pouco a pouco você começa a pegar gosto de umas coisas, ou simplesmente não vai gostar de outras, mas se acostuma com elas.
Deus nos mostrou claramente que queria que congregássemos em uma determinada igreja. E lá estamos hoje. Todos nos receberam muito bem, e nos sentimos realmente em casa.
Acredito que o mais difícil foi aceitar que acabou o Ensino Médio.

Que a vida fácil e o fato de ter um ou dois turnos livres tinham realmente acabado;
Que alguns amigos eu talvez nunca mais veja;
Que algumas amizades não permaneçam tão fortes quanto eram antes;
E que eu tinha que aprender a viver aqui e agora.
Estou A-M-A-N-D-O o curso de Direito. A cada dia aprendo mais no meu trabalho. Estou ajudando na Igreja e também este foi um ano que eu me senti mais perto de Deus.
Senti Deus falar claramente em certos momentos, e nunca como antes, eu senti paz sobre a Sua vontade, principalmente quanto ao Augusto e o nosso namoro. Houve momentos em que eu me sentia no fundo do poço, bem no fundo, e parecia que não haveria jeito de sair de lá. Mas Deus, com Sua forte mão, foi até o fim daquele poço, e me puxou de volta. E Ele não desiste de mim, nunca e também não larga da minha mão.
Enfim, eu percebi que quando confiamos e entregamos tudo a Deus, quando deixamos Ele controlar a situação e simplesmente deixamos de lado aquele orgulho de fazer tudo do nosso jeito, Ele realmente surpreende e faz coisas incríveis. Mesmo que a gente não mereça. Isso é graça. Tem uma música assim: “Incrível, não consigo entender. Incrível, quero saber por que me ama como eu sou…” 




Deus nos ama e não nos deixa na mão.
Basta confiar!

Maiara Müller
Carazinho – RS

MyJob: Musicista

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Olá meninas!!

Como estão?
É com enorme prazer que vou compartilhar um pouco da minha profissão com vocês: sou MUSICISTA! Esse termo, na verdade, é um termo geral: Músico/ Musicista, mas nessa profissão, existem muitas áreas e cada músico escolhe as que melhor se adapta e identifica (Ex.: compositor, cantor, arranjador, instrumentista, musicólogo, etc.). No meu caso, desde cedo brincava de ser professora e de fato, sinto um grande prazer em ensinar Música.

Sendo assim, escolhi a área da Educação Musical, mas sem deixar de lado a performance, que também é minha paixão. Essas “milhares” de áreas no campo da Música podem ser trabalhadas juntas ou individualmente e todas acabam se complementando.
Ao escolher minha profissão, ainda adolescente, e depois quando entrei na universidade, não sabia qual caminho da Música iria trilhar. O que já tinha certeza é de que muito antes de eu imaginar ou sonhar, Deus já havia aprovado o Seu desejo do meu coração e traçado tudo conforme a Sua vontade. Creio que todos nós fomos criados para ser verdadeiros adoradores e no meu caso, desde cedo, o chamado já era claro: fui escolhida para exercer a minha profissão, adorando-O com a minha voz e tudo mais que eu pudesse aprender no curso de Música.
Ainda bebê, já balbuciava com afinação as canções folclóricas infantis que ouvia diariamente. Desde cedo, minha mãe como grande apreciadora das Artes, me incentivou a gostar de música, seja ouvindo, cantando, dançando, etc. Logo que fui para a escola, conheci melhor a área das Artes, e comecei a desenvolver, tanto nas visuais como cênicas, além da música e dança. Aos sete anos de idade, iniciei com o estudo da flauta doce e em seguida, teoria musical, e quando havia apresentações vocais, ou de instrumento no colégio, eu prontamente participava. Com doze anos, entrei para o coro da igreja com os adultos e, foi aí, que comecei a descobrir a minha vocação.
Admirava muito a regente do coro, que era formada em Licenciatura em Música pela Universidade Federal e decidi que era o que eu queria fazer para a vida toda – Viver de Música! A partir daí, ainda adolescente, comecei a vivenciar a música de maneira mais intensa, cantando, tocando instrumentos, indo a concertos, e estudando cada dia mais. E aos dezessete anos, a mesma regente e musicista que tanto me inspirou nessa profissão, me ajudou e orientou para que eu obtivesse êxito no vestibular.
Hoje em dia, sou cantora com formação lírica, professora de técnica vocal, flautista e musicalizadora infantil. Meu maior prazer em minha profissão é poder adorar ao nosso Deus, o rei de toda a terra, com harmonia e arte (Salmo 47:7 – NVI), buscando sempre a excelência em tudo o que faço.
  
Abraços,
Emanuelle B Conde
Curitiba – PR

Minha história de amor – Greyce e Anderson – Parte 1

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E aí gurias?
Tudo na santa paz?
Me chamo Greyce e vou contar minha história de amor, mas como ela é mais comprida que esperança de pobre (risos) vou ter que postá-la em partes…
Como a maioria das meninas, quando menina sonhava com meu “príncipe encantado”. Não pensava que viria em um cavalo branco, pois sempre fui realista, mas afinal de contas, podia sonhar com alguém especial. Fui educada em um lar cristão e desde cedo aprendi orar pela pessoa que Deus tinha para mim.
No início eu sonhava com um “moreno de olhos azuis”. Achava o máximo e pensava: -“Ah, para dar certo comigo, tem que ser um cara calmo, tranquilo, para poder me aguentar”… digamos que eu achava que aquele padrão “fechava” comigo. Obviamente que sempre orava, pedindo que Deus estivesse preparando a pessoa para mim, mas tinha em mente que aquele “tipo” era o melhor.
No ano de 2000 comecei estudar no então, Seminário Teológico Batista de Ijuí (hoje Faculdade Batista Pioneira). Morei um mês no seminário e para cortar custos fui morar na casa de uma tia muito querida que residia próximo. A maioria dos colegas eram meninas, havia somente dois meninos solteiros, e eu e a outra colega que morávamos fora, tivemos que recorrer à ajuda destes para não voltarmos sozinhas à noite, pois era perigoso.
Um deles era meu conhecido de muitos acampamentos. Sempre o achei “lindo”, mas as meninas “caiam em cima” então nem pensar… afinal de contas eu não podia me apaixonar, “isso é errado”, pensava.
Durante praticamente um ano estes rapazes nos acompanhavam até nas casas. Muitos colegas “corneteavam” a gente dizendo: “Isso vai dar casamento ainda!” Eu nem ligava porque precisava “da carona”, além do mais tinha “lido” (como se adiantasse só ler) muitos livros sobre namoro e casamento e o tempo todo alguém vinha e falava: “Cuidado com o coração! Ele é enganoso! A paixão não presta!”.
E pensava: “Se eu me apaixonar, já acabo com isso no início! Isso é pecado!”.
Com o passar do tempo comecei a gostar mais que esse moço levasse a gente. E além de “torcer” para que ele levasse, esperava que ele deixasse antes a minha colega, depois me deixasse na casa da minha tia. Era tão agradável conversar com ele… Foi então que o alarme soou alto e retumbante na minha mente:
“ATENÇÃO APAIXONADA! PERIGO! PERIGO!”
Me deparei com a “triste” realidade de que estava apaixonada. E o pior, que ele também podia estar, porque afinal de contas levava sempre antes a minha colega do que eu. Ele ficava conversando comigo no portão. Me dava flores que achava pelo caminho.
Ele podia estar gostando de mim sim! Mas, isso era totalmente errado. Era pecado. Não podíamos estar apaixonados. Isso não era amor. Era armadilha. Não podia ser! (Pense só…).
Ao mesmo tempo me pegava pensando nele, imaginando se um dia ele tentasse me beijar, coisas de apaixonada… mas na hora vinha aquela voz:
“Proibido! Pecado!”
Isso foi uma tortura. Era uma luta entre razão e a emoção, mas a razão venceu! As férias chegaram e cada um foi para sua casa. As aulas começaram novamente e tive umas complicações de saúde que me fizeram voltar umas duas semanas depois para a aula. Estava ansiosa para encontrá-lo, mas tive a notícia de que ele tinha desistido do curso. O pai dele tinha quebrado o pé e não podia mais trabalhar, então ele teve que desistir e foi embora…
Continuo no próximo post…
Abraços,
Greyce Karoline Hepfner Scholz
Ijuí – RS