Meu livro preferido é…

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Quando a Esperança Vence

Quero compartilhar um pouquinho uma leitura maravilhosa que estou fazendo, o nome do livro é “Quando a Esperança Vence”, da autora Marli Spieker. Esta autora é a fundadora do “Projeto Ana”, um maravilhoso projeto que tem alcançado muitas mulheres para Jesus, principalmente através da rádio.

No início do livro a autora compartilha sua linda história de vida, conversão, lutas, casamento e também como o PA (projeto Ana) nasceu em seu coração. No decorrer do livro são relatadas histórias de mulheres que, em diferentes lugares do mundo e em diferentes situações da vida, tiveram um encontro com Cristo.
A leitura do livro é fascinante, não consigo parar de ler hehehehehe. É maravilhoso ler estas histórias reais de vida e ver o poder transformador de Deus em cada uma delas!

“Quando a Esperança Vence” é um livro que vale a pena ser lido por todas as meninas! Tenho certeza que Deus também falará e trará esperança ao coração de todas vocês.
Um forte abraço e ótima leitura!


       Rose Sälzer
Carazinho – RS

Não sai de moda!

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Você já ganhou flores num dia triste?

Já recebeu um bolo de uma amiga?(No sentido literal, não figurativo).

Já recebeu um sorriso lindo de alguém que você nunca tinha visto antes?

Já recebeu um abraço, quando sabia que merecia um puxão de orelha?

Como você se sentiu nesses momentos? Eu particularmente acho isso maravilhoso! 
Mais ou menos como ficar enrolada num cobertor num dia frio! Ou como comer um chocolate ao assistir o meu filme preferido! 

Cada dia mais, me apego ao simples, e vejo quanto as atitudes pequenas são as mais lindas, as mais ricas!
Muitas vezes esquecemos essa verdade e nos fechamos em nossos “casulos”! 

Conformamo-nos com a realidade das cidades grandes: “ado ado ado cada um no seu quadrado”, e esquecemos de como é bom receber flores, um bom bolo, ou um caloroso abraço!

Mas por que fazemos isso tão pouco?
Se amamos receber algo, porque não somos os primeiros a fazer?


Há coisas que não podem sair de moda.
E a gentileza é uma delas!

Martinha – Fémenina

Ser Cristã e Eficiente no Trabalho | Pode ser?

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Como cristãs, estamos vivendo tempos complicados, nessa sociedade “nova era” e transexual. Somos cobradas, a toda hora, por um posicionamento que combine com o modelo dominante – “vale tudo, desde que a pessoa seja feliz”. O discurso é o mesmo, qualquer que seja a empresa onde você trabalha: – todos têm direito de opção,  qualquer que seja,  desde que não “prejudique” os outros. . .
Geralmente, a saia justa para as cristãs é “mais justa” – por termos o Espírito Santo em nós. O inimigo “percebe” nossa presença e nos confronta, por meio daqueles que ele domina – geralmente com palavras suaves e gentis, algumas situações comprometedoras, etc.
Podem ser convites para uma sessão de meditação, uma rifa ou um bolão de loteria, rituais exotéricos, terapias orientais – não importa a tática empregada, sempre seremos obrigadas a nos posicionar. E aí, se o convite vier de alguém influente, nosso emprego fica sob risco.
Como agir nessa hora?
Para não se comprometer, mas fazer valer sua posição como sal da terra e luz do mundo, você precisa estar conectada ao Seu Senhor – em oração, o tempo todo – “só assim poderá responder a quem lhe perguntar a razão da sua fé”.  Isto não quer dizer que você precisa se ajoelhar e orar, na frente dos outros, para pedir socorro a Ele, na hora em que estiver sendo confrontada/questionada – este será um ato ostensivo e distanciador das pessoas.
Sua oração deve ser um estado de espírito – constante – que permita a você agir, falar, trabalhar  com muita dedicação e competência e responder com brandura a qualquer questionamento.  Assim, você estará cercada pelos Anjos de Deus, sairá facilmente das saias justas e, ainda, poderá ganhar almas para Jesus.
Além de tudo, se você for, de fato, eficiente e “indispensável” no seu trabalho, será promovida e abençoará os colegas e amigos à sua volta! 

 Abraços,
 Vovó Descolada

Princesa ou mendiga

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Era uma vez…
Um reino tão, tão distante. O Rei Pedro Augusto era famoso devido ao amor que demonstrava pelo seu povo. O resultado desse amor era a justiça com que governava. O rei perdera sua esposa há alguns anos, sendo assim, lhe coube a educação de suas duas filhas, as princesas Rebeca Liana e Helena Maria. Rebeca e Helena se davam bem. Aprenderam desde cedo o valor da palavra “dividir” e graças ao seu pai, também aprenderam o valor da palavra “amor”. Certamente, elas foram criadas rodeadas de riquezas, poder e qualquer coisa que queriam estava ao seu alcance. Mas o rei não permitia isso. Ele sabia, que de certa forma, tanta riqueza, fortuna, poder, acabaria estragando suas filhas. Ele queria o melhor para elas e por isso as protegia. Não permitia que elas saíssem do palácio, não queria que elas conhecessem o mundo, pois ele sabia que lugar feio e horrível era esse. Sabia que lá, elas se machucariam e sabia que lá, elas não poderiam ouvir a sua voz.


Mas, Rebeca um dia, se rebelou. Cansada de ser protegida pelo seu pai, ela quis conhecer o mundo. Queria conhecer algo que pensava não conhecer, o amor. Ali, protegida pelo seu Pai, não havia ainda conhecido os prazeres desse mundo. Não havia ainda se apaixonado, não tinha conhecido nenhum homem capaz de arrebatar o seu coração. Em busca do amor verdadeiro, fugiu. E de fato, ela conheceu o mundo. Conheceu rapazes e quando ela pensou que havia encontrado o amor verdadeiro, descobriu que na verdade, encontrara a paixão. Ela tentou correr para outro rapaz; e suas tentativas novamente foram frustradas. Cada vez, ela se machucava. Cada vez, seu coração sangrava mais e cada vez, ela se afastava mais de seu Pai.

Com vergonha de voltar para casa, com vergonha que seu Pai, tão amoroso a visse nesse estado, ela desistiu. Desistiu de correr atrás do amor. Cansada de se machucar, sentou em uma pedra e chorou, chorou como nunca chorara antes. Ela sabia que estava carregando os pedaços do seu coração. Em meio ás suas lágrimas, ela ouviu passos. “Não, Ele não. 


Qualquer pessoa menos Ele! Ele não pode me ver assim.” Pensara consigo. E para a sua surpresa, o Rei, seu Pai, viera busca – lá. Ela com vergonha, Ele com amor. Foi ai que ela começou a entender muitas coisas. Que o amor que ela queria conhecer, ela já conhecia, o amor do seu Pai. E Este, prometeu que ela ainda saberia o que é o amor de um homem por ela, mas não um homem qualquer, um príncipe.  Ele contou a ela, e ela entendeu, que,  era por isso que ela estava protegida no palácio, para que não se machucasse, para que o cara certo e na hora certa, pudesse chegar até ela,  mas ele teria que passar pelo Rei primeiro. Então a princesa Rebeca, descobriu que encontrara o amor verdadeiro, incondicional e eterno. O amor de seu Pai.


 “O coração de uma mulher deve estar tão escondido em Deus, que o homem deve procurar a Deus a fim de encontrá-lo.” Max Lucado

Quem você tem sido,  garota? Uma princesa que espera e descansa em seu Pai, sabendo que no tempo certo, Ele vai te trazer o cara certo, ou você tem sido uma mendiga, saindo por esse mundo afora, em busca do amor? Em busca do tal “amor verdadeiro”? Ou correndo atrás de um rapaz, e depois de outro e mais outro? Tem se comportado como uma mendiga correndo atrás do amor de alguém, que no fundo você sabe que não é o príncipe certo para você?

A escolha é sua. Ser princesa ou mendiga.












Patrícia Geiger
Chapecó – SC

Mousse de morango da Paola

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Oiii, Meninas lindas
Compartilho essa receitinha DELICIOSA e SUPER fácil de fazer…
Ingredientes
1 Caixinha de gelatina sabor morango
1 caixinha de leite condensado
Morangos para enfeitar
Preparo
Faça a gelatina (conforme instruções da caixa). Feito isso, deixe esfriar um pouco fora da geladeira. Quando a gelatina estiver fria, despeje-a no liquidificador e coloque o leite condensado. Bata os dois por poucos minutos, apenas para ficar homogênea.
Desligue o liquidificador e despeje o mousse em uma travessa. Deixe na geladeira até ficar consistente.  Quando estiver pronto para comer, enfeite-o com morangos.


Bom apetite.

Paola Posai
Santo Ângelo – RS



A dança na minha vida

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Então, o que eu poderia falar sobre a dança na minha vida?

Posso começar dizendo que, para mim, dançar é muito mais que algo que eu ame fazer. Para mim, a dança é o instrumento pelo qual eu posso adorar a Deus, posso chegar mais perto dEle e, além disso, posso agradecer por tudo que Ele faz por mim.
Mas, dizer isso é muito pouco para o que a dança representa pra mim. Ela entrou de maneira especial na minha vida, quando comecei a freqüentar a Igreja Batista em Erechim. Sempre gostava de ver os outros dançando e achava lindo tudo isso mas, na realidade, nunca havia pensando em dançar assim.
Comecei a ir em alguns ensaios junto com a minha prima, na congregação do bairro e, a partir de então, nasceu um amor pela dança. Nas primeiras aulas não sabia nem me movimentar. Era dura para fazer os passos e, como sempre fui tímida, demorou um tempo até desenvolver isso.
O tempo passou. Entrei para o ministério Kalein e com dificuldades financeiras consegui comprar minha primeira sapatilha. No início, como eu tinha poucas noções de dança e não tinha muita relação com as meninas, ficava sempre em um cantinho e só fazia algo quando era solicitada. Enfim, só abria a boca quando me perguntavam algo.Mas, aos poucos fui desenvolvendo isso em mim. Foi esse o instrumento que usei para vencer muitas barreiras em minha vida, inclusive a timidez.
Lembro-me da primeira coreografia que dancei: “Usa-me” do grupo Diante do trono. Nossa, como fiquei nervosa naquele dia. Hoje, relembrando, vejo o quanto isso fez diferença em minha vida.
O tempo me ensinou muito e apesar de todas as dificuldades, não desisti. Todas as dificuldades não me impediram de prosseguir, muito pelo contrário, permaneci firme e ensaiei muito pois sabia que Deus tinha um propósito e sabia o “porque” de tudo. Deus me fez vencer as barreiras, mostrou que sou capaz, e que quando Ele escolhe alguém, Ele não escolheu os mais capacitados, mas Ele capacita àqueles a quem Ele escolhe.
Meus pais não são cristãos, ainda. E, por isso, enfrentei muitas dificuldades, até mesmo de incentivo.Contudo, estou aqui para dizer que, quando Deus escolhe uma pessoa, Ele também dá os meios necessários para que a sua obra aconteça.
Hoje, dançar hoje pra mim é muito mais que movimentos.
Dançar é a minha forma de adorar a um Deus que merece muito mais que apenas passos. Ele merece e quer o meu coração.
“Ele escolheu o que é insignificante e desprezado pelo mundo, e que não é levado em conta para absolutamente nada e o utilizou para reduzir a nada aquelas que o mundo considera grandes.” (1 Coríntios 1:28)
Abraços,
Nicole Queiroz/Erechim


Suas palavras revelam muito de você!

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Estamos tão conectados aos smartphones, faces e outros brinquedinhos, que facilmente assimilamos o linguajar das pessoas à nossa volta – gostamos de novas gírias, novas expressões, a linguagem da internet, e acabamos por assimilá-las. É bacana que seja assim – afinal, a língua é viva e precisa refletir a atualidade em que vivemos. E na boca da turma jovem, as gírias ficam bem legais – soam muito bem!
O que “pega” é quando ficamos escravizadas por slogans, frases que alguém inventou, vícios de linguagem (propositais ou não). Experimente prestar atenção no palavreado de alguns colegas de classe, ou de outro grupo: não parece que falta individualidade? – criatividade? – marca pessoal?
Às vezes, tenho a impressão que estamos ouvindo um grupo de robôs em série – tal a semelhança e repetição.
Acontece que você vai precisar de um linguajar mais variado, mais correto, mais específico – fundamental numa entrevista de emprego, caso queira refletir uma boa imagem profissional.
E a saída é simples: leitura, leitura, leitura.
Sei que muitas meninas estão pouco familiarizadas com os livros – afinal, o celular e o face são bem mais rápidos, não é? Mas,  tem como recuperar: comece por textos pequenos (de bons autores); mesmo a leitura da Bíblia na Linguagem de Hoje ou NVI pode ajudá-la a aumentar seu vocabulário. Comece com os livros históricos – Ester, Rute, Jonas; leia a saga de Noé e de Moisés – ficará empolgada! Mas também, leia outros textos de atualidades: pode ser algum artigo de uma boa revista (quase sempre as páginas amarelas ou a última página), de um bom jornal, ou mesmo algum texto jornalístico na internet. O importante é começar – depois vira hábito e você descobrirá o mundo através dos livros. Vai entender o que significa “viajar através dos livros!”
Dica de uso pessoal: leia em voz alta – você estará usando 2 memórias: a visual e a auditiva- rende mais!                                                                                                                                   
Abraços,

Vovó Descolada 

Meu livro preferido é…

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Só para meninas Apaixonadas


Esta obra traz temas específicos para um namoro cristão abençoado diante de Deus. Repleto de conselhos e toques que a autora dá para viverem debaixo da vontade soberana do Pai, Eveline aconselha que as meninas orem e submetam tudo, sonhos, amor e projetos, a Deus. Também dá dicas preciosas para não caírem em erros no namoro e permanecerem firmes no Senhor. Relata assuntos como: “Será que é amor?”, “É namoro ou amizade?”, “Namoro virtual”, “Uma mão aqui”, “Ele é para casar? E eu, será que sou para casar?”.
beijo,

Mirian Frey
Ijuí – RS