Me Salvou – Emanuelle Bartolomeu

Sempre achei que já era cristã, afinal, minha família toda era rsrs… Como poderia eu não ser?

Bom, quando eu tinha 12 anos todas as minhas amigas começaram a se interessar em se batizar e mesmo eu não tendo todo esse interesse, também me batizei junto com elas num domingo quente de março.

Há 11 anos atrás, há muitos enganos atrás! Eu mentia muito e quanto mais mentia mais queria mentir. Era como um desafio para mim, cada vez criar mais mentiras e ver quanto tempo eu sustentava elas – fossem para meus pais ou amigas da escola. Eu, literalmente, vivia de mentiras. Mesmo frequentando a igreja eu ainda não tinha me encontrado com Jesus e me dado a Ele. Mesmo depois de batizada continuei nesse caminho.

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Me salvou – Liliane Mayumi Swiech

Infelizmente não fui criada na igreja, mas mesmo assim sempre notei que o mundo não era algo que me agradava. As coisas não me pareciam certas, eu não encontrava uma razão para fazer as coisas que precisava… sentia um grande vazio. Era como se eu fosse apenas um rascunho de tudo o que eu deveria verdadeiramente ser… Estava sempre esperando o tempo passar para que os compromissos se acabassem logo.

Quando fiz 18 anos fui morar fora de casa para fazer faculdade. Então comecei a buscar o que me faltava para me sentir completa. Algo me dizia que eu deveria ir atrás de uma igreja, e, foi o que fiz. Busquei várias, de todos os tipos, inclusive não cristãs, mas nada disso me completava, inclusive aumentava ainda mais o vazio. Mas mesmo assim continuei a buscar. Foram 6 anos de busca.

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Me Salvou – Fabiana Silvestrini

Antes de conhecer Jesus:

Embora fosse muito dedicada à religião tradicional que recebi na minha família, eu não tinha paz. Na busca por um sentido para a vida, visitei benzedeiras e cartomantes que, com suas mentiras, atrasaram qualquer possibilidade de um casamento por quase 10 anos. Fui para o I Ching e para a Ordem Rosacruz (felizmente não concluí nem o estágio de neófita). É claro que isso atrapalhou a minha vida, mas já me perdoei.

Meu mundo ideal era viver em família (apesar dos inúmeros problemas que tínhamos), trabalhar na empresa familiar e ganhar muito dinheiro. Meu pai nos ensinou que uma pessoa sem dinheiro nesta vida não é ninguém. Logo, o nosso valor elevado era o dinheiro e parecia que eu estava no caminho certo.

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Me Salvou – Roberta Ernst

A igreja só serve para tirar dinheiro das pessoas e os evangélicos são um bando de bitolados!

Essa era a concepção mais clara que eu tinha de igreja no auge dos meus 20 anos. Jesus então, era apenas uma figura muito distante, que parecia tão sofrida, nas raras vezes que havia entrado em uma catedral. Lá estava eu, uma menina que não tinha consciência do cuidado de Deus em minha vida, até então. Nascida em um lar muito conturbado por problemas de alcoolismo, já havia entregado o coração e o corpo a alguns rapazes, sofrendo abusos verbais diariamente, cogitando o suicídio, tentando ser perfeita através das melhores notas no curso de Nutrição. Foi assim que Jesus me encontrou. Com a alma profundamente machucada e um coração se perguntando se existia alguém que se importasse.

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Me salvou – Eduarda Kommers

Oii! Meu nome é Eduarda de Freitas Kommers, tenho 25 anos e sou da Igreja Batista Terra Nova de Ijuí-RS.

Eu vim de uma família cristã, onde meus pais frequentaram a igreja luterana, até os meus 8 anos, depois recebemos o convite de um amigo do meu pai para visitar a PIBI, e meus pais acabaram gostando e começamos a ir lá. Eu nunca gostei muito, mas ia porque era obrigada. O tempo foi passando e eu acabei frequentando o grupo de juniores, adolescentes, ia em acampamentos, eventos, mas pela diversão. Aos 17 anos, conversei com o meu pai e expliquei que não queria mais aquela vida e não queria mais ir na igreja.

Acabei me desviando, indo para festas para buscar felicidade. Comecei a sair muito, tinha muitos amigos, experimentei de quase tudo que o mundo tinha para oferecer, mas com o passar do tempo percebi que estava buscando felicidade no lugar errado, e que tudo aquilo era ilusão. Parei de sair, naquele momento alguns amigos já se afastaram, eu sabia onde eu deveria ir,  mas tinha medo de  voltar pra igreja pois sabia que tinha errado muito, e tinha medo de ser julgada.

Em dezembro de 2010, comecei a ter crises de ansiedade, e recebi ajuda do Pr. Edilson Dransfeld, que conversou comigo durante todo o mês, mas as crises só pioravam e eu estava tomando muitos remédios. Depois da virada do ano comecei a notar que minha visão estava ficando diferente, e percebi que tinha alguma coisa errada, mas não dei bola, pois meu médico falou que era efeito colateral dos medicamentos.

Comecei a ficar angustiada, e no dia 16 de janeiro entendi que eu precisava entregar minha vida pra Jesus. Chamamos o pastor e ele perguntou se eu sabia realmente o que estava fazendo e eu aceitei a Jesus. No dia 17 eu fui para o hospital, e no dia 18 eu acordei completamente sem visão. O pior pra mim não foi perder a visão mas sim a minha independência, meus amigos.

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Minha História de Amor – Arele e Victor Pradella

Era tarde, o dia estava ensolarado e eu estava curtindo a água fresquinha da piscina de nossa nova casa. Nós tínhamos nos mudado há pouco, em função do trabalho de minha mãe; ela é pastora, então sempre nos mudamos. Mas não era só a gente que era novo por ali. Nesse dia, chegou lá em casa uma mulher com seu filho, para o apresentar à pastora, no caso minha mãe, e pedir para que a igreja o acolhesse, pois ele ia fazer faculdade e morar sozinho. Foi nessa hora que, não lembro se fui chamada ou se fui de curiosa, mas coloquei meu bermudão por cima do biquíni e cheguei encharcada e descabelada, para me apresentar. Pensa num rapaz esquisito: calouro de cabeça raspada, sobrancelhudo, colar de coquinho, muito bicho grilo! Era do interior do Paraná e comprometido. Beleza, ele entrou para a lista “colegas da igreja”.

Passando o tempo, conheci a galera da igreja e o pessoal era muito legal e muito unido. Logo comecei a participar do louvor e, adivinha? O menino também. Ele cantava, tocava e logo já estava super enturmado. Virou o queridinho da galera, estava sempre disposto, de bem com a vida e participava de tudo na igreja. Eu comecei a ficar curiosa porque, apesar de esquisitinho, ele era fofo. Mas eu jamais admitiria isso. Não eu. Ainda mais um cara que tem namorada! Ao mesmo tempo, fui ficando mais chegada de toda a galera. Foi um tempo muito bom.

Vida nova, cidade, escola, amigos, igreja, tudo novo. Eu estava no segundo ano do ensino médio, num colégio vinculado à faculdade. E, já não bastava o guri tocar, cantar, ser um querido, ele tinha que ser um cara mais velho da faculdade? E é claro, eu achava o máximo conhecer um cara da universidade, apesar de ele ser um bicho grilo da oceanografia. Não importava, todo mundo queria ter um amigo da facul, ainda mais sendo novata na escola.

A gente, às vezes, se esbarrava nos corredores, mas rolava uma vergonha… Que fase!! Até que certo dia eu o vi descendo de uma rampa e, de longe, vi que não estava usando a aliança de namoro. De curiosa, passei à muito interessada no assunto. Quando chegamos perto, peguei sua mão e perguntei: “Nossa! O que aconteceu?” Sua resposta foi curta e rápida: “Distância e mudanças.” Parece que na hora rolou um movimento de liberar sentimentos dentro de mim e, de simples curiosa, passei a uma apaixonada. Mas só de leve! Hehehehe

Passou um tempinho e não sei se era a idade ou se era loucura, mas eu pensava muito nele. Então resolvi me aventurar. Tanto que começamos a nos ver mais e nos conhecer melhor. Caminhávamos muito na praia à noite e conversávamos sem parar, nunca dava vontade de voltar para casa. Até que, certo dia, num banquinho em frente ao mar, rolou nosso primeiro beijo. Foi assim que tudo começou.

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Quando o inesperado acontece…

E pode esperar, pois sempre acontece algo para quebrar a sua rotina e tirar você da sua zona de conforto.

Tudo estava indo bem até que surge um fato novo e é necessário mudar para se adaptar.

É por isso que as boas maneiras de cuidar das finanças pessoais irão recomendar que se reserve uma parte do dinheiro para as despesas não previstas.

Já aconteceu algo inesperado que você precisou gastar e não tinha de onde tirar? Um desemprego, o ingresso numa universidade particular, mudança de cidade…

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Me salvou.

Como ministério FéMenina, queremos te convidar a compartilhar o que Jesus fez na sua vida. Muitas pessoas, precisam saber disso para encontrarem a esperança e salvação que você também encontrou.

No mês de abril, vamos comemorar a Páscoa – e queremos todos os dias, em nosso blog, compartilhar que Jesus nos salvou.

Quer um desafio para os próximos dias?Leia mais…

Você não precisa ser empoderada

“O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Mateus 23:11,12).

Eu, aqui em casa entre livros e chimarrão, me deparo com um questionamento: “Será que a mulher precisa ser “empoderada”? Que palavra é essa que até ontem nem existia, e hoje, já é lema nacional? Será que dormi e nem vi o tempo passar?

Parece que muita gente está gostando dessa brincadeira que levanta a autoestima de qualquer menina/mulher. Acho que isso faz bem para o ego, alegra o coração, confronta aqueles que “não acreditaram” no nosso potencial, para não dizer: joga na cara de quem não deu valor… Mas, menina, o que temos de tão especial para sermos empoderadas?

No meu caso, desde adolescente, cuidei de crianças e dava jeito de ganhar “uns troquinhos” para comprar roupas novas. Fui criada fazendo faxina pra mãe, cozinhando para a família, saí de casa muito cedo para estudar… Enfim, não sou da geração de meninas e meninos mimados. Mas mesmo assim eu afirmo: eu não mereço ser empoderada.

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Jovem passa sete anos orando pelo futuro marido e tem surpresa inesquecível no casamento

Como muitos cristãos solteiros, esperar e pensar sobre quem Deus escolheu para ser seu cônjuge para toda a vida, a jovem Tami Acree compartilhou sua bela história de amor, que começou há sete anos com a simples compra de uma gravata, antes mesmo dela começar a namorar o rapaz.

Quando eu era um estudante do segundo ano na faculdade, fui desafiada a comprar uma gravata e pendurá-la em meu quarto para me lembrar de orar pelo meu futuro marido“, Acree explicou.

Durante 7 anos, a gravata ficou pendurada na minha cama ou no meu espelho e, por mais vezes do que posso contar, isso me levou a orar, para que Deus desse encorajamento, maturidade e desenvolvesse espiritualmente meu futuro marido, para ele um dia se tornar o homem de Deus que eu desejava“, acrescentou.

Mesmo depois que começou a namorar aquele que se tornaria seu marido posteriormente, Tami não deixou de orar e não tirou a gravata de seu quarto.

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