Me Salvou – Keila Weege Rodrigues

Ele cumpriu a sua Palavra…

Eu era apenas uma garotinha de quatro anos quando Ele me salvou, não tinha muita noção de como se ler ou escrever, mas entendi que daquele momento em diante eu tinha ganhado um melhor amigo, não lembro muito bem dos pequenos detalhes apenas de alguns fleches que vêm a minha mente quando penso naquele dia, o dia das crianças, 12 de outubro de 1993, uma programação especial para a “sociedade de crianças” (ministério Infantil da Igreja Batista Pioneira de Camaquã) que era dirigida pela Tia Marlene e também pela Vó Nilza.

Lembro que naquele dia nos levaram para um lugar especial onde brincamos muito, comemos um belo lanche, cantamos muitas músicas, ouvimos uma história e no final a tia Marlene perguntou: – Quem gostaria de convidar Jesus para entrar em sua vida? Eu levantei a minha mão e repeti a oração que ela fez naquela tarde. Sim, eu era apenas uma criança, talvez tivesse feito isso uma centena de vezes antes deste dia e com certeza repeti esse ato depois, mas acredito que foi ali que recebi meu melhor amigo.

Talvez você que está lendo agora está pensando: “Que história comum e sem graça, quase todo mundo que frequenta a igreja com os pais aceita a Jesus no ministério infantil, você não tem nada de diferente Keila! ” De fato, nasci no lar cristão, fui ensinada a ir à igreja desde berço, frequentava a escola bíblica dominical, minhas amiguinhas eram da igreja, minha família toda praticamente também estava na igreja e por isso você realmente tem motivos para ver a minha história como uma história como qualquer outra.

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Me Salvou – Geíza Hein

O QUE JESUS FEZ POR MIM?

Eu sou a Geíza e a primeira vez que fui a igreja tinha 3 meses.

Meus pais são cristãos, meus tios, primos e avós – também.

Já cantei no coral, no louvor, fiz teatro, pantomima, fui em todos os acampamentos possíveis, participei do culto de oração, do encontro dos adoles. MAAAAAS, isso não significa nada – porque Deus não tem netos.

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Me Salvou – Marisa Müller

Meu testemunho…

Olá, meu nome é Marisa, tenho 46 anos, sou casada com Artur Muller e mãe de dois filhos, Maiara casada com Augusto Vincensi e Augusto Artur, com 17 anos.

Nasci em um lar cristão e pude desde de muito pequena ir à igreja e participar da EBD. Meus pais sempre fizeram questão e não mediam esforços para levar eu e meus irmãos à igreja. Com 9 anos de idade, durante um culto evangelístico na Segunda Igreja Batista em Panambi (deixa eu explicar o que isso queria dizer na minha época: era um culto especial onde eram feitos muitos convites pela cidade e era convidado um pastor de outra cidade para pregar. A igreja lotava, os pastores faziam apelos e era muito legal ver a igreja cheia de gente.), então, em um destes cultos, eu estava sentada ao lado de meu pai, eu nem estava prestando muito a atenção no que o Pastor estava falando.

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Me salvou – Carol Gama

Como eu conheci o homem que morreu por mim?

Pois então, tudo começou com um Projeto Social – uma Escola de Circo, feito por um casal de pastores missionários há 5 (cinco) anos atrás. Eles falavam desse amor do Pai de uma maneira que ninguém percebia, mas ia entrando aos poucos nos corações.

Eu apresentava espetáculos evangelísticos nos meus 13 para 14 anos, mesmo sem saber que algo estava acontecendo em minha vida. Foi então que esse amor maravilhoso entrou no meu coração. Fiz a seguinte pergunta para mim mesma: ”Como posso falar desse amor incondicional do Pai sem viver Ele, sem ter Ele, sem conhecer a Deus?”.

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Me salvou – Ingelid Gundt

Me salvou de que?

Me salvou da morte eterna. Me salvou de uma vida sem sentido.

Me salvou da mesmice, pois cada dia é um novo desafio.

Me salvou de ficar remoendo meus erros e pecados e ensinou-me a arrepender-me deles e encontrar a graça.

Me salvou de ser vítima ensinando-me a permitir que Ele escreva minha história.

Não apenas me salvou por seu grandioso amor, mas a cada dia continua a me salvar.

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Me salvou – Ellen Hell da Silva

Olá meninas, hoje vou contar um pouco da minha história para vocês, “começando do ínicio”… rsrs. Eu cresci em um lar onde minha família conhecia a Bíblia e os seus ensinamentos, mas que não vivia o que está escrito e nem frequentava a Igreja. Aos meus 11 ou 12 anos, minha mãe começou a frequentar a Primeira Igreja Batista, em Santa Maria de Jetibá – ES, e como sempre temia minha mãe, ia para igreja obrigada, mesmo ela não percebendo.

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Me salvou – Greyce Scholz

Sempre que me pediam pra escrever meu testemunho pensava: “Mas não tem muita graça…” Sempre ouvia aqueles testemunhos de pessoas que foram resgatadas das drogas, vício, ou de alguma doença e pensava: “Não tenho tanto pra falar…”, mas quando olho pra trás vejo que além do meu nome, minha vida é cheia de graça… sim… da maravilhosa graça de Deus!!

Nasci em Santo Augusto- RS, mas nesta época meus pais já moravam em São Lourenço d’Oeste -SC, nasci aqui no RS, porque a maioria dos meus parentes vivia (e ainda vive) aqui e minha mãe optou por estar próxima deles no meu nascimento. Graças a Deus nasci em um lar cristão e logo aos 6 anos de idade, após minha mãe ter me falado várias vezes do plano da salvação eu aceitei Jesus como meu único e suficiente Salvador. Lembro que o céu estava nublado e o Espírito Santo mais uma vez falou comigo, dizendo que se eu não aceitasse Jesus como meu Salvador, não teria um lugar no céu. Conversei com minha mãe, ela com toda a paciência do mundo me explicou novamente o plano da salvação, e foi então que fui para meu quarto e orei. Pedi que Jesus perdoasse meus pecados e fizesse morada no meu coração. A partir deste dia senti diariamente a presença do Espírito Santo na minha vida falando ao meu coração, e à medida que ia crescendo também. É claro que só depois de crescida fui ter a consciência de que era o Espírito Santo que me falava, principalmente quando pecava, mas eu lembro muito bem de ouvi-Lo a partir do momento em que fiz minha decisão.

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Me salvou – Manuela Bellan

A vida inteira senti uma falta que nada podia preencher. Era um vazio interior que chegava a me causar dores físicas no peito! Ah, lembro-me nitidamente dessa sensação de aperto misturado com dor que carreguei por 23 anos… A minha família é católica, pouco praticante. Desde a minha infância, frequentei centros espíritas, benzedeiras e também a igreja católica. Minha família acreditava que estava buscando Deus nesses lugares e eu cresci com a mesma ideia. Achávamos importante buscar a Deus, mas não sabíamos que procurávamos em lugares equivocados.

Apesar de frequentar todos esses lugares, nada daquilo trazia verdadeira e duradoura “paz de espírito” e sentido para a vida. Lembro-me de sentir vontade de morrer desde os meus onze anos, quando já idealizava como se daria o meu suicídio. Com o passar do tempo, essa vontade de acabar com tudo, a dor tão grande que sentia em meu coração e a falta de sentido para a existência só foram aumentando.

Aos 15 anos eu estava desnorteada. Quadros de bulimia e depressão, desentendimentos familiares e as crises da adolescência levaram-me a uma tristeza profunda. Contei com a ajuda de bons profissionais (psicóloga e nutricionista) e, aos poucos, fui me recuperando. Contudo, a falta de sentido para a vida continuou fazendo parte dos meus dias.

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Me salvou – Joice Dufloth

Eu me chamo Joice Dufloth, tenho 33 anos, atualmente sou casada, tenho dois filhos lindos, dois meninos, um de 11 anos e outro de 2 anos e meio. Sou bailarina desde os 9 anos e professora desde os 14 anos. Atualmente curso a faculdade de Educação Física. Sou membro da Primeira Igreja Batista de Erechim. Nasci em um lar evangélico, meu avô por parte de pai foi um dos fundadores da PIB Erechim e meus pais era membros desta igreja. Freqüentei a igreja até meus 10 anos, pois nesta época veio um novo pastor com uma visão tradicional e meus pais não eram casados no civil, apenas no religioso e este pastor então não permitiu que meus pais freqüentassem a igreja nessas condições.

Ficamos sem freqüentar nenhuma igreja, cresci aprendendo as coisas do mundo. Com 15 anos já freqüentava festas, boates. Comecei a fumar, beber e ficava com muitos meninos. Com 16 anos conheci meu atual marido que na época tinha apenas 17 anos. Ficamos um tempo namorando, mas como éramos muito novos, não levamos a sério e terminamos. Com 17 anos conheci um homem, através de um amigo, da qual sai algumas vezes e acabamos namorando. Ele tinha 29 anos na época. Era uma pessoa boa, honesta, trabalhava e cuidava de mim. Foi quando comecei a levar uma vida mais correta, trabalhava, terminei meus estudos, estava me encaminhando para uma faculdade. Estávamos juntos a 3 anos e meio e ele me pediu em casamento.

Éramos muito felizes, nosso relacionamento ia muito bem, então começamos a nos preparar para o grande dia. Dia 26 de abril de 2003, dia do nosso casamento. Em novembro de 2002 meu noivo teve uma convulsão, foi levado para UTI e diagnosticado com câncer, melanoma, no estágio IV. Iniciamos os tratamentos com medicação, quimioterapia e radioterapia. Mas na época, a máquina de radioterapia de Erechim estava quebrada e tivemos de ir para o hospital de câncer de Porto Alegre.

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Me salvou – Valeria Roy

Testimony on how I passed from death to life.

I am not exactly talking about physical death, but spiritual. Since physically we are all going to die one day, but the spiritual death can be avoided depending on our own decision. I will explain how I discovered that truth. I grew up in a country where to be an Atheist is common and to be a Christian is weird. My parents believed in God, but they did not go to any church or practice any religion at all. In spite of that secular environment, I was always curious about God.

I remember when I was a little girl I asked my mom for the first time who God was as I was looking at a manger during Christmas time. My mom answered me the best way she knew how, but as she saw my growing interest, she decided to send me to the Catholic Church for catechism; there I took my first communion and tried to go to mass whenever I could.

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