NÃO SOU A BONECA BARBIE!

Sharon conversou com 25 adolescentes e pediu que descrevessem a garota perfeita na visão delas. Adivinhem o que elas descreveram? Será inteligente? Ou quem sabe carinhosa?

Não, estas coisas eram caretas demais para aquelas meninas. Para elas, a garota perfeita tinha que ser:

  1. Magra
  2. Loura
  3. Popular
  4. Atlética
  5. Ter seios grandes
  6. Ter namorado
  7. Confiante
  8. Ter dentes brancos e retos (sem aparelho)
  9. Ter o próprio carro
  10. Não ter problema de pele
  11. Ter seu telefone

Quem você acha que se encaixa nessas características?

Se você for atenta e deixar sua mente passear para a sua infância, logo logo perceberá que a única garota que tem todas essas qualidades juntas é a boneca Barbie.

Yeah! Precisamos admitir. Assim como as meninas acima, nossos padrões de beleza também são influenciados pela mídia e cultura atual.

  • Elas ditam como devemos ser.
  • Tentar limitar o nosso valor.
  • Nos oprimem com seus padrões impossíveis de alcançar.

Isso resulta naquele conhecido dado que mais de 97% da mulherada se acha feia. Tudo isso? Sim, meu bem! É pior do que achamos… A sociedade exige demais, mas infelizmente nós também colocamos pesos em nossos ombros que são desnecessários. Preciso mesmo seguir o que a sociedade me impõe?

Preciso ser igual a fulana ou sicrana para ser feliz e me amar? (Pasme: é assim mesmo que se escreve!! 🙂 Ciclano é o nome de um componente químico).

O título desse post diz: “Não sou a boneca Barbie”, e eu completo com: “e nem preciso ser”.

Se você for analisar, há anos atrás, as mulheres que se destacavam eram aquelas que possuíam quadris largos e seios volumosos, anos depois as mulheres que chamavam a atenção eram as magérrimas, estilo Gisele Bündchen, e ultimamente, as mulheres que estão com tudo são as mulheres com a barriga tanquinho a e corpo escultural a “lá academia”.

Uma coisa que dá para notar é que até mesmo o formato de corpo tem aceitações diferenciadas de acordo com o passar dos tempos. E mesmo que sem perceber muitas vezes caímos na armadilha de que temos que ser do “tipo A” ou do “tipo B” para sermos aceitas, amadas e desejadas.

Corremos o perigo de não questionar mais nossas ações.

Com que quero parecer?

A quem preciso agradar?

As bonecas Barbies, as cantoras com aquelas cinturinhas quase “inimagináveis”, não precisam e não devem ser nossa opressão desanimadora. Não podemos ser prisioneiras de um padrão que nem deveria se encaixar em nosso estilo de vida.

Por isso, vamos ter uma semaninha para falar sobre a BELEZA VERDADEIRA.

Apertem os cintos e até amanhã!

Colunista-01

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Posted in Séries.

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