Feminilidade Radical – 1º dia: Feminismo e Feminilidade

Daqui há 24 dias, estaremos nós, lindas e formosas, participando do tão esperado 3º Congresso FéMenina… (Se você ainda não fez sua inscrição, corre que dá tempo!!). E, para dar um gostinho de “quero que chegue logo dia sete”, vamos falar um pouquinho de um dos assuntos que veremos em Santa Maria: Feminismo e Feminilidade.

“O que significa ser uma mulher e não um homem? Qual a importância da nossa habilidade de dar luz a filhos? Como devemos lidar com a nossa sexualidade? Devemos estruturar nossas carreiras da mesma forma que fazem os homens? Qual é o propósito de ser uma esposa? ” ¹.

Bom, provavelmente você tenha as respostas na sua mente… talvez não bem formuladas, mas alguma opinião sobre esses pontos você tem. A questão é: será que as nossas respostas estão baseadas na Palavra de Deus, a Bíblia, ou tem como referências músicas, textos populares, propagandas, conceitos, estilos de vida ou pessoas que nos cercam?

Vivemos numa sociedade pós-feminista. O feminismo é o modo novo de pensar, o modo “correto” – de acordo com a mídia e os livros. O feminismo se tornou a norma. E, dependendo do seu ambiente de convívio social, suas vertentes e aplicações se tornam ainda mais aparentes.

Mary Kassian, professora de Estudos da Mulher no Southern Baptist Seminary, nos EUA, explica que, hoje em dia, as mulheres crescem pensando que a essência da feminilidade é o exercício do poder pessoal (incluindo o poder sexual). Elas são ensinadas a serem barulhentas, sexuais, agressivas, vulgares, rudes, independentes e exigentes. As mulheres estão sendo treinadas para valorizar educação, carreiras fortes e potencial de ganhos – e a desvalorizar o lar, o casamento e os filhos. Além disso, são incentivadas a serem iniciadoras e perseguidoras de relacionamentos com o sexo oposto. Elas esperam que os homens se conformem ao modo de pensar feminino e às expectativas femininas sobre como deve ser o homem. Obviamente, isso impacta grandemente o casamento e a vida familiar. Os relacionamentos entre homens e mulheres estão tensos. O casamento tem sido adiado, ou completamente descartado. E porque os ideais feministas sobre a feminilidade estão em oposição direta ao propósito de Deus para o homem e a mulher, aquilo que Ele os criou para ser, tem se tornado cada vez mais difícil fazer com que os relacionamentos funcionem. Nunca antes houve tantos divórcios, boa parte deles (e cada vez mais) iniciados pelas próprias mulheres².

Entretanto, antes de nos aprofundarmos no nosso tema, precisamos deixar algo muito claro. Como cristãs, acreditamos na suficiência da Bíblia, que é a Palavra de Deus, perfeita e genuína, revelada à humanidade para ensino, temor e esperança. Ou seja, acreditamos que a Bíblia é perfeita.

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. ”

(2ª Timóteo 3. 16-17).

Agora, recomendo que você leia o Salmo 51.

Essa é a atitude que devemos ter a cada manhã: um coração humilde e quebrantado. Devemos sempre fazer uma autoavaliação: como tenho vivido? Será que estou vivendo de acordo com aquilo que aprendi das Escrituras? Preciso mudar algo? 

“Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito inabalável. ” (Salmos 51. 10) 

A partir de um coração disposto a aprender e se aproximar cada dia mais do seu Senhor e Salvador, poderemos pensar sobre a influência do movimento feminista nas nossas vidas e quais as consequências dele, a curto, médio e longo prazo.

Nosso desejo é que todas nós possamos estar alertas aos falsos ensinamentos, firmes na fé e buscando sempre um espírito inabalável.

 “O pecado deforma tudo, inclusive o bem que Deus planejou ao criar homem e mulher. As mulheres pecam contra os homens, e os homens pecam contra as mulheres, e todos pecam contra Deus e não alcançam seu padrão de santidade e perfeição. O pecado é a razão por que os homens têm oprimido as mulheres, e as mulheres têm usurpado os homens. O pecado é a razão para a inveja, o sentimento faccioso, a confusão e toda espécie de coisas ruins que caracterizam a falsa sabedoria. O pecado é a razão por que precisamos de um Salvador. ” ¹

Carolyn McCulley

Referências:

¹ McCulley, Carolyn. Feminilidade Radical: fé feminina em um mundo feminista. São José dos Campos, SP : Fiel, 2017

² Trecho retirado do Artigo “Firmando as Bases”, do Blog Conselhos para Meninas. Acesso em 10 de setembro de 2017. Disponível em <http://conselhosparameninas.blog.br/blog/repensando-o-feminismo/>.

 

Abraços e até amanhã!!

Geíza Lemos Hein

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