bem-casados

Os irresistíveis bem casados

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Duvido fortemente que todos os casais dos vários casamentos que já fui na vida tenham feito a melhor escolha se casando com quem se casaram. Infelizmente, tenho que duvidar que saíram dali bem casados. Mas de uma coisa tenho certeza: quando vejo que uma prateleira de doces bem-casados está na entrada da festa fico muito feliz em saber que no outro dia de manhã terei aquela delícia acompanhando meu café. Ainda mais se forem dos tradicionais, com doce de leite. E que maravilha que agora existem também os bem vividos para os aniversários de quinze anos e os bem nascidos para os chás de bebês! A vida vem se tornando um paraíso!

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supermulheres

O mito das supermulheres

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Um suspiro sôfrego.

Quando foi que, de repente, as coisas saíram do nosso controle? Quando foi que, de repente, amontoados de tarefas foram derrubados em cima de nós? Quando foi que, alucinadas, passamos a correr de um lado para o outro cansadas, ansiosas, nos sentindo fracas, desanimadas e incapacitadas?

Me deparo quase o tempo inteiro com textos de outras mulheres falando sobre a sensação de incapacidade diante das tarefas diárias. Possuímos aquela mesma sensação de Marta, correndo de um lado para o outro sem saber o que fazer ou para onde ir, agindo no automático tentando cumprir listas de afazeres e demandas. Nesse afã diário percebemos nossa inaptidão de lidar com todas as coisas.Leia mais…

noiva

A noiva que desejo ser

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Se tem uma coisa da qual as noivas entendem bem é sobre chás. Chá de panela, chá de casa nova, chá de lingerie, chá de despedida, chá-cofre, chá-mel, chá de madrinhas… é uma variedade que só vendo. E cada um tem suas particularidades – seus gastos – e uma coisa muito linda em comum: tudo remete ao grande dia. Cada chá remete à uma parte da vida a dois que se aproxima: a casa, o enxoval, as noites de intimidade, as amigas que ficarão em segundo plano, a lua de mel tão sonhada… O casal é o foco de cada chá e evidentemente o casamento é o maior assunto de cada um deles, de uma maneira ou de outra. Isso é típico da agenda de uma noiva que está em reta final e isso inclui a noiva de Cristo.Leia mais…

a galinha dos ovos de ouro

A galinha dos ovos de ouro

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Quando eu era criança, eu tinha um livro que contava a fábula da Galinha dos Ovos de Ouro. Eu amo essa história! Mesmo depois de adulta, ela me ajuda a tomar decisões muito sábias.

Conta-se que um fazendeiro muito pobre comprou uma galinha. Aparentemente igual todas as outras. Tinha penas como todas as outras e ciscava como todas as outras. Mas no dia seguinte, qual foi a surpresa do fazendeiro quando entrou no galinheiro e viu um ovo dourado!?Leia mais…

O coração dela e sua humildade

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Essa grande mulher de Deus, favorecida entre as mulheres, recebeu uma visita pouco comum, o anjo Gabriel foi enviado para contar-lhe que ela foi a escolhida para gerar o filho de Deus! Que assombroso e maravilhoso anúncio! (Lc. 1-28)

Fico pensando em como o seu coração recebeu a saudação e logo após a grande notícia que mudaria a história, não somente a dela, mas a de toda a humanidade, embora Maria não contemplasse naquele momento todas as nuances do plano salvífico do Pai.

A história continua narrando, que Maria, fez uma visita a sua prima Isabel, que também estava grávida do então profeta João Batista, aquele que prepararia o caminho do Senhor. Mais uma vez Maria é elogiada de maneira intensa e alegre! (Lc1-42). E ela demonstra um coração voltado para o Senhor Deus. Em momento algum, ao lermos a trajetória de sua vida, nos deparamos com orgulho em seu coração, a humildade é uma das características de seu belo e exemplar caráter, fez parte de sua personalidade.Leia mais…

Toda menina cristã deve ser… dependente

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“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”        Romanos 12:2

Aproveitando essa época de fim de ano, com vestibulares, ENEM e algumas decisões a serem tomadas, me propus a fazer uma reflexão do quanto nós, meninas cristãs, estamos nos conformando com o que o mundo espera de nós, com o que a sociedade premeditou para nossa vida. O versículo de Romanos 12:2 têm sido bem discutido nos últimos tempos, visto que cada vez mais temos deixado o “mundo” entrar na Igreja e não o contrário.

Dizem-nos o que precisamos ser/fazer para sermos consideradas pessoas de sucesso, bem sucedidas e felizes. Padrões, nada além disso. Necessita-se, basicamente, de uma conta bancária farta, trabalhar com algo de renome, ter um bom carro, casa própria, um bom currículo de estudos… Mas, até que ponto nós, cristãs, devemos seguir essa maré?

Vejo pessoas sendo engolidas por seus respectivos trabalhos, investindo um tempo precioso em algo que lhes tira a saúde. E é um tanto quanto antiquado no mundo moderno discutir a real relevância de tudo isso para ter-se uma vida feliz… Mas, é isso mesmo que quero questionar.

Nós tivemos o privilégio de sermos chamadas por Cristo, sermos escolhidas, mesmo tão pequenas, falhas, pecadoras. Somos pó, e mesmo sendo pó, o Rei olhou para nós com o maior amor do mundo e nos chamou. Incrível, não? Tão miseráveis que somos, amadas com o melhor amor do mundo

Sei que de forma alguma, nenhum dia sequer, seremos dignas do amor que conhecemos, da morte de cruz de Cristo por nós, mas devemos saber que nossas  vidas devem transmitir gratidão a todo momento. Que precisamos viver uma vida agradável ao Pai, buscando conhecer Sua vontade e, assim, refletir o amor dEle aos que nos cercam.

Não tiro o valor de um bom estudo, não acho desprezível dedicar-se a uma profissão que lhe trás satisfação e auxilia a vida de quem lhe cerca. Muito pelo contrário: estudar, lutar pelos seus sonhos, procurar um trabalho que lhe faça feliz, tudo isso é de grande valia. O problema está no nosso ego. Na nossa busca pelo nosso reconhecimento pelas coisas que fazemos. Precisamos relembrar alguns princípios…

Tudo o que somos, temos e fazemos só ocorre porque Ele nos permite, somos totalmente dependentes de Deus. Ele nos permite estudar, trabalhar, ter um bom emprego, tirar uma boa nota… Não somos capazes, por nós mesmos, de fazer coisa alguma. Precisamos repensar no quanto estamos querendo sermos elevadas, buscando independência, correspondendo às expectativas que o mundo nos impõe.

Um amigo trouxe a Palavra em um culto de jovens e me marcou a forma em que ele frisava que em nada queria que o nome dele fosse conhecido, que o nome dele fosse apagado completamente, mas que em tudo que ele fizesse, Cristo fosse exaltado e lembrado.

Nossa vida deve ser exatamente assim, e isso é muito difícil, porque vai exatamente à contramão do mundo. O mundo nos fala em independência, em conquistar tudo pelo nosso próprio esforço, em ostentar um status. Nada disso é coerente com que uma vida com Cristo exige de nós.

Que em tudo que fizermos, o nosso “eu” desapareça, e em cada detalhe da nossa vida, que o nome dEle resplandeça de forma singular, para que todos possam ver que tudo o que fazemos é porque Ele nos permite fazer, Ele nos capacita, Ele nos sustenta.

“Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Romanos 11:36

Então meninas que fizeram ENEM, estão se preparando para os vestibulares, que estão preocupadas em relação ao futuro: Ele está no controle! E não há nada melhor que saber que o Criador de céus e Terra tem o total controle de tudo em nossas vidas e, assim, somos totalmente dependentes dEle! Como seguidoras de Cristo, o Deus que se fez carne e é nosso maior exemplo de humildade, lembrem: a vida não é só uma profissão, só um diploma, só um status… não corram atrás do vento! Se dediquem sim aos estudos, mas muito mais, busquem os tesouros celestiais!

Deixo uma última reflexão: qual legado você pretende deixar? Pretende ser lembrada por quem você é, pelas coisas que você fez? Ou como a menina dos olhos de Deus, que sendo um instrumento dEle, foi permitida viver uma vida de acordo com os maravilhosos planos que Ele possuía?

Caroline Sebem – Passo Fundo/RS

A IMPORTÂNCIA DE IGREJAS SAUDÁVEIS EM LUGARES CARENTES

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Igrejas locais em crescimento são chave para ministrar em comunidades necessitadas, porque são chave para ministrar em qualquer comunidade. Quando Jesus dá aos discípulos a Grande Comissão, você talvez se questione sobre algumas dessas coisas: batizando-os, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.

Para entender, veja o livro de Atos. O que algumas das pessoas que ouviram o que Jesus disse fizeram? Plantaram igrejas. Plantaram igrejas onde foram. Plantaram igrejas entre os judeus, plantaram igrejas entre os gentios. Não temos a informação sócio – econômica exata sobre onde foram plantadas, mas tenho praticamente certeza que todos os lugares não eram idênticos. Alguns provavelmente eram mais ricos, alguns com certeza não eram ricos. Assim, ao falarmos sobre o envolvimento na vida das pessoas, a estrutura que Jesus estabeleceu é a igreja local.Leia mais…

Para o homem que não dormirá comigo

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Era um hábito que começou com as conversas bobas no corredor do colégio. Quando nos encontrávamos nas festinhas e tal. Eu escrevia sobre você no meu diário e trocávamos olhares e carinhos. E era tão bom ter você nos meus braços e chamar você de namorado.

Nossas vidas não estavam apenas conectadas por telefonemas e ligações em sussurro no meio da noite, que ecoavam na sala do apartamento que eu dividia com minhas amigas na universidade. Você estava lá, uma presença aconchegante.

Muitas de nós, boas garotas cristãs, faríamos isso. Por um tempo, nosso primeiro ano na universidade seria assim. A vida seria uma extensão do que era quando estávamos em casa. Nós orávamos, escutávamos música cristã, ríamos quando pensávamos nas coisas que aconteceriam no futuro. Então, nossos namorados viriam nos visitar ou simplesmente passar o final de semana. A liberdade que tínhamos agora se misturaria com um turbilhão de emoções e novas descobertas. Nós esqueceríamos que estaríamos guardando a “grande noite” para o casamento. Nós estávamos cruzando uma fronteira muito séria, entrando em um lugar de intimidade radical, mesmo se na nossa cabeça estivéssemos quebrando um mandamento, ou não.

Essa forma de agir apareceu em meus outros relacionamentos depois que terminei com o primeiro namorado. Ela se repetiu muito depois do primeiro ano na universidade. Muito depois da vida de estudante. Ela ecoou na dinâmica de cada relacionamento desde então, como as longas ligações telefônicas com meu namoradinho do colégio.

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