My Job: Engenheira Civil

Ola, FéMeninas!

Meu nome é Rebecca Pillar. Sou engenheira civil formada há 3 anos e quero deixar para vocês uma breve reflexão sobre minha profissão. Quero mostrar a minha visão sobre o que é necessário ao profissional da minha área, assim como relatar algumas das várias possibilidades que, por meio desta profissão, também é possível ser uma missionária de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A arte da engenharia civil é tão antiga quanto à humanidade, digamos que estas cresceram juntas. O engenheiro civil e a sociedade estão diretamente ligados, sendo inimaginável o ambiente como conhecemos sem a existência desta profissão.
 A engenharia veio auxiliar as respostas dos anseios humanos quanto a proteção física e a sua forma de viver, entre outros. A própria Bíblia em Gênesis 4:17 mostra a seguinte frase “E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade […]”. Ou seja, para Caim edificar uma cidade, com certeza ele tinha que ter noção de engenharia, a qual provavelmente foi ensinada por seu pai, Adão, que nada mais é que o primeiro homem. Portanto, observamos a presença desta profissão desde o início, com este conhecimento que Deus presenteou o homem.
Durante a Graduação, percebi que um estudante que almeja esta profissão necessita gostar de disciplinas como Matemática, Física, ser interessado em desenhos, edificações e, principalmente, não ter a necessidade de oito horas de sono por dia (brincadeirinha).  Todavia a dedicação é realmente completa. Caso você queira ser um bom aluno, a dedicação é um dos requisitos para um excelente profissional.
No curso, o acadêmico receberá um leque bem diversificado de disciplinas, o que é muito bom, pois acarretará em um profissional com diversas possibilidades de atuação. Todas as disciplinas, desde o início do Curso de Engenharia Civil são de grande importância. As disciplinas iniciais auxiliam e muito na base acadêmica, mesmo aqueles cálculos que muitas vezes parecem não servirem para nada, sim, são necessários, pois fazem parte da formação, da concepção da lógica matemática necessária ao profissional. Assim como as disciplinas da área de humanas, as quais, confesso, poderiam e necessitariam de mais atenção da área acadêmica, possuem grande relevância, pois, nossas obras serão para seres humanos e não para objetos, afinal, realizaremos sonhos ou os destruiremos.
Após a formação acadêmica, o profissional não pode parar, achando que já estudou tudo que precisa. Ele necessita estar em constante atualização, já que o mundo diariamente sofre transformações, necessitando assim um profissional proativo.
Assim sendo, deixo algumas características necessárias ao profissional de engenharia civil: boa base científica, noção administrativa e econômica, capacidade da comunicação, trabalhar em benefício de todos, preocupação humana, social e ambiental, manter um currículo harmonizado com o processo de desenvolvimento, ser empreendedor.
Um engenheiro civil pode agir em diversas situações, desde as mais comumente pensadas (por exemplo, edificações) assim como no gerenciamento de empresas, como formadores de opinião, na parte acadêmica e/ou em pesquisas, em funções específicas da área ambiental, em projetos ou em vendas e etc. Ou seja, é um profissional de extrema relevância para a sociedade como um todo, podendo ser também, além do descrito acima, um canal de fluir do Senhor Jesus, por meio de sua ética profissional: não aplicando materiais de qualidade inferior à obra para superfaturar a mesma, procurando o benefício próprio; não barateando um projeto pura e simplesmente para tirar o cliente de outro colega; não ensinando ou dando conselhos errados a outro colega apenas para ver esta outra pessoa errando; não “vendendo” sua assinatura para aprovação de qualquer projeto sem ao menos ter se dado ao trabalho de ir visitar a obra pretendida, etc.
Pode ser utilizado por Cristo na parte ambiental, onde procurará utilizar o meio ambiente da forma mais correta possível, responsabilizando-se na prática pelas consequências de seus atos, procurando ações mitigadoras.
Ele pode sim, evangelizar as pessoas em sua volta através de seu testemunho de vida e de suas Palavras, procurando sempre base Bíblica para o que for falado ou realizado, sendo missionário de Cristo, seguindo o que diz em 1 Coríntios 10:31:
“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus”.
Espero ter dado a vocês uma noção básica dessa profissão e de como é possível louvar e servir a Deus por meio dela.
Que Deus os abençoe tremendamente.
Abraços,

Rebecca Pillar
Joinville-SC


MyJob: Assistente Social

O assistente social é um profissional com formação superior (Graduação em Serviço Social), com duração mínima de 4 anos, sendo que para atuar como assistente social é preciso ter o registro no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) do estado em que trabalha. Muitas vezes se faz algumas confusões entre a profissão de Assistente Social e a atuação de pessoas, cujas ações são de caráter benevolente. Assim, a título de esclarecimento, cabe ainda que, resumidamente, estabelecer alguns conceitos como:
· Serviço Social: profissão de nível superior;
· Assistente social: profissional com graduação profissional e registro no CRESS;
· Assistência Social: política pública prevista na Constituição Federal do Brasil de 1988, constituindo-se em direito da população;
· Assistencialismo: doação, serviço ofertado como favor, boa vontade, benevolência e não como um direito.
Existem no Brasil aproximadamente 120 mil profissionais, que por seu conhecimento, são solicitados a intervir nas distintas maneiras de expressão das questões sociais. Seja para formular e executar políticas públicas, elaborar, coordenar, executar planos, programas e projetos que visam o acesso e a ampliação de direitos, ou para realizar orientações, encaminhamentos, elaborar laudos, pareceres e estudos técnicos em matéria de sua competência, podendo atuar também como docentes, ou prestando assessoria ou consultaria. 
Embora sua formação não seja voltada para o atendimento unicamente de pessoas em situação de pobreza, devido às desigualdades sociais, econômicas, culturais existentes no país, o público-alvo culmina por ser: pessoas com deficiência, moradores de rua, crianças em trabalho infantil, pessoas com dependência química, internadas, doentes, desempregados, em conflito familiar ou conjugal, presos, etc.
Observa-se, portanto, que devido à formação generalista, são muitas as possibilidades de atuação para o assistente social. Motivo pelo qual muitas vezes o trabalho ocorre em equipe, envolvendo outras categorias profissionais como a psicologia, educação, saúde, direito. Porém, vale ressaltar que a intervenção do assistente social deve sempre propor ao desenvolvimento da autonomia, da emancipação, o acesso aos direitos, ou seja, ao exercício da cidadania.
Você pode acessar outras informações sobre a profissão nos seguintes endereços:
Conselho Federal de Serviço Social – CFESS: http://www.cfess.org.br 
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS: www.abepss.org.br 
Observação: para elaboração deste material foi utilizado como fonte de dados: Assistente social um guia básico para conhecer um pouco mais sobre esta categoria profissional – CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL – CFESS/CONSELHOS REGIONAIS DE SERVIÇO SOCIAL – CRESS).
Abraços,
Vera Lucia Batista dos Santos
Assistente Social do Instituto Nacional do Seguro Social
Joinville – SC

MyJob: Musicista

Olá meninas!!

Como estão?
É com enorme prazer que vou compartilhar um pouco da minha profissão com vocês: sou MUSICISTA! Esse termo, na verdade, é um termo geral: Músico/ Musicista, mas nessa profissão, existem muitas áreas e cada músico escolhe as que melhor se adapta e identifica (Ex.: compositor, cantor, arranjador, instrumentista, musicólogo, etc.). No meu caso, desde cedo brincava de ser professora e de fato, sinto um grande prazer em ensinar Música.

Sendo assim, escolhi a área da Educação Musical, mas sem deixar de lado a performance, que também é minha paixão. Essas “milhares” de áreas no campo da Música podem ser trabalhadas juntas ou individualmente e todas acabam se complementando.
Ao escolher minha profissão, ainda adolescente, e depois quando entrei na universidade, não sabia qual caminho da Música iria trilhar. O que já tinha certeza é de que muito antes de eu imaginar ou sonhar, Deus já havia aprovado o Seu desejo do meu coração e traçado tudo conforme a Sua vontade. Creio que todos nós fomos criados para ser verdadeiros adoradores e no meu caso, desde cedo, o chamado já era claro: fui escolhida para exercer a minha profissão, adorando-O com a minha voz e tudo mais que eu pudesse aprender no curso de Música.
Ainda bebê, já balbuciava com afinação as canções folclóricas infantis que ouvia diariamente. Desde cedo, minha mãe como grande apreciadora das Artes, me incentivou a gostar de música, seja ouvindo, cantando, dançando, etc. Logo que fui para a escola, conheci melhor a área das Artes, e comecei a desenvolver, tanto nas visuais como cênicas, além da música e dança. Aos sete anos de idade, iniciei com o estudo da flauta doce e em seguida, teoria musical, e quando havia apresentações vocais, ou de instrumento no colégio, eu prontamente participava. Com doze anos, entrei para o coro da igreja com os adultos e, foi aí, que comecei a descobrir a minha vocação.
Admirava muito a regente do coro, que era formada em Licenciatura em Música pela Universidade Federal e decidi que era o que eu queria fazer para a vida toda – Viver de Música! A partir daí, ainda adolescente, comecei a vivenciar a música de maneira mais intensa, cantando, tocando instrumentos, indo a concertos, e estudando cada dia mais. E aos dezessete anos, a mesma regente e musicista que tanto me inspirou nessa profissão, me ajudou e orientou para que eu obtivesse êxito no vestibular.
Hoje em dia, sou cantora com formação lírica, professora de técnica vocal, flautista e musicalizadora infantil. Meu maior prazer em minha profissão é poder adorar ao nosso Deus, o rei de toda a terra, com harmonia e arte (Salmo 47:7 – NVI), buscando sempre a excelência em tudo o que faço.
  
Abraços,
Emanuelle B Conde
Curitiba – PR

MyJob: Contadora

Olá, Meninas!

Sou Karine Petrikovski. Contadora. 26 anos. Convertida há sete anos e membra da Igreja Batista de Passo Fundo.
É como imensa alegria que compartilho com vocês o meu histórico profissional.


Sempre fui bem na disciplina de Matemática. Tinha muita facilidade com cálculos e números, e o que eu aprendia já aplicava em situações do meu dia a dia:

  • Guardava parte da mesada (que foi de R$ 5,00 ao máximo de R$ 25,00) para investir em tazos, gibis, ursinhos da Parmalat e kinder ovos;
  • Brincava de supermercado com embalagens vazias de comida e remédios, fazendo todo o fechamento do caixa do dia e controle do estoque restante.
  • Por volta dos 9 anos, fazia rabicós de crochês e de retalhos e vendia aos vizinhos e coleguinhas.
Naquele tempo já era dinheiro de verdade. O lucro monetário não era muito alto, mas para minhas necessidades da época estava ótimo, pois varias vezes foi o dobro do valor da mesada, ou seja, 100% de rentabilidade.
O tempo passou e no ensino médio optei por fazer o curso Técnico em Contabilidade e, posteriormente, o curso superior em Ciências Contábeis, pois envolvia números, análises financeiras e cálculos. Neste período descobri que esta área era bem mais ampla do que somar e diminuir. Fui apresentada aos razonetes, balancetes, balanços, planos de contas, débitos e créditos, mercado de capitais, análise de investimentos, auditoria, controladoria, perícia dentre outros.
Profissionalmente, trabalhei em várias áreas como fiscal de caixa em supermercado, como assistente contábil em um escritório de contabilidade e como coordenadora administrativa e financeira em uma entidade. Sempre com números, dinheiro dos outros e análise financeira de empresas. Também participei de concursos e fui chamada para trabalhar como técnica contábil na prefeitura em setembro de 2012, na área de recursos humanos, atuando com cálculo de folha e rescisão dos atuais 3.300 servidores. E, neste mesmo período, trabalhei na igreja na parte administrativa e na tesouraria.
Por meio dessas experiências, percebi ser muito importante o testemunho diário, do cuidado com o bom uso do dinheiro, em uma sociedade que relaciona igreja evangélica com o fato de tirar o dinheiro dos fiéis.  Enfim, o que aprendi é que, seja no mercado de trabalho ou no trabalho na obra do Senhor, existem bons e maus profissionais, os qualificados e os sem a devida qualificação.
Para o profissional qualificado, é um campo promissor, com um leque de opções de áreas de atuação, tanto em empresas privadas como públicas, com muitas vagas a serem preenchidas (muitas mesmo, só esta semana me ligaram pra indicar alguém pra duas vagas de empresas conceituadas e com ótimas remunerações).
E o mais importante é que esta profissão possibilita o cristão a dar um bom testemunho, principalmente no trato com o dinheiro, em uma época onde fraudar e sonegar é algo tido como “normal”.
Honrar a Deus diariamente com suas ações, quando estas são corretas e éticas, é uma demonstração clara de alguém que ama o que faz e, acima de tudo, ama ao Senhor.

Com carinho,
Karine Petrikovski


MyJob: Fisioterapeuta

Olá gurias!

Hoje vou compartilhar com vocês um pouco da minha experiência como fisioterapeuta, não relacionada à teoria, tão pouco a parte prática das técnicas, mas referente ao relacionamento construído com os pacientes.
A fisioterapia é uma profissão que exige, além do conhecimento como em todas as demais, paciência e amor, independente da especialização em que for atuar. O contato direto, frequente e, dependendo do caso, por longo período, nos torna tão próximos do paciente, que acabamos por construir relações de amizade, as quais ultrapassam o espaço físico da clínica, permanecem na sociedade e até mesmo nas redes sociais.
Como amigos, que muitas vezes nos consideram, depositam em nós confiança, a ponto de desabafar, dividir dúvidas, angústias, infelicidades, alegrias e vitórias. Enfim, contam a sua história e nos incluem nela, esperando, além da reabilitação física, um ouvido atento, uma palavra de conforto ou encorajamento, um sorriso, um conselho.
É nesse momento que mostramos a diferença por pertencer a Cristo: no modo que nos portamos, nas palavras que usamos, nas opiniões que defendemos, nos conselhos que damos. Sem esquecer os lugares que frequentamos e até o que postamos na internet.
Enfim, é preciso paciência e amor pelo trabalho a ser desenvolvido, que é árduo, com o paciente, e por ele. Quem sabe a curiosidade em entender o porquê de nosso agir e pensar não o atiça a buscar a Deus?
Mais informações sobre a profissão em www.coffito.org.br
Andreise Betto
Getúlio Vargas-RS

MyJob: Enfermeira

Ser enfermeira não foi minha primeira escolha profissional, mas foi a melhor delas, pois foi Deus quem a escolheu para mim. Foi na adolescência, cuidando da minha avó doente, que comecei a perceber que gostava de cuidar das pessoas, e alguns anos depois, perguntando para Deus o que Ele queria de mim como profissional, é que tive a certeza, de que era assim que Deus queria usar a minha vida: cuidando de pessoas e demonstrando o Seu amor.


No meio da enfermagem se fala muito na “arte de cuidar”. Eu acredito que cuidar de pessoas doentes é um privilégio e, por isso, fiz toda minha faculdade orando para que Deus me preparasse para cuidar bem da Sua criação. Por consequência disso, estudar para as provas e passar por todos os estágios curriculares tornou-se mais fácil.

O trabalho é um desafio, pois lidamos com o sofrimento diariamente, além dos desafios profissionais que todas as áreas têm. Mas, em meio a todos os problemas, Deus nos dá lindas oportunidades de testemunhar da nossa fé, e nos ensina muito através da vida daqueles que cuidamos também. Eu já tive a oportunidade de orar, de conversar e até de cantar com os pacientes e seus familiares durante o meu trabalho, e aprendo muito com eles todos os dias também.

A enfermagem abre um campo muito amplo de trabalho, com pessoas de todas as idades e de todas as classes sociais. Além disso, é uma forma de alcançar pessoas que eu nunca conheceria em outras circunstâncias. A enfermeira pode atuar dentro de uma empresa, em escolas, em unidades básicas de saúde, em hospitais, nas universidades, e é uma profissão muito útil em campos missionários.

É claro que às vezes me sinto impotente por aquele pensamento de que há uma vida “nas minhas mãos”. Mas, quando isso acontece, sempre lembro das palavras da minha mãe: “Deus vai entrar contigo em cada quarto. É Ele que cuida das pessoas, antes de você”.
Sou instrumento de Deus por meio da minha profissão, e isso é maravilhoso e gratificante!

Leticia Wondracek
Panambi/Sapucaia do Sul


MyJob: Professora de Educação Física

O que se estuda em uma Faculdade de Educação Física?
O curso de Educação Física é um campo profissional amplo e interdisciplinar, integrado a área da saúde e da educação. Tem como base o estudo do movimento do corpo humano. Durante o curso, com duração média de 4 anos, o aluno encontra muitas matérias da área das Ciências Biológicas, como anatomia, fisiologia, bioquímica e cinesiologia e também da área das Ciências Humanas, como sociologia, filosofia, e psicologia. Aprende, ainda, estatística, administração e nutrição, além de disciplinas específicas, como desenvolvimento e aprendizagem motora, esportes, lazer entre outras, dependendo se o curso é de licenciatura ou de bacharelado. Além do estágio obrigatório, algumas faculdades exigem uma monografia de conclusão de curso. O profissional é registrado no Conselho de Educação Física da sua região (CREF).
O que faz um profissional de Educação Física?

O Profissional de Educação Física é especialista em atividades físicas, nas suas diversas manifestações – ginásticas, exercícios físicos, desportos, jogos, lutas, capoeira, artes marciais, danças, atividades rítmicas, expressivas e acrobáticas, musculação, lazer, recreação, reabilitação, ergonomia, relaxamento corporal, ioga, exercícios compensatórios à atividade laboral e do cotidiano e outras práticas corporais, tendo como propósito prestar serviços que favoreçam o desenvolvimento da educação e da saúde, contribuindo para a capacitação e/ou restabelecimento de níveis adequados de desempenho e condicionamento fisiocorporal dos seus beneficiários, visando o bem estar e a qualidade de vida, da consciência, da expressão e estética do movimento, da prevenção de doenças, de acidentes, de problemas posturais, da compensação de distúrbios funcionais, contribuindo ainda, para a consecução da autonomia, da auto-estima, da cooperação, da solidariedade, da integração, da cidadania, das relações sociais e a preservação do meio ambiente. Observados os preceitos de responsabilidade, segurança, qualidade técnica e ética no atendimento individual e coletivo (DOCUMENTO DE INTERVENÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 2002).

Bom, resumindo, o profissional formado em licenciatura é habilitado para dar aulas nos ensinos Infantil, Fundamental, Médio e em Instituições de Grupos Especiais, e quando formado em bacharel é habilitado para trabalhar em academias, clubes, hotéis, hospitais e com treinamento esportivo. Há alguns anos atrás o curso não era dividido em licenciatura e bacharelado, mas era chamado de Licenciatura Plena em Educação Física, dando o direito ao profissional de trabalhar tanto na área educacional quanto na saúde.
Para saber mais, acesse o site: http://cref8.org.br/site/intervencao/


Talita Miranda Cavalcante
Florianópolis-SC

MyJob: Professora de Matemática

Já é normal alguém me perguntar sobre minha profissão e quando falo que sou professora, já me olha com um olhar de pena, e quando digo que é de matemática fica pior ainda. Mas é assim que se olha quem está ajudando a sociedade? Não deveríamos olhar com orgulho e valorização.

Desde criança sempre quis ser professora, e quando cresci gostava muito de matemática, e juntei os dois e assim que conclui o ensino médio comecei a graduação em Licenciatura em Matemática (Licenciatura é a habilitação para trabalhar em sala de aula).
Não sou professora por falta de opção, ou por que não sei o que fazer, sou professora por que eu realmente sinto que é isso que Deus quer pra mim.
O dia a dia em uma sala de aula realmente não é fácil, com certeza é um trabalho desgastante e cansativo, o que muitas vezes nos desanima, pois trabalhar com pessoas não é algo fácil e quando se trata de adolescente, menos ainda.             
Mas tem os momentos que me deixam muito grata a Deus, o que me faz ter a certeza de que é o que Deus quer pra mim agora, pois sinto que estou servindo a Ele. Como quando posso ajudar o aluno com carência de amor familiar, quando ao invés de alunos tenho amigos, quando nas minhas atitudes do dia a dia consigo mostrar que eu tenho Jesus em meu coração.
Gosto muito de uma frase de Paulo Freire que diz “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” eu com certeza aprendo muito, a ter paciência, amar o meu próximo, a ensinar, e muito mais.
Então, o que eu quero muito hoje, é que a sociedade e governos se conscientizem de que professor é uma profissão muito importante e de grande valor para a sociedade, não para se ter dó, mas sim orgulho e ver que é algo que Deus pode usar para cuidar de seus filhos.
Abração,
Lucinéia Honnef
Florianópolis-SC