Minha História de Amor – Valeska e Wagner

A minha história de amor começa assim: eu estava em perigo e ele, o meu príncipe encantado, montado num cavalo branco me salvou do vilão malvado. Nos apaixonamos, casamos e vivemos felizes para sempre.
Oops! História errada. Essa é a história que nós meninas crescemos ouvindo e lendo nos livros de contos de fadas, que tem como frase final: “E eles viveram felizes para sempre”. Creio que toda garota, ou pelo menos a grande maioria delas, sonha em viver uma história de amor. Eu me incluía nessa maioria. Sempre li muitos livros de histórias de amor, e como todo romance que se preze, todos tinham um final feliz. Eu vivia sonhando acordada esperando pelo dia em que encontraria o meu príncipe encantado. Foi nesse período de sonhos e realidade que conheci Jesus. A minha conversão foi genuína, eu não conseguia conceber a vida sem Ele. Também senti que Deus me chamava para servi-LO de uma forma especial, atendendo o chamado para ir falar ao povo perdido. Foi então que fiz um voto ao Senhor, e disse a Deus que só namoraria o rapaz que fosse o meu marido, e que eu queria que Ele escolhesse esse servo dEle para mim. Pronto! Agora era só orar e vigiar. Em minhas orações sempre pedia a Deus para me abençoar com um varão totalmente temente a Ele. Mas, eu não me importaria se esse servo fosse loiro, alto, magro e de olhos azuis. ‘Era a minha preferência na época’. Rssss. Foi então, que esperando em Deus pelo varão, mas de certa forma idealizando-o em minha mente, passou-se um, dois, três, quatro, cinco, seis anos e nada da minha benção aparecer. Cada dia dos namorados era uma tristeza, pois me trazia à memória que estava faltando alguém para dividir a vida comigo. Ao findar do sexto ano indo para o sétimo, caiu a ficha, eu estava pedindo a Deus de forma errada, não tinha dado a Ele, a total liberdade para escolher também o biotipo da benção que Ele queria me dar. Então, reformulei a minha oração, e disse para Deus: “Senhor, eu te disse que só namoraria a pessoa que o Senhor escolhesse para ser o meu marido, e disso eu não abro mão, mas na minha inocência e imaturidade acabei idealizando como ele seria. A partir de hoje não pedirei mais um varão do jeito que eu quero, eu quero o que o Senhor quiser para mim, pois a sua escolha é sempre a melhor, sendo ele loiro, baixo, alto, magro, gordo, negro, branco ou moreno”. Foi exatamente essa a minha oração naquele bendito dia. Assim eu orei e descansei. 
Passando um mês mais ou menos apareceu na igreja onde eu congregava, um rapaz chamado Wagner. Ele era convertido, moreno, magro, não era alto, mas também não era baixo.O primeiro contato com Wagner foi num encontro de oração. Neste dia, no momento da oração demos as mãos para orar e ele segurou a minha mão. Senti Wagner cheio do Espírito Santo de Deus. Me arrepiei toda. Eu pensei, esse rapaz é diferente, ele tem algo especial, mas minha melhor amiga logo ficou interessada nele aí eu nem tive tempo de pensar se poderia ser o ‘príncipe’. Cheguei a crer sinceramente que Wagner era o par ideal para minha amiga. No entanto, para mim não. Com o passar do tempo e após algumas tentativas, fui o cupido para minha melhor amiga e Wagner, mas não deu certo. Resumindo: à medida que eu fazia campanha em prol da minha amiga e Wagner, acabamos nos conhecendo melhor e ficamos amigos. Tempos depois, minha amiga reconheceu que ele não era para ela e então começamos a namorar. Seguimos todo o processo natural: namoramos, noivamos e casamos no dia 17 de Setembro de 2005. Estamos casados há dez lindos anos.
Deus me honrou. Nesse tempo de espera, apareceram alguns pretendentes que não amavam a Deus, apesar de me sentir tentada, eu disse não a todos. Eu sentia nessas ocasiões que Deus me dizia: Este rapaz é só um piquenique, o que eu quero te dar é um banquete.
Queridas moças e irmãs em Cristo, vale a pena esperar em Deus pelo banquete. Eu sei que o diabo mandará para vocês muitos piqueniques (rapazes sem compromisso com Deus), que as farão desviar da fé e dos propósitos de Deus para suas vidas. Deus tem reservado para cada uma de vocês um banquete maravilhoso: um servo dEle. Por isso, não abram mão da vontade dEle numa área tão importante de suas vidas. O tempo que esperei por meu esposo foi importante, foi um período de preparação da parte de Deus para moldar algumas coisas em mim e me preparar para o seu propósito. Louvo a Deus por isso. 
Ah, já ia me esquecendo: como disse antes que Deus tinha me chamado para uma missão especial, orei a Ele para que Wagner também fosse chamado. Deus mais uma vez respondeu a minha oração. Em 2004, Wagner e eu fomos juntos para o seminário teológico, e hoje estamos em nosso segundo ministério servindo na Igreja Batista em São Luís em Santa Maria de Jetibá no estado do Espírito Santo.

Temos uma filha linda e abençoada chamada Victória.

Deus é bom, vale a pena esperar nEle mesmo que aos nossos olhos demore.
Eu sou Valeska Alessandra, serva do Deus Altíssimo, auxiliadora de Wagner Ferraz dos Santos, o meu príncipe encantado. E estamos vivendo um dia de cada vez…

Felizes até que a morte nos separe! Abraço queridas!
“Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor”. (Salmos 40.1).
Valeska Alessandra
Santa Maria de Jetibá/ES

Minha história de amor – Felipe e Adriana Balaniuk – Parte 2

…Continuação…
Ele estava nervoso, mas muito seguro de seus sentimentos e de suas intenções: ele veio me dizer que queria… casar comigo. Simples assim! Hahaha… CASAR!
Nessa conversa que tivemos, ele me disse que chegou a gostar de algumas meninas e até chegou a orar com algumas delas, mas que Deus sempre o alertou de alguma forma que não era nenhuma delas, e claro, isso o frustrava, pois ele sentia o desejo de ter alguém. Mas, em meio a essas decepções ele fez um propósito com Deus: que o Senhor o guardasse de sentimentos enganosos e o ajudasse a permanecer firme em esperar sua esposa, e que a próxima mulher que ele realmente gostasse deveria ser somente a mulher que ele casaria.
Quando ele começou a gostar de mim, ele teve certeza de que eu seria a sua esposa. Ao ouvir isso, fiquei um pouco assustada, mas mais segura diante dessa situação e confiante, pois realmente vi que o Felipe era aquilo que ele externava: um cara comprometido em viver a vontade de Deus. Afinal, não são muitos os caras que ao te abordarem para falar de seus sentimentos já falam em casamento, mesmo antes de namorar e beijar! Passei a admirar o Felipe ainda mais e assim, comecei a ver que talvez eu estivesse no caminho certo. Então aceitei ter um tempo de oração com ele para a confirmação de Deus para nosso relacionamento. Mas ainda assim eu estava insegura e tinha muito medo de estar fazendo a coisa errada, pois eu tinha sentimentos pelo Felipe, mas não era nada daquilo louco e avassalador que eu via em filmes românticos. Isso me deixava bem insegura. E eu realmente não queria magoar o Felipe, nem dar mau testemunho e muito menos estar desobedecendo a Deus.
Um dia, voltando de uma aula de canto com um amigo nosso em comum, hoje nosso padrinho de casamento juntamente com sua amada esposa e minha grande amiga, ele me perguntou quando eu ia tomar a decisão de namorar com o Felipe e eu respondi que ainda tinha muito medo e estava insegura. Ele então me disse que essa decisão, por mais incrível que pudesse parecer, deveria ser racional, e que eu estava deixando meus sentimentos embaralharem minha mente e minhas decisões. Eu deveria analisar racionalmente quem era o Felipe, o que ele significava para mim e se eu gostaria de viver ao lado dele para sempre como sua esposa. Aquilo fez tanto sentido para mim que me tirou um peso das costas e eu realmente analisei racionalmente toda aquela situação e decidi que queria sim o Felipe como meu marido e como meu pastor para toda essa vida. Orei a noite quanto a isso e de manhã aceitei seu pedido de namoro! Depois que tomei essa decisão todo aquele medo de me entregar de verdade se transformou em uma grande paixão e em um grande amor.
 E assim Deus foi confirmando de várias outras maneiras: nossa família nos apoiou e se agradou desse namoro, nossos amigos cristãos e firmes em Cristo tinham paz a nos apoiavam da mesma forma, e mesmo pessoas não tão próximas a nós nos davam palavras de incentivo e nos abençoavam. Realmente, Deus é um Deus de paz e não de confusão. Vale a pena ressaltar que não começamos a namorar por pressão de nossos amigos ou por eles “meterem pilha”, pois vejo hoje que muitos namoros no meio cristão começam mais por pressão dos amigos e das circunstâncias do que por uma decisão verdadeira e pessoal e infelizmente, isso quase nunca termina bem. Enfim, vimos a mão de Deus em cada decisão e Deus foi muito misericordioso e bondoso conosco.
Nosso primeiro beijo aconteceu algumas horas depois do início do namoro em um banquinho da faculdade (por isso no bolo do nosso casamento escolhemos colocar nossos bonequinhos sentados em um banquinho). 

Estávamos muuuuuuuito envergonhados! Eu já havia beijado, pois infelizmente quando era do mundo “fiquei” com alguns meninos e depois tive um namorado, mas o Felipe, realmente escolheu esperar! Ele, um rapaz bonito (lindo! Na minha opinião… hehehe…)  e comprometido com Cristo, nunca havia beijado nenhuma mulher! Exemplo para mim de alguém que realmente tinha suas convicções e sentimentos firmados na Palavra. No fim, deu tudo certo nosso primeiro beijo e depois vieram muitos outrooos! Hehehe… 
Como mesmo antes de nos beijarmos já falávamos em casar, o casamento era algo claro e certo para ambos. Começamos a orar quanto a isso, pois queríamos casar antes de nos formarmos para termos um tempo juntos antes das novidades do ministério. Sabíamos que talvez nossos pais pudessem se assustar com essa decisão tão rápida, mas oramos e jejuamos quanto a isso e falamos para Deus que a resposta dos nossos pais seria a resposta dEle, e que aceitaríamos seja qual fosse essa resposta. Quando falamos da nossa intenção de nos casar aos nossos pais eles ficaram muitos felizes e deram total apoio! Não havia mais dúvidas de que Deus se agradava e estava abençoando nosso relacionamento. Com sete meses de namoro, noivamos e sete meses depois, no dia 18 de dezembro de 2010 nos casamos. 
Em 2011 nos formamos juntos e eu já estava grávida (mas não sabiaaaa… hehehehe…)…
…e em tudo somos parceiros e estamos juntos. Hoje já temos nosso filhote João Pedro de 3 aninhos. Ele é outro grande presente dos céus para nós. 
Como casal, somos realmente muito felizes juntos, melhores amigos, parceiros em tudo, conversamos muito, rimos da cara um do outro e temos um relacionamento muito bom, pela graça de Deus! Louvo a Deus pela bênção de ter o Felipe como meu marido. Ele é um presente de Deus em minha vida e eu realmente desejo que cada uma de vocês que ainda não encontrou seu servo (príncipes são mimados :P) possam encontrar no tempo certo e perfeito de Deus, pois, realmente, casar é TUDO DE BOM!
Meninas, lembram que havia perguntado lá em cima o que minha vida espiritual tinha a ver com minha história de amor? Pois é, meninas, tem TUDO a ver. Eu quis ressaltar isso porque as maiores decisões de nossa vida (e uma delas sem dúvida é o casamento) devem ser feitas aos pés da cruz de Cristo. Sem comunhão profunda com Jesus Cristo não temos garantia de sucesso em nada do que fizermos. Eu comecei a gostar do Felipe em um momento que eu estava muito bem com Deus, buscando-O intensamente e feliz, independente das circunstâncias. Isso quer dizer que quanto mais perto do Senhor nós estamos mais claros nossos sentimos se tornam e mais fácil é de tomarmos decisões acertadas. Há uma frase que diz: “O nível de nossa comunhão com Deus define a escolha do nosso cônjuge”. E isso é a mais pura realidade. Busquem a Deus com toda humildade e intensidade e no tempo devido Deus atenderá os desejos dos seus coraçõezinhos!
É isso aí, queridas FéMeninas! Que Deus abençoe a vida de cada uma e as guie em suas escolhas! Bjinhos suas lindas! :*
Felipe e Adriana Balaniuk
São Miguel do Oeste/SC

Minha história de amor – Felipe e Adriana Balaniuk


Olá Fémeninas! Tudo bem com vocês? Como andam esses coraçõezinhos? Sinto-me muito feliz e honrada em poder compartilhar com vocês um pouquinho da minha história de amor e espero, de coração, que ela ajude de alguma forma a edificar e a abençoar a vida de vocês.
Então… Tudo começou quando iniciei meus estudos de Teologia na Faculdade Batista Pioneira. O Felipe e eu éramos colegas e dessa forma nos tornamos amigos. No início, eu achava que o Felipe era muitooo infantil e imaturo! (Definitivamente NÃO foi “amor à primeira vista”). Hehehe… Ele sempre saía nas fotos fazendo caretas, sempre fazia piadinhas bobas e sua maior diversão era jogar vídeo game e assistir desenhos tipo Naruto. E eu pensava: “Gente, fala sério, não acredito que esse tipo pensa em ser pastor um dia, esse menino precisa crescer!!!” E eu tinha plena convicção de que nunca me casaria com um cara tão “bobão” assim, pois eu me achava super madura! Bom… O fato é que eu estava um tanto equivocada em minhas concepções. Eu pensava que o fato de ele ser um cara alegre e brincalhão com todos, que gostava de vídeo games e até de animes, o tornava imaturo espiritualmente. Bem, nem sempre é assim! Eu realmente estava errada, pois o tempo e as atitudes cristãs do Felipe foram me mostrando que ele era muito comprometido com Jesus Cristo e que isso não o impedia de ser ele mesmo e ter seus gostos pessoais, debaixo da vontade de Deus, claro. Mas de início, eu ignorei o Felipe porque eu me achava muito madura e os outros é que eram imaturos e infantis.
Então, meninas, o problema não era o Felipe ou as pessoas ao meu redor, mas eu! Por vários motivos, o meu primeiro ano de faculdade foi muito difícil emocionalmente e espiritualmente para mim e eu me distanciei muito de Deus. Não orava mais e lia muito pouco a Bíblia. Vivi de forma legalista e vazia e por conta disso, dei um péssimo testemunho como filha de Deus. Eu estava me tornando uma pessoa muito chata, quase insuportável! Quando me dei conta dessa situação toda, já havia passado um ano, por isso, decidi que precisava voltar e me humilhar perante o Senhor. Mas vocês devem estar pensando… “O que minha vida espiritual tem a ver com minha história de amor?” Já chegamos lááá…
Bom, passado esse primeiro ano, no meu segundo ano de estudos comecei a buscar ao Senhor novamente e me humilhei perante Ele, e Ele, com todo Seu amor, paciência e misericórdia fez uma grande obra em minha vida (e a obra continua…). Comecei novamente a ler e a estudar com alegria a Bíblia, acordar cedo e ter meus momentos de devocional e de oração e assim, a cada dia me sentia mais perto de Deus e mais responsável em viver uma vida que realmente O agradasse. Estava tão feliz e satisfeita em Cristo que não me preocupava quando, como ou onde eu encontraria o amor da minha vida. Isso não era uma preocupação para mim. Eu realmente estava transbordando de alegria por estar bem com meu Deus e fui amadurecendo em muitas questões que antes eu era tão imatura e infantil (então, na verdade, a imatura da história era eu e não o Felipe!).
Nesse momento em que eu vivia essa satisfação em Cristo, o Felipe e eu fomos nos aproximando pouco a pouco sem nenhuma segunda intenção. Primeiro começamos a fazer parte do ministério de Teatro e Pantomima da faculdade juntamente com outros amigos queridos, depois, passamos a fazer parte do mesmo grupo que cozinhava na cozinha dos solteiros da faculdade e ainda, nosso grupo de amigos era basicamente o mesmo, além de sermos colegas! Estávamos SEMPRE juntos: trabalhos de faculdade, cozinhando juntos, comendo o famoso xis da Casa do Lanche, ministério de pantomima, conversas com os amigos, etc. Conversávamos sobre muitas coisas, desde as mais bobas até assuntos teológicos complexos e profundos. E aí, comecei a perceber que, apesar de todas as nossas diferenças, pensávamos muito parecido no que considero ser o mais importante em um relacionamento cristão: tínhamos o mesmo amor por Cristo e pela expansão de Seu reino, nossa linha teológica e doutrinária era a mesma e tínhamos um chamado em comum, pois acredito que se estas três questões não estivessem alinhadas, ficaria muito difícil desenvolver um relacionamento saudável.
Coral da Faculdade

Dessa forma, aos poucos, começamos a ter interesse um no outro. Eu realmente admirava como o Felipe era um cara que buscava a Deus. Essas foram as primeiras coisas que me chamaram a atenção nele: sua maturidade cristã, seu compromisso sincero com Cristo, seu testemunho e o modo como ele amava e servia a Deus. A partir dessa admiração, foi surgindo um sentimento sincero e puro e eu comecei a pensar na possibilidade de ele ser meu marido!!! Como isso me assustava! Mas eu sabia que Deus estava a frente e que me guiaria e me ajudaria a lidar com esses novos sentimentos.
Tive muitas dúvidas (normal né???), orei muito pedindo orientação de Deus e sinceramente parecia que Deus tinha sumido! Não conseguia ver uma resposta clara para toda essa situação. Por que Deus não aparecia em uma sarça ardente e me dava uma resposta clara e precisa??? A verdade é que eu estava apavorada, pois eu não queria cometer nenhum erro novamente perante Deus e perante meus irmãos em Cristo. E em meio a toda essa insegurança, dúvidas e sentimentos novos, o Felipe veio conversar comigo e falar de seus sentimentos sobre mim. Ele estava nervoso, mas muito seguro de seus sentimentos e de suas intenções: ele veio me dizer que queria… que você esperasse até a próxima semana para saber mais do desenrolar dessa história linda que tem propósito de Deus, segurança no Senhor e muito amor…
Até a Próxima sexta!
Fiquem ligadas na página, pois estamos de aniversário e tem muitas novidades para vocês!!
Felipe e Adriana Balaniuk
São Miguel do Oeste/SC

Mais que uma história de amor



Durante anos Jasmeen* foi uma cristã secreta, já que em seu país ela poderia morrer simplesmente por ter sua fé em Jesus Cristo. Seu pai teve que tomar uma decisão muito importante politicamente e decidiu casar Jasmeen com o filho de um “muftí” (uma autoridade no conhecimento da Sharia, lei islâmica). Jasmeen não tinha escolha. Ela tinha que aceitar… Confira a nossa História de amor de hoje.
Jasmeen tinha um amigo chamado Murad*, um professor universitário e cristão secreto, assim como ela. Mas Murad guardava um outro segredo: ele queria se casar com Jasmeen e começar a construir uma família cristã.
Ao ver que não havia nenhuma escapatória para seu casamento arranjado, Jasmeen foi para a Turquia para comprar coisas para seu casamento. Enquanto estava lá, uma revolução política fez com que seu pai perdesse a posição política que ocupava e todo o dinheiro que tinha. E, de repente, o filho do muftí perdeu todo o interesse por Jasmeen.
Quando Murad soube o que havia acontecido, ele se perguntou se os pais de Jasmeen permitiriam que ela se casasse com alguém que nunca foi rico e não era filho de um muftí. Então ele falou com os pais de Jasmeen e eles o aceitaram. Entretanto, eles exigiram um dote de 25.000 dólares por sua filha. Aquela era uma quantidade impossível para Murad. Mas não para Deus.
Jamil*, Secretário Regional do Oriente Médio e do Norte da África, estava viajando pelos Estados Unidos e compartilhou esta história em uma igreja. Enquanto estava falando, um homem se aproximou e disse que havia acabado de ganhar um dinheiro em uma transação comercial e que agora sabia o que deveria fazer com o dinheiro.
Esta é apenas uma maravilhosa história de amor? Ou uma história sobre a provisão de Deus? Não, é muito mais do que isso. É uma história de como Deus usou uma revolução política para cumprir seus propósitos. É a história do primeiro casal cristão conhecido onde é mais comum que cristãos e muçulmanos se casem entre si. E vemos como Deus usa estas circunstâncias para trazer a luz do evangelho a uma geração de estudantes em um país tão obscuro como este. Porque a história não termina no casamento de Jasmeen e Murad.
Após a revolução, os expatriados começaram a sair do país. Murad escreveu: “Sempre pediamos Bíblias e nunca recebíamos. Depois que um casal de missionários deixou o país, nós entramos em sua casa e encontramos um tesouro: quatro caixas de Bíblias em árabe! Eu levei três Bíblias para a universidade e perguntei aos meus alunos: ‘Algum de vocês quer este livro para fins de pesquisa?’ Então muitas pessoas responderam que sim!”
Em janeiro deste ano Murad tornou-se o primeiro missionário no país da International Fellowship of Evangelical Students (IFES), uma missão evangélica que trabalha com movimentos estudantis em escolas e universidades no mundo todo. Murad trabalha em tempo parcial como missionário enquanto mantém seu cargo de professor na universidade. “Este é o meu sonho”, ele disse. “Meu chamado é servir aos estudantes.”
*Nomes foram alterados por motivos de segurança.

Pedidos de oração

  • Peça a Deus por segurança e sabedoria à Murad. Ele busca ser luz de Cristo em sua universidade, enquanto se reúne com um grupo secreto de estudantes cristãos para estudar a Bíblia.
  • Clame a Deus para que o casamento de Jasmeen e Murad seja um reflexo real da relação entre Cristo e a Igreja.
  • Ore por todos os cristãos que vivem em países onde não é nada seguro ser um seguidor de Jesus.

Minha História de Amor – Gislene e Roberto – Parte 2





Continuação…

…vi o quanto Deus me ama. Este foi um dos maiores marcos do andar com Deus que eu e o Roberto experimentamos. No outro dia eu fiz um exame ultrassom e mostrou o óvulo fecundado ainda na trompa, eu estava grávida mais ou menos há dois dias. O Roberto é muito coruja com nossas filhas, e agora então com o Petrus o nosso xodozinho da casa. Nossa família é muito feliz. 

Ao longo dos anos passamos por muitos momentos delicados, o meu acidente, a ida para o seminário, a perda do nosso carro, mas o Roberto nunca me deixou sozinha, sempre me apoiou, sempre me amou.

E sempre afirmou que ele achou um tesouro que sou eu, sua jóia preciosa. Claro que ele é o meu príncipe, o cabeção da nossa casa como nossa filha do meio falava quando era pequenininha. Como diz Salomão “As muitas águas não podem extinguir o amor, nem os rios podem afogar”. Estamos juntos a 20 anos, temos duas lindas filhas, a Ester com 13 anos de idade, a Isabella com 8 anos de idade.

E agora também um principezinho – o Petrus com 3 meses.



Eles são nossas heranças, nossos amores. E para terminar, trabalhamos no Lar Criança Feliz em Cotia – São Paulo. Um ministério e trabalho com muitos desafios para toda a família! Mas, quem disse que nas histórias de amor não existem desafios!
Meninas, eu sou muito feliz com minha família, temos momentos tristes e momentos felizes, mas o que nunca nos falta é o companheirismo, o diálogo. Onde tu fores eu irei, onde repousares ali repousarei.
Meninas tenham fé, deixem Deus curar suas feridas como ele fez comigo, o passado não pode interferir em nosso presente seja ele qual for. Deixem Deus agir em suas vidas e seu príncipe encantado está sendo preparado. Eu e o meu esposo sempre afirmamos que não iriamos trocar a pessoa, mas iriamos trocar o inicio de nossa história, então escreva junto com Deus a sua história de amor! #Não perca tempo!

Um super, hiper e mega abraço no coração de cada uma de vocês! Com carinho Gi. 

Gislene V. da Rosa
Cotia – SP

Minha História de Amor – Gislene e Roberto – Parte 1


Olá meninas! Estou muito feliz por escrever minha história de amor aqui no FéMenina…

A minha história de amor é divida em duas partes: a primeira parte dá para se dizer que é antes de Cristo e a segunda depois de Cristo. Pois, tanto eu quanto meu esposo não éramos cristãos.
Primeira Parte! Minha história de amor sem Cristo.
Eu sou filha de pais separados minha mãe trabalhou muito durante a minha adolescência e por este motivo, tive que aprender a ser independente, assim consequentemente, eu era muito carente de afeto. Essa lacuna de certa forma eu procurava suprir com relacionamentos. Mas eu tinha muitos sonhos e um deles era alcançar a formação acadêmica, queria muito ter me formado em direito, mas também queria muito a minha família, o meu esposo, sonhava com o meu príncipe encantado. E foi nesta época que conheci o meu esposo, o meu príncipe encantado.
Como toda adolescente sonhadora, o príncipe tinha que ter alguns atributos, concordam comigo? Olha a minha lista de coisas que ele devia ter.
  • Não poderia beber bebida alcoólica; (Pais separados por causa da bebida).
  • Queria que fosse moreno;
  • Compreensivo e maduro;
  • Inteligente e educado;
  • Divertido;
  • Amoroso, carinhoso, atencioso;
  • Que guardasse as nossas datas importantes;
  • Que fosse trabalhador, determinado;
  • Que fosse honesto;
  • E o mais importante: Que me amasse;
Um dia para ficar na história de nossos corações foi o dia 11 de junho de 1995, data em que nos conhecemos em um CTG (Centro de Tradições Gaúchas). Eu tinha ido com dois dos meus tios, e ele estava na bateria da banda que estava animando o baile. Eu não gostava muito das prendas (anfitriã) deste CTG (coisa de adolescente competitiva mesmo) e acreditem, ele descia da bateria e elas o cercavam e só por causa disto eu falei comigo mesma é ele que nesta noite eu vou namorar. Então, namoramos naquela noite para nunca mais nos separarmos.
Dando uma pequena resumida na nossa história, nós namoramos por oito meses e eu fiz o que não era certo e acabei ficando grávida. Tivemos um lindo menino o Alifer, que foi o motivo da nossa precoce união. Éramos uns pais de primeira viagem sim, porém muito amorosos. O Alifer era a paixão do Roberto. Foi uma época muito especial e ao mesmo tempo muito difícil do nosso casamento. Aliás, nós nem casamos minha mãe achou melhor eu e o Roberto não nos casarmos por causa de uma pensão deixada para mim.
O Roberto trabalhava muito, além do trabalho que ele tinha, ele tocava em uma banda quatro dias por semana. Praticamente ele não parava em casa, e eu cuidava do nosso filho que era algo maravilhoso. Como em todo conto de princesa algo de ruim tem que acontecer.

Segunda Parte! Minha história de amor com Cristo.
Quando nosso filho estava com nove meses de vida ele teve uma complicação de saúde, que nenhum médico soube explicar. Nem se quer assinar o seu atestado de óbito, só depois de uma semana que o pediatra foi assinar.
Isto foi como se tirasse o nosso chão, como se não existisse mais céu nem terra, foi um total vazio em nossas vidas. Mas foi neste exato momento que Deus agiu em nossas vidas de um modo incomparável.
Eu não queria mais morar na minha cidade, porque lá não havia UTI pediátrica e o atendimento da saúde era precário. Então recebemos o convite de ir embora para Caxias ou Santa Cruz do Sul, então decidimos ir para Santa Cruz do Sul e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito naquele momento. Através da família Santos conhecemos a Igreja Batista. Foi algo espetacular porque toda igreja orava por nós se preocupava conosco, e foi ali que o nosso casamento começou a engatinhar para um novo começo.

Não posso esquecer que quando nos conhecemos, o Roberto foi logo falando: “só uma coisa eu te peço que nunca me peça para deixar de tocar bateria, pois está é a minha paixão.” Neste momento eu pensei: eu não posso, mais sei de uma pessoa que pode, Deus pode mudar. Realmente Deus mudou o meu esposo e acredite foi para melhor, assim como também Ele mudou a mim mesma.

Em um dos cultos do inicio do ano de 1999, o Roberto aceitou a Jesus como único e verdadeiro Salvador de sua vida e claro que juntamente comigo. Eu que já havia tido um encontro com Cristo pouco antes de conhecer o Roberto. Como muitos fazem: “agora não Jesus” “me deixa viver mais um pouco” “fica para depois”… O depois me custou muito caro. Não aceitei Jesus pelo amor, mas pela dor da perda do nosso primeiro filho.
Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Cristo!Em Abril de 1999 tomamos a decisão de nos casarmos, porque queríamos muito nos batizar. Nos casamos em uma sexta-feira, dia 07 de maio e no dia 09 de maio nos batizamos para a glória de nosso Deus. Foi benção, a igreja nos ajudou muito. A festa de casamento, a decoração, foi tudo por conta da organização da família Santos que nos adotaram como irmãos. Tenho muito que agradecer a esta amada Igreja que nos ensinou a andar como cristãos. Por causa do casamento, eu perdi a pensão que eu recebia, confiei que Deus supriria as nossas necessidades e sempre foi assim, Deus nunca nos deixou faltar nada.
No ano de 2000 fiquei grávida novamente e muito feliz, mas por conta de uma infecção acabei perdendo o nosso segundo menino. Perguntei-me várias vezes: “Por que? Agora a minha vida já está toda certinha…” Eu realmente não conseguia entender. E por não entender o meu coração se fechou, e eu não queria mais saber de ter filhos, mas Deus em sua infinita graça usou a vida de uma missionária americana para falar comigo.

Um dia, quando eu brincava com as crianças da Igreja, o meu olhar se perdeu, vendo duas meninas irmãs com a diferença de dois anos, meus filhos teriam a mesma idade delas, e esta comparação de idade e de imaginar por uma fração de segundos como seria a minha vida com os dois, me fez sofrer. Mas Deus mandou uma irmã dizer: “Gislene elas teriam a mesma idade dos filhos que você perdeu?” E eu respondi: “sim”. E ela perguntou: “como está o seu coração?” Eu respondi: “vivendo de graça em graça, porque a graça do SENHOR me basta neste momento.” Sai da pracinha e fui para a cozinha ajudar na louça, pois era almoço da igreja. Naquele dia, Kathy a missionária americana, disse assim: “Gislene você precisa fazer a oração de Ana.” E eu com o coração muito duro respondi para ela: “quem disse que eu quero ter filhos? Basta ter sofrido por duas vezes.” Mas Deus não desistiu de mim naquele dia e ela então voltou a falar: “Deus quer te abençoar e você não está deixando.” Então quase sem voz respondi: “está bom, eu oro para que Deus cure as minhas feridas e você ore para que eu fique grávida, porque eu não tenho coragem de orar para ficar grávida ainda.”

Poucos meses depois, dentro de um ônibus indo para um pequeno grupo que era na casa de Kathy, eu comecei a conversar com Deus, e eu falei exatamente assim: “Deus se for da sua vontade, se o SENHOR acha que eu consigo, eu gostaria de ser mãe novamente.” E o SENHOR me respondeu assim: “olha para as pessoas que estão contigo dentro deste ônibus, tão certo como você vê elas você já está gravida. ” Chegando no grupo eu queria logo contar para o Roberto a notícia, mais fui impedida por uma irmã que me disse Gislene não faz isso, porque se você não estiver o Roberto vai sofrer muito, sem falar das pessoas novas na fé que estão aqui faça o exame primeiro.
Eu obedeci a minha querida amiga, e no outro dia…
Nessa história podemos ver o propósito de Deus para a vida desse casal, dessa família.. Mas ainda tem muito agir de Deus para vocês saberem, por isso, continua na próxima semana… 🙂

Gislene V. da Rosa
Cotia – SP

Minha História de Amor – Sâmela e Jônatas – Parte 2


… e eu topei. Alguns dias depois eu voltei para casa e pedi para Deus para que Ele usasse meus pais como resposta de oração. Eu cheguei já com o desejo de voltar em um projeto que aconteceria duas semanas depois em Parintins. Chegando em casa, falei para os meus pais tudo que havia acontecido, da viagem e do Jônatas, e nas duas situações eles ficaram muito felizes e me abençoaram! Foi acontecendo tudo muito rápido, e eu continuava dizendo: “ok, mas eu não sinto nada por ele.” E assim foram durante 2 meses e meio. Eu comecei a ficar preocupada: “Deus, meus pais nem sabem quem ele é!”
Fui pra Parintins, ficamos nas comunidades e eu orava pedindo a Deus que se fosse algo da Sua vontade mesmo, que eu me encontrasse novamente com ele, como que poderia pensar em namorar uma pessoa se vi ela uma vez na vida e ainda me despedi detestando ele?!  

Deus me atendeu mais uma vez, no recesso que teria de uma semana, eu ficaria na casa do Pastor da Igreja Batista de Parintins, mas Deus queria me mostrar mais uma vez que Ele estava nesse “negócio”. A base de Asas de Socorro de Anápolis (cidade dos pais do Jônatas) estava precisando de pessoas para ajudar na separação de medicamentos para a próxima viagem, e eles ficaram sabendo que eu estaria essa semana livre em Parintins, então me chamaram e pagaram a passagem para eu ir para lá! =O Sério!? Como assim? Quando eu falei isso para o Jou, ele me contou que estava orando para que pudesse me ver novamente. Eu fui. Chegando lá, eu não sabia como iria reagir, a última vez que havia visto ele, não foi em uma situação muito agradável. Mas nos encontramos, ele me pediu em namoro e casamento ao mesmo tempo. Foi algo para mim totalmente pela fé, me lembro que eu falei para ele: “eu não gosto de você, vou dizer sim por obediência a Deus e não por amor.” E a afirmação que ele me fez me deu segurança pra continuar firme nesse sim: “Eu não pedi o seu amor, eu pedi se você deixa eu amar você, eu não me importo se você não me ama, porque Deus me deu você para ser minha esposa e eu quero te amar, independente se um dia você vai me amar ou não.” ÓÓÓÓÓÓ que lindo! Na verdade, foi muito mais que lindo, pude ver Cristo na vida dele! 



Marcamos nosso casamento, e eu continuava orando e pedindo a Deus que me ensinasse a amá-lo. Início de 2014 ele veio embora para minha cidade e fazer o estágio do seminário. Passamos um ano nos conhecendo melhor e Deus me deu a oportunidade de amar e me ensinou a admirar aquele guri que se tornaria meu marido. Dia 3 de janeiro de 2015, foi o nosso casamento, não tínhamos nada, Deus nos deu tudo! Um sonho que eu não sonhei, mas foi o sonho mais perfeito que Deus poderia ter sonhado para mim.
Nos nossos corações está a imensa gratidão a Deus por ter feito coisas grandiosas por nós, “pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre!” Rm 11.36
Hoje nós servimos a Deus juntos, um ajudando ao outro como cooperadores da expansão do Reino de Deus. Agradeço ao meu marido por ter orado tanto por mim, insistido tanto, e ter caminhado pela fé, hoje eu posso dizer: Eu amo você!

Agradeço aos meus pais que sempre me instruíram e também oraram por mim! Vocês são um exemplo para mim de família, de casamento e de filhos de Deus! Nos nossos corações está a imensa gratidão a Deus por ter feito coisas grandiosas por nós, “pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre!” Rm 11.36


Agradeço a equipe do Fémenina que tem sido usada por Deus para falar no coração de várias meninas e mulheres!

E o desejo do meu coração, é que seu relacionamento não seja baseado no sentimento, na emoção, na amizade, mas sim em Deus, pois Ele é o autor do amor, e sabe como ninguém a te ensinar a amar! Porque eu aprendi e vivi o amor não como um sentimento, mas uma decisão! Eu decidi obedecer a Deus! O amor foi uma consequência e um presente de Deus sem explicação!

Sâmela Jung Dauaidar
Três de Maio / RS

Minha História de Amor – Sâmela e Jônatas


Olá meninas! Fiquei muito surpresa quando fui convidada a escrever minha história de amor para vocês, tipo, eu? Sério? Hahahaha Quem me conhece, entende muito bem do que estou falando… Mas, é uma honra poder compartilhar o que Deus fez em minha vida e continua fazendo… Espero que vocês gostem, mas que principalmente Deus possa falar com vocês!
Eu nasci em um lar cristão, meus pais sempre me instruíram nos caminhos do Senhor, e entreguei minha vida pra Jesus logo com 7 anos. Sempre fui uma menina “diferente”, teimosa, sabia o que queria e também o que não queria! E uma das coisas que não queria NUNCA era me casar! Nunca tive aquele sonho de menina, de me casar, ter um namorado, uma família. E para todos que me cercavam, eu deixava isso bem claro. Meus pais e familiares achavam que “isso passaria” quando eu ficasse mais velha! O tempo foi passando, chegou os 13,14,15 e nada mudava, eu só tinha mais convicção ainda! Eu NUNCA vou me casar!
E foi aos 15 anos que Deus me chamou para ser uma missionária! Foi uma decisão importante para mim, mas não esperava que Deus precisasse fazer tantaaaaa mudança em mim! Hahahaha E Ele não demorou para começar! Adivinhe qual foi a primeira questão que Deus começou a trabalhar na minha vida? Exatamente relacionamentos! A questão não é o que eu queria, mas o que Deus queria na minha vida. Então o que eu fiz? “Arreguei”! Afinal, Paulo aconselha os solteiros no capítulo 7 de Romanos a permanecerem solteiros! Então um marido iria “atrapalhar” meu chamado, e eu não queria que ninguém e nada me atrapalhassem. Que cara de pau! Usando a Palavra de Deus para confrontar o próprio Deus! Mas, graças a Ele, que teve paciência e misericórdia comigo.
“Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” Ec 4.12. Essa foi a resposta de Deus para mim! Então eu orei! E a minha oração foi assim: “Deus! Eu entendo o que o Senhor quer para mim, mas eu não quero, mas mesmo assim, se o Senhor ainda quiser, me manda um anjo com uma placa escrito: case com esse”. Hahahaha Até parece que foi uma oração de fé! Era mais para: eu sei que isso não vai acontecer, então não vou precisar casar!
Deus não desistiu de mim, e me fez começar do começo, o por que não quero casar? Deus, tem que ter algum motivo! Me ajuda! E Deus mais uma vez respondeu, haviam alguns traumas da minha infância que eu nem sabia e nem percebia que tinha. Mas Deus sabia, e queria que eu fosse curada. Esse processo durou um tempo, da aceitação da minha imagem, da entrega total das minhas decisões para Deus, do reconhecimento da minha identidade como filha de Deus. Deus me levou aos altos e baixos para que meu caráter fosse moldado, e todas as coisas cooperaram para o meu bem, não para o meu bem-estar, mas para que eu pudesse a cada dia ser mais parecida com Cristo.
Foi então que com 18 anos, em julho de 2012 eu embarquei para Santarém – PA para o Projeto IDE (Asas de Socorro). Uma viagem missionária para trabalhar com ribeirinhos. Era finalmente um sonho se tornando realidade. Cheguei em Santarém com uma amiga, sem conhecer mais ninguém, ficamos dois dias hospedados numa igreja recebendo treinamento para então ir para a comunidade ribeirinha. 
Eram muitos voluntários, e lembro que conheci gente de vários lados do Brasil, e então chegou o dia da grande viagem, viajaríamos 8h de barco pelo Rio Amazonas e Tapajós. Deitados em rede, um pouco no chão, olhando toda a criação de Deus, a partir daquele momento eu pensei: é aqui que Deus me quer! Sentei, peguei minha bíblia e um caderno e fui anotando as coisas que tinham acontecido no dia e o que Deus havia falado comigo.
Aí se aproximou um rapaz e perguntou se podia sentar do meu lado para conversar, eu fechei minhas coisas e começamos a conversar, no longo da conversa descobri que ele estava no 2º ano do seminário e queria ser missionário, logo se juntou um grupo à nossa conversa.  Falamos de tudo, da graça de Deus de ter nos permitido estar naquele lugar, das perspectivas de cada um e até de teologia.

Chegamos à comunidade, e as equipes já se dividiram, eu fui para a equipe do infantil. E toda a equipe era bem parceira, trabalhávamos juntos para poder descansar juntos no final do dia. E num desses descansos ficamos batendo papo com uma das coordenadoras do projeto até tarde da noite. E adivinha onde a conversa foi parar? Namoro! Cada um começou a compartilhar suas experiências e frustrações, e a coordenadora foi aconselhando. Quando a roda chegou na minha vez de falar, eu falei que não tinha nada para compartilhar, porque nunca tinha namorado nem ficado e estava muito feliz assim.
Aí ela me perguntou: “tá, mas com quem você sonha se casar?” Então, para variar um pouco, eu ri e disse que não sonhava e não queria me casar, depois de ouvir um sermão, ela falou: “Mas se você quisesse se casar, como você diria que ele teria que ser.” Eu não sabia responder, de verdade! Não sabia mesmo, mas como ela insistiu de mais e todos estavam me olhando eu brinquei cantando uma música: “moreno, alto, bonito e sensual” hahahaha crente, pastor ou missionário e que toque violão! Ela me olhou muito séria e disse: “Eu já sei! Vou arrumar um saco de batatas pra você.” Todos que já conheciam ela começaram a rir e eu fiquei “boiando”, não entendia nada. Antes de entrar no quarto eu chamei minha amiga e perguntei: Como assim, não entendi, do que eles estão falando?
Ela riu muito, e me contou que a coordenadora que era a Rute é conhecida por “juntar sapatos”, e que quando ela quer juntar alguém, ela coloca os dois para trabalharem juntos, e a primeira vez que ela fez isso e que saiu casamento, foi mandando os dois descascarem um saco de batatas. Aí fui eu que ri: “Ah comigo não! Eu não sou assim! Mas, de quem ela estava falando?” Ela disse: “Do Jônatas!” Eu perguntei, “mas que Jônatas?? Nem sei quem é!” Então ela fala “É o filho dela, aquele que você passou a viagem de barco conversando!” Sabe aquela hora que você começa a rir e não para mais? Pois é, foi nesse momento, eu lembro da frase que saiu da minha boca: “NUNCA! Aquele lá não!”
Passei o restante do projeto evitando o Jônatas, mas sabia que o famoso “saco de batatas” chegaria. E foi no último dia que a mãe dele nos colocou para limpar a dispensa. Eu fiquei muito brava. Tentei contestar com ela, explicando que não tinha nada contra o filho dela, mas que não era assim que as coisas funcionavam, e que eu não gostava dele.
Eu nem sei se ela lembra disso, mas ela virou para mim e disse que eu fui para o projeto para servir a Deus, e limpando a dispensa eu estaria servindo a Ele. Eu tive que ficar quieta e fui, como ovelha muda! Hahahaha Cheguei lá, ele já estava lá também, acho que foi uma das situações mais constrangedoras que já passei. Eu entrei na dispensa e disse para ele: desculpa, eu não queria estar aqui. E ele falou: eu também não, então vamos acabar rápido para sair daqui rápido. Sabe que gostei desse menino? Hahahaha Era isso mesmo que eu estava pensando!
Acabamos conversando bastante, mas depois que saímos dali, tentava evitar ele novamente. (Enquanto a mãe dele dizia de mim pra ele, e ele também se negava a querer alguma coisa e levava na brincadeira). Voltamos para a cidade, peguei uma virose. E todo o pessoal foi na sorveteria para se despedir enquanto eu estava no quarto. Mas minha amiga (Sofia) me chamou e pediu pra eu ir com eles só pra dar tchau (eu não sabia que ela tinha segundas intenções). Cheguei na sorveteria, sentei, e adivinha quem aparece? O Jônatas! Com um violão na minha frente, ele perguntou se conhecíamos uma música (que era de serenata), eu fiquei muito brava de novo e disse que não, levantei e sai. A Sofia foi atrás de mim e me xingou, dizendo que isso não era jeito de tratar as pessoas, que eu não precisava ter respondido daquele jeito, porque o Jônatas não tinha culpa do que aconteceu. Eu voltei sentei do lado dele e tentei fazer uma cara amigável.
Depois de pouco tempo começamos a nos despedirmos. Era povo se abraçando de tudo que era lado, todos entraram no ônibus e o Jônatas no carro que estava na frente, depois que ele entrou, ele abriu a porta e saiu. Não sei porque motivo, eu só senti um frio na barriga e pensei: não vem para cá, não vem para cá. E ele veio! Hahahaha Quando olhei para o lado para pedir pra Sofia não me deixar sozinha, ela já havia sumido. Ele me pediu o número do celular para manter contato. Por Deus, eu tinha vontade de mandar ele catar coquinho, mas tinha pessoas me olhando, então eu pensei, calma, passa o número e ignora.
E foi o que fiz, e o “bonito” ainda antes de sair me diz: Só não chora tá? Hahaha Ele só pode estar de brincadeira! E se acha ainda! Gente, eu não sei explicar, quando o ônibus virou a esquina eu comecei a chorar! Hahahaha Fiquei com raiva dele, de mim mesma que estava chorando, mas logo passou, e eu esqueci que ele existia. Começamos a organizar a bagunça do local porque nosso voo era só alguns dias depois. Minutos depois recebi um SMS de uma das meninas que estava conosco (pelo menos era o que eu pensava), eu li em voz alta pra Sofia: “gostei muito de te conhecer, se Deus quiser nos vemos em breve.” Eu fiquei muito feliz e respondi: “também gostei muito de te conhecer, espero que Deus queira, porque eu já estou com saudades.” Logo depois recebi um outro SMS, e adivinhem quem eu estava respondendo? Exatamente! O Jônatas! Eu achei que o número era de uma menina com o mesmo DDD.. Eu fiquei louca! O que eu fiz?!?! Na verdade eu não tinha feito nada, Deus estava fazendo tudo!
A tentativa de explicação virou várias e várias conversas, logo nos dias seguintes ele pediu se podíamos orar um pelo outro, porque ele tinha convicção de que eu seria a esposa dele. Depois de “rachar o bico” rindo eu pedi desculpas a ele, mas que se Deus tinha dado essa convicção para ele, teria que dar para mim também, e eu tinha visto ele uma vez na vida, que isso jovem?  E eu não sentia nada por ele. Ele falou que não havia pedido nada para mim, apenas oração, e eu…
Ficou curiosa o que a Sâmela respondeu para ele? Nós amamos essa história e se fossemos você, na próxima sexta ficaria ligadinha para saber o restante dessa história tão legal!
Sâmela Jung Dauaidar
Três de Maio / RS

Minha História de Amor – Renata e Jô – Parte 2

Passou um tempo, passou o acampamento, passaram muitas conversas sobre o assunto com minhas amigas mais próximas, passou outra tentativa de relacionamento que não deu certo, é claro! (sim, eu fui teimosa!), passou a mágoa , passou a dor, passaram os questionamentos com Deus sobre eu me achar pronta para o casamento e Ele não (hehe!)… E chegou então o entendimento, a paz, e o sentimento de contentamento e esperança. Finalmente (antes tarde do que nunca!) meus sonhos de amor estavam nas mãos do Senhor. Quanto tempo, quanto sofrimento, quantas quedas até eu aprender a depender e me entregar por completo a Deus!
E o final da história? Bem, durante todo este período de tratamento pra mim, Deus também estava agindo na vida do Jônatas, é claro. Ele sofreu um grave acidente de moto e, em função do processo de recuperação, ficou um tempo sem vir para Camaquã, e então nos afastamos, e nos falamos poucas vezes, embora sempre com o mesmo carinho e o vínculo da amizade que tínhamos e que permaneceu. Mas e o namoro afinal, quando começou?! Hehe! Então, mais pra perto do final do ano o Jônatas terminou o namoro dele e, nesta época, recuperado do acidente, já estava vindo para Camaquã todo final de semana. Minha reação quando soube disso? Não fiz nada! Bom, eu definitivamente não ia me “jogar de cabeça” num relacionamento mais uma vez, e também já tinha aprendido a esperar, então esperei, até porque ele sabia sobre meus sentimentos e, se pudesse e quisesse correspondê-los, teria que tomar a iniciativa. Mas, graças a bondade de Deus, não precisei esperar por muito mais tempo… numa bela tarde, enquanto eu trabalhava tranquila e concentrada, recebi uma mensagem por msn que, dentre outras coisas, continha a seguinte pergunta: “tu tens alguma coisa para me perguntar?”. Nessa hora meu coração saltou, mas ainda consegui manter a calma e respondi assim: “até tenho, mas posso esperar o tempo que precisares pra gente conversar!”. É claro que eu gostaria de não ter esperado mais nada, é claro que minha vontade era começar a namorar, é claro que eu tinha muitas perguntas, mas eu já havia aprendido a lição, e também já havia entregado a Deus a autoria desta história. Enfim conversamos quando o Jônatas achou que seria melhor, e então oramos juntos, ele conversou com meus pais e começamos a namorar certos da bênção de Deus, da família e dos nossos amigos sobre nosso relacionamento. Noivamos no dia 15 de janeiro de 2011 e casamos no dia 16 de julho de 2011, numa cerimônia linda de louvor, gratidão e honra ao Deus de Amor que, apesar das nossas escolhas erradas, reescreveu a história das nossas vidas, fazendo com que se tornassem uma só história, história de amizade, de sinceridade, de aceitação, de leveza e de um amor real e forte que enche nossos corações mais e mais a cada dia.

É isto, meninas, esta é a minha história de amor! E, se me permitem, gostaria de deixar-lhes algumas “dicas” que vivenciei e aprendi nesse processo:

·      Para as FéMeninas mais novinhas: meninas, não queiram apressar esta história de namoro em suas vidas. Como assim? Bem, eu comecei a namorar aos 15 anos, e não, essa não é uma idade legal pra isso… É cedo demais, eu ainda era imatura e insegura, e por isso, não foi uma experiência boa pra mim. Claro que cada caso é um caso, mas essa é uma idade para ter muitos amigos, curtir a família, estudar, enfim, namoro requer um compromisso grande demais e quanto mais preparadas estiverem, melhor. Não queimem etapas… esperem a hora certa!
·     Para as FéMeninas de qualquer idade: entreguem seus sonhos pra Deus. Não, isso não é “chover no molhado”, é a dica mais preciosa que eu poderia deixar, e que quero dar pra minha filha, com certeza! O nosso Deus é completo em sabedoria, amor, graça, misericórdia… e, creio nisso, quer o melhor pra nós, então nada mais inteligente do que entregar o que temos de mais valioso nas mãos daquele que é tão poderoso!
Um versículo que foi fundamental pra mim no tempo em que “esperava” por aquele que seria meu esposo: “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me de um lago horrível, de um charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos”. (Salmo 40.1-2)
·    Para as FéMeninas que já estão percorrendo o caminho do namoro: invista em muuuuita conversa com teu namorado! Descubram-se, desvendem-se um ao outro, procurem conhecer-se o mais profundamente possível, não guardem segredos que, se descobertos mais tarde, podem trazer mágoa e desconfiança. O seu amor deve ser seu melhor amigo.
P.S.1: No início do texto eu contei que enquanto escrevia observava minha filhotinha dormindo, mas claro que não por muito tempo (hehe)… foi preciso interromper a escrita para amamentar, dar colinho, carinho e curtir esse presentinho lindo que ganhamos. É uma delícia!
P.S.2: Querido marido, é uma honra pra mim dividir a vida contigo e poder contar que esperei sim por ti, orei sim por ti, te amei muito antes do que percebestes e por consequência disso hoje te tenho na minha vida e compartilho contigo cada capítulo a mais que Deus está acrescentando na nossa história. Te amo, muito, muito!
Renata Pereira F. Brasil de Borba
Camaquã, RS

Minha História de Amor – Renata e Jô


Olá, queridas meninas de fé! É com grande alegria e com o coração cheio de gratidão a Deus que compartilho minha história de amor com vocês! Enquanto escrevo posso admirar o primeiro fruto desta história dormindo como um anjinho no aconchego do nosso lar…
Ela se chama Isabella, e chegou há pouco mais de quatro meses para alegrar ainda mais as nossas vidas. Minha família é um grande presente do Senhor pra mim!
Mas este não é o início da história, é claro… Então vamos recapitular! As primeiras lembranças que tenho sobre o amor me levam de volta aos meus sonhos de menina, sonhos que sempre mantive bem guardados em meu coração. Pois bem, este foi o meu erro! Apesar de ter tido o privilégio de crescer em um lar cristão, de ter recebido Jesus em minha vida ainda criança, e de estar envolvida com diversos ministérios desde sempre, ignorei o fato de que meus sonhos de amor precisavam ser entregues a Deus, para que Ele os guardasse, e não eu, e os realizasse no tempo certo, no tempo que Ele escolheria para isso. Sendo assim, peguei os sonhos e, cedo demais, quis torná-los reais. Tive mais relacionamentos do que gostaria de contar, e sempre achava que “agora vai”, “agora é este o certo…” “o cara de Deus pra mim”! Mas, na verdade estava sempre fazendo o que bem entendia, sem ouvir a orientação do Senhor, fazendo minha própria vontade… Não soube esperar e muito menos confiar na “boa, agradável e perfeita vontade de Deus pra minha vida. Eu achava que era melhor manter as coisas sob meu controle. Mas, sendo Deus gracioso e misericordioso por demais, não me deixou assim (ufa! Ainda bem!), e resolveu que eu já tinha “quebrado a cara” por vezes suficientes e, não de forma fácil, conduziu meus passos a fim de que eu enxergasse o caminho para o sonho que Ele tinha, o sonho certo pra mim, afinal!
Bem, apesar de trilhar esse caminho tortuoso nos relacionamentos, eu sempre estive muito envolvida nos ministérios na minha igreja, como já mencionei, e gostava muito de usar meu tempo nisso, o que acabou me levando para o Seminário, onde então, depois de mais alguns tropeços, finalmente dei os primeiros passos no meu caminho certo, embora, nesta época, eu ainda não soubesse disso!
Foi no Seminário que conheci o Jônatas, no último ano em que estive lá, e minha impressão sobre ele foi a pior possível! Achava que ele era convencido e pra mim ele “se achava” demais! A verdade é que ele era (e continua sendo!) bem diferente de mim. Ele tem muita facilidade em conversar com quem quer que seja, é simpático e falante, já eu sou quieta e penso muito antes de falar (e às vezes nem falo! Hehe). Mas, enfim, com o passar do tempo e com o fato de sermos colegas em algumas disciplinas, acabamos nos aproximando e fui baixando a guarda, começando assim uma amizade leve e sincera, que permanece até hoje e foi a base sobre a qual construímos nosso relacionamento.
Bom, seria fácil poder contar que da amizade passamos ao namoro, noivado e casamento, simples assim, mas não foi o que aconteceu, afinal eu tinha que ter meu coração moldado, curado e tratado pelo Senhor, então nosso caminho até o casamento teve algumas curvas.
Quase no final do curso resolvi voltar para Camaquã, minha cidade, e, vejam só… era aqui que o Jônatas estava fazendo seu estágio do Seminário, e então além de amigos passamos a ser também parceiros no ministério. Servíamos no grupo de jovens e quando ele estava na cidade passávamos muito tempo juntos, o que permitiu que a amizade fosse evoluindo… Conversávamos sobre muitos assuntos e estabelecemos uma relação de sinceridade e confiança. Nenhum dos dois estava namorando nessa época, e também seria bom poder dizer que começamos o namoro a partir de então, mas ainda não foi assim, eu demorei para admitir que o estava vendo com outros olhos, além de somente amigos. Até que um dia contei a uma amiga que estava pensando na possibilidade de talvez admitir que um dia pudesse “gostar” do Jônatas, assim mesmo, de forma bem enrolada, ainda não querendo reconhecer por completo meus sentimentos, afinal de contas já tinha me machucado tantas vezes que de jeito nenhum queria isso mais uma vez. Mas, não podemos esquecer de que era o próprio Deus quem estava escrevendo esta história… e Ele estava cuidando de todos os detalhes!
No final do ano começamos a organizar um acampamento de jovens e isso nos fez passar ainda mais tempo juntos, e a essa altura eu já sabia que o amava, mas ele não sabia disso. Confesso que em alguns momentos eu achava que ele percebia e correspondia, mas não tinha certeza. Até que, num triste dia pra mim, recebi, através da mesma amiga com quem tinha conversado, a notícia de que ele estava namorando! Como assim namorando? E eu? E nós? E por que ele não me falou nada sobre isso? Qual é, Deus?! Fiquei sem entender nada! Ele não havia me dito nada a respeito… Fiquei muito chateada com ele, com Deus, com toda a situação! Até teve um dia em que falei com ele sobre meus sentimentos, mesmo sabendo que nada mudaria, mas eu precisava falar. De fato, nada mudou entre nós, ele continuou namorando e continuamos amigos, mas para mim muita coisa mudou a partir disso… Adentrei num tratamento intensivo preparado por Deus para minha vida, e aprendi sobre paciência, dependência, confiança, submissão e também aprendi sobre verdadeiramente esperar em Deus.
E então…  vocês terão que esperar pela próxima sexta para ver como foi o desenrolar dessa história. Até! :*
Renata Pereira F. Brasil de Borba
Camaquã, RS