Minha História de Amor – Caio e Valeria Parte 4

♪ Clique aqui para ouvir The Prayer enquanto lê a parte 4 da história de amor deste casal mega especial pelo olhar do Caio. (:

PARTE IV

Mesmo gostando de tudo o que estava acontecendo na nossa vida, Valeria e eu sabíamos que algo faltava, e isso era obedecer ao chamado que Deus nos tinha feito muitos anos atrás para trabalhar como missionários. Depois de ter os nossos estudos terminados decidimos começar o processo que a Junta de Missões Internacional nos pedia. Uma das coisas era vender tudo o que tínhamos e não ter nenhuma dívida. Não tínhamos nenhuma dívida então só faltava vender tudo. Deus foi abrindo as portas de uma maneira incrível, pois nesse tempo os Estados Unidos estavam passando por uma crise econômica muito grande e ia ser quase impossível poder vender a nossa casa. No entanto, Deus se mostrou e não só conseguimos vender a casa, mas também em menos do tempo que pensávamos, levou só dois meses. A intervenção de Deus foi tão evidente nessa venda que até o corretor de imóveis mesmo nos falou, “Deus realmente quer que vocês vão embora. ” Depois de onze anos de receber o nosso chamado, finalmente chegamos ao campo missionário. Nosso primeiro destino foi Florianópolis, SC, Brasil. Aí começamos a aprender o português, e Valeria estava grávida de seis meses do nosso terceiro filho, Matias. Matias nasceu aqui no Brasil, e agora a nossa família, se pode dizer, que é internacional.

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Minha História de Amor – Caio e Valeria Parte 3

♪ Clique aqui para ouvir Un verso de Amor enquanto lê a continuação desta história. (:

PARTE III

Nossa vida de casados tinha começado, e muitas aventuras esperando para serem vividas.

O primeiro ano foi um tempo de muita adaptação, com desafios e vitórias. A Valeria começou a estudar inglês, participamos em duas viagens missionárias dentro do Uruguai, passamos muito tempo com amigos e familiares e o que mais desfrutávamos eram nossas tardes na praia tomando chimarrão enquanto olhávamos o pôr do sol.

A vida no Uruguai era muito linda. o que mais podíamos pedir?! Mas ambos sabíamos que Deus pedia algo mais de nós, e foi a partir daí que decidimos tomar nosso primeiro passo de fé para ir estudar nos Estados Unidos. Deixamos tudo, neste período vivemos realmente o versículo “e o homem deixará mãe e pai e se unirá a sua mulher.” Depois de 10 meses de casados o tempo chegou para irmos aos Estados Unidos, eu fui primeiro e a Valeria chegou um mês depois por questões de documentos, pois para ela ter o visto pediam que eu tivesse um trabalho e um lugar para morar. Quando finalmente Valeria chegou, foi muito lindo poder nos reencontrarmos depois de um mês. Nosso novo lar agora era um apartamento que eu tinha alugado sem nenhum móvel, pois eu decidi esperar até que ela chegasse para comprar todos.

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Minha História de Amor – Caio e Valeria – Parte 2

Na sexta começamos a contar a história do Caio e da Valeria na perspectiva dele aqui. Segue a segunda parte.

Dê um play e aprecie a história com uma boa música!

PARTE II

Foi em abril de 2000, uns três meses depois do nosso reencontro no balneário de “La Tuna, ” que nós decidimos começar a namorar. Ela pensava que íamos namorar três ou quatro anos antes de nos casar, eu estava mais pensando em um ano. Nesse tempo, eu trabalhava três semanas por mês de missionário e uma semana por mês na construção. Eu viajava muito ao interior do país. Valeria vivia na capital e trabalhava numa biblioteca na universidade onde ela estudava. Não tínhamos muito, quando saiamos íamos a parques, ou a praia caminhar e tomar chimarrão. Ela finalmente já não era tão tímida e passávamos horas e horas falando.

No nosso aniversário de um ano de namorados, eu tinha um plano para surpreendê-la. Eu ia pedir para ela se casar comigo. Nos Estados Unidos é costume dar uma aliança a namorada, geralmente esse anel é de ouro com um diamante. Depois de procurar por muito tempo e não achar nada parecido, a minha mãe foi que me ajudou achando um ela mesma. Foi assim que eu já podia colocar o meu plano em prática, o qual consistia em sair ao cinema, ir comer, ir à praia caminhar na beira do mar e finalmente, o tão esperado momento de pedir a sua mão. Bom, não saiu tudo como esperado. A princípio tudo estava bem, eu fui buscar ela no seu apartamento, pegamos o ônibus para o centro de Montevidéu, chegamos ao cinema. Nem lembro que filme assistimos, eu só estava pensando no anel e como ia pedir a sua mão. Depois do cinema saímos para o restaurante, até aí tudo legal. No entanto, quando saímos do restaurante o tempo mudou e estava frio e ventoso. Mesmo assim eu não tinha desistido da minha maravilhosa ideia de propor-lhe casamento na beira do mar debaixo da lua e as estrelas. Não podia ser mais romântico que isso, não é? Pois começamos a caminhar em direção à praia, quanto mais perto da beira do mar, maior era o vento e o frio. Quando finalmente chegamos à beira do mar, começamos nossa “romântica” caminhada. Bom, essa caminhada planejada para ser romântica, na verdade, agora tinha se convertido numa luta contra o vento e as gotas geladas do mar que salpicavam o mar que estava alta pela aproximação da tormenta. Portanto, tive que pôr em prática o meu plano B, o qual consistia em encontrar um lugar resguardado do vento para poder dar o tão esperado anel a minha possível futura esposa. Esse resguardo terminou sendo uma estátua histórica do revolucionário Simon Bolívar, libertador da Venezuela, que ficava atravessando a rua na frente da beira do mar. Foi ali que eu decidi dar o anel e pedir a mão da Valeria em casamento, que nesse momento estava tremendo de frio e provavelmente perguntando-se por que estaríamos ali nesse momento. Assim que eu lhe fiz a tão esperada pergunta com o anel na mão, ela só olhava para o anel sem dizer nada. Depois me abraçou, e o silêncio dela suspenso no ar continuava até que finalmente olhou para mim e me disse: “Si.” (Sim) Esse foi o dia que nos comprometemos.

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Minha História de Amor – Caio e Valeria – Parte 1

Hoje a história de amor será contada de uma perspectiva diferente, é a história de amor do Caio e da Valeria contada pelo Caio.

Ele é americano, ela uruguaia. 💟

Dividimos em 4 partes a história e postaremos hoje, segunda, quarta e sexta da próxima semana. Acompanhe! Ah, dê um play abaixo e faça a leitura acompanhada de uma boa música. 🙂

Parte 1

Eu não queria ir ao acampamento de adolescentes, mas meu pai ia ser o pastor do acampamento e ia junto com a minha mãe, foi assim que eu tive que ir. Nesse tempo eu tinha 16 anos. O retiro anual de adolescentes batistas foi no Uruguai num balneário chamado “La Tuna” em janeiro de 1996. No primeiro dia, eu conheci muitas pessoas e uma menina que eu tinha conhecido me disse “Eu quero te apresentar para a minha melhor amiga.” Eu não tinha ideia de que eu estava a ponto de conhecer a minha futura esposa, Valeria. Lembro que o seu sorriso, o seu cabelo castanho e a pele foram o que chamou mais a minha atenção.  Nesse dia na praia, foi que começou a nossa amizade. Porém, eu falava muito e ela era muito tímida e não falava quase nada.

Ambos morávamos em cidades diferentes, e nos próximos dois anos nos vimos poucas vezes, em encontros de igrejas, outros acampamentos cristãos e em concertos. Lembro que uma vez a Valeria e a sua amiga vieram perto de casa e nos encontramos num lago. Apesar da sua timidez que impedia que eu conhecesse mais ela, conseguimos começar uma linda amizade. No entanto, meu tempo no Uruguai estava acabando, pois eu já tinha feito os 18 anos e estava por ir aos Estados Unidos para estudar na universidade. Na minha última semana no Uruguai, me lembro que nos encontramos com a Valeria num ônibus. Ali foi quando passamos nossos endereços, eu dei para ela o dos Estados Unidos e ela o da sua casa em Montevidéu e mais adiante o endereço da sua tia na Inglaterra, pois ela ia viajar também para Londres a estudar inglês. Assim foi que começaram as cartas (essas escritas no papel como se fazia antes e que ainda temos guardadas). Graças a elas, a continuação da nossa nova amizade foi possível por mais dois anos apesar de morarmos tão longe um do outro.

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Minha História de Amor – Sâmela e Luiz

Olá meninas! Hoje quero compartilhar com vocês minha história de amor com o Luiz.

Eu conheço ele desde quando meu pai veio pastorear a Igreja aqui em Pato Bragado – PR. Já fazem alguns aninhos, eu tinha 12 anos ainda. Como a cidade é super pequena (e naquela época era menor ainda), todo mundo sabia quem era quem. Uns três anos depois começamos a conviver um pouco por causa do voleibol, eu e ele treinávamos aqui no time da cidade, sempre estávamos brigando hehehe… Mas nunca passou pela minha cabeça (e com certeza pela dele também não) que estava diante do meu futuro marido. O tempo foi passando e a adolescência e suas “paixões relâmpagos” também, e fomos seguindo nosso caminho, um diferente do outro. Ele sempre foi um garoto que gostava de chamar muita atenção, e eu até preferia não estar muito perto dele e dos amigos dele, nossos estilos eram bem diferentes, eu era bem tranqüila e ele bem “vida loka”, aquele estilo rockeiro que andava até com umas correntes enoooormes, roupa preta, de bandas da pesada, etc…

Ele começou a fazer faculdade de Educação Física, e eu de Administração. Lembro que ele teve uma namorada nessa época da faculdade, e eles sempre passavam bem do lado da nossa casa (hoje chega a ser engraçado lembrar disso…) e nessa época já não brigávamos hehehe, trocávamos “Oi” e nada mais. Eu terminei a faculdade, estava com 20 anos e algumas vezes lembrava de pedir a Deus um namorado segundo a vontade Dele, pois não queria sofrer por fazer algo errado, hoje vejo muitas meninas, adolescentes que não conseguem esperar o tempo de Deus pra suas vidas e acabam entrando em relacionamentos que não agradam a Deus, e por mais conselhos que tentamos dar elas acabam “seguindo o coração” e não seguindo a Vontade de Deus. Isso me entristece muito, pois também já passei por essa fase, mas essa vontade passa, e hoje vejo que entregar um futuro relacionamento nas mãos de Deus é a melhor escolha que uma menina pode fazer

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Minha História de Amor – Vera e Cícero

Já tendo ensaiado essa escrita há algum tempo, retomo-a comprometida em compartilhar um pouco da história de nós dois, história de Deus que um ao outro apresentou, presenteando-me.

Havia decidido que só me permitiria viver um novo relacionamento se houvesse forte convicção da parte de Deus. Alguns anos (7) já haviam se passado desde então, não se ausentando deles as pressões, por vezes internas, outras tantas externas.

Interessante que já havia ouvido algo do tipo “quando você menos esperar, pode acontecer”, e até mesmo reproduzia essa fala, sempre para outras meninas… Já havia, em outros momentos, desejado que enfim acontecesse e encontrava-me vivendo um momento que descrevo como o tempo em que estive mais bem resolvida quanto a minha “solteirice”. O Senhor havia estabilizado meu coração e havia providenciado um tempo de renovo, na ocasião de uma visita a minha irmã, em Volta Redonda- RJ.

O ano de 2013 prometia: TCC, trabalho, estágio, viagem missionária a Moçambique, preparativos para a formatura, definições para o futuro… Categoricamente, quando perguntada acerca de possibilidade de um relacionamento, respondia que isso não cabia na agenda do ano, pois demandaria de investimento que não estava em condições de fazer. Ironicamente, meu discurso ruiu e eu ri… Não pude deixar de pensar que Deus tem bom senso de humor…

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Minha História de Amor- Maiara e Augusto

Eu e o Augusto nos conhecemos quando ainda éramos juniores. Na época eu morava em Panambi e ele também. Algum tempo depois ele foi, juntamente com sua família, morar em Toledo-PR, e ficou lá até 2008. Quando chegou em Panambi de volta, eu estava naquela fase de adolescente… E me “apaixonei” pelo Augusto. Achava ele o máximo, porque ele tocava piano, porque era querido com as pessoas, educado e porque eu gostava da voz dele. Essa paixãozinha (que eu achava que era amor) durou cerca de três anos: ele sabia que eu gostava dele. Mas… ele não gostava de mim. Confesso que, apesar de hoje olhar para trás e admitir a imaturidade que eu tinha, ainda lembro de como era difícil e doloroso não ter um sentimento correspondido. E eu sempre orava e pedia a Deus que se o Augusto não fosse alguém com quem eu poderia casar, que Ele tirasse de mim o sentimento tão profundo que eu tinha.

Foi em 2011, quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, que as coisas começaram a mudar (e melhorar para mim). Lembro de um dia bem específico em que eu tinha prestado o vestibular da Universidade de Passo Fundo – final de novembro – Estávamos na casa de uma menina da igreja com alguns adolescentes e jovens e (pasmem!) o Augusto começou a conversar comigo. Isso foi incrível para mim, pois ele não costumava puxar assunto “do nada”.

Se conversávamos era na igreja, por algum assunto do momento, em algum ministério, mas nunca nada pessoal e cara a cara (porque eu bem que tentava puxar uns papos nos tempos do MSN, rs). E naquele dia ele me fez perguntas sobre onde eu ia estudar, se ia embora de Panambi, me perguntou meus planos para o futuro. Imaginem quão confusa fiquei! Confesso que na hora até pensei algo como: “Não se iluda, Maiara. São perguntas que qualquer pessoa faria, afinal você está se formando…”. Mais tarde descobri que ele estava começando a se interessar.Leia mais…

Minha História de Amor – Bianca e Valdeci

Era uma tarde de domingo, e como sempre, eu estava na igreja.

Morava num pequeno vilarejo perto da cidade de São Lourenço d´ Oeste – SC, e, como dependia de ônibus, sempre chegava mais cedo. Faltavam poucos minutos para começar o culto do domingo à noite e eu estava na área da pequena casa de madeira onde tínhamos a igreja, quando de repente uma moto branca parou em frente à igreja… Nela um rapaz vestindo uma jaqueta de couro preta, arrumava o cabelo no espelho da moto. Eu olhei e pensei: meu Deus, que gato!!! Meu coração disparou e continuou assim quando vi que ele vinha em minha direção. Tinha vindo à igreja! Afinal, de onde tinha saído aquele gato de olhos verdes e sorriso tão lindo? Logo fomos apresentados pelo pastor Oscar e Mariles: “Bi, esse é o Nini! Ele aceitou Jesus essa semana!” Naquele momento algo bem lá no fundo me dizia: É esse!  Mas eu tinha apenas 16 anos, e ele recém estava chegando na igreja…

O tempo passou, começamos a estudar a bíblia juntos (rsrs) e claro, logo virou namoro. Num domingo, ele foi conversar com meus pais, só nós, na sala (e mais alguém espiando no buraco da pia, lembra Greyce e Lídia?). Enfim, tivemos permissão para namorar, mas, o namoro durou pouco. Ainda era muito cedo.

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Minha história de Amor – Renata e Alan

Olá meninas, fui convidada para compartilhar com vocês sobre minha história de amor. Confesso que este foi um desafio enorme para mim, pois não sou muito de romances e tal. Mas desafio proposto é desafio aceito, então, vamos lá!

Eu e o Alan temos uma história de amor precoce, digamos assim. Começamos a namorar novinhos, noivamos novinhos e casamos novinhos. Mas isso nunca foi problema para nós, sempre fomos muito maduros e comprometidos com nosso relacionamento. E o que estava nos planos de Deus simplesmente aconteceu e somos muito gratos a Deus por isto. Ás vezes ouvimos alguns comentários do tipo: “nossa, pra que casar tão cedo, são tão novos, deviam esperar mais, blá, blá, blá”. Mas tudo aconteceu conforme a vontade de Deus, e nós não nos arrependemos de nada, pelo contrário, somos eternamente gratos a Deus por tudo.

Mas vamos começar a falar de quando tudo começou, lá em 2006, quando eu tinha 14 anos. Era meu primeiro ano do ensino médio, eu estava feliz da vida porque fui aprovada para estudar no CEP (Colégio Estadual do Paraná). Quando começou o ano letivo, fiz testes em alguns esportes e passei com louvor no atletismo, para as provas de velocidade. E foi lá, no atletismo, que conheci meu marido.

Todos os dias, após a aula, treinávamos durante umas 2 horas. Ele já era “profissional” e eu iniciando do zero.  Eu andava e treinava com o grupo das “calouras” (como éramos chamadas), e éramos em torno de umas 10 meninas, todas no auge da adolescência, com papos de adolescentes e brincadeirinhas de adolescentes. Assim, quando estávamos batendo papo, fazíamos o ranking dos mais lindos hahaha (quem nunca?!). E listávamos o mais bonito, o mais forte, o cabelo mais bonito, e assim vai… E o Alan dominava alguns primeiros lugares destas listas.

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Minha História de Amor – Alan e Ellen

Tudo começou em janeiro de 2013 no ACAMZECA (acampamento para adolescentes). O Alan me viu em um lugar do acampamento e segundo ele, eu chamei a sua atenção. Um dia depois que acabou, ele me adicionou no Facebook e chamou para conversar. Ele logo se mudaria para Ijuí, para participar de um projeto Intensivo no Seminário, o Wake Up que seria por um semestre e com isso ficaria difícil para mantermos contato.

Passaram-se os seis meses e conversávamos bem pouco, até que no fim de julho a nossa amizade cresceu muito, e eu me vi gostando dele. Diante disso o medo tomou conta de mim devido a diversos fatores como: distância, o fato de pensar que ele nunca gostaria de mim, o medo de perder sua amizade, o meu desejo de ir para o Wake Up e isso atrapalhar, entre outros fatores.

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