Minha História de Amor – Natan e Vicky – Parte 2

Reading Time: 6 minutes

continuação

… Mas eu me contive e falei “Sim”, que gostaria de orar com ele!

Ele conversou com meu líder de jovens que era colega de seminário dele e veio até minha cidade para falar com meu pastor, conhecer minha mãe e falar para ela que iríamos nos conhecer (mesmo ela não sendo cristã). Só então começamos a orar juntos! Comprei um chip da TIM (que foi uma benção, porque podíamos nos falar por R$0,25 a chamada) e começamos a conversar sobre tudo, tudo mesmo… desde quantos filhos cada um gostaria de ter até o que faríamos se um de nós ficasse doente e acamado. Conversamos sobre planos, sonhos e tudo mais!

Aí você deve estar pensando: “Ah Vicky, mas vocês nem namoravam ainda!”. Pois é meninas, mas esse é momento de se conhecerem para saber se é pra casar com o menino ou não. Vai que eu quisesse algo totalmente diferente dele e se não conversássemos sobre isso, poderia ser motivo pra terminar um namoro e eu queria namorar pra casar. Então conversar coisas relevantes é importante!

Além disso, desde que orávamos já fazíamos devocionais juntos, afinal nosso relacionamento deve ser à três (o menino, a menina e Deus). Fazíamos devocional por telefone. Liamos um capítulo da Bíblia e depois, por telefone compartilhávamos o que tínhamos tirado de aplicação. Depois orávamos juntos por telefone. Combinamos que iriamos orar por 4 meses e depois decidiríamos se avançaríamos no relacionamento ou não.

O tempo de oração acabou. Eu sentia paz de avançar no relacionamento porque tínhamos planos que se encaixavam. Eu vi que seria possível me submeter aos planos e à missão dele.

Leia mais…

Minha História de Amor – Natan e Vicky

Reading Time: 5 minutes

Olá Meninas…. Meu nome é Virginia Vitória, mas todos me chamam de Vicky! Vim pra falar da minha história de amor! Sou casada com o Natan Martins há dois anos e dois meses e estamos juntos desde novembro de 2012! Mas eu creio que nossa história de amor começou bem antes de nos conhecermos… Daí você vai se perguntar: Como assim Vicky? Como uma história de amor pode começar antes de vocês se conhecerem??? Calma que eu vou explicar….

Tudo começou em 2009, o ano que entreguei minha vida a Jesus… Até então, eu dizia que jamais iria me casar, afinal vinha de um círculo familiar e interpessoal em que os  casamentos se desgastavam, havia sofrimento por parte dos casados e familiares, haviam brigas até que resultava em término. Assim, eu não via muita lógica de construir um casamento se as histórias sempre se repetiam… Até que em março de 2009, minha vida foi transformada! Sim… foi nessa época que entreguei minha vida a Jesus, lembro-me de ter ido num culto de jovens na Igreja Batista em Camobi/Santa Maria-RS (no qual fui por consideração à um amigo que me convidou) e lá conheci pessoas que eram diferentes. Tinham tanta alegria (e aquilo me impactou afinal, eu já havia até pensado em tirar minha vida, de tamanha tristeza e vazio que habitavam dentro de mim!). Não me recordo exatamente o que o pastor pregou naquela ocasião, mas lembro-me de ao chegar em casa orar pela primeira vez em meu quarto e falar para Deus que eu não queria mais que minha vida fosse daquele jeito, não queria que houvesse aquele vazio dentro de mim. Queria que Ele fosse o Dono da minha vida! Bom, depois disso continuei frequentando a Igreja na qual havia visitado naquele dia até que um dia, num culto de domingo fui à frente em um apelo em que fui constrangida pelo fato de o preço do meu pecado ter sido pago por Aquele que não tinha pecado algum.

Leia mais…

Minha história de amor – Carlos e Rejane

Reading Time: 7 minutes

Olá, Meninas de Fé. É com muita alegria e com gratidão a Deus que compartilho com vocês a nossa história de amor, porque não é só a história de um casal que se conheceu, namorou e se casou. Na verdade, é também a nossa trajetória de vida, de crescimento e envolveu muito mais do que aqueles jovens e alegres corações imaginavam quando sentiram o palpitar na primeira troca de olhares.

E começou há muito tempo atrás, no longínquo ano de 1992. Conheci o Carlos, meu eterno namorado, através da prima dele, Beatriz, que era minha colega na escola. Eles, de origem alemã, moravam na bela e bucólica Colônia Nova, distante uns 45 quilômetros da cidade, lá faziam parte da Igreja Evangélica Irmãos Mennonitas, onde até hoje cultivam a tradição de haver cultos em alemão. Carlos e eu tínhamos 19 e 17 anos, respectivamente. Foram alguns meses de amizade e muitas conversas, algumas flores de remetente secreto até início do namoro. No entanto, havia um problema sério aí, pois eu não conhecia Jesus.

Sempre fui católica e não que eu fosse resistente ao Evangelho, mas este nunca foi me apresentado antes. No início do namoro, tudo parecia muito bem, pelo menos para mim. Como ele morava longe, nos víamos aos domingos quando ele ia na minha casa e passávamos o dia inteiro juntinhos. Nas segundas-feiras, escrevíamos cartas um para o outro e como o serviço dos correios não era lá essas coisas, às vezes só as recebíamos depois de termos nos visto de novo na semana seguinte, mas era uma rotina apaixonante. O que eu não sabia, porque ele não queria me aborrecer contando, era que nosso namoro não era motivo de alegria na família dele, por eu não ser cristã evangélica e também porque sua família de origem alemã não era muito favorável à miscigenação, como resultado disso não haviam “brasileiros” nela. Eu não sabia também que nosso relacionamento havia rompido com a paz na família e as discussões dele com seus pais eram constantes. Aquele namoro que para nós era motivo de tanta alegria, para ele já estava sendo um peso pois andava em desobediência aos seus pais e isso trazia sofrimento. Então um dia, quando sua irmã, hoje minha querida cunhada Eve o aconselhava na Palavra, disse-lhe: “Você gosta mesmo da Rejane? Quer ela mesmo? Então você deve entregá-la para Deus!”- falou com a Bíblia aberta em sua mão, elevando o braço para cima como posição de entrega. Naquele momento, ele, em meio a choro e coração contrito fez a oração que, eu creio, foi a intercessão pela minha salvação… entregou-me à Deus!

Leia mais…

Minha História de Amor – Mayara e Herter

Reading Time: 8 minutes

OI Gurias !! Então vai lá. Um tempo antes de conhecer o Herter, fui em um acampamento onde teve uma oficina sobre namoro, ai a menina falou várias coisas a respeito disso e no final pediu para que fizéssemos uma carta para Deus, descrevendo como queríamos que fosse o nosso marido. Confesso que no início achei muito estranho, mas fiz igual. As loucuras que coloquei na lista vocês não tem noção. Eu detalhei tudo, cor do cabelo, altura, personalidade entre milhares de outras coisas. Saindo do acamps, continuei orando por aquele cara da lista, mas ainda era nova e nem pensava em namorar. Então, no ano de 2011, dia 17 de agosto para ser mais exata, estávamos nós bem belos no culto da igreja (OBS: tive uma semana de aula de bateria e o pr resolveu que eu tinha que tocar aquele dia, eu acabei com o louvor), quando de repente entra ele na igreja, mas foi aquela coisa assim, um visitante.

Depois do culto teríamos a festa do branco e preto e tínhamos feito branquinho e negrinho para a galera, aí descemos para o salão da igreja. Lá fiquei com minhas amigas quando vê minha mãe chega e diz: “vai falar com aqueles meninos“, e eu disse que não, que não conhecia eles, mas como ela era a líder e insistiu até eu ir. Então lá estava o Herter, com o violão no colo, uma jaqueta de couro marrom e uma blusa dos ramones. Conversamos um tempo e naquela semana nos add nas redes sociais (época do MSN ainda).

O tempo foi passando e fui conhecendo ele, um guri louco que amava festas, ficava com várias gurias, mas que estava na igreja todo final de semana, sempre prestando muita atenção em cada mensagem. Aí chegou o fato mais inacreditável da nossa história. Meu pai começou a convidar ele pra ir lá em casa, isso era janeiro e ele já tinha tomado a decisão por Jesus, parado de beber, começado a mudar de vida, mas enfim meu pai chamava ele lá pra casa. Gente vocês não tem noção, eu nunca conversei tanto com alguém na minha vida como com o Herter, e daí fui começando a sentir algo mas não queria sentir, não queria que isso estragasse a amizade que tínhamos, então toda noite orava: “Senhor eu não posso gostar dele, não deixa isso acontecer.”

Leia mais…

Minha História de Amor – Felipe e Jéssica

Reading Time: 4 minutes

Sempre admirei um menino chamado Felipe, que passava todos os dias em frente ao local onde eu trabalhava no ano de 2009 com sua mochila carregada de livros. Eu apenas sabia quem ele era (o nome e que era da fé), mas não nos conhecíamos.

Antes mesmo de conhecê-lo, orava pelo meu futuro esposo. Lembro que colocava diante de Deus as características que gostaria que ele tivesse, entre elas, que soubesse tocar violão, que fosse quatro anos mais velho do que eu, que tivesse cabelos pretos e que pudesse me motivar na fé e me levar para mais perto do Senhor a cada dia.

Cerca de um ano depois, estava procurando alguém para me ensinar a tocar teclado. E uma amiga minha conhecia um rapaz chamado Felipe que dava aula de teclado. Ela começou a me falar sobre ele, e por fim, ele era o tal do moço que tanto eu admirava de mochila cheia de livros, que passava em frente ao meu trabalho… Passaram-se alguns dias e, junto com minha irmã mais velha encontrei ele no centro, falamos com ele sobre as aulas de teclado. Marcamos o dia e horário, e enfim começamos as aulas.

Durante as aulas passamos a nos conhecer melhor, descobri que ele tinha 21 e eu tinha 17 anos (4 anos mais velho!), que ele dava aula de teclado e também de violão (sabia tocar violão!), ele tinha os cabelos pretos, e enfim também tinha sede de conhecer mais a Deus e viver sobre a graça de Jesus… Na sala da casa dos meus pais, orávamos juntos antes de começar as aulas, começamos a trocar livros, compartilhar experiências com Deus e em vários pontos nos identificamos. Um dos livros abençoados que li durante as aulas de teclado que ele me emprestou e eu super indico é “O Obstinado Amor de Deus – Brennan Manning” é muito bom!

Leia mais…

Minha História de Amor – Fredi e Cátia

Reading Time: 4 minutes

Escrever nossa história de amor não é a tarefa mais fácil. Não sou muito boa com palavras e muito menos em expor sentimentos publicamente… Mas vamos lá!!! O amor é lindo e merece ser compartilhado! 🙂

Nos conhecemos há muito tempo, desde os muitos Acamzecas  em que ambos participamos. Eu de Panambi e ele de Santa Rosa, a verdade é que nos víamos e no máximo um oi e tchau eram as palavras trocadas, ou os famosos recadinhos nos livrinhos do acampamento: “Você é muito legal”, “Abraço do seu amigo Fredi” … Eu sempre o notei, achava bonito, mas era mais uma “paixonite” de adolescente, sabe?  Escrevi sobre ele no meu diário em fevereiro de 1997, há quase 20 anos, e nunca imaginei que um dia iríamos casar.

Mas passaram-se os Acamzecas, vieram os Congressos e nós nem “conversávamos”, diz o Fredi que era tímido e por isso não puxava conversa, rsrsrsrs.  Cada um seguiu sua vida, eu fui para a Faculdade em Rio Grande –RS e ele veio para Florianópolis – SC, uma longa distância.

Já formados continuamos a seguir caminhos diferentes, em Estados diferentes, mas não tão distantes.  Em 2006, quando eu vim passar um feriadão com amigos em Floripa, nos reencontramos após 5 anos (a última vez que lembramos termos nos visto era no Congresso de 2001). Algo despertou o encanto um pelo outro. Vieram as conversas por msn, e-mails, Orkut, telefonemas… viagens…  (eu ainda morava no RS e ele em SC) e muitas orações depois…  no dia 06/04/2007, sexta-feira santa, um lindo dia de sol, ele me convidou para sair, era uma surpresa!!!! Levou-me a praia, estendeu uma toalha na areia e em um lindo piquenique de café da manhã, presenteou-me com uma rosa vermelha e um romântico pedido de namoro.

Leia mais…

Minha História de Amor – Evelyn e Luiz

Reading Time: 7 minutes

Meu nome é Evelyn e tenho 22 anos, sou casada a três anos com o Luiz um cara que realmente representa a graça de Deus na minha vida. A nossa história, apesar de tudo ter acontecido na velocidade da luz, começa muito antes de nos conhecermos. Enquanto ele vivia a sua vida em Marechal Candido Rondon no Paraná, eu vivia a minha em muitos lugares. Nunca fiquei mais de cinco anos no mesmo lugar, quando não mudávamos de cidade, mudávamos de casa. Resumindo a minha vida sempre foi inconstante.

Desde de muito cedo eu me apaixonei pelo romantismo, eu me lembro de um sonho que repetidamente eu tinha desde pequena, onde eu me via descendo as escadas da minha casa com um vestido lindo e alguém abria a porta da sala, mas sempre quando ele ia aparecer eu acordava. Aquilo me encantava e o objetivo da minha vida se tornou conhecer o amor da minha vida. O que eu não imaginava era que isso se tornaria o meu ídolo.

Hoje eu vejo que as meninas chamadas “fáceis” são aquelas que são oferecidas e que se vestem pra provocar. Mas, por incrível que pareça o meu pecado era ser “fácilemocionalmente. Eu perdi as contas de quantas vezes eu me apaixonei e de quantos imaginei na beira do altar. Fisícamente eu me preservava, mas emocionalmente me entregava sempre. Quando eu me converti aos 14 anos a única área da minha vida que não deixei Deus mudar foi esta. Na igreja não foi diferente, e sim, eu me apaixonei por todos e também fiz meninos de Deus perderem seu foco em Deus para sonharem comigo o meu sonho egoísta de fazer da minha vida um filme de romance. Bom, perdi quatro anos de vida com Deus por causa da minha busca implacável por uma história de amor.

Leia mais…

Minha História de Amor – Mari e Lucas

Reading Time: 3 minutes

Olá gurias!!  Moro em Santa Cruz do Sul-RS e tenho 30 anos. Hoje é a minha vez de compartilhar com vocês a minha história, ou melhor a nossa história: a história do Lucas da Mari e da Mari do Lucas.

Nossa história de amor começou antes de entregar a minha vida a Jesus, mas a mão D’Ele já vinha conduzindo tudo sem eu perceber…

Sou farmacêutica e trabalho em uma drogaria, há 4 anos atrás o Lucas era represententate comercial e atendia farmácias. Nessa época o Lucas morava em Viamão-RS e eu morava em Candelária e trabalhava  em Santa Cruz.

Num dia desses o Lucas teria um treinamento em Santa Cruz, mas resolveu dar uma passada em algumas farmácias para ver se tinha os produtos dele e foi assim que nos conhecemos.

Ele entrou na farmácia e fui eu quem o recebi, conversamos bastante e ele acabou treinando minha equipe naquele dia e foi embora. Acabamos nos adicionando no MSN e começamos a conversar e assim, as vindas a Santa Cruz começaram a ser mais frequentes e quando percebemos estávamos apaixonados um pelo outro.

Leia mais…

Minha História de amor – Mari e Eliseu #Repost 7/10

Reading Time: 5 minutes
Olá!
Sou a Mariana e aqui estou para contar um pouco da minha história, especialmente a parte romântica dela… Preparem os lenços porque vocês vão chorar – de tanto rir – com algumas coisas que vou contar-lhes.
Sou natural de Porto Alegre/RS e lá vivi até 2005, quando mudei para Getúlio Vargas/RS em razão do trabalho (e porque Deus mandou, claro).
Minha juventude foi tranquila no quesito paixonite, com poucas e breves crises de vou-ficar-pra-titia. Lembro da esposa de um dos pastores da igreja onde congregava em POA, que um dia concluiu a meu respeito dizendo: “Filha, vou orar por você, pedindo que Deus te lembre de orar por um esposo”! 
Depois de algum tempo da oração da irmã, incluí o marido na lista de pedidos.
Creio que Deus não determina a pessoa com quem devemos casar, mas sim que Ele proporciona que conheçamos alguém especial, que se encaixa nos nossos sonhos (tipo livre arbítrio versus predestinação). E foi assim comigo, encaixado até nos detalhes!

Leia mais…

Minha História de Amor – Karol e Filipe

Reading Time: 6 minutes

Muito prazer, sou Karol 🙂 Primeiramente agradeço o convite e para mim vai ser uma honra poder compartilhar com vocês um pouco da minha história de amor.

Minha história de amor começou muito cedo, na minha adolescência ainda com 14 anos. Começou cedo, mas não começou com um sentimento de amor como nos filmes de paixão adolescente. Quando conheci o Filipe (meu esposo), jamais passou pela minha cabeça a ideia de um relacionamento, muito menos casamento! O Filipe era apenas mais um menino de 16 anos (um moleque na verdade) com quem eu pegava o ônibus para voltar da escola, apenas mais um dos meninos que eu conversava na igreja, apenas mais um, e que na verdade conhecia a pouquíssimo tempo, pois tinha chegado na igreja que eu frequentava recentemente.

Porém com o passar dos dias, percebi que nossas conversas me faziam muito bem e que aquele menino estava sendo muito legal comigo a ponto de sempre estar por perto, nas horas chatas e nas horas legais também. No decorrer de um ano ficamos muito amigos, conversávamos sobre tudo. Nos tornamos melhores amigos, confidentes. Nesta época, nos víamos todos os dias, já que durante a semana pegávamos ônibus juntos para voltar do colégio, sábado e domingo nos víamos na igreja. Éramos tão amigos que cheguei a ter um sonho certa vez. No sonho, eu via que o Filipe nunca mais ia sair da minha vida, que viveríamos um na vida do outro pra sempre. Mas no sonho não dizia de que forma viveríamos juntos, e é claro que eu, naquele nível de amizade, achava que ele seria meu eterno melhor amigo…

Leia mais…