Minha história de amor- Patrick e Manuela Allebrandt

A nossa história de amor, assim como muitas histórias dos jovens da convenção pioneira, começou no ABP (Acampamento Batista Pioneiro).

Como todo ano, em 2013 estava eu em mais um Acamzeca (acampamento para adolescentes da Jumap), mas nesse ano eu estava diferente. Tinham acontecido muitas mudanças, principalmente na vida espiritual, eu havia decidido que meu foco estava totalmente em Deus, que eu iria para o acampamento, mas que eu não queria fazer nenhuma amizade, que eu aproveitaria o acampamento para aprofundar e crescer no relacionamento com Deus. E também, eu recém tinha começado a faculdade de direito, tinha decidido que 2013 seria um ano dedicação exclusiva a Deus e aos estudos.

Eis que então, o Patrick surge… ele já era conhecido da Eve/Veve (uma das minhas melhores amigas) então, por mais que eu não quisesse, acabamos nos conhecendo por intermédio dela, e tomamos alguns tererês juntos, porém, sem trocar nenhuma palavra.

Voltando do Acamzeca o Patrick me adicionou no facebook e veio querer puxar assunto, mandou vários “Oi tudo bem 😊?” e eu pensava “nossa que menino chato, não vou nem dar conversa, senão ele vai ficar no meu pé”. Eu já estava pensando que ele estava com segundas intenções (julgamento precipitado e errado) e era “mega” mal educada, visualizava e não respondia…Leia mais…

Minha história de amor – Mathias & Marta

Personagens desta história:

Marta, gaúcha, boa de mate, do tipo que não para de falar e agitada, missionária de coração e morava em Curitiba. Do tipo imperfeita e dependente da graça de Deus assumida. Ama compartilhar a Palavra para meninas e mulheres. Ama viajar.

Mathias, gaúcho, bom de mate, do tipo quietão e calmo, missionário de coração e morava em Camaquã. Do tipo imperfeito e dependente da graça de Deus assumido. Ama cantar e usar esse talento para edificar a igreja. Ama viajar.

Deus, perfeito em tudo o que faz e capaz de unir “pessoas imprevisíveis”.

Como tudo começou?

Já nos conhecíamos dos congressos e igrejas por aí. E sim, por muitos anos nunca pensamos ter nada em comum. Enquanto a vida passava, namoramos outras pessoas, erramos, sofremos, nos levantamos e sempre continuamos a pedir para Deus aproximar alguém especial em nossas vidas. Mal imaginávamos que completos desconhecidos que moravam em cidades e estados diferentes que se viam “por aí” pudessem se apaixonar de forma tão intensa e rápida.Leia mais…

Minha História de Amor – Arele e Victor Pradella

Era tarde, o dia estava ensolarado e eu estava curtindo a água fresquinha da piscina de nossa nova casa. Nós tínhamos nos mudado há pouco, em função do trabalho de minha mãe; ela é pastora, então sempre nos mudamos. Mas não era só a gente que era novo por ali. Nesse dia, chegou lá em casa uma mulher com seu filho, para o apresentar à pastora, no caso minha mãe, e pedir para que a igreja o acolhesse, pois ele ia fazer faculdade e morar sozinho. Foi nessa hora que, não lembro se fui chamada ou se fui de curiosa, mas coloquei meu bermudão por cima do biquíni e cheguei encharcada e descabelada, para me apresentar. Pensa num rapaz esquisito: calouro de cabeça raspada, sobrancelhudo, colar de coquinho, muito bicho grilo! Era do interior do Paraná e comprometido. Beleza, ele entrou para a lista “colegas da igreja”.

Passando o tempo, conheci a galera da igreja e o pessoal era muito legal e muito unido. Logo comecei a participar do louvor e, adivinha? O menino também. Ele cantava, tocava e logo já estava super enturmado. Virou o queridinho da galera, estava sempre disposto, de bem com a vida e participava de tudo na igreja. Eu comecei a ficar curiosa porque, apesar de esquisitinho, ele era fofo. Mas eu jamais admitiria isso. Não eu. Ainda mais um cara que tem namorada! Ao mesmo tempo, fui ficando mais chegada de toda a galera. Foi um tempo muito bom.

Vida nova, cidade, escola, amigos, igreja, tudo novo. Eu estava no segundo ano do ensino médio, num colégio vinculado à faculdade. E, já não bastava o guri tocar, cantar, ser um querido, ele tinha que ser um cara mais velho da faculdade? E é claro, eu achava o máximo conhecer um cara da universidade, apesar de ele ser um bicho grilo da oceanografia. Não importava, todo mundo queria ter um amigo da facul, ainda mais sendo novata na escola.

A gente, às vezes, se esbarrava nos corredores, mas rolava uma vergonha… Que fase!! Até que certo dia eu o vi descendo de uma rampa e, de longe, vi que não estava usando a aliança de namoro. De curiosa, passei à muito interessada no assunto. Quando chegamos perto, peguei sua mão e perguntei: “Nossa! O que aconteceu?” Sua resposta foi curta e rápida: “Distância e mudanças.” Parece que na hora rolou um movimento de liberar sentimentos dentro de mim e, de simples curiosa, passei a uma apaixonada. Mas só de leve! Hehehehe

Passou um tempinho e não sei se era a idade ou se era loucura, mas eu pensava muito nele. Então resolvi me aventurar. Tanto que começamos a nos ver mais e nos conhecer melhor. Caminhávamos muito na praia à noite e conversávamos sem parar, nunca dava vontade de voltar para casa. Até que, certo dia, num banquinho em frente ao mar, rolou nosso primeiro beijo. Foi assim que tudo começou.

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Jovem passa sete anos orando pelo futuro marido e tem surpresa inesquecível no casamento

Como muitos cristãos solteiros, esperar e pensar sobre quem Deus escolheu para ser seu cônjuge para toda a vida, a jovem Tami Acree compartilhou sua bela história de amor, que começou há sete anos com a simples compra de uma gravata, antes mesmo dela começar a namorar o rapaz.

Quando eu era um estudante do segundo ano na faculdade, fui desafiada a comprar uma gravata e pendurá-la em meu quarto para me lembrar de orar pelo meu futuro marido“, Acree explicou.

Durante 7 anos, a gravata ficou pendurada na minha cama ou no meu espelho e, por mais vezes do que posso contar, isso me levou a orar, para que Deus desse encorajamento, maturidade e desenvolvesse espiritualmente meu futuro marido, para ele um dia se tornar o homem de Deus que eu desejava“, acrescentou.

Mesmo depois que começou a namorar aquele que se tornaria seu marido posteriormente, Tami não deixou de orar e não tirou a gravata de seu quarto.

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Minhas história de Amor – Cris e Dru

Olá meninas! Vou contar um pouquinho da nossa história de amor para vocês.

Tudo começou no ano de 2007, onde tivemos o primeiro contato, não éramos  cristãos ainda nessa época, o Dru tocava numa banda de baile e foi tocar na minha cidade, eu fui nessa festa e lá nos conhecemos. Nesse mesmo dia, trocamos contatos e começamos a conversar muuuuuito, algum tempo depois o Dru me convidou para ir conhecer Santa Cruz do Sul, pois naquele findi estariam tocando aqui. Porém meus pais não quiseram deixar eu ir, então o Dru teve que ir de ônibus até a minha cidade falar com meus pais (detalhe: 8 horas de busão hehehe), para no outro dia irmos a Santa Cruz (de busão novamente kkk).

Resumindo um pouco a história, vim para Santa Cruz uma vez e fiquei uns dias, logo na segunda vez que vim, numa conversa que tivemos resolvi largar uns currículos aqui, imediatamente fui chamada para entrevista e contratada. Nesse momento nossa vida começou a mudar, perguntas surgiram: “então onde morar?”, “com quem deixar minha filha?”, pois teria que vir morar em Santa Cruz imediatamente.Leia mais…

Minha História de Amor – Lucas e Pam

Oi meninas! Tudo bem? Vou contar a vocês como o Criador dos céus e da terra é cheio de misericórdia e graça pela minha vida.

Sabe aquela história de “Príncipe Encantado”? Bem, essa aí não existe mesmo. Mas, quem está em Cristo vive algo muito melhor! Nós, princesas do Senhor temos a chance de viver a história real com um “Príncipe Abençoado”.

Aos meus 16 anos, eu e o meu Príncipe, acreditamos que poderíamos ter sido escolhidos um para o outro. Porém, não começamos a namorar antes de pedir confirmação do Senhor pelo relacionamento, porque nós não queríamos apenas namorar, mas sim um relacionamento até nosso último suspiro de vida. Dai… Deus nos confirmou (palmas)!!!

Nossa vida foi sendo dia a dia sustentada pela mão forte do Senhor. Amadurecemos bastante juntos, e claro, como tínhamos em mente de casar já estávamos com um pensamento de futuro pré-definido.

Em 2013 ele passou em um concurso na qual o Senhor já havia o revelado. E esta foi a nossa “porta” para o casamento, pois dentro de 2 anos ele estaria formado e com um cargo público.

Com esse pontapé, na virada de 2013 para 2014 recebi meu lindo pedido de casamento !!!!!!! Super surpresa!!!!! Mas ainda assim precisávamos saber se era o tempo de Deus para nós. E Deus nos confirmou!!!!!!!

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Minha História de Amor – Natan e Vicky – Parte 2

continuação

… Mas eu me contive e falei “Sim”, que gostaria de orar com ele!

Ele conversou com meu líder de jovens que era colega de seminário dele e veio até minha cidade para falar com meu pastor, conhecer minha mãe e falar para ela que iríamos nos conhecer (mesmo ela não sendo cristã). Só então começamos a orar juntos! Comprei um chip da TIM (que foi uma benção, porque podíamos nos falar por R$0,25 a chamada) e começamos a conversar sobre tudo, tudo mesmo… desde quantos filhos cada um gostaria de ter até o que faríamos se um de nós ficasse doente e acamado. Conversamos sobre planos, sonhos e tudo mais!

Aí você deve estar pensando: “Ah Vicky, mas vocês nem namoravam ainda!”. Pois é meninas, mas esse é momento de se conhecerem para saber se é pra casar com o menino ou não. Vai que eu quisesse algo totalmente diferente dele e se não conversássemos sobre isso, poderia ser motivo pra terminar um namoro e eu queria namorar pra casar. Então conversar coisas relevantes é importante!

Além disso, desde que orávamos já fazíamos devocionais juntos, afinal nosso relacionamento deve ser à três (o menino, a menina e Deus). Fazíamos devocional por telefone. Liamos um capítulo da Bíblia e depois, por telefone compartilhávamos o que tínhamos tirado de aplicação. Depois orávamos juntos por telefone. Combinamos que iriamos orar por 4 meses e depois decidiríamos se avançaríamos no relacionamento ou não.

O tempo de oração acabou. Eu sentia paz de avançar no relacionamento porque tínhamos planos que se encaixavam. Eu vi que seria possível me submeter aos planos e à missão dele.

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Minha História de Amor – Natan e Vicky

Olá Meninas…. Meu nome é Virginia Vitória, mas todos me chamam de Vicky! Vim pra falar da minha história de amor! Sou casada com o Natan Martins há dois anos e dois meses e estamos juntos desde novembro de 2012! Mas eu creio que nossa história de amor começou bem antes de nos conhecermos… Daí você vai se perguntar: Como assim Vicky? Como uma história de amor pode começar antes de vocês se conhecerem??? Calma que eu vou explicar….

Tudo começou em 2009, o ano que entreguei minha vida a Jesus… Até então, eu dizia que jamais iria me casar, afinal vinha de um círculo familiar e interpessoal em que os  casamentos se desgastavam, havia sofrimento por parte dos casados e familiares, haviam brigas até que resultava em término. Assim, eu não via muita lógica de construir um casamento se as histórias sempre se repetiam… Até que em março de 2009, minha vida foi transformada! Sim… foi nessa época que entreguei minha vida a Jesus, lembro-me de ter ido num culto de jovens na Igreja Batista em Camobi/Santa Maria-RS (no qual fui por consideração à um amigo que me convidou) e lá conheci pessoas que eram diferentes. Tinham tanta alegria (e aquilo me impactou afinal, eu já havia até pensado em tirar minha vida, de tamanha tristeza e vazio que habitavam dentro de mim!). Não me recordo exatamente o que o pastor pregou naquela ocasião, mas lembro-me de ao chegar em casa orar pela primeira vez em meu quarto e falar para Deus que eu não queria mais que minha vida fosse daquele jeito, não queria que houvesse aquele vazio dentro de mim. Queria que Ele fosse o Dono da minha vida! Bom, depois disso continuei frequentando a Igreja na qual havia visitado naquele dia até que um dia, num culto de domingo fui à frente em um apelo em que fui constrangida pelo fato de o preço do meu pecado ter sido pago por Aquele que não tinha pecado algum.

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Minha história de amor – Carlos e Rejane

Olá, Meninas de Fé. É com muita alegria e com gratidão a Deus que compartilho com vocês a nossa história de amor, porque não é só a história de um casal que se conheceu, namorou e se casou. Na verdade, é também a nossa trajetória de vida, de crescimento e envolveu muito mais do que aqueles jovens e alegres corações imaginavam quando sentiram o palpitar na primeira troca de olhares.

E começou há muito tempo atrás, no longínquo ano de 1992. Conheci o Carlos, meu eterno namorado, através da prima dele, Beatriz, que era minha colega na escola. Eles, de origem alemã, moravam na bela e bucólica Colônia Nova, distante uns 45 quilômetros da cidade, lá faziam parte da Igreja Evangélica Irmãos Mennonitas, onde até hoje cultivam a tradição de haver cultos em alemão. Carlos e eu tínhamos 19 e 17 anos, respectivamente. Foram alguns meses de amizade e muitas conversas, algumas flores de remetente secreto até início do namoro. No entanto, havia um problema sério aí, pois eu não conhecia Jesus.

Sempre fui católica e não que eu fosse resistente ao Evangelho, mas este nunca foi me apresentado antes. No início do namoro, tudo parecia muito bem, pelo menos para mim. Como ele morava longe, nos víamos aos domingos quando ele ia na minha casa e passávamos o dia inteiro juntinhos. Nas segundas-feiras, escrevíamos cartas um para o outro e como o serviço dos correios não era lá essas coisas, às vezes só as recebíamos depois de termos nos visto de novo na semana seguinte, mas era uma rotina apaixonante. O que eu não sabia, porque ele não queria me aborrecer contando, era que nosso namoro não era motivo de alegria na família dele, por eu não ser cristã evangélica e também porque sua família de origem alemã não era muito favorável à miscigenação, como resultado disso não haviam “brasileiros” nela. Eu não sabia também que nosso relacionamento havia rompido com a paz na família e as discussões dele com seus pais eram constantes. Aquele namoro que para nós era motivo de tanta alegria, para ele já estava sendo um peso pois andava em desobediência aos seus pais e isso trazia sofrimento. Então um dia, quando sua irmã, hoje minha querida cunhada Eve o aconselhava na Palavra, disse-lhe: “Você gosta mesmo da Rejane? Quer ela mesmo? Então você deve entregá-la para Deus!”- falou com a Bíblia aberta em sua mão, elevando o braço para cima como posição de entrega. Naquele momento, ele, em meio a choro e coração contrito fez a oração que, eu creio, foi a intercessão pela minha salvação… entregou-me à Deus!

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Minha História de Amor – Mayara e Herter

OI Gurias !! Então vai lá. Um tempo antes de conhecer o Herter, fui em um acampamento onde teve uma oficina sobre namoro, ai a menina falou várias coisas a respeito disso e no final pediu para que fizéssemos uma carta para Deus, descrevendo como queríamos que fosse o nosso marido. Confesso que no início achei muito estranho, mas fiz igual. As loucuras que coloquei na lista vocês não tem noção. Eu detalhei tudo, cor do cabelo, altura, personalidade entre milhares de outras coisas. Saindo do acamps, continuei orando por aquele cara da lista, mas ainda era nova e nem pensava em namorar. Então, no ano de 2011, dia 17 de agosto para ser mais exata, estávamos nós bem belos no culto da igreja (OBS: tive uma semana de aula de bateria e o pr resolveu que eu tinha que tocar aquele dia, eu acabei com o louvor), quando de repente entra ele na igreja, mas foi aquela coisa assim, um visitante.

Depois do culto teríamos a festa do branco e preto e tínhamos feito branquinho e negrinho para a galera, aí descemos para o salão da igreja. Lá fiquei com minhas amigas quando vê minha mãe chega e diz: “vai falar com aqueles meninos“, e eu disse que não, que não conhecia eles, mas como ela era a líder e insistiu até eu ir. Então lá estava o Herter, com o violão no colo, uma jaqueta de couro marrom e uma blusa dos ramones. Conversamos um tempo e naquela semana nos add nas redes sociais (época do MSN ainda).

O tempo foi passando e fui conhecendo ele, um guri louco que amava festas, ficava com várias gurias, mas que estava na igreja todo final de semana, sempre prestando muita atenção em cada mensagem. Aí chegou o fato mais inacreditável da nossa história. Meu pai começou a convidar ele pra ir lá em casa, isso era janeiro e ele já tinha tomado a decisão por Jesus, parado de beber, começado a mudar de vida, mas enfim meu pai chamava ele lá pra casa. Gente vocês não tem noção, eu nunca conversei tanto com alguém na minha vida como com o Herter, e daí fui começando a sentir algo mas não queria sentir, não queria que isso estragasse a amizade que tínhamos, então toda noite orava: “Senhor eu não posso gostar dele, não deixa isso acontecer.”

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