Me salvou – Ellen Hell da Silva

Olá meninas, hoje vou contar um pouco da minha história para vocês, “começando do ínicio”… rsrs. Eu cresci em um lar onde minha família conhecia a Bíblia e os seus ensinamentos, mas que não vivia o que está escrito e nem frequentava a Igreja. Aos meus 11 ou 12 anos, minha mãe começou a frequentar a Primeira Igreja Batista, em Santa Maria de Jetibá – ES, e como sempre temia minha mãe, ia para igreja obrigada, mesmo ela não percebendo.

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Me salvou – Greyce Scholz

Sempre que me pediam pra escrever meu testemunho pensava: “Mas não tem muita graça…” Sempre ouvia aqueles testemunhos de pessoas que foram resgatadas das drogas, vício, ou de alguma doença e pensava: “Não tenho tanto pra falar…”, mas quando olho pra trás vejo que além do meu nome, minha vida é cheia de graça… sim… da maravilhosa graça de Deus!!

Nasci em Santo Augusto- RS, mas nesta época meus pais já moravam em São Lourenço d’Oeste -SC, nasci aqui no RS, porque a maioria dos meus parentes vivia (e ainda vive) aqui e minha mãe optou por estar próxima deles no meu nascimento. Graças a Deus nasci em um lar cristão e logo aos 6 anos de idade, após minha mãe ter me falado várias vezes do plano da salvação eu aceitei Jesus como meu único e suficiente Salvador. Lembro que o céu estava nublado e o Espírito Santo mais uma vez falou comigo, dizendo que se eu não aceitasse Jesus como meu Salvador, não teria um lugar no céu. Conversei com minha mãe, ela com toda a paciência do mundo me explicou novamente o plano da salvação, e foi então que fui para meu quarto e orei. Pedi que Jesus perdoasse meus pecados e fizesse morada no meu coração. A partir deste dia senti diariamente a presença do Espírito Santo na minha vida falando ao meu coração, e à medida que ia crescendo também. É claro que só depois de crescida fui ter a consciência de que era o Espírito Santo que me falava, principalmente quando pecava, mas eu lembro muito bem de ouvi-Lo a partir do momento em que fiz minha decisão.

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Me salvou – Manuela Bellan

A vida inteira senti uma falta que nada podia preencher. Era um vazio interior que chegava a me causar dores físicas no peito! Ah, lembro-me nitidamente dessa sensação de aperto misturado com dor que carreguei por 23 anos… A minha família é católica, pouco praticante. Desde a minha infância, frequentei centros espíritas, benzedeiras e também a igreja católica. Minha família acreditava que estava buscando Deus nesses lugares e eu cresci com a mesma ideia. Achávamos importante buscar a Deus, mas não sabíamos que procurávamos em lugares equivocados.

Apesar de frequentar todos esses lugares, nada daquilo trazia verdadeira e duradoura “paz de espírito” e sentido para a vida. Lembro-me de sentir vontade de morrer desde os meus onze anos, quando já idealizava como se daria o meu suicídio. Com o passar do tempo, essa vontade de acabar com tudo, a dor tão grande que sentia em meu coração e a falta de sentido para a existência só foram aumentando.

Aos 15 anos eu estava desnorteada. Quadros de bulimia e depressão, desentendimentos familiares e as crises da adolescência levaram-me a uma tristeza profunda. Contei com a ajuda de bons profissionais (psicóloga e nutricionista) e, aos poucos, fui me recuperando. Contudo, a falta de sentido para a vida continuou fazendo parte dos meus dias.

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Me salvou – Joice Dufloth

Eu me chamo Joice Dufloth, tenho 33 anos, atualmente sou casada, tenho dois filhos lindos, dois meninos, um de 11 anos e outro de 2 anos e meio. Sou bailarina desde os 9 anos e professora desde os 14 anos. Atualmente curso a faculdade de Educação Física. Sou membro da Primeira Igreja Batista de Erechim. Nasci em um lar evangélico, meu avô por parte de pai foi um dos fundadores da PIB Erechim e meus pais era membros desta igreja. Freqüentei a igreja até meus 10 anos, pois nesta época veio um novo pastor com uma visão tradicional e meus pais não eram casados no civil, apenas no religioso e este pastor então não permitiu que meus pais freqüentassem a igreja nessas condições.

Ficamos sem freqüentar nenhuma igreja, cresci aprendendo as coisas do mundo. Com 15 anos já freqüentava festas, boates. Comecei a fumar, beber e ficava com muitos meninos. Com 16 anos conheci meu atual marido que na época tinha apenas 17 anos. Ficamos um tempo namorando, mas como éramos muito novos, não levamos a sério e terminamos. Com 17 anos conheci um homem, através de um amigo, da qual sai algumas vezes e acabamos namorando. Ele tinha 29 anos na época. Era uma pessoa boa, honesta, trabalhava e cuidava de mim. Foi quando comecei a levar uma vida mais correta, trabalhava, terminei meus estudos, estava me encaminhando para uma faculdade. Estávamos juntos a 3 anos e meio e ele me pediu em casamento.

Éramos muito felizes, nosso relacionamento ia muito bem, então começamos a nos preparar para o grande dia. Dia 26 de abril de 2003, dia do nosso casamento. Em novembro de 2002 meu noivo teve uma convulsão, foi levado para UTI e diagnosticado com câncer, melanoma, no estágio IV. Iniciamos os tratamentos com medicação, quimioterapia e radioterapia. Mas na época, a máquina de radioterapia de Erechim estava quebrada e tivemos de ir para o hospital de câncer de Porto Alegre.

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Me salvou – Valeria Roy

Testimony on how I passed from death to life.

I am not exactly talking about physical death, but spiritual. Since physically we are all going to die one day, but the spiritual death can be avoided depending on our own decision. I will explain how I discovered that truth. I grew up in a country where to be an Atheist is common and to be a Christian is weird. My parents believed in God, but they did not go to any church or practice any religion at all. In spite of that secular environment, I was always curious about God.

I remember when I was a little girl I asked my mom for the first time who God was as I was looking at a manger during Christmas time. My mom answered me the best way she knew how, but as she saw my growing interest, she decided to send me to the Catholic Church for catechism; there I took my first communion and tried to go to mass whenever I could.

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Me Salvou – Emanuelle Bartolomeu

Sempre achei que já era cristã, afinal, minha família toda era rsrs… Como poderia eu não ser?

Bom, quando eu tinha 12 anos todas as minhas amigas começaram a se interessar em se batizar e mesmo eu não tendo todo esse interesse, também me batizei junto com elas num domingo quente de março.

Há 11 anos atrás, há muitos enganos atrás! Eu mentia muito e quanto mais mentia mais queria mentir. Era como um desafio para mim, cada vez criar mais mentiras e ver quanto tempo eu sustentava elas – fossem para meus pais ou amigas da escola. Eu, literalmente, vivia de mentiras. Mesmo frequentando a igreja eu ainda não tinha me encontrado com Jesus e me dado a Ele. Mesmo depois de batizada continuei nesse caminho.

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Me salvou – Liliane Mayumi Swiech

Infelizmente não fui criada na igreja, mas mesmo assim sempre notei que o mundo não era algo que me agradava. As coisas não me pareciam certas, eu não encontrava uma razão para fazer as coisas que precisava… sentia um grande vazio. Era como se eu fosse apenas um rascunho de tudo o que eu deveria verdadeiramente ser… Estava sempre esperando o tempo passar para que os compromissos se acabassem logo.

Quando fiz 18 anos fui morar fora de casa para fazer faculdade. Então comecei a buscar o que me faltava para me sentir completa. Algo me dizia que eu deveria ir atrás de uma igreja, e, foi o que fiz. Busquei várias, de todos os tipos, inclusive não cristãs, mas nada disso me completava, inclusive aumentava ainda mais o vazio. Mas mesmo assim continuei a buscar. Foram 6 anos de busca.

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Me Salvou – Fabiana Silvestrini

Antes de conhecer Jesus:

Embora fosse muito dedicada à religião tradicional que recebi na minha família, eu não tinha paz. Na busca por um sentido para a vida, visitei benzedeiras e cartomantes que, com suas mentiras, atrasaram qualquer possibilidade de um casamento por quase 10 anos. Fui para o I Ching e para a Ordem Rosacruz (felizmente não concluí nem o estágio de neófita). É claro que isso atrapalhou a minha vida, mas já me perdoei.

Meu mundo ideal era viver em família (apesar dos inúmeros problemas que tínhamos), trabalhar na empresa familiar e ganhar muito dinheiro. Meu pai nos ensinou que uma pessoa sem dinheiro nesta vida não é ninguém. Logo, o nosso valor elevado era o dinheiro e parecia que eu estava no caminho certo.

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Me Salvou – Roberta Ernst

A igreja só serve para tirar dinheiro das pessoas e os evangélicos são um bando de bitolados!

Essa era a concepção mais clara que eu tinha de igreja no auge dos meus 20 anos. Jesus então, era apenas uma figura muito distante, que parecia tão sofrida, nas raras vezes que havia entrado em uma catedral. Lá estava eu, uma menina que não tinha consciência do cuidado de Deus em minha vida, até então. Nascida em um lar muito conturbado por problemas de alcoolismo, já havia entregado o coração e o corpo a alguns rapazes, sofrendo abusos verbais diariamente, cogitando o suicídio, tentando ser perfeita através das melhores notas no curso de Nutrição. Foi assim que Jesus me encontrou. Com a alma profundamente machucada e um coração se perguntando se existia alguém que se importasse.

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Me salvou – Eduarda Kommers

Oii! Meu nome é Eduarda de Freitas Kommers, tenho 25 anos e sou da Igreja Batista Terra Nova de Ijuí-RS.

Eu vim de uma família cristã, onde meus pais frequentaram a igreja luterana, até os meus 8 anos, depois recebemos o convite de um amigo do meu pai para visitar a PIBI, e meus pais acabaram gostando e começamos a ir lá. Eu nunca gostei muito, mas ia porque era obrigada. O tempo foi passando e eu acabei frequentando o grupo de juniores, adolescentes, ia em acampamentos, eventos, mas pela diversão. Aos 17 anos, conversei com o meu pai e expliquei que não queria mais aquela vida e não queria mais ir na igreja.

Acabei me desviando, indo para festas para buscar felicidade. Comecei a sair muito, tinha muitos amigos, experimentei de quase tudo que o mundo tinha para oferecer, mas com o passar do tempo percebi que estava buscando felicidade no lugar errado, e que tudo aquilo era ilusão. Parei de sair, naquele momento alguns amigos já se afastaram, eu sabia onde eu deveria ir,  mas tinha medo de  voltar pra igreja pois sabia que tinha errado muito, e tinha medo de ser julgada.

Em dezembro de 2010, comecei a ter crises de ansiedade, e recebi ajuda do Pr. Edilson Dransfeld, que conversou comigo durante todo o mês, mas as crises só pioravam e eu estava tomando muitos remédios. Depois da virada do ano comecei a notar que minha visão estava ficando diferente, e percebi que tinha alguma coisa errada, mas não dei bola, pois meu médico falou que era efeito colateral dos medicamentos.

Comecei a ficar angustiada, e no dia 16 de janeiro entendi que eu precisava entregar minha vida pra Jesus. Chamamos o pastor e ele perguntou se eu sabia realmente o que estava fazendo e eu aceitei a Jesus. No dia 17 eu fui para o hospital, e no dia 18 eu acordei completamente sem visão. O pior pra mim não foi perder a visão mas sim a minha independência, meus amigos.

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