Me salvou – Joice Dufloth

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Eu me chamo Joice Dufloth, tenho 33 anos, atualmente sou casada, tenho dois filhos lindos, dois meninos, um de 11 anos e outro de 2 anos e meio. Sou bailarina desde os 9 anos e professora desde os 14 anos. Atualmente curso a faculdade de Educação Física. Sou membro da Primeira Igreja Batista de Erechim. Nasci em um lar evangélico, meu avô por parte de pai foi um dos fundadores da PIB Erechim e meus pais era membros desta igreja. Freqüentei a igreja até meus 10 anos, pois nesta época veio um novo pastor com uma visão tradicional e meus pais não eram casados no civil, apenas no religioso e este pastor então não permitiu que meus pais freqüentassem a igreja nessas condições.

Ficamos sem freqüentar nenhuma igreja, cresci aprendendo as coisas do mundo. Com 15 anos já freqüentava festas, boates. Comecei a fumar, beber e ficava com muitos meninos. Com 16 anos conheci meu atual marido que na época tinha apenas 17 anos. Ficamos um tempo namorando, mas como éramos muito novos, não levamos a sério e terminamos. Com 17 anos conheci um homem, através de um amigo, da qual sai algumas vezes e acabamos namorando. Ele tinha 29 anos na época. Era uma pessoa boa, honesta, trabalhava e cuidava de mim. Foi quando comecei a levar uma vida mais correta, trabalhava, terminei meus estudos, estava me encaminhando para uma faculdade. Estávamos juntos a 3 anos e meio e ele me pediu em casamento.

Éramos muito felizes, nosso relacionamento ia muito bem, então começamos a nos preparar para o grande dia. Dia 26 de abril de 2003, dia do nosso casamento. Em novembro de 2002 meu noivo teve uma convulsão, foi levado para UTI e diagnosticado com câncer, melanoma, no estágio IV. Iniciamos os tratamentos com medicação, quimioterapia e radioterapia. Mas na época, a máquina de radioterapia de Erechim estava quebrada e tivemos de ir para o hospital de câncer de Porto Alegre.

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Me salvou – Valeria Roy

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Testimony on how I passed from death to life.

I am not exactly talking about physical death, but spiritual. Since physically we are all going to die one day, but the spiritual death can be avoided depending on our own decision. I will explain how I discovered that truth. I grew up in a country where to be an Atheist is common and to be a Christian is weird. My parents believed in God, but they did not go to any church or practice any religion at all. In spite of that secular environment, I was always curious about God.

I remember when I was a little girl I asked my mom for the first time who God was as I was looking at a manger during Christmas time. My mom answered me the best way she knew how, but as she saw my growing interest, she decided to send me to the Catholic Church for catechism; there I took my first communion and tried to go to mass whenever I could.

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Me Salvou – Emanuelle Bartolomeu

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Sempre achei que já era cristã, afinal, minha família toda era rsrs… Como poderia eu não ser?

Bom, quando eu tinha 12 anos todas as minhas amigas começaram a se interessar em se batizar e mesmo eu não tendo todo esse interesse, também me batizei junto com elas num domingo quente de março.

Há 11 anos atrás, há muitos enganos atrás! Eu mentia muito e quanto mais mentia mais queria mentir. Era como um desafio para mim, cada vez criar mais mentiras e ver quanto tempo eu sustentava elas – fossem para meus pais ou amigas da escola. Eu, literalmente, vivia de mentiras. Mesmo frequentando a igreja eu ainda não tinha me encontrado com Jesus e me dado a Ele. Mesmo depois de batizada continuei nesse caminho.

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Me salvou – Liliane Mayumi Swiech

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Infelizmente não fui criada na igreja, mas mesmo assim sempre notei que o mundo não era algo que me agradava. As coisas não me pareciam certas, eu não encontrava uma razão para fazer as coisas que precisava… sentia um grande vazio. Era como se eu fosse apenas um rascunho de tudo o que eu deveria verdadeiramente ser… Estava sempre esperando o tempo passar para que os compromissos se acabassem logo.

Quando fiz 18 anos fui morar fora de casa para fazer faculdade. Então comecei a buscar o que me faltava para me sentir completa. Algo me dizia que eu deveria ir atrás de uma igreja, e, foi o que fiz. Busquei várias, de todos os tipos, inclusive não cristãs, mas nada disso me completava, inclusive aumentava ainda mais o vazio. Mas mesmo assim continuei a buscar. Foram 6 anos de busca.

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Me Salvou – Roberta Ernst

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A igreja só serve para tirar dinheiro das pessoas e os evangélicos são um bando de bitolados!

Essa era a concepção mais clara que eu tinha de igreja no auge dos meus 20 anos. Jesus então, era apenas uma figura muito distante, que parecia tão sofrida, nas raras vezes que havia entrado em uma catedral. Lá estava eu, uma menina que não tinha consciência do cuidado de Deus em minha vida, até então. Nascida em um lar muito conturbado por problemas de alcoolismo, já havia entregado o coração e o corpo a alguns rapazes, sofrendo abusos verbais diariamente, cogitando o suicídio, tentando ser perfeita através das melhores notas no curso de Nutrição. Foi assim que Jesus me encontrou. Com a alma profundamente machucada e um coração se perguntando se existia alguém que se importasse.

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Me salvou – Eduarda Kommers

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Oii! Meu nome é Eduarda de Freitas Kommers, tenho 25 anos e sou da Igreja Batista Terra Nova de Ijuí-RS.

Eu vim de uma família cristã, onde meus pais frequentaram a igreja luterana, até os meus 8 anos, depois recebemos o convite de um amigo do meu pai para visitar a PIBI, e meus pais acabaram gostando e começamos a ir lá. Eu nunca gostei muito, mas ia porque era obrigada. O tempo foi passando e eu acabei frequentando o grupo de juniores, adolescentes, ia em acampamentos, eventos, mas pela diversão. Aos 17 anos, conversei com o meu pai e expliquei que não queria mais aquela vida e não queria mais ir na igreja.

Acabei me desviando, indo para festas para buscar felicidade. Comecei a sair muito, tinha muitos amigos, experimentei de quase tudo que o mundo tinha para oferecer, mas com o passar do tempo percebi que estava buscando felicidade no lugar errado, e que tudo aquilo era ilusão. Parei de sair, naquele momento alguns amigos já se afastaram, eu sabia onde eu deveria ir,  mas tinha medo de  voltar pra igreja pois sabia que tinha errado muito, e tinha medo de ser julgada.

Em dezembro de 2010, comecei a ter crises de ansiedade, e recebi ajuda do Pr. Edilson Dransfeld, que conversou comigo durante todo o mês, mas as crises só pioravam e eu estava tomando muitos remédios. Depois da virada do ano comecei a notar que minha visão estava ficando diferente, e percebi que tinha alguma coisa errada, mas não dei bola, pois meu médico falou que era efeito colateral dos medicamentos.

Comecei a ficar angustiada, e no dia 16 de janeiro entendi que eu precisava entregar minha vida pra Jesus. Chamamos o pastor e ele perguntou se eu sabia realmente o que estava fazendo e eu aceitei a Jesus. No dia 17 eu fui para o hospital, e no dia 18 eu acordei completamente sem visão. O pior pra mim não foi perder a visão mas sim a minha independência, meus amigos.

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Me salvou.

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Como ministério FéMenina, queremos te convidar a compartilhar o que Jesus fez na sua vida. Muitas pessoas, precisam saber disso para encontrarem a esperança e salvação que você também encontrou.

No mês de abril, vamos comemorar a Páscoa – e queremos todos os dias, em nosso blog, compartilhar que Jesus nos salvou.

Quer um desafio para os próximos dias?Leia mais…

Você não precisa ser empoderada

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“O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Mateus 23:11,12).

Eu, aqui em casa entre livros e chimarrão, me deparo com um questionamento: “Será que a mulher precisa ser “empoderada”? Que palavra é essa que até ontem nem existia, e hoje, já é lema nacional? Será que dormi e nem vi o tempo passar?

Parece que muita gente está gostando dessa brincadeira que levanta a autoestima de qualquer menina/mulher. Acho que isso faz bem para o ego, alegra o coração, confronta aqueles que “não acreditaram” no nosso potencial, para não dizer: joga na cara de quem não deu valor… Mas, menina, o que temos de tão especial para sermos empoderadas?

No meu caso, desde adolescente, cuidei de crianças e dava jeito de ganhar “uns troquinhos” para comprar roupas novas. Fui criada fazendo faxina pra mãe, cozinhando para a família, saí de casa muito cedo para estudar… Enfim, não sou da geração de meninas e meninos mimados. Mas mesmo assim eu afirmo: eu não mereço ser empoderada.

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Não se deixe enganar

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“Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que um homem semear, isso também colherá”. Gl 6.7

Em finanças esse é um conceito básico. O assunto aqui é o investimento que se faz para se ter uma profissão.

Gostaria de compartilhar com você duas experiências de quem acabou de passar no vestibular para te ajudar a ter senso crítico, ao invés de ser “levada pela tribo” porque isso influenciará em quem você será amanhã.

Entrei na faculdade de administração de empresas, em Curitiba/PR, aos 16 anos. Na época eu trabalhava numa empresa familiar, no financeiro. Aprender a administrar era uma necessidade pessoal para ser bem-sucedida na maneira como eu contribuía para o crescimento da empresa familiar.

Então, vamos à sala de aula de uma universidade particular. Os alunos, como clientes, comandavam o andamento da turma. Na sexta combinavam com o professor para não aparecer ninguém na última aula, pois assim ninguém levaria falta. O destino era um barzinho onde se “curtia a vida” jogando Truco, bebendo uma “cervejinha” e paquerando muito.

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Por que comigo, Deus?

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Tenho certeza que grande parte dos cristãos já fez ou irá fazer este questionamento em algum ponto de suas vidas. Tantas coisas que nos fazem sofrer… um término de namoro inesperado, com aquele cara que você tinha planos de casar… o divórcio dos pais, que muda radicalmente a dinâmica de toda a família… a morte daquele amigo próximo que era ainda tão jovem… a perda do emprego e a dificuldade de conseguir outro.

E quando o sofrimento não é conosco a pergunta permanece semelhante: Por que acontece tanta coisa ruim entre o povo de Deus? Por que aquela pessoa que vive a vontade de Deus passa/passou por tanto sofrimento?

Confesso que estas sempre foram minhas grandes indagações. E há muito tempo tenho procurado por respostas, lendo livros, blogs e conversando com pastores. Há pouco me deparei com um blog, que traz um artigo sobre o assunto e gostaria de compartilhar com vocês.

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