Indo além…

Se você é cristã, certamente já leu ou já ouviu falar daquela passagem em que os discípulos estão no barco e Jesus convida Pedro a andar sobre as águas (leia ou releia Mt 14:22-36). Na verdade, é Pedro quem diz para Jesus: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”. Ao que Jesus responde: “Venha”!

Bem, o relato é que Pedro realmente andou sobre o mar, algo impossível para o nosso entendimento e para a nossa capacidade humana. Mas, pela fé, ele andou! O que aconteceu logo em seguida? Pedro, por um segundo, mudou o foco de Jesus para as circunstâncias… O mar agitado e o vento fizeram o discípulo ter medo e, então, ele começou a afundar. Jesus estendeu a sua mão e o salvou, mas não sem repreende-lo (“Homem de pequena fé, por que você duvidou”?).Leia mais…

Ele se cansou de mim - edificadas

Ele se cansou de mim

O ato de perdoar é extremamente difícil, ainda mais nos dias de hoje, onde o orgulho se enraíza.

Cristo nos fala sobre a importância do perdão por diversas vezes, contudo, em seu maior discurso Ele não precisou de palavras: Sua morte na Cruz! Ele morreu para que alcançássemos o perdão dos pecados, para nos achegar a Ele… e, o melhor: tudo isso por amor a nós!

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Domínio Próprio – Educando o seu coração!

Olá meninas lindas, hoje vamos conversar sobre um assunto que vem mexendo profundamente comigo nesses últimos dias: DOMÍNIO PRÓPRIO. Que assunto, hein?

Nos meus encontros com o Pai, tenho colocado em oração que eu desejo desenvolver os fruto do espirito, e que nas minhas atitudes as pessoas possam perceber Cristo: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Gálatas 5:22,23

Então, eis que o Senhor me ouviu, e Ele começou a trabalhar na minha vida com Domínio Próprio… logo o que ao meu ver era o mais difícil. Por isso, eu gostaria de dividir com vocês o que tenho aprendido.Leia mais…

Ansiosa, eu?

Olá meninas, sou a Maxi (sou nova por aqui) e hoje quero compartilhar com vocês um assunto que infelizmente atinge a quase todas nós: a ansiedade. Deixa eu te perguntar uma coisa: Você é ansiosa? Você se “pré-ocupa” com facilidade?

A ansiedade interfere com o nosso sono, atrapalha a concentração, a produtividade, causa gastrite, cabelo branco, unhas roídas… rsrs. Só que nós, filhas de Deus, não podemos permitir que esse sentimento nos domine. Porque mesmo passando por situações difíceis, podemos desfrutar de uma paz que vai além da nossa compreensão. A paz de Deus.Leia mais…

Minha História – Ana Paula

Sou Ana Paula, 30 anos, com formação em Psicopedagogia, residente em Salvador, no estado da Bahia. Sou casada há 4 anos, com o Fernando e juntos somos em 4, nós dois e dois filhos. Neta, Filha, Sobrinha, Prima e Irmã de Pastor, batista desde sempre e hoje, não somente “esquenta banco”, “integrante do clube social cristão”, mas sim, atuante e firmes nos caminhos do nosso Deus, gostaria através deste post, além de me fazer conhecer, escrever o resumo da minha história de vida…

Por alguns meses Deus tem me incomodado a declarar e expor mais a minha história, esta que muitos dizem que deveria ser disseminada para edificação. Por muito tempo relutei, mas hoje decidi escrevê-la, crendo que de alguma forma ela possa abençoar ou, sendo plano do Pai, ser exposta a mais pessoas.

Como já disse acima, me chamo Ana Paula e hoje faço parte de uma família cristã e de muitos pastores, mas apenas por planos divinos, não biológicos sociais, pois sou adotada. Fui adotada com somente 3 horas de vida por essa família Marques Hubner, a qual carrego nome e sou muito feliz e grata. Minha mãe, Jussara Marques Hubner, esperou e me gerou em seu ventre emocional, por 3 anos.

Me recordo de muitos momentos felizes, cheios de amor em minha infância, essa vivida no interior da Bahia, na cidade chamada Jaquaquara,onde meu pai Pr. Arno Hubner foi pastor por muitos anos. Lá eu vivi 9 anos. Sou natural de Poções, também na Bahia.

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Adolescente pode ter depressão?

Para quem é da área da medicina, da psicologia a pergunta é óbvia, mas para muitas pessoas (sério, muitas mesmo) a depressão em adolescentes é mais uma modinha atual que pode ser curada à base de laço. Ou seja, depressão não é considerada como doença, mas sim falta de disciplina dos pais, falta de trabalho, etc… Será mesmo? Ontem, por várias vezes, vi pessoas postando em suas redes sociais comparações de como era na sua época de adolescência e como é na atualidade.

Mas o engraçado é que muitos que falam que adolescente não pode ter depressão, e o fato deles aderirem desafios como a Baleia azul está na “falta de laço” são os que tomam antidepressivos e precisam de cuidados médicos na vida adulta. Aí nos deparamos com algo esquisito, pois para os adultos a depressão é considerada doença, mas para os adolescentes: frescura e falta de laço.Leia mais…

Me salvou – Greyce Scholz

Sempre que me pediam pra escrever meu testemunho pensava: “Mas não tem muita graça…” Sempre ouvia aqueles testemunhos de pessoas que foram resgatadas das drogas, vício, ou de alguma doença e pensava: “Não tenho tanto pra falar…”, mas quando olho pra trás vejo que além do meu nome, minha vida é cheia de graça… sim… da maravilhosa graça de Deus!!

Nasci em Santo Augusto- RS, mas nesta época meus pais já moravam em São Lourenço d’Oeste -SC, nasci aqui no RS, porque a maioria dos meus parentes vivia (e ainda vive) aqui e minha mãe optou por estar próxima deles no meu nascimento. Graças a Deus nasci em um lar cristão e logo aos 6 anos de idade, após minha mãe ter me falado várias vezes do plano da salvação eu aceitei Jesus como meu único e suficiente Salvador. Lembro que o céu estava nublado e o Espírito Santo mais uma vez falou comigo, dizendo que se eu não aceitasse Jesus como meu Salvador, não teria um lugar no céu. Conversei com minha mãe, ela com toda a paciência do mundo me explicou novamente o plano da salvação, e foi então que fui para meu quarto e orei. Pedi que Jesus perdoasse meus pecados e fizesse morada no meu coração. A partir deste dia senti diariamente a presença do Espírito Santo na minha vida falando ao meu coração, e à medida que ia crescendo também. É claro que só depois de crescida fui ter a consciência de que era o Espírito Santo que me falava, principalmente quando pecava, mas eu lembro muito bem de ouvi-Lo a partir do momento em que fiz minha decisão.

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Me salvou – Manuela Bellan

A vida inteira senti uma falta que nada podia preencher. Era um vazio interior que chegava a me causar dores físicas no peito! Ah, lembro-me nitidamente dessa sensação de aperto misturado com dor que carreguei por 23 anos… A minha família é católica, pouco praticante. Desde a minha infância, frequentei centros espíritas, benzedeiras e também a igreja católica. Minha família acreditava que estava buscando Deus nesses lugares e eu cresci com a mesma ideia. Achávamos importante buscar a Deus, mas não sabíamos que procurávamos em lugares equivocados.

Apesar de frequentar todos esses lugares, nada daquilo trazia verdadeira e duradoura “paz de espírito” e sentido para a vida. Lembro-me de sentir vontade de morrer desde os meus onze anos, quando já idealizava como se daria o meu suicídio. Com o passar do tempo, essa vontade de acabar com tudo, a dor tão grande que sentia em meu coração e a falta de sentido para a existência só foram aumentando.

Aos 15 anos eu estava desnorteada. Quadros de bulimia e depressão, desentendimentos familiares e as crises da adolescência levaram-me a uma tristeza profunda. Contei com a ajuda de bons profissionais (psicóloga e nutricionista) e, aos poucos, fui me recuperando. Contudo, a falta de sentido para a vida continuou fazendo parte dos meus dias.

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Me salvou – Joice Dufloth

Eu me chamo Joice Dufloth, tenho 33 anos, atualmente sou casada, tenho dois filhos lindos, dois meninos, um de 11 anos e outro de 2 anos e meio. Sou bailarina desde os 9 anos e professora desde os 14 anos. Atualmente curso a faculdade de Educação Física. Sou membro da Primeira Igreja Batista de Erechim. Nasci em um lar evangélico, meu avô por parte de pai foi um dos fundadores da PIB Erechim e meus pais era membros desta igreja. Freqüentei a igreja até meus 10 anos, pois nesta época veio um novo pastor com uma visão tradicional e meus pais não eram casados no civil, apenas no religioso e este pastor então não permitiu que meus pais freqüentassem a igreja nessas condições.

Ficamos sem freqüentar nenhuma igreja, cresci aprendendo as coisas do mundo. Com 15 anos já freqüentava festas, boates. Comecei a fumar, beber e ficava com muitos meninos. Com 16 anos conheci meu atual marido que na época tinha apenas 17 anos. Ficamos um tempo namorando, mas como éramos muito novos, não levamos a sério e terminamos. Com 17 anos conheci um homem, através de um amigo, da qual sai algumas vezes e acabamos namorando. Ele tinha 29 anos na época. Era uma pessoa boa, honesta, trabalhava e cuidava de mim. Foi quando comecei a levar uma vida mais correta, trabalhava, terminei meus estudos, estava me encaminhando para uma faculdade. Estávamos juntos a 3 anos e meio e ele me pediu em casamento.

Éramos muito felizes, nosso relacionamento ia muito bem, então começamos a nos preparar para o grande dia. Dia 26 de abril de 2003, dia do nosso casamento. Em novembro de 2002 meu noivo teve uma convulsão, foi levado para UTI e diagnosticado com câncer, melanoma, no estágio IV. Iniciamos os tratamentos com medicação, quimioterapia e radioterapia. Mas na época, a máquina de radioterapia de Erechim estava quebrada e tivemos de ir para o hospital de câncer de Porto Alegre.

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Me salvou – Valeria Roy

Testimony on how I passed from death to life.

I am not exactly talking about physical death, but spiritual. Since physically we are all going to die one day, but the spiritual death can be avoided depending on our own decision. I will explain how I discovered that truth. I grew up in a country where to be an Atheist is common and to be a Christian is weird. My parents believed in God, but they did not go to any church or practice any religion at all. In spite of that secular environment, I was always curious about God.

I remember when I was a little girl I asked my mom for the first time who God was as I was looking at a manger during Christmas time. My mom answered me the best way she knew how, but as she saw my growing interest, she decided to send me to the Catholic Church for catechism; there I took my first communion and tried to go to mass whenever I could.

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