O amor de muitos esfriará

O amor de muitos esfriará

Já ouvi diversas pessoas comparando a Bíblia a um jornal, abordando temas bem atuais. Inclusive, um jornal muito desenvolvido, pois fala de coisas que ainda estão por acontecer… o jornal do amanhã. Como exemplo desta ilustração podemos lembrar de vários momentos em que Jesus descreveu aos seus discípulos muitas situações que ainda iriam acontecer, e é sobre uma delas que eu convido você a refletir comigo.

No capítulo 24 do livro de Mateus, Jesus estava sentado com seus discípulos quando eles lhes perguntaram o que haveria de acontecer para mostrar que estava no tempo do Senhor Jesus retornar. Jesus então cita os falsos messias, as guerras e rumores de guerras, perseguições, abandono de fé, falsos mestres… até que no versículo 12 Ele anuncia: “Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará”. Esse versículo tem feito parte das minhas reflexões a um bom tempo. Os outros pontos talvez sejam mais fáceis de serem percebidos e interpretados (as guerras, os falsos mestres distorcendo a imagem de Cristo, o aumento das perseguições…). Mas quero dar um ênfase ao versículo 12 e refletir com vocês sobre esse amor que esfria. Sobre o aumento do abandono da fé mascarado de uma fé sem raízes na palavra… pera que eu explico melhor!

Eu percebo que muitas pessoas tem se levantado e declarado sua fé em Cristo. Pessoas com visibilidade: artistas, famosos, jogadores, influencers, enfim. Porém, sabemos que a fé sem obras é morta (“De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? […] Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.” Tiago 2:14 e 17), e a fé em Cristo traz mudança de vida (“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente.” Romanos 12:2). Apesar desse aumento de “cristãos”, notamos que a cada dia o evangelho de Jesus está se esvaindo, e coisas que antes não eram comuns no meio cristão, estão virando rotineiras.

Nós nos denominamos cristãos mas temos vivido como se não fôssemos durante a maior parte do dia. Isto porque o “cristianismo” que seguimos têm nos liberado das mais diversas formas, tanto que não sabemos mais lidar com tamanha liberdade e temos confundido com libertinagem. Acrescentamos e/ou retiramos pontos do Evangelho de acordo com a necessidade do momento, de acordo com a satisfação pessoal…

Ao perceber estes pontos, o versículo de Mateus 24.12 me vem à mente porque a Bíblia é clara e direta em cada palavra. Quando Jesus menciona que o amor de MUITOS esfriará,Ele quer dizer MUITOS mesmo. Não é figura de linguagem, hipérbole ou algo parecido. É isso mesmo que está escrito.

A pergunta que eu faço é: será que eu faço parte desse “muitos?” que Jesus citou?

Porque em diversas situações, como pecadora que sou, eu tenho caminhado por lugares que, outrora, não consideraria passar perto. E, talvez, mesmo sem perceber, estou ajudando a relativizar o Evangelho que sempre defendi ser seguido ao pé da letra. É no dia a dia, nos hábitos, nos detalhes que demonstramos nosso amor e nossa fé em Cristo. E é no dia a dia, nas coisas mais banais, que temos demonstrado uma dificuldade muito grande em sermos fiéis àquele que entregou Sua vida por nós.

A minha oração é que nós, juntas, venhamos a nos fortalecer no versículo seguinte, Mateus 24:13, quando Jesus continua: “mas quem ficar firme até o fim será salvo”. Que possamos juntas retornar ao primeiro amor, ao evangelho que salva, à Cruz de Cristo, sem retirar nem acrescentar nada a esse plano perfeito que é a Salvação através da morte de Jesus.

Que quando estas palavras do nosso verdadeiro e único Messias se cumprirem, possamos ficar aliviadas por não termos feito parte da grande multidão que está deixando o amor se esfriar. Espero que eu e você façamos parte do time que dirá: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.” (2 Timóteo 4:7).

Caroline Sebem

 

mudança de hábitos

Mudança de hábitos

Olá FéMeninas!

Se você é amiga íntima da preguiça como eu, mas gostaria de desenvolver mudança de hábitos (passar mais tempo lendo a Bíblia? Orar com mais frequência? Se dedicar mais à leitura de outros livros? Aprender um novo idioma?), continue lendo este texto, porque eu vou te dar algumas dicas de como fazer isso.

Mas primeiro é importante responder a pergunta: Por que os hábitos importam? “Porque pessoas de sucesso fazem consistentemente o que outras pessoas fazem ocasionalmente” (Craig Groeschel). Mas o que isso significa? Significa que as pessoas que alcançam sucesso em determinada atividade fazem essa atividade com frequência, enquanto as demais não a fazem com regularidade. Vejamos o exemplo de Jesus. Jesus alcançou sucesso em seu relacionamento com Deus, ele era íntimo do Pai. Jesus orava, evangelizava e lia as escrituras mais frequentemente do que as pessoas que estavam ao seu redor. O mesmo aconteceu com tantos outros heróis da fé. Eles obtiveram sucesso no relacionamento com o Deus porque eles desenvolveram hábitos que reforçavam este relacionamento.

Nossos hábitos são importantes porque essas pequenas ações (hábitos) que realizamos diariamente mudam quem somos e como nos sentimos, assim como definem aonde chegaremos. Nossa vida é a soma de todas as pequenas decisões que tomamos. Ao longo do tempo vemos como cada pequeno hábito impactou a nossa vida e nos levou a algum lugar (bom ou ruim). O hábito de passar 10 min com Deus diariamente pode parecer pouco, mas certamente fortalecerá o seu relacionamento com Ele ao longo de um ano. Da mesma forma, fumar apenas um cigarro por dia pode não parecer muito, mas em um ano sua condição cardiorrespiratória não será a mesma.

Já que nossos hábitos contribuem no que nos tornamos, é hora de decidir: Quem você quer se tornar?

Quero ser uma mulher de Deus.

Eu quero ser mais saudável.

Quero ser conhecida como uma menina que tem conhecimento em uma ampla gama de assuntos.

Depois de feita essa decisão, pergunte-se: que mudança de hábitos posso desenvolver para chegar lá?

E ai, você me pergunta “como desenvolver esses hábitos?”

  1. Comprometa-se – escolha um hábito que você gostaria de adquirir e se comprometa a fazer esforços para desenvolvê-lo. Para ajudar no comprometimento, visualize como esse novo hábito será benéfico a longo prazo. Se possível, detalhe todas as vantagens que esse novo hábito te trará.
  2. Comece pequeno – comece com um hábito por vez. No início, inserir essa nova atividade na sua rotina irá requerer esforço, mas com o tempo a atividade se transformará em um hábito que faz parte de você. Agora imagine tentar inserir muitas atividades diferentes ao mesmo tempo, o esforço que isso irá requerer? Se isso acontecer, será provável que você desistirá já no início. Um novo hábito por ano, ou a cada 6 meses é o ideal.
  3. Escolha um horário: escolha o melhor horário para fazer a atividade que você está se propondo, um horário que você terá certeza que esterá disponível todos os dias. Quer ler a Bíblia diariamente? Talvez você possa acordar 20 minutos mais cedo para isso, ou talvez o melhor horário é quando chega da escola ou trabalho.
  4. Crie um gatilho: algo que você veja diariamente naquele horário que te lembrará de fazer a atividade. No exemplo de ler a Bíblia, se você escolher a parte da manhã, poderá deixar a Bíblia sobre a mesa na noite anterior. Isto a lembrará de lê-la após tomar o seu café. Ou talvez você queira começar a praticar uma atividade física e decidiu fazer isso quando chega em casa no final da tarde. Neste caso, você pode deixar as roupas para a atividade física perto da porta de entrada de modo que será a primeira coisa que você verá quando chegar e, consequentemente, será lembrada do seu compromisso com o seu novo hábito.

Desenvolver novos hábitos realmente não é fácil, mas o sistema que descrevi acima poderá ajudar você. Escolha um hábito, faça um plano e se comprometa a ele. E se eu falhar um dia? Não desista, comece novamente no dia seguinte.

Tudo de melhor nessa nova jornada!

Um grande abraço!

Bárbara Saur

* Inspirado na preleção “How to form a habit” – Pr. Craig Groeschel

 

 

discipulado

Discipulado, por onde começar?

“Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. Para isso eu me esforço, lutando conforme a sua força, que atua poderosamente em mim.”  (Colossenses 1.28,29)

Oi guria do FéMenina! O papo de hoje é com a liderança! Quero compartilhar um pouco sobre discipulado.

Gosto da frase do Dietrich Bonhoeffer sobre discipulado de seu livro homônimo: “O discipulado é de graça, mas lhe custará a sua vida.” Discipulado envolve relacionamentos, envolve doação de atenção, tempo e de vida. É necessário também estar comprometida com Cristo para discipular alguém, sua vida precisa condizer com aquilo que vive e prega. Aquele papo de “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” no discipulado não cola! O apóstolo Paulo escreve em sua primeira carta aos corintos: “Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.” (1 Cor 11.1). Que desafiador isso! Que lindo! Devemos, do mesmo modo, seguir o exemplo de Jesus de tão perto, que possamos dizer com convicção as pessoas: “Imitem-me, como também eu imito Cristo.”

Acho engraçado como as crianças, por exemplo, gostam de imitar os adultos. Elas são alvos em potencial no quesito discipulado, pois tudo o que seus pais ou irmãos mais velhos fazem torna-se algo a ser repetido por elas, muitas vezes inconscientemente. Quando eu era pequena, gostava de imitar o jeito do meu pai rir, e ele me dizia que eu era o reflexo dele. Que responsabilidade isso para um pai! Hoje, tenho uma irmã pequena, e vejo nos pequenos detalhes como sou uma pessoa influenciadora na vidinha dela, ela quer me imitar no jeito de falar, agir, onde estudar e até que profissão escolher. 

O fato, é que como cristãs, estamos sendo observadas pela nossa família, amigas, lideradas e até mesmo pelas pessoas de fora. Somos influenciadoras onde estamos! Por isso pense bem em suas atitudes, reflita sobre quem você tem sido na sociedade.

Eu sou imensamente grata a muitas pessoas que passaram pela minha vida e me discipularam, muitas sem saber que o estavam fazendo. Aliás, também precisamos como líderes, ter discipuladoras durante nossa caminhada cristã, ter pessoas de confiança com quem contar, desabafar, compartilhar motivos de oração e manter uma prestação de contas de como está sua vida cristã. Se você não possui esse tipo de relacionamento com alguém, ore ao Senhor, para que lhe mostre uma amiga cristã firme para poder ser sua incentivadora, encorajadora, aquela a quem te ouvirá e te dará um ombro amigo e conselhos sempre que for necessário.

Nos Evangelhos, podemos ver Jesus em ação com o discipulado. Ele chamou os discípulos e disse-lhes: “sigam-me.” Ele os convidou para caminharem com ele, para estarem perto, lado a lado e os discipulou. Evangelismo e discipulado são ações diferentes, mas que caminham juntas! 

Na carta de Paulo aos Colossenses, vemos orientações que Paulo escreveu à igreja. Paulo viveu em um contexto bastante hostil, enfrentou inúmeras perseguições e desafios, mas mesmo assim, ele não desistiu de evangelizar e discipular as pessoas que o Senhor colocava ao seu redor.

Nos versículos em destaque no começo deste texto, (Colossenses 1.28,29), vemos que Paulo entendeu sua missão. E podemos destacar 3 verbos que tem tudo a ver com o discipulado:

  • Proclamar: A paixão de Paulo era proclamar o que o Senhor tinha feito e estava fazendo por ele, nele e através dele. Ele não só pregava, mas anunciava de forma informal as maravilhas de Deus. 
  • Advertir: Paulo advertia as pessoas com amor. É responsabilidade dos líderes da igreja fazer isso! Em Atos 20.31, Paulo descreve seu ministério em Éfeso e diz que por um longo período ele admoestava (advertia de maneira branda, aconselhava) com lágrimas. Se há pecado na vida de um crente, os demais crentes têm a responsabilidade de admoestá-lo com amor e carinho para abandonar aquele pecado. 
  • Ensinar: Ensinar, assim como advertir é responsabilidade de todos os crentes (Cl 3.16), e faz parte da Grande Comissão (Mt 28.20). É especialmente a responsabilidade dos líderes da igreja. (1 Tm 3.2). Paulo ensinava as coisas de Deus e entendeu que este trabalho não devia ser feito com suas próprias forças, mas com as do Senhor.

Entendemos que como líderes, temos uma grande missão e desafio em mãos. Deus nos confia as vidas das nossas meninas para proclamarmos o nome do Senhor, exortá-las quando necessário e ensinar sobre a Palavra de Deus através do nosso viver diário. A obra é dEle, somos apenas executadoras, instrumentos Suas mãos. Que desafio e alegria fazer parte disso! Que possamos olhar para Jesus com tanta dedicação e intensidade que passemos a refletir a beleza de Cristo em nosso viver diário. 

“A maneira mais importante de discipular é desfrutando você mesma de Cristo de um modo tão irresistível que o seu desfrute se torne contagiante.” (Jani Ortlund)

Alguns materiais que podem lhe ajudar nessa missão:

Um grande abraço, Maxieli Krüger Araujo.

REFERÊNCIAS:

MACARTHUR, John. Comentário Bíblico do Novo Testamento. 

ORTLUND, Jani. Como começar um discipulado com mulheres. Disponível em: <http://pt.9marks.org/artigo/como-comecar-um-discipulado-com-mulheres/>. Acesso em: 01 out de 2019.

ORTLUND, Jani. Reflexões sobre discipulado de mulheres. Disponível em: <https://ministeriofiel.com.br/artigos/discipulado-o-que-e-o-que-fazer-e-como-comecar/>. Acesso em: 01 out de 2019.

insegurança

Insegurança

Não existe um momento que haja mais insegurança do que quando somos bebês, afinal, nessa idade dependemos de outras pessoas para tudo: para nos segurar, cuidar, alimentar, banhar e trocar. Crescemos e começamos a andar. E, ainda assim, dependemos de alguém para segurar as nossas mãos até que nossas pernas sejam suficientemente firmes e coordenadas para aguentar o nosso peso e dar os primeiros passos. 

Crescemos um pouco mais e já não dependemos tanto fisicamente dos outros. Mas, então, outros (nossos pais, familiares e amigos), nos dão segurança emocional para enfrentar as adaptações com a escola e, em seguida, os desafios da adolescência. Durante o nosso desenvolvimento dependemos da segurança que obtemos de fora, até que desenvolvamos a nossa segurança interna. No entanto, algumas pessoas não conseguem desenvolvê-la a um nível adequado, a ponto de prejudicar a execução de tarefas cotidianas. A isso damos o nome de insegurança emocional

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A roupa fala!

Você já olhou para alguém e, mesmo antes de conhecê-la, involuntariamente formou uma imagem a seu respeito apenas pela forma como tal pessoa se vestia? Eu já. E por favor, não me entenda mal. Não tenho o menor orgulho disso, e de forma alguma acredito que a aparência de alguém defina quem ela é por dentro. Estou longe, muito longe de pensar assim.

O fato é que todos nós agimos dessa forma, mesmo sem desejar tais pensamentos. Isso porque a maneira como nos vestimos transmite uma mensagem, mesmo que não sejamos intencionais nisso. Moda é uma forma de comunicação, basta olhar para a História. As indumentárias sempre refletiram a cultura, a economia, os costumes e as condições sociais de sua época.

Da mesma forma, ainda que hoje existam milhares de opções em peças acessíveis, que agradam aos mais variados estilos, a roupa continua falando. Não, definitivamente nossas roupas não definem nosso caráter, nosso coração ou mesmo nossa comunhão com Jesus. Mas elas podem – e provavelmente irão – refletir isso em nós.

Certa vez, em um acampamento de jovens da igreja da qual faço parte, estávamos tendo um tempo muito legal entre as meninas, e lembro que uma de minhas amigas comentou: “ao final destes dias de acampamento, uma das coisas em que mais tenho pensado é que desejo refletir Cristo em tudo o que fizer. Na minha fala, em meu comportamento, na forma como me visto… Quero agradá-Lo em tudo”. Penso que seja exatamente isso o que devemos desejar. Não nos vestimos com decência para parecermos filhas de Deus; mas porque somos suas filhas amadas, nos vestimos como tais.

Em 1 Coríntios 10:31 lemos: Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.

E o que isso significa? Que em tudo, absolutamente tudo o que fizermos, precisamos analisar nossas intenções e refletir se elas trarão glória ao nosso Senhor. Se decidimos entregar nossas vidas a Jesus, precisamos entender que a entrega é completa. Querida, uma vez aceito o senhorio de Cristo sobre nós, Ele precisa ser o dono dos cantos mais profundos de nossa alma, do nosso coração e das nossas ações. E pode ter certeza que Ele fará isso.

Reflita comigo: ao escolher determinada peça de roupa, qual a sua motivação para vesti-la? Como será que as pessoas ao seu redor irão interpretar sua “mensagem”? Sua roupa exaltará Jesus em você ou apenas irá expor seu físico? Lembre-se que o Espírito do próprio Deus habita em nós, e que somos Seu santuário (1 Coríntios 3:16). Quanta honra! E é exatamente por este grande privilégio dado a nós, que devemos sempre pedir a orientação do Espírito Santo em cada uma de nossas ações.

Se você tem dúvidas sobre este assunto, peça ajuda para a líder de sua igreja, para alguma mulher mais velha que possa te orientar e te mostrar passos práticos nessas escolhas. Mas por favor, não deixe de refletir sobre isso. Em todas as nossas escolhas (até mesmo nas mais simples e corriqueiras), temos a chance de optar por fazer o nome do nosso Amado conhecido em nós. Que essa seja a minha e a sua escolha todos os dias.

Eu quero me adornar como uma noiva que aguarda ansiosamente pela volta do seu noivo. Desejo que Ele me encontre fiel em todas as minhas decisões, sejam elas grandes ou pequenas. E definitivamente, vou aproveitar todas as oportunidades que me forem dadas para mostrar meu grande amor por Ele. Quer eu coma, quer eu beba, quer eu me vista, ansiarei fazer tudo para Sua maravilhosa glória. E você?

Um abraço,

Caelen Vargas

 

Palavra

Enraizadas na Palavra

Oi gurias! Tudo certo com vocês?! Espero que estejam ok!

Hoje eu quero falar sobre algo que vocês, provavelmente, já estão exaustas de ouvir: a importância do estudo da Bíblia! Não é um tema nada novo, mas ao analisar nosso cenário atual acredito que se faz importante darmos uma atenção especial pra esse assunto…Leia mais…

acorde

Acorde para a vida que você já tem

A senhora de pouco mais de setenta anos está sentada no quintal de sua casa. Sol batendo no rosto, olhos fechados e uma feição de profunda quietude. A rua se assemelha a toda essa calmaria. Não há carros ou pessoas passando, apenas a leve e fresca brisa da manhã balançando as folhas das árvores.

Essa era a cena que contemplei há alguns dias atrás quando fazia companhia para a minha avó. Enquanto olhava sua face resignada, imaginava que ao mesmo tempo a cidade inteira estava correndo. Era difícil acreditar! Estava envolta em um ambiente de tranquilidade, olhando minha avó ao sol e esperando ela dar seus passos lentamente. Observei suas mãos que pareciam mais enrugadas que eu me lembrava e suas pernas que estavam mais finas. Lembranças da minha infância assolaram a mente…

O mundo provavelmente estava correndo, as buzinas dos carros deveriam estar distantes, longe do alcance dos nossos ouvidos, e as pessoas estavam batendo cartão, tentando chegar no horário aos seus compromissos e fazendo todas as coisas burocráticas que devem ser feitas. Mas eu… ah! Eu estava sendo quebrada pelo Espírito que, no silêncio e na calmaria, me fazia lembrar de quão breves são os nossos dias.

Meu avô estava em casa agora. O silêncio da casa dos dois soava ensurdecedor na minha mente. Não havia discussão de filhos, gritaria de netos, barulho de máquina de costura ou marteladas de pedreiro. Era silêncio. Não havia barulho de batedeira, de desenho animado na televisão e nem barulho da porta do bar abrindo. Silêncio.

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Eva

A Eva que habita em mim

Você já parou para pensar em como Eva conseguiu convencer a Adão de que valia a pena provar daquele fruto e desobedecer a Deus?

Vou compartilhar com vocês a situação que me motivou a pensar sobre o assunto desse texto. Recentemente, eu estava precisando decidir sobre algo certo ou algo errado (o tipo de decisão que precisamos tomar várias vezes durante nosso dia).

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orçamento

Orçamento – O custo de um casamento

O orçamento de um casamento, se colocado no papel discriminadamente, assusta qualquer um. Mesmo que seja um pai que já casou quatro filhas, se só a quinta fez um relatório detalhado de gastos, aí sim é que ele vai reparar o quanto se gasta em mínimas coisas. No básico, pensamos em salão, buffet, vestido, alianças, decoração da igreja e do salão, fotógrafo e convites. Mas existem coisas bem pequenas com preços bem altos, como designer de sobrancelha, artigos de papelaria, topo de bolo, lembrancinhas dos pagens…

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“Confessem uns aos outros […]”

“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz”. Tiago 5:16

Escrevo porque Deus tem mudado isso em mim, através de um processo difícil: abrir mão de orgulho e medo, para expor fraquezas e pecados.

Confessar nossos pecados a Deus é difícil. A partir do momento que entendemos quem Ele é, e o que Ele espera de nós – o padrão que Ele nos impõe (“Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo que fizerem, pois está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’”. 1 Pedro 1:15-16) – se torna dolorido chegar diante dELe e dizer que contrariamos Sua vontade.Leia mais…