Solteira e feliz?! Nunca!

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Se ao ler o título deste post você pensou: “nunca mesmo!” essa série é pra você! Falei isso para uma amiga uma vez: “solteira e feliz não combinam”. Mas, se esse é seu status atual e você precisa lidar com os desafios e obstáculos que ele traz, não sabendo por quanto tempo, ou o que Deus trará na próxima curva do caminho, você tem duas opções – pelo menos as que eu vejo mais claramente: ficar afundada no sofá devorando um pote de sorvete, curtindo uma festinha de autopiedade regada pelas palavras desencorajadoras e mentirosas de satanás, muitas vezes baseadas no seu passado e não no seu futuro ou, se agarrar com todas as forças naquele que é a verdade, Jesus!

Se estou escrevendo, não é porque cheguei lá… no alvo do contentamento. O título do post muitas vezes parece verdade pra mim. O meu senso de valor está profundamente linkado em estar num relacionamento ou ter filhos. Talvez eu esteja cansada de me sentir fracassada na jornada da solteirice e penso que esse sentimento não tem nada a ver com o que Deus promete na sua Palavra… quero a vida em abundância fluindo dentro de mim, solteira ou não!

Isso não significa que não haverão dias mais cinzas e noites em que acordarei rodeada de todo o papel higiênico que usei para enxugar as minhas lágrimas, mas quero dias mais azuis. Dias que convidarei Jesus para andar ao meu lado nessa vida de mulher solteira, renovando a minha esperança, me ensinando a verdade. Vamos juntas?! Para isso, vamos pegar uma carona com os sábios conselhos da Nancy DeMoss em sua série “Thoughts for my single sisters before I become a “Mis”” – Pensamentos para minhas irmãs solteiras antes de eu me tornar uma senhora – e outros textos que forem surgindo no meio do caminho.Leia mais…

Chega de MIMIMI e deixa Deus usar sua história.

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Você já teve pena de si mesmo?

Já ficou tão comovida com sua própria história que quase tirou um lencinho da bolsa e se auto presenteou?

Pois é… isto pode parecer cômico, mas em algumas vezes passamos por fases prá lá de difíceis. Dá prá dizer que uma das mais duras lições da vida é aprender com o sofrimento. Aqueles tempos que a gente olha para os lados e não consegue ver solução alguma. Quando os amigos por mais íntimos que sejam, parecem não captar o que estamos realmente sentindo e, quando um abraço apertado significa muito mais do que uma hora de blábláblás

Sim, eu também já passei por isso.Leia mais…

Um retrato das meninas do Brasil!

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O encantamento por bonecas e casinhas na infância, logo é trocado por olhares e suspiros pelo menino novo que chega na escola…

As crises de autoestima na adolescência, logo são acompanhadas pelas dúvidas de qual curso escolher na Faculdade …

O namoro, os erros e acertos, as amigas que permanecem quando o tempo voa, as viagens, os estágios, os empregos…

E quando o tempo começa a passar, o medo de não ter ninguém para dividir a vida começa a pesar, mesmo que fortemente confrontado.

Tudo isso faz parte do Universo de ser menina, de ser mulher. Mas infelizmente, este retrato é romântico e sucinto demais para descrever a total realidade.

São milhares de meninas ao redor do nosso país que não passam por estas fases assim, pulando de “degrau em degrau” como aquelas imagens lindas de Facebook, carregando um balão colorido e saltando por paisagens bonitas…

Tem algumas que têm feridas tão grandes que torcem que o tempo voe para uma parte que seja “calmaria” e tranquilize o coração.

Muitas sofrem por insegurança, baixa autoestima, medo, traumas…

Tem aquelas que desde a infância trazem seus “segredos secretos” e não têm coragem e confiança em alguém para abrir o coração. Elas, muito cedo, tiveram sua infância roubada quando sofreram diversos tipos de abusos, como físico e emocional e carregam dores que os olhos humanos não conseguem captar…Leia mais…

Carnaval

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Ontem saímos para comer uma pizza, eu, meu marido e nossas duas filhas. Resolvemos dar uma volta e passando por um local onde se reúnem vários universitários, presenciamos várias pessoas iniciando as “comemorações do Carnaval”. Praticamente todas as meninas estavam com shorts ou saia muito curtos, daqueles que nossas meninas “FéShion” não recomendaram, o pessoal dançava e bebia. Quando achamos que tínhamos “visto tudo” e passado por toda aquela “folia”, ficamos atrás de um veículo tipo “pampinha” com muitas meninas na carroceria, vestidas com trajes muito curtos, o que chamou mais a atenção foi uma moça que estava com uma saia rodada curtíssima e quando o carro acelerou o vento fez com que a saia voasse, mostrando o fio dental que a mesma usava….

Minhas filhas pequenas que já haviam ficado chocadas com a primeira cena, ficaram ainda mais chocadas com a segunda. A mais velha na hora falou: “Isso é mega prostituição!” e a mais nova continuou: “Que perigo!” Como mãe fiquei triste por presenciarem esta cena, mas feliz por elas não terem achado aquilo normal, o que me levou a pensar em como lidamos com as coisas que vemos.

Você pode até dizer: “Ah…mas é Carnaval…todo mundo anda assim…” Sim, é Carnaval, a “festa da carne”, onde a maioria das pessoas aproveita para “soltar a franga”, “liberar geral”, mas o errado continua sendo errado mesmo quando todos estão fazendo…

Uma das armas que o inimigo tem usado e muito, é a da consciência cauterizada, você vai vendo, vendo, se acostumando com aquilo, até que fica normal para você, até que você acha que todo mundo faz, todo mundo usa, todo mundo acha normal…e vamos nos acostumando com o pecado. Pecado é pecado, mesmo quando todos fazem, e principalmente nesta época de Carnaval, a maioria pensa que existe uma “carta de alforria imaginária” liberando todos de todos os pecados. Paulo aos Romanos lembra: “Rogo-vos irmãos pela compaixão de Deus que apresenteis os vossos corpos, como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus que é vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.1,2). Em outra versão há os termos: “Não se amoldem ao padrão deste mundo”.

“Ah…mas o menino que estou de olho vai estar lá, e se eu não for, ele vai ficar com outra…..”.

Menina…acorda!!! Se o menino está frequentando lugares assim, é óbvio que ele não é para você! Lembre que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, e JAMAIS vai ser a vontade dEle que você conheça alguém frequentando este tipo de evento. Lembre também que namoro não é método de evangelismo…”Ah…mas eu vou começar a namorar com ele e depois eu levo para a igreja…”. Repito: Acorda menina! Você deve evangelizar sim, mas todas as pessoas e não somente quem é “interessante” para você, além do mais, que tipo de “sacerdote do lar” teu marido vai ser se só você for firme na fé e ele não? A luz não tem comunhão com trevas…não se ponha em jugo desigual..(2 Co 6.14).

Que possamos sempre, e não somente nesta época do carnaval filtrar o que entra em nossos olhos, ouvidos e pensamentos… “levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo…” (2 Co 10.5). “O errado será sempre errado, mesmo que todo mundo esteja fazendo. E o certo será sempre certo, mesmo que ninguém esteja fazendo.” (Autor Desconhecido).

Upas carinhosos da Tante!

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Amizade

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Friends!!! Quem são e onde estão?

Segundo o meu facebook, somo hoje o total 1.757 amigos. Mas entre status, fotos e curtidas, onde estão os meus amigos? Passamos boa parte do dia compartilhando algo da vida e conferindo a vida de outros (porque a informação não tem mais limites), tudo cai na rede e no mesmo momento em que algo é novo já se tornou velho. E do mesmo modo em que aceito uma solicitação de amizade em um clique rápido e fácil, rápido e fácil também não tenho amigos.

Geralmente os amigos se revelam nos dias em que algo não vai tão bem. Aqueles amigos de “Oi, tudo bem?” temos muitos; mas aqueles amigos que sentam pra ouvir se tudo vai bem mesmo, que compartilham bons conselhos, que se dedicam em buscar auxilio para a dificuldade de outros, não são adquiridos com um clique, não são tão fáceis de encontrar e não são numerosos.

Por isso pergunto: Quem são e onde estão os seus amigos?

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Pensamentos para as minhas irmãs solteiras antes de eu me tornar uma “senhora” – parte 1

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Estamos no finalzinho de janeiro e já se foram as comemorações do final de ano. Talvez muitas de nós andaram pensando neste período se este será “o ano”. O ano que mudaremos nosso status no Facebook, o ano que nos levará para um noivado ou um casamento, o ano que aquele sentimento de “mas eu fui feita pra casar!” finalmente será suprido e tudo fará sentido.

Algumas de nós tiveram que respirar fundo, erguer a cabeça e enfrentar mais um final de ano ao lado de seus parentes (se divertindo sim!), mas imaginando como seria passar essa data na companhia de um esposo e filhos a tira colo. Talvez, você se sinta assombrada pelo “fantasma da solteirice” e ouvir as palavras “e se você nunca se casar?” lhe causem calafrios; estar solteira pode estar sendo um fardo e você não tem conseguido aproveitar o passeio pela vida.

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Conselhos de Amiga – A beleza da Espera

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Quando pedimos algo para Deus, sabemos que existem três respostas que Ele pode dar: “Sim”, “Não” ou “Espere”.

É fácil lidar com o “Sim”, porque geralmente é o que queremos, é um pouco mais difícil lidar com o “Não”, pois geralmente representa aquilo que a gente não quer, mas o complicado mesmo e que “pega” é lidar com o “Espere”. Simplesmente porque a gente não sabe o que vai ser, somente que temos que esperar e isso é tremendamente complicado.

Implica em exercitar a confiança em Deus, em continuar orando, clamando, jejuando, buscando, lendo Sua Palavra e ficar atenta aos sinais. Quando temos que esperar, “o negócio” fica complicado, pois nestes momentos é que podemos estragar tudo, colocando “os pés pelas mãos”, fazendo aquilo que a gente quer que aconteça muitas vezes e não aquilo que Deus quer fazer.

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Como escrever a história dEle com a sua vida

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Noutro dia nós estávamos em um passeio da escola quando meu filho apontou para uma parede e me perguntou: “Ei, mãe, aquilo é um fóssil? Que maneiro!”. Eu sorri pela observação que ele fez, mas aquele momento pareceu mexer comigo. Depois daquilo, não pude parar de pensar nos diferentes tipos de impressão – sejam elas físicas, emocionais ou espirituais. A história das nossas vidas deixa marcas duradouras.

Às vezes eu leio autores mais jovens ou vejo as atualizações nos perfis dos meus amigos no Facebook, e me sinto um pouquinho enciumada sobre as pessoas de vinte e poucos anos que escrevem como se já entendessem tudo do seu mundo. É como se eles fossem fascinados pela história de suas próprias vidas então, eles trabalham diligentemente para colocar suas palavras com significado no papel. Eles possuem uma profunda necessidade de causar uma impressão que dure.

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Solteiras e muito úteis

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​Existe um potencial em nossas igrejas. Na maioria das vezes, negligenciado: SOLTEIRAS.

No meio evangélico, sobram programas e literaturas para crianças, adolescentes, jovens, casais e terceira idade, porém o que dizer das adultas sem cônjuge?

Na maioria das vezes, sem saber o que fazer com elas e sem conseguir “classificá-las” a igreja fica empurrando para um casamento, às vezes, prematuramente.

Muito triste! Desta forma a igreja passa algumas mensagens muito insensíveis do tipo:

  1. Uma pessoa solteira é incompleta;
  2. O objetivo da igreja para a solteira é achar um casamento;
  3. Só existe sentido relacional dentro do casamento.

Estou convicta que um dos melhores presentes quando nascemos na família de Deus é o de recebermos uma “família cristã”. Pertencemos à um Deus relacional. No Seu plano perfeito, Ele nos colocou em convívio em grupos para trabalharmos juntos na expansão do Seu Reino. Nestes grupos é onde vivemos a mutualidade e onde somos aperfeiçoados.

Quando a igreja é insensível às necessidades das solteiras, oferece à elas apenas a programação de “jovens” e destes grupos, participam jovens de 16, 18 anos com interesses muito diferentes da faixa etária entre 25, 35 ,45, 55, 60 anos ou mais. O que dizer das viúvas, divorciadas e desapontadas com relacionamentos que não mais existem? Onde abrir o coração?

Deus quer que tenhamos relacionamentos de valor, onde possamos exercitar a mutualidade. Aliás, minha experiência me mostra que pessoas que não sabem exercer esta mutualidade enquanto solteiras, terão grande dificuldade em exercê-la no contexto conjugal. A igreja deveria ser a maior promotora para este ambiente relacional saudável. Infelizmente o que vemos é o contrário: malícia, ciúmes, inveja.

Como assim? Na igreja? Sim…que tristeza! Basta haver uma aproximação entre pessoas de sexos diferentes, as insinuações começam, abortando uma grande amizade, ou gerando expectativas irreais em um dos envolvidos. Muitas vezes, solteiras de nossas igrejas acabam preferindo ter amigas “fora do contexto igreja” para evitar pressões ou comentários maliciosos. Desta forma, deixamos de cumprir uma das mais gostosas funções da igreja que é o de zelar por relacionamentos puros num contexto saudável proporcionando trocas e crescimento, apoio mútuo, amparo, enfim: mutualidade.

Meu convite é que façamos uma análise de nossos contextos e práticas:

  1. A igreja que participo promove ou estimula o encontro significativo entre as pessoas? Existe um espaço para as solteiras adultas?
  2. Quais são os meus pensamentos quando vejo pessoas de sexo diferentes desenvolvendo uma amizade?
  3. Quais são os meus comentários?
  4. Tenho um profundo respeito pelas pessoas com as quais me relaciono ou as empurro para confiarem mais em relacionamentos “fora do contexto igreja”?

Que Deus tenha misericórdia de nossos ajuntamentos e práticas e que possamos ser agentes de “vida relacional”!

Sugestão de Leitura:

  • Dilemas do Estado Civil, Compreendendo pessoas solteiras – Mariluce Emerim de Melo August – Editora Esperança.
  • Potencial Invisível na Igreja, 8 marcas de uma comunidade acolhedora para pessoas adultas sem cônjuge – Hartmut August – Editora Esperança.

Autora: Karen Lopes Wild – Florianópolis/ SC

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Minha verdadeira lista de ação de graças: coragem para estar quebrantada.

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Você não precisa morrer para sentir que não está realmente vivo.

Você pode até ser amada pelo homem dos seus sonhos, cujos braços de esposo circundam sua cintura durante a noite. Você pode amar os dois meninos mais lindos do mundo, os quais você sempre lembrará descansando recém-nascidos quentinhos e leves no seu peito. E ainda assim, sentir que há algo faltando lá dentro.

É difícil falar com as outras pessoas sobre algo que é difícil para você mesma encarar. Eles podem pensar que você está sendo ingrata, ou que você não está contando suas bençãos. Eles podem pensar que a sua fé é inoperante. Mas as coisas não são desse jeito. Há algo mais profundo acontecendo.

O lugar lá dentro…

Eu sei como é. Como é ter que se virar sozinha. Estar bem. Se sentir entorpecida em lugares que ninguém consegue ver. Eu em minha infância… ainda sozinha… segurando as pontas. Este sentimento não aparece quando estou no trabalho, ou participando de uma conferência. Ele não está presente quando estou passeando com minhas amigas, ou quando estou na igreja, onde tudo está onde deveria estar. E se você me vê no mercado, levando meus filhos para o futebol, cuidando da casa, você pensaria que tudo está bem.

Este lugar lá dentro de mim onde me recomponho, é onde vou quando estou me sentido deprimida, confusa ou estressada. Na privacidade da minha alma, onde as memórias estão, estão também as minhas feridas.

Fé maior.

Você sabe que o mês de novembro é a época do ano quando falamos sobre sermos agradecidos. Mas para alguém como eu, que está atravessando a jornada da cura, tendo que me lembrar de todas as pessoas, lugares e histórias que me machucaram, as coisas pelas quais sou grata podem não ser aquelas que estão na lista das outras pessoas. Antes da minha jornada através da ansiedade debilitante, eu conseguia ignorar o sentimento de vergonha por crescer num lar com muitos problemas. Eu queria me tornar forte e corajosa por ser competente. Eu não entendia que Deus poderia me fazer forte e corajosa estando quebrantada. Eu era nova em minha jornada de fé. Naquele tempo, quando eu era apenas uma garotinha, eu não entendi que se precisa de uma fé muito maior para ser quebrantada do que para ser competente.

Ainda assim…

É o que Jesus escolheu no Jardim do Getsêmani, na noite que todos estavam relembrando a Páscoa e agradecendo a Deus por estarem a salvo da morte. Foi a noite que Jesus escolheu não estar a salvo da morte. Foi a noite que Jesus se sentiu morrendo…

Ainda assim, ele celebrou a Páscoa com seus amigos mais chegados.

Ainda assim, ele agradeceu a Deus pelo pão.

Ainda assim, Jesus agradeceu pelo vinho.

Jesus confiou.

Levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.

Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem

aqui e vigiem comigo” (Mateus 26.37,38).

Jesus não queria a dor, mas ele nos queria ainda mais.

Então, Jesus escolheu estar quebrantado.

E neste tempo de ação de graças, meu coração está se abrindo.

Minha alma está acordando com cada memória dolorosa que está emergindo.

Estou dando um passo para fora do meu estado de dormência, para agradecer. Não porque eu sou forte ou porque está tudo perfeito. Eu possuo algo este ano, o qual eu nunca possuí antes. Eu tenho um coração que está se tornando verdadeiro.

Minha real lista de ação de graças.Leia mais…