Pensamentos para as minhas irmãs solteiras antes de eu me tornar uma “senhora” – parte 1

Estamos no finalzinho de janeiro e já se foram as comemorações do final de ano. Talvez muitas de nós andaram pensando neste período se este será “o ano”. O ano que mudaremos nosso status no Facebook, o ano que nos levará para um noivado ou um casamento, o ano que aquele sentimento de “mas eu fui feita pra casar!” finalmente será suprido e tudo fará sentido.

Algumas de nós tiveram que respirar fundo, erguer a cabeça e enfrentar mais um final de ano ao lado de seus parentes (se divertindo sim!), mas imaginando como seria passar essa data na companhia de um esposo e filhos a tira colo. Talvez, você se sinta assombrada pelo “fantasma da solteirice” e ouvir as palavras “e se você nunca se casar?” lhe causem calafrios; estar solteira pode estar sendo um fardo e você não tem conseguido aproveitar o passeio pela vida.

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Conselhos de Amiga – A beleza da Espera

Quando pedimos algo para Deus, sabemos que existem três respostas que Ele pode dar: “Sim”, “Não” ou “Espere”.

É fácil lidar com o “Sim”, porque geralmente é o que queremos, é um pouco mais difícil lidar com o “Não”, pois geralmente representa aquilo que a gente não quer, mas o complicado mesmo e que “pega” é lidar com o “Espere”. Simplesmente porque a gente não sabe o que vai ser, somente que temos que esperar e isso é tremendamente complicado.

Implica em exercitar a confiança em Deus, em continuar orando, clamando, jejuando, buscando, lendo Sua Palavra e ficar atenta aos sinais. Quando temos que esperar, “o negócio” fica complicado, pois nestes momentos é que podemos estragar tudo, colocando “os pés pelas mãos”, fazendo aquilo que a gente quer que aconteça muitas vezes e não aquilo que Deus quer fazer.

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Como escrever a história dEle com a sua vida

Noutro dia nós estávamos em um passeio da escola quando meu filho apontou para uma parede e me perguntou: “Ei, mãe, aquilo é um fóssil? Que maneiro!”. Eu sorri pela observação que ele fez, mas aquele momento pareceu mexer comigo. Depois daquilo, não pude parar de pensar nos diferentes tipos de impressão – sejam elas físicas, emocionais ou espirituais. A história das nossas vidas deixa marcas duradouras.

Às vezes eu leio autores mais jovens ou vejo as atualizações nos perfis dos meus amigos no Facebook, e me sinto um pouquinho enciumada sobre as pessoas de vinte e poucos anos que escrevem como se já entendessem tudo do seu mundo. É como se eles fossem fascinados pela história de suas próprias vidas então, eles trabalham diligentemente para colocar suas palavras com significado no papel. Eles possuem uma profunda necessidade de causar uma impressão que dure.

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Solteiras e muito úteis

​Existe um potencial em nossas igrejas. Na maioria das vezes, negligenciado: SOLTEIRAS.

No meio evangélico, sobram programas e literaturas para crianças, adolescentes, jovens, casais e terceira idade, porém o que dizer das adultas sem cônjuge?

Na maioria das vezes, sem saber o que fazer com elas e sem conseguir “classificá-las” a igreja fica empurrando para um casamento, às vezes, prematuramente.

Muito triste! Desta forma a igreja passa algumas mensagens muito insensíveis do tipo:

  1. Uma pessoa solteira é incompleta;
  2. O objetivo da igreja para a solteira é achar um casamento;
  3. Só existe sentido relacional dentro do casamento.

Estou convicta que um dos melhores presentes quando nascemos na família de Deus é o de recebermos uma “família cristã”. Pertencemos à um Deus relacional. No Seu plano perfeito, Ele nos colocou em convívio em grupos para trabalharmos juntos na expansão do Seu Reino. Nestes grupos é onde vivemos a mutualidade e onde somos aperfeiçoados.

Quando a igreja é insensível às necessidades das solteiras, oferece à elas apenas a programação de “jovens” e destes grupos, participam jovens de 16, 18 anos com interesses muito diferentes da faixa etária entre 25, 35 ,45, 55, 60 anos ou mais. O que dizer das viúvas, divorciadas e desapontadas com relacionamentos que não mais existem? Onde abrir o coração?

Deus quer que tenhamos relacionamentos de valor, onde possamos exercitar a mutualidade. Aliás, minha experiência me mostra que pessoas que não sabem exercer esta mutualidade enquanto solteiras, terão grande dificuldade em exercê-la no contexto conjugal. A igreja deveria ser a maior promotora para este ambiente relacional saudável. Infelizmente o que vemos é o contrário: malícia, ciúmes, inveja.

Como assim? Na igreja? Sim…que tristeza! Basta haver uma aproximação entre pessoas de sexos diferentes, as insinuações começam, abortando uma grande amizade, ou gerando expectativas irreais em um dos envolvidos. Muitas vezes, solteiras de nossas igrejas acabam preferindo ter amigas “fora do contexto igreja” para evitar pressões ou comentários maliciosos. Desta forma, deixamos de cumprir uma das mais gostosas funções da igreja que é o de zelar por relacionamentos puros num contexto saudável proporcionando trocas e crescimento, apoio mútuo, amparo, enfim: mutualidade.

Meu convite é que façamos uma análise de nossos contextos e práticas:

  1. A igreja que participo promove ou estimula o encontro significativo entre as pessoas? Existe um espaço para as solteiras adultas?
  2. Quais são os meus pensamentos quando vejo pessoas de sexo diferentes desenvolvendo uma amizade?
  3. Quais são os meus comentários?
  4. Tenho um profundo respeito pelas pessoas com as quais me relaciono ou as empurro para confiarem mais em relacionamentos “fora do contexto igreja”?

Que Deus tenha misericórdia de nossos ajuntamentos e práticas e que possamos ser agentes de “vida relacional”!

Sugestão de Leitura:

  • Dilemas do Estado Civil, Compreendendo pessoas solteiras – Mariluce Emerim de Melo August – Editora Esperança.
  • Potencial Invisível na Igreja, 8 marcas de uma comunidade acolhedora para pessoas adultas sem cônjuge – Hartmut August – Editora Esperança.

Autora: Karen Lopes Wild – Florianópolis/ SC

Colunista-04

Minha verdadeira lista de ação de graças: coragem para estar quebrantada.

Você não precisa morrer para sentir que não está realmente vivo.

Você pode até ser amada pelo homem dos seus sonhos, cujos braços de esposo circundam sua cintura durante a noite. Você pode amar os dois meninos mais lindos do mundo, os quais você sempre lembrará descansando recém-nascidos quentinhos e leves no seu peito. E ainda assim, sentir que há algo faltando lá dentro.

É difícil falar com as outras pessoas sobre algo que é difícil para você mesma encarar. Eles podem pensar que você está sendo ingrata, ou que você não está contando suas bençãos. Eles podem pensar que a sua fé é inoperante. Mas as coisas não são desse jeito. Há algo mais profundo acontecendo.

O lugar lá dentro…

Eu sei como é. Como é ter que se virar sozinha. Estar bem. Se sentir entorpecida em lugares que ninguém consegue ver. Eu em minha infância… ainda sozinha… segurando as pontas. Este sentimento não aparece quando estou no trabalho, ou participando de uma conferência. Ele não está presente quando estou passeando com minhas amigas, ou quando estou na igreja, onde tudo está onde deveria estar. E se você me vê no mercado, levando meus filhos para o futebol, cuidando da casa, você pensaria que tudo está bem.

Este lugar lá dentro de mim onde me recomponho, é onde vou quando estou me sentido deprimida, confusa ou estressada. Na privacidade da minha alma, onde as memórias estão, estão também as minhas feridas.

Fé maior.

Você sabe que o mês de novembro é a época do ano quando falamos sobre sermos agradecidos. Mas para alguém como eu, que está atravessando a jornada da cura, tendo que me lembrar de todas as pessoas, lugares e histórias que me machucaram, as coisas pelas quais sou grata podem não ser aquelas que estão na lista das outras pessoas. Antes da minha jornada através da ansiedade debilitante, eu conseguia ignorar o sentimento de vergonha por crescer num lar com muitos problemas. Eu queria me tornar forte e corajosa por ser competente. Eu não entendia que Deus poderia me fazer forte e corajosa estando quebrantada. Eu era nova em minha jornada de fé. Naquele tempo, quando eu era apenas uma garotinha, eu não entendi que se precisa de uma fé muito maior para ser quebrantada do que para ser competente.

Ainda assim…

É o que Jesus escolheu no Jardim do Getsêmani, na noite que todos estavam relembrando a Páscoa e agradecendo a Deus por estarem a salvo da morte. Foi a noite que Jesus escolheu não estar a salvo da morte. Foi a noite que Jesus se sentiu morrendo…

Ainda assim, ele celebrou a Páscoa com seus amigos mais chegados.

Ainda assim, ele agradeceu a Deus pelo pão.

Ainda assim, Jesus agradeceu pelo vinho.

Jesus confiou.

Levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.

Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem

aqui e vigiem comigo” (Mateus 26.37,38).

Jesus não queria a dor, mas ele nos queria ainda mais.

Então, Jesus escolheu estar quebrantado.

E neste tempo de ação de graças, meu coração está se abrindo.

Minha alma está acordando com cada memória dolorosa que está emergindo.

Estou dando um passo para fora do meu estado de dormência, para agradecer. Não porque eu sou forte ou porque está tudo perfeito. Eu possuo algo este ano, o qual eu nunca possuí antes. Eu tenho um coração que está se tornando verdadeiro.

Minha real lista de ação de graças.Leia mais…

Ninguém me tira para dançar | Parte 2

Para quem não leu a parte um clique aqui.

 

Oi querida Fémenina,

Este assunto te incomodou? Talvez você tenha se sentido um tantinho desconfortável, por ser um tema que trouxe lembranças nem tão agradáveis.

Nesse caso, saiba que você não está sozinha: – eu e muitas outras mulheres de todas as épocas temos passado pela mesma situação.

Às vezes parece que todas as meninas encontram o par ideal – menos você…

Antes de procurar explicações precisamos concordar que cada pessoa tem ideais, objetivos, sonhos e aspirações diferentes umas das outras.

Assim, aquilo que é perfeito para uma menina, poderá parecer muito aquém das expectativas de outra.

Isto vai além da aparência física, dos gostos pessoais, dons e talentos, bens de família, etc.

Por mais semelhantes que as meninas de sua turma sejam, algumas não pedem muito da vida: – contam com o básico, o trivial – aquilo que vai dar menos trabalho para conquistar.

Como sabemos disso?

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Conselhos da Tante

É a pessoa certa??

Olá meninas de fé! É com muita alegria que retorno a escrever para vocês. Não sei se lembram de mim, publiquei minha história de amor no blog, sou casada com o Anderson e tenho duas filhas maravilhosas, Isabelle e Laísa, presentes do Papai do Céu.

Vocês devem estar se perguntando: Porque “Tante”? Bom, como as descendentes de alemães já devem conhecer, “Tante” significa “Tia” em alemão, e quando minha primeira sobrinha nasceu não queria ser apenas mais uma tia, e sim uma “Tante” que fosse amiga, confidente, tia e conselheira ao mesmo tempo. E é nesse clima que gostaria de conversar com vocês, muitas vezes não temos alguém para desabafar e expor nossos medos, principalmente com relação a namoro e casamento. Deus trabalhou bastante na minha vida nesta área (pra não dizer “quebrei muito a cara”, rs). Mas vejo que tudo foi permitido para que agora pudesse ajudar quem está passando por estas dificuldades.

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Ninguém me tira para dançar…


Olá Querida Fémenina – tudo bem?
(Estou com dificuldades por doença na família – por isso me ausentei)
Hoje quero falar de um assunto que parece afligir algumas meninas queridas e fiéis a Deus, e que “fazem tudo certo”: – “NINGUÉM AS TIRA PARA DANÇAR”…
Claro que estou falando no sentido figurado, não me refiro aos bailes dos tempos de sua bisavó (se é que ela frequentava bailes), mas sabemos que os bailes dos tempos antigos podiam ser uma prova terrível para as meninas que não eram as mais belas, as mais bem vestidas, ou mais encantadoras,  elas levavam o malfadado “chá de cadeira”…       
Passavam o tempo todo só olhando, enquanto as moças “mais populares” eram sucessivamente requisitadas para a próxima dança;
– Para elas, só restavam os rapazes desajeitados e péssimos dançarinos…
Em nossos dias (no ambiente cristão) não temos bailes, mas o “chá de cadeira” parece que não saiu de moda, continua fazendo vítimas. Talvez você já tenha passado por isto…
Por isso, quero falar com você, querida menina que leva a sério sua vida com Deus, que capricha em sua aparência pessoal, cuida da alimentação, estuda e trabalha bastante, faz o possível para ser gentil e generosa …Mas não consegue um namorado (decente).
Os anos vão passando, a idade parece chegar voando, a sua confiança em Deus dá uma vacilada, tudo parece apontar para aquela expressão “ficou para titia”.
Você começa a se questionar:
– “Fiz tudo certo”? “Onde foi que eu errei”? “Alguém me ajuda”???
(Desculpe, querida, mas tenho que continuar na semana que vem…)
Beijão da vovó descolada

Posso duvidar de muita coisa, menos da fidelidade de Deus.


Você já passou por circunstâncias em que não enxergava nenhuma saída?
Pois é, posso dizer e testemunhar que já passei por momentos como estes também. Há alguns anos atrás, meu pai com 48 anos de idade ouviu e obedeceu ao chamado ministerial. Ele já adulto, casado e com 3 filhos teve a convicção de que deveria ir preparar-se no Seminário. Todos vibramos, porém sentimos muitas dificuldades batendo em nossa porta.
Minha mãe, que era professora e na época atuava como diretora escolar, com bravura e dedicação auxiliou meu pai na obediência ao chamado.
Aquilo que já soava como “difícil” para meu pai, como o fato de ter que deixar sua família numa cidade para estudar em outra, somava-se a outras complicações, como voltar a estudar depois de quase 30 anos longe do ambiente escolar, encarar grego, hebraico, as disciplinas de música, e depender do auxílio total financeiro de minha mãe, etc.
As coisas realmente não estavam fáceis.
Chegou um momento em que meu pai e minha mãe não aguentavam mais a pressão. Os dois estavam desgastados e preocupados, pois além das dificuldades financeiras, meu irmão mais velho e eu, resolvemos ter crises da “adolescência” e querer conhecer o mundo lá fora.
Foi então que no 2° ano do Seminário, meu pai resolveu desistir de tudo e voltar para casa para ajudar minha mãe e tentar fazer tudo voltar à normalidade. Ele estava decidido. Mas Deus interferiu nesta decisão…
De forma inacreditável! Sim, de forma miraculosa Deus interviu.
Quando as forças foram embora e a fraqueza evidente se tornou, Deus fez com que tivéssemos uma grande surpresa.
Fomos avisados de que havíamos ganhado uma herança. Isso mesmo uma herança que nem merecíamos a olhos humanos, pois nem da família éramos. Bem, da família de sangue não, mas da família espiritual sim.
Uma querida irmã solteira e com um coração gigante e que era da mesma igreja que a nossa família, nos deixou uma quantia em dinheiro que foi suficiente para pagar os estudos de meu pai entre outras coisas importantes como um carro para as viagens ao Seminário, combustível e etc.
Ah, como lembro das lágrimas de felicidade daqueles dias. Do alívio e da certeza de que Deus estava presente em nossas vidas. Da incompreensão por não entender como Deus estava me abençoando mesmo eu tendo um coração tão duro diante Dele.
Deu para se surpreender? Então, ainda tem mais! Não apenas ganhamos a quantia em dinheiro, mas também um apartamento localizado no centro da cidade e que ficava perto da igreja e da escola em que minha mãe trabalhava.
Esta foi uma das experiências mais incríveis que vivi. Não pelo dinheiro ou apartamento que recebemos, mas pela demonstração da fidelidade de Deus a seus filhos. Ele usou aquela querida irmã para cuidar e suprir nossas necessidades.
Não merecíamos! Mas Deus provou a nossa família que quando Ele tem um propósito para seus filhos, Ele supre! Ele salva! Ele intervém, pois tudo Ele vê, tudo sabe, tudo pode fazer.
E para terminar, lembro de uma frase citada pelo Pr. Isaías Christal em suas pregações e que ficou gravada desde minha adolescência em minha mente:
“Nunca duvide na escuridão aquilo que Deus lhe disse na luz”. Raymond Edman

“Se somos infiéis, o Senhor permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.” 2Tm 2.13

Marta C. Hoffmann
Curitiba/ PR










Vida dupla!

Domingo à noite, no culto, um pastor falou algo que ficou na minha mente. Ele associou o tão conhecido Salmo 139.23: “Sonda-me oh Deus e conhece o meu coração…” à ideia de colocar um espelho no coração e vê-lo como realmente é. Minha mente é levada à esta imagem do espelho, que revela as verdadeiras intenções que podem muito bem serem camufladas ou disfarçadas.
Como de forma automática, lembro-me de uma das músicas antigas que mais gosto, que diz:
“Teus olhos revelam que eu
nada posso esconder que não sou nada sem ti
Oh Fiel Senhor
Tudo sabes de mim, quando sondas meu coração, tudo Tu podes ver bem dentro de mim
Leva minha vida a uma só verdade, pois quando me sondas nada posso ocultar…”
A parte grifada é a que me paralisa cada vez que eu canto esta canção, pois é como se eu precisasse avaliar a minha vida. Não consigo cantar esta parte simplesmente por cantar. Parece que o espelho do qual o pastor citou em sua pregação é lançado sobre minha mente e me faz refletir se minha vida pode ser resumida por “uma só verdade”.
Ao meu entender, uma só verdade é não ter uma vida dupla. É ser a mesma pessoa sozinho ou rodeado de pessoas.  É ter um coração sincero diante de Deus, reconhecendo que você é cheio de falhas, mas faz o possível para viver e fluir na graça de Deus. É não pecar e persistir no erro, mas ao pecar, o arrependimento é a sua primeira opção.
E você, já viveu uma vida dupla?
Ah, sinceramente como eu queria que você pudesse dizer um lindo: Não! Mas infelizmente, muitas vezes, se não avaliarmos nossas ações e intenções, nossas palavras soarão diferentes de nossas ações e a vida dupla, mesmo que inconsciente, será uma realidade em nossas vidas.
Graças a Deus que nos enviou o Espírito Santo que pode nos transformar e inquietar os nossos corações a ponto de não querermos viver em duplicidade de vida (Cf. Jo 14.26; 15. 7-14).
É Ele que “aperta seu coração” quando pecas;
É Ele que vê se suas palavras são realmente sinceras e verdadeiras;
É Ele que faz você querer ter um coração puro;
É Ele quem te aproxima do Pai (Cf. Gl 4.6).
Então, peça a Ele que transforme sua vida de tal forma que suas palavras e ações sejam “uma só verdade”.
Marta Hoffmann
Curitiba/ PR