RELACIONAMENTOS SÃO COMO COMIDA

Espero que você, cara leitora, possa entender minha analogia sem nenhuma maldade. Mas pensando seriamente com meus botões me dei conta que relacionamentos são como comida. Perigosos e essenciais, precisamos de prudência para fazer a melhor escolha. Por mais que a pessoa seja alguém que come de tudo, não é sempre que se quer comer qualquer coisa. E isso depende de um fator muito importante que chamamos de “saciedade”.

Quanto mais saciados, melhor descobrimos o poder de escolher bem o que e quando comer. Embora sinta o desejo incrível de comer um bolo de cenoura coberto de chocolate, quando estou saciada da fome esse bolo não passa de um desejo, um aperitivo, que posso comer naquele momento apreciando cada detalhe do sabor, ou simplesmente conseguirei imaginá-lo sendo consumido uma outra hora, sem maiores problemas. Por outro lado, quando estamos famintas aceitamos qualquer coisa comestível, não importa o valor nutricional, se é que há. As vezes nem olhamos o prazo de validade ou informações nutricionais, se é cancerígeno ou está cheio de bizarras manipulações até chegar à sua boca.Leia mais…

“Não vou me posicionar” ?

Sempre que surgem assuntos polêmicos existem três tipos de pessoas: as que concordam, as que discordam e um grande número que diz que “não irá se posicionar”. Vivemos em um mundo onde a liberdade de expressão está maior do que nunca e as pessoas têm “direito” de não se posicionar. O grande problema é que esquecem que “não se posicionar” já é “tomar uma posição”.

Dias atrás aconteceu outro fato polêmico envolvendo a nossa fé a defesa dela. Confesso que fiquei “de cara” com o teor da tal exposição e muito ofendida por se tratar de um ataque total à minha fé. Muitas pessoas se posicionaram, brigaram, xingaram, discordaram, concordaram, mas mesmo em meio do chamado “povo de fé evangélico” existiram aqueles que simplesmente “não se posicionaram”, como se não fosse contra a sua fé, como se não fosse consigo, como se o nome de Jesus não tivesse sido difamado, simplesmente pelo fato de poder permanecer confortável em seu sofá apenas observando e “não se posicionando”. O problema não é somente o acontecimento em si, e quando não nos posicionamos na nossa sala de aula quando repudiam o nome de Cristo? E quando não nos posicionamos quando um colega sofre bullying ou outro ato de injustiça? Quando a injustiça bate na nossa porta e abrimos a porta simplesmente por “não querer me posicionar”.Leia mais…

Ouça com o coração

Minha cabeça dói. Quando penso em todos os compromissos que tenho pela frente, sinto o calor da ansiedade subindo pelo peito. Só consigo ficar longe das mídias sociais quando meu celular cai no chão e para de funcionar, e só segunda-feira para levar na assistência. Barulho na televisão, a música no computador, aquele vídeo no Youtube, mais uma postagem no Instagram, mais uma conversa no Whatsapp. Mais alguma coisa pra fazer e mais uma, e mais.

O Pai me convida para o silêncio, para meditar. Ouvir primeiro minha própria respiração, meu coração bater, para poder ouví-Lo também. Ele me chama para uma Lectio Divina. A Lectio Divina é um método de leitura da Bíblia, é um “ouvir com o coração”. Eu o pratiquei há algum tempo e foi uma experiência surpreendente!Leia mais…

FéMenina-como eu me vejo

Como me vejo?

Como fulana tem coragem de sair com aquela roupa? Será que não tem espelho em casa? Será que ela nunca foi numa farmácia se pesar?

Você já ouviu estas perguntas e já pensou isso de alguém, assim como eu? Confesso…infelizmente é verdade… você já percebeu como somos cruéis? É claro que existem muitos “looks” que não são politicamente corretos para uma menina de fé, mas às vezes julgamos o peso de alguém, ou a falta de combinação, estas coisas…falo dos outros…mas e quando somos nós? Existe amor próprio? Pode até existir, mas você poderia pensar agora em uma característica tua? Característica Positiva…já sei…você pensou em milhares de defeitos, e temos uma facilidade incrível de pontuar milhares e milhares de defeitos. Vamos fazer um exercício agora: Tente pontuar tuas qualidades, podem ser físicas, psicológicas, espirituais….conseguiu? Foi mais difícil né?

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Vou subir a montanha!

Há algumas maneiras de subir uma montanha. Você pode subi-la de helicóptero ou ela pode ser escalada. No final, tanto de um jeito quanto de outro, podemos desfrutar da mesma paisagem. A diferença está no processo, e isso faz toda a diferença. Na escalada passo a passo, pedra a pedra, tronco a tronco, você supera seus limites físicos, sente o cheiro da mata, toca no limo da pedra, escorrega no barro, transpira muito, mas continua em direção ao topo. Desistir e voltar ao pé da montanha é bem frustrante, por mais desafiadora que a subida seja.

Na vida também é assim. Todos os dias fazemos a escolha de “subir de helicóptero”, usando os atalhos fornecidos pelos desejos do nosso próprio coração e bem sinalizados pelo inimigo das nossas almas, ou escolhemos escalar, onde sufocamos o nosso eu e trazemos a nossa carne à exaustão.Leia mais…

Um conselho de amiga!

O mês das amigas está terminado, mas hoje quero que você lembre de uma amiga que seja sincera e que não apenas te elogia e te enche de palavras fofinhas e concordâncias, mas aquela amiga que é mais amiga de Deus do que sua e quando ela fala você percebe isso.

Deus coloca em nossas vidas, pessoas cheias de amor e por terem tanto amor elas não conseguem concordar com aquilo que é errado, nos afasta de Deus e nos paralisa. Essas amigas não se preocupam com nossa cara fechada depois de uma bela exortação; elas querem o nosso bem e têm base bíblica para agirem assim: “Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.” Provérbios 27:6

Então, como uma boa amiga, quero encerrar nossa série sobre amizade que eu Marta, particularmente ameeei – te dando um conselho desse tipo que falei acima. Queria que você me imaginasse estar cara a cara contigo, te olhando com atenção e que você me tivesse como uma amiga sincera e que com carinho você me ouvisse. Deu para imaginar??? Se não me conhece – olha ali no final do post que tem minha carinha <3.  Então, vamos lá amiga?Leia mais…

Amizade à Distância

Alguns dizem que amizade à distância não existe de verdade, mas eu tenho alguns bons motivos para discordar disso e mostrar que sim, é possível manter amizades à distância.

Na minha vida, devido a vocação dos meus pais (meu pai é Pastor), mudei muitas vezes de cidade, e isso fez com que aquelas boas amizades que levaram anos pra ser construídas pudessem ser abaladas pela distância. Quando parecia que tudo estava bem, já havia me adaptado a cidade, as pessoas e construídos bons relacionamentos, então precisávamos nos mudar. Mas também, fiz muitos amigos nessa caminhada da vida que foram de eventos, acampamentos, cursos pequenos e até  mesmo virtuais (isso mesmo, a modernidade nos ensina a viver um novo formato de amizade também que pode ser muito boa se você sabe aproveitar da forma correta). Além disso, para aqueles que moram em cidade grande, a distância pode ser um desafio a ser superando para manter amizades na própria cidade.

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O perfil de uma boa amiga

Traçar o PERFIL exato de uma boa amiga é uma tarefa não muito fácil, vamos combinar, né?! Mas, sem dúvidas, podemos pensar algumas características que demonstram que uma pessoa é sim uma boa amiga. E, para isso, lá vem uma das minhas historinhas pra ilustrar…

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Amigos meninos

Desde pequenininha a maioria dos meus amigos são meninos, acho até porque eu sempre fui muito moleca e arteira e quem topava as minhas ideias malucas eram os meus amigos meninos. Quem me conhece hoje, deve pensar que sou muito “fresca”, mas como eu andava de skate, roller e fazia parte do time de futebol do colégio, a maioria dos meus amigos continuavam sendo os meninos. E na igreja? Também! E por ter sido criada assim, a facilidade em fazer amizade com mais meninos era muito grande, afinal eram amigos dos meus amigos certo? :p

Ao longo de todos esses anos aprendi muito com os meus amigos. Claro que eu tenho muitas amigas gurias também, mas mesmo assim os amigos que eu posso contar nos dedos, a maioria deles são tipo meus irmãos, por assim dizer.

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Laços quebrados podem ser restaurados

Você já reparou em como as crianças brincam com seus amigos? Elas riem, correm, gritam e quando percebemos já começam os empurrões, disputa de brinquedos e choro. O que é mais interessante perceber nessas “brigas” de criança e que elas não duram nem 15 minutos. As crianças preferem deixar de lado os motivos das brigas para poderem continuar brincando, ou seja, elas preferem ser felizes do que terem razão.

Por que será que nós, que já não somos mais crianças, não temos essa facilidade em perdoar as pessoas que nos machucam? Por que será que é mais importante ganhar uma discussão do que manter uma amizade? É só olhar para o nosso coração e encontrar as respostas para essas e outras tantas perguntas. Nosso foco muitas vezes está apenas em nós mesmos: eu quero ser feliz, eu quero ter a razão, eu não aceito que fale isso de mim, eu sou melhor do que o outro. São tantos “eus” que nosso coração está sufocado de tanto egocentrismo e estamos cegos para enxergar o outro e as necessidades do outro.

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