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Terminei o Ensino Médio, e agora?

Já não bastasse a adolescência ser uma fase de muitas mudanças (físicas, psíquicas e sociais),no finalzinho dela, quando terminamos o ensino médio, somos deparadas com a pergunta: O que fazer agora?

Ir direto para o mercado de trabalho? Mas dai eu vou trabalhar com o que? Fazer um curso técnico? Isso me daria uma qualificação a mais, mas em pouco tempo e com um custo financeiro mais baixo. Ou será que eu deveria estudar em uma universidade? Se essa for a minha opção, qual curso eu escolho?

Algumas pessoas (privilegiadas, eu diria!) sabem desde a infância qual carreira gostariam de seguir. Mas a grande maioria das jovens chegam ao final do ensino médio saberem o que fazer. E para estas, a escolha da carreira profissional pode ser uma angustiante, afinal, as opções são tantas! Mas pode ficar calma! Se você se enquadrou na segunda categoria, eu vou te dar algumas dicas práticas e pontos de reflexão que poderão te ajudar na hora da decisão:

1. Se conheça: sua personalidade pode ter um grande impacto na sua vida profissional, tanto positivo, quanto negativo. Reflita sobre quem você é, quais são os seus objetivos na vida, os seus interesses e valores.

2. Pense em atividades que te fazem feliz: pense a respeito dos momentos e atividades que você faz frequentemente que te dão prazer. Você gosta de estudar? Organizar? Ser a conselheira das amigas? Escrever? Nas atividades rotineiras que nos dão maior alegria encontramos dicas de carreiras que podemos seguir.

3. Reconheça os seus pontos fortes: Quais são as suas maiores habilidades? No que você é melhor que a maioria? Por exemplo, na organização de um evento ou festa, você é encarregado pelo que: a confecção dos convites; a decoração do ambiente; do planejamento do orçamento; da recepção das pessoas; etc. Situações cotidianas como essa costumam mostrar as nossas maiores habilidades e podem indicar possibilidades de carreira. E se você ainda não tem certeza, pergunta aos seus familiares e amigos quais as suas maiores qualidades. Eles certamente as reconhecem.

4. Defina quais matérias escolares eram as suas favoritas e as mais odiadas: este pode parecer um ponto sem muita importância, mas pode, na verdade, eliminar e/ou incluir algumas profissões de sua lista de opções. Se você não gosta de matemática, estudar engenharia pode ser desgastante. Por outro lado, se você gosta de história e filosofia, ciências sociais pode ser uma opção.

5. Reflita se estudar é uma atividade que você gosta: estudar será necessário se você optar por continuar sua educação no ensino técnico ou superior. Mais importante ainda, estudar continuamente e se manter atualizado no seu ramo de atividade é mais necessário em algumas profissões do que em outras. Na área da saúde, por exemplo, muitas profissões requerem cursos de atualização periódicos, pois novas doenças, tratamentos e medicamentos são descobertos a cada semana. Se você seguir uma destas carreiras, estudar será uma atividade rotineira.

6. Faça um teste vocacional se possível: se você tem condições financeiras faça um teste vocacional com um psicólogo. Estes tipos de teste abrangem uma série de perguntas que te mostrarão as profissões que mais combinam com a sua personalidade e preferências pessoais. Se você não tem condições financeiras e mora em uma cidade quem tem uma universidade com o curso de psicologia, verifique se o curso possui um serviço de orientação vocacional gratuito fornecido pelos estudantes em seus estágios curriculares.

7. Pesquise sobre as profissões: depois que você refletiu bastante, pesquise sobre todos os aspectos das profissões que você está considerando seguir. É essencial saber as competências necessárias para exercer a profissão, os possíveis cargos que o profissional pode ocupar em diferentes ambientes e como é a rotina de trabalho. Se possível, participe de eventos e palestras relacionados à área de interesse e
converse com profissionais da área (pessoalmente ou em grupos do Facebook, por exemplo).

Eu confesso, sei como escolher uma profissão (ou um curso universitário) pode ser uma tarefa assustadora. Muita coisa esta em jogo (dinheiro, tempo, futuro), mas não se desespere. Tenha em mente que você pode mudar de ideia se não gostar do que está fazendo. Esta não é uma escolha definitiva! Hoje em dia, vemos pessoas com 40 ou 50 anos passando pelo processo de reorientação vocacional, que nada mais é do que mudar de profissão. E isso está se tornando cada vez mais comum!

Mas acima de tudo, ore! Peça orientação a Deus sobre a sua carreira. Deus não quer te usar só no meio Cristão e quando você está na igreja, Ele quer te usar também através da sua profissão.

Bárbara Saur

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Coisas que eu deveria ter aprendido antes de sair de casa (Parte II)

Saímos de casa por inúmeras maneiras – estudo, trabalho, casamento – e, nem sempre, estamos preparadas para, de fato, sair. A casa é tão tranquila! O ninho é tão aconchegante! O colo é reparador. Mas, um dia, nosso tempo chega e precisamos deixar a casa dos pais.

Contudo, de que maneira estamos indo? Será que nos preparamos para esse momento? Será que temos ideia de tudo que poderá acontecer? Certamente não sabemos de todas as coisas, entretanto, podemos nos preparar para as coisas que sabidamente irão acontecer.

Por isso, algumas coisas saíram de dentro do meu coração (outras de dentro das minhas lágrimas) e gostaria de compartilha-las aqui, para que você pense nesse assunto e prepare-se: pois uma hora algo parecido também pode acontecer com você.

Eu deveria ter aprendido antes de sair de casa que preciso desenvolver amizades edificantes

Ao sair de casa, provavelmente, você precisará fazer novos amigos. Mas e ai, tem critério de escolha?

Uma amizade bíblica não é apenas uma questão de afinidades ou conveniências. Para o cristão, amigos verdadeiros são aqueles com quem é possível compartilhar as coisas mais profundas da vida. São pessoas com quem é possível ser transparente e aberto. São confidentes, aconselhadores, irmãos de fé.

Sendo assim, precisamos de sabedoria para desenvolvermos uma amizade edificante. Esta ideia envolve a busca pensada e planejada por uma amizade saudável, que te incentive no amor e às boas obras (Hebreus 10.24), te torna mais sábio (Provérbios 13.20), que exorta em amor (Hebreus 3.12 e 13), que é um irmão na adversidade (Provérbios 17.17).

Há muitos benefícios em uma amizade que edifica, como já disse o salmista: Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Salmos 1:1).

É interessante notar que, no hebraico, “bem aventurado” era utilizado como uma expressão que poderia ser traduzida hoje como “feliz, muitas e muitas vezes feliz!”. Além disso, observe como as companhias que “o varão” do texto (ou guri, depende da sua região) não escolheu poderiam ser gradualmente prejudiciais para uma vida piedosa e justa. Andar casualmente segundo o conselho dos ímpios, se deter, tomar posição com os pecadores, se assentar, permanecer na roda dos escarnecedores. Estas não eram amizades saudáveis e não trariam ao “varão” felicidade (bem aventurança).

Por isso, é um grande privilégio ter amizades que te aproximam de Deus! Hoje, tire um tempo para agradecer a Deus pelas amizades que você tem. Envie mensagens carinhosas aos seus amigos, diga a eles como sua vida tem sido abençoada através de Cristo na vida deles, chame-os para um bom chimarrão (ou café) e compartilhe como a vida é feliz pela amizade de vocês. E, se você tem sentido falta de boas amizades, que esse seja um motivo de súplicas ao nosso Senhor!

Indicação de leitura:

8 Mulheres de Fé, Michael Haykin

Um grande abraço,

Geíza Lemos Hein

Coisas que eu deveria ter aprendido antes de sair de casa

Coisas que eu deveria ter aprendido antes de sair de casa

Saímos de casa por inúmeras maneiras – estudo, trabalho, casamento – e, nem sempre, estamos preparadas para, de fato, sair. A casa é tão tranquila! O ninho é tão aconchegante! O colo é reparador. Mas, um dia, nosso tempo chega e precisamos deixar a casa dos pais.

Contudo, de que maneira estamos indo? Será que nos preparamos para esse momento? Será que temos ideia de tudo que poderá acontecer? Certamente não sabemos de todas as coisas, entretanto, podemos nos preparar para as coisas que sabidamente irão acontecer. 

Por isso, algumas coisas saíram de dentro do meu coração (outras de dentro das minhas lágrimas) e gostaria de compartilha-las aqui, para que você pense nesse assunto e prepare-se: pois uma hora algo parecido também pode acontecer com você.

Eu deveria ter aprendido antes de sair de casa que preciso ter convicção naquilo que acredito.

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Preguiça

“O caminho do preguiçoso é cheio de espinhos, mas o caminho do justo é uma estrada
plana” Pv 15:19

Como é gostoso ficar deitada na cama, dormindo, vendo um filme, ou mesmo sem fazer nada, ainda mais se estiver friozinho, ou chovendo. Você pode não ver nenhum mal nisso, e posso afirmar que nosso corpo e mente até necessitam desses momentos. O perigo está quando esse momento ultrapassa o limite do sensato, e rouba nosso tempo para desenvolver nossas atividades profissionais, o tempo para cuidar da casa, estudar, ver os amigos, e até mesmo o momento mais importante, o de relacionarmos com Deus.

Nos momentos primordiais da humanidade, lá no jardim do Edem, antes da queda, o trabalho já foi atribuído ao homem, mas com a entrada do pecado no mundo, isso foi corrompido, e começamos a dedicar tempo a coisas frívolas e sem fruto algum. Assim como o salário do pecado é a morte, a preguiça também tem seu salário: “as mãos preguiçosas empobrecem o homem, porém as mãos diligentes lhe trazem riqueza. Aquele que faz a colheita no verão é filho sensato, mas aquele que dorme durante a ceifa é filho que causa vergonha”. PV 10:4-5.

Repare no versículo acima, se necessário, leia novamente, grave-o em seu coração. A pobreza não refere-se apenas a dinheiro ou a bens materiais, mas a pessoa preguiçosa também é pobre de amor, de amizades, de saúde, de intimidade com o Pai, e tantas outras coisas, ou seja, sua vida é vazia. O preguiçoso é causa de vergonha para Deus, ele não cumpre as obras do reino, e deixa de ser usado pelo Pai. Nossa casa, nossas roupas, nossa comida, tudo nos é dado por Deus, quando você está zelando por isso, estará honrando ao que o Senhor lhe deu, é como na parábola dos talentos, em que dois servos multiplicaram a riqueza de seu senhor enquanto um enterrou o que recebeu.

Você pode pensar: mas eu me sinto tão cansada, não tenho ânimo para nada. Aqui vos fala uma ex-preguiçosa de plantão e vou lhes dar algumas dicas para vencer esse mal e por a mão na massa:

  •  O primeiro passo é repreender todo esse tipo de pensamento e começar a dizer para si mesma: eu posso porque é Deus quem me capacita.
  • SEMPRE ore a Deus e peça para que ele de forças para que você possa cumprir todas as tarefas que precisa, e creia com seu coração que Ele fará.
  • Leia a bíblia todos os dias, mesmo estando muuuuuuito cansada (se estiver, siga a dica anterior). A palavra de Deus é viva, e sempre falará conosco das mais diversas formas, não deixe que uns minutos a mais de sono roube isso de você.
  • Acredite na sua capacidade, Deus lhe fez para ser serva, isso é uma honra.

Ainda existem muitas pessoas que não conhecem a Deus, e enquanto existir uma única alma que não tenha sido salva, nosso trabalho não terminou. Ore, jejue, leia a bíblia e esteja preparada para a maior obra que o Senhor confiou a nós: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” MT 28:19.

Thalyta Mertens

Ciúme

Ciúme: Confronte-se

Ciúme? Isso não me pertence…

Algum tempo atrás li um livro intitulado “Pecados Intocáveis” (ótima dica de leitura, aliás), onde o autor trata acerca de muitas atitudes ou pensamentos que toleramos no dia a dia, como fofoca, ira, ansiedade etc. Ao ignorar esses “pecadinhos”, subestimamos as consequências presentes deles em nossa vida e nos esquecemos de seu peso na dimensão eterna, desagradando e ferindo o coração de Deus. Pensando nisso, quero te desafiar a olhar pra dentro do teu coração e pensar sobre um pecado específico: o ciúme.

Nossa bíblia tem diversos textos em que o ciúme é mencionado e é importante começarmos definindo os diferentes significados dessa palavra em cada versículo. Textos como o de 1 Coríntios 10:22 falam do sentimento de ciúme de Deus por seu povo e devem ser entendidos pela perspectiva do cuidado zeloso dele por nós, não tolerando nossa idolatria, o que é muito diferente das advertências contra o pecado do ciúme que encontramos em textos como Gálatas 5:19-21 ou na famosa descrição do amor de 1 Coríntios 13. Uma vez claro que o ciúme de Deus é santo, vamos falar do nosso, que não é tão bonitinho assim.

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Eu como filha

Eu como filha

Hoje eu tentei tirar um tempo de qualidade com a minha mãe. Temos só os domingos pra isso e é como se não tivéssemos, porque é tudo tão corrido domingo, né? Mas hoje deu certo. Estávamos conversando sobre umas amigas minhas quando eu falei: “Comprei um presente pra Tainá… um copo retrátil”. Bem, se você não sabe o que é um copo retrátil, dá um Google aí e depois volta pra cá. Show. Continuemos. Aí ela começou a falar que o nome desse copo é copo sanfona e não retrátil e que isso era tipo um presentinho de crianças nas gincanas que ela participava quando era pequena. O assunto mudou e alguns minutos depois ela saiu com a minha tia. E eu vim pro meu computador escrever pra vocês sobre a lição do copo retrátil.

Pensando em todos esses 25 anos vivendo como filha na minha casa, vejo que o que falamos hoje sobre o copo que comprei pra Tainá resume meu papel como filha (e que esse texto não vá ao ar antes de eu conseguir entregar o presente da minha amiga linda, a Tainá, que coitada! fez aniversário há mais de um mês e eu ainda não dei a ela o tal copo).

Algumas coisas só mudaram de nome e tá tudo bem! Existe um gap de 30 anos entre eu e minha mãe. Três décadas que nem é tanto assim, por um lado (ok ter filhos com 30, né? Hoje em dia então… até com 40). Olhando por outro lado, 30 anos é MUITO TEMPO MESMO. Muita coisa mudou de nome, mudou de lugar, mudou de jeito. Mas essencialmente continua igual. As igrejas mudaram, mas não deixaram de ser sérias (a igreja de Cristo nunca deixa de ser séria. Ela é imaculada! Está em Efésios 5.27, pode conferir). A rotina das famílias mudou, mas família ainda é a essência de Deus derramada na gente e deve ser expressada sempre do jeito dele. As redes sociais mudaram nossa forma de vestir, comer e fazer amigos. As atividades mais básicas do ser um ser humano foram afetadas pelo uso de aplicativos. A gente vê filme com a mão direita enquanto a esquerda dá equilíbrio pra gente no metrô. E tá tudo bem. Se essas mudanças não nos afastam de Deus, não são contra a verdade de Jesus, tudo bem! Mas e quando essas mudanças nos afastam de quem amamos? Temos um problema então. E eu como filha preciso estar atenta para a minha pós modernidade não me tirar dos relacionamentos mais profundos do mundo.

Outra coisa que me veio a mente nesse papo de copo foi sobre como a gente sente diferente dos nossos pais. Talvez você já tenha notado que se veste diferente da sua mãe ou cozinha diferente dela. Você escolheu uma carreira diferente do seu pai ou frequenta uma igreja da deles. Mas você já notou que sente diferente? Minha mãe achou errado uma coisa tão banal, como um copo sanfona (ou retrátil), ser um presente de aniversário. Ela talvez não saiba que agora com todo o lance contra o uso de canudos o pensamento verde está em alta. Ela com certeza não sabe que algumas empresas não adotam mais copos descartáveis e por isso os funcionários levam suas xícaras ou copos portáteis (outro nome possível) tal como é na empresa da Tainá. Enfim. A gente hoje tá sentindo certos impactos de forma mais abrupta e os dias tendem a piorar. Vemos mais tragédias e recebemos mais más noticias (sobre desastres da natureza, violência, economia…) que os nossos pais recebiam quando tinham nossa idade. Hoje temos TV, smartphone, três ou quatro redes sociais. Nossos pais liam jornal. Ouviam rádio. Só. É diferente. E por sentirmos diferente temos a tendência de achar que só nós sabemos, só nós somos as donas das verdades. Detentoras da razão. Colocamos alguns dos sofrimentos e ansiedades na frente de tudo, como se fôssemos as únicas passando pelos dias caóticos de 2019. Não… não é bem assim. Os tempos mudam, mas a humildade é um padrão atemporal. Jesus disse pra gente aprender com ele a humildade, a verdadeira, a de coração (Mateus 11. 28) e isso não deixa de ser verdade com o tempo. Olhar pro outro com humildade é urgente.

Tem ainda outro verso bíblico que acho muito útil quando o assunto é pais e filho. Ele está em Eclesiastes 3.15. “Assim, tudo o que há, já havia existido; o que será, já existiu antigamente; Deus pode renovar o que já passou.” (Bíblia KJA). (Que sabedoria! Que verso abrangente!) Não existe um ambiente tão desafiador quanto nossa casa. Pelo choque de gerações, pelos conflitos de fé, pelas divergências naturais de todo ambiente com pessoas. Mas nós, que conhecemos a Palavra, DEVEMOS nos lembrar que as coisas se repetem. Sofrimentos de hoje existiam antigamente, problemas e dilemas que temos hoje existiam na época dos nossos pais, mesmo que com outros nomes, mesmo que eles sentissem diferente de nós hoje. Isso nos aproxima deles, isso nos permite olhar com mais graça para eles e com humildade podemos ouvi-los. E mais: Deus pode renovar o que já passou. Não tem a ver com o que falamos até agora, mas acho importante destacar que o coração ferido, amargurado, de quem foi abandonada ou menosprezada, Deus quando entra, muda o passado daquele coração. Não nos deixando esquecidas do que aconteceu… Mas nos permitindo lembrar com memórias ressignificadas, com cheiro
de perdão e gosto de paz.

Deus ama minha família e eu devo amá-la também: Essa é uma verdade que nós precisamos carregar de um lado pro outro como um copo retrátil.

Emanuelle Bartolomeu

 

relacionamento com os pais

Relacionamento com os pais

Relacionamento com os Pais, é algo difícil para você? Sim? Então este post é para você.

Oi menina? Tudo bem contigo? Eu espero, em Jesus, que sim. E que aquilo que não estiver bem, esteja nas mãos do Bom Deus que faz com que TUDO, tuuuuuuudo, tudinho mesmo, coopere para o nosso bem, segundo o conceito dEle de bem (claro!).

Hoje eu sentei em minha cozinha super disposta e assustada. Disposta porque eu sei que escrever é um dos meus prazeres, então quando sei que tenho um texto “no forno” ganho muita disposição e ânimo. Mas estou eu bem aqui também muito assustada. Normalmente eu escrevo pra tag sarau, o que me põe numa zona muito mais familiar pra mim rsrs. Escrever poesias ou micro contos/crônicas é bem minha praia. Além disso, vir hoje abordar um assunto como ‘relacionamento com pais’ é vir me expor um tantinho. Pra glória de Jesus.

Bem, só posso é render graças a Deus. Porque ele tem me afiado nesse assunto de forma que posso testemunhar na minha igreja e aqui pelo fémenina. Muito bom, Deus!

Gostaria de começar citando uma frase do Bert Hellinger, um psicoterapeuta alemão que fala bastante sobre a sistêmica familiar (que é um assunto que gosto de estudar, mas ainda sou pouco conhecedora #caloura #psi2019). A citação é a seguinte:

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Aonde estiver, campo missionário

Seu coração arde por fazer o nome de Cristo conhecido?

Você sente constante vontade em falar sobre tudo que Ele já fez em sua vida? Contar sobre as mudanças que Ele lhe proporcionou, sobre as dores que Ele sarou, as feridas cicatrizadas…

Qual o seu ânimo para ir e falar aos outros sobre quem Ele é pra você?

Se as suas respostas foram positivas, você realmente tem buscado ser quem Ele espera que você seja.

Vimos no início da semana que, lá em Gálatas 5.22-25, encontramos características que devemos transparecer ao aceitar a Cristo como Senhor e Salvador, sendo então chamadas filhas de Deus. Além desta passagem, vários outros textos tratam com clareza sobre o nosso comportamento quando nascemos de novo em Cristo, além das “missões” deixadas para nós. Um texto muito conhecido, apesar de pouco colocado em prática, está lá em Mateus 28.19-20:

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.”

Jesus não delimita lugares para falar dEle, muito pelo contrário, Ele nos pede para levar Seu nome à todas as nações. Mas, e o que tudo isso tem a ver com ser jovem, universitária e cristã? Pois bem, vamos aos fatos: estive por 4 anos na graduação, e continuo no ambiente acadêmico, e o que posso concluir desse tempo é que, todos os dias, jovens estão descobrindo e se perdendo nos “prazeres” carnais e terrenos que a vida universitária oferece.

Muitos jovens, incluindo “cristãos”, aproveitam a vida universitária para desenvolver um tal de “autoconhecimento”, que mais diz respeito a uma fascinação com todas as coisas que compõem uma vida mundana, levando a uma libertinagem desenfreada. São diversas as experiências que, se você não manter a cabeça no lugar, buscando continuamente intimidade com Deus, pode vir a buscar preencher sua vida com coisas que apenas nos afastam de Cristo.

Ao ingressar na universidade, ou mesmo você que já está inserida neste contexto, não esqueça de quem você é, e de quem Cristo espera que você seja. Escolha, então, desempenhar a maior missão deixada por Ele: cumpra seu IDE na universidade! Os seus colegas, professores, e todos os que te cercam estão sedentos por ouvirem o amor de Cristo. Escolha fazer da sua universidade o seu campo missionário!

Não precisa analisar muito para perceber que a atual situação dos acadêmicos está cada vez pior! Em uma rápida busca na web, encontramos informações que demonstram que os índices de depressão, ansiedade, ataques de pânico, e até mesmo suicídio só tem aumentado nesse meio. A pressão da vida universitária, com várias disciplinas, provas, trabalhos e prazos apertados só tem afetado negativamente a vida de diversos jovens.

Aproveite essa situação para brilhar a luz de Cristo nesse meio que tanto precisa de amor. Aproveite para confortar seus colegas, compartilhando sobre a paz que apenas Ele pode nos dar. Aproveite para espalhar as boas novas que um dia chegaram até você. Não tenha vergonha ou fique reprimida por optar não participar de determinadas ocasiões que não acrescentam em nada na sua vida com Cristo e, pelo contrário, podem te levar a se afastar do nosso Criador. A vida na universidade nos abre diversas portas para as mais “incríveis experiências” que o mundo oferta aos nossos ouvidos todos os dias.

É triste ver o quanto isso tem afetado a vida dos jovens nas Igrejas. Muitos optando (e se saindo muito bem) por uma vida dupla: durante semana se esbaldam em uma vida completamente contrária ao que Cristo espera de nós, e aos finais de semana batem o ponto na Igreja, sem nunca apresentar nenhum sinal de arrependimento e mudança de comportamento. É comum, e não precisa ser expert para notar que nossos jovens cristãos estão conseguindo se adaptar muito bem, e muito rapidamente, a uma vida dupla. Afinal, apesar da mudança no Instagram quanto aos likes, a vida segue sendo pura aparência.

Menina, não se perca pensando que você precisa participar de coisas que não agradam a Deus para conseguir se enturmar. Não perca a cabeça pensando precisar da aprovação de seus colegas para ter anos tranquilos de convivência durante a graduação. Cristo nos chamou para sermos a diferença nesse mundo que caminha para a perdição. Escolha ser luz e falar de Jesus onde ele lhe plantou! Escolha ser missionária no meio de jovens sedentos pela Palavra de cura e amor que nosso Salvador tem! Uma vida com Cristo pede que sejamos a diferença, mesmo em ambientes que pareça impossível louvar à Ele. A decisão é sua, entre andar com Deus ou dar as mãos para aqueles que só tem a lhe oferecer a perdição.

Caroline Sebem

Mantendo a cabeça no lugar

Mantendo a cabeça no lugar

Reflita conosco do FéMenina 3 pontos importantes para manter a cabeça no lugar em meio a tantos afazeres e distrações que o mundo nos apresenta diariamente.

Já estamos no segundo semestre do ano e a sensação de que o tempo está passando cada vez mais rápido continua! A segunda metade do ano consegue ser ainda mais veloz, concorda? 

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Congresso FéMenina 2019

Congresso FéMenina 2019

Tema: Inteira

Como em um quebra cabeça, muitas vezes tentamos completar nosso coração com as peças erradas. Há quem tente completa-lo com um cara legal, com as amigas leais, com eventos, roupas descoladas, academia, atividades sociais, faculdade e etc. Mas  por mais que tudo isso seja muito legal, cada vez que colocarmos algo ou alguém no lugar que deve ser de Jesus nos sentiremos incompletas e perdidas.

Tudo começa com Jesus. Ele é suficiente para todas as fases de nossas vidas.

Pode todo o restante faltar, mas se você tiver Jesus no centro de sua vida, você terá tudo o que precisa. Já dizia o pensador: O vazio do seu coração é do tamanho de Jesus.

É sobre isso que conversaremos no 4° Congresso FéMenina. Vamos juntas?

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