Estilo Militar

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Hey girls!
Tudo bem com vocês?
Hoje vamos ver um pouquinho sobre o estilo militar, mas antes vamos começar deixando uma coisa bem clara: tem como aderir a esse estilo e ser feminina SIM!
O estilo militar feminino nasceu lá nos tempos da Segunda Guerra Mundial, onde as mulheres que estavam no campo de batalha, trocaram seus aventais pelos uniformes de guerra e lutaram pelo seu país ao lado de seus companheiros masculinos. As roupas mantinham os detalhes dos uniformes masculinos, mas vocês podem ver….. foram adaptados.



















Os trajes militares femininos começaram a influenciar as roupas das outras mulheres por volta dos anos 40, assim, a cor pastel que era muito usada começou a ser substituída por estampas camufladas com direito a dragonas (ombreiras militares). Com o passar do tempo, esse tipo de roupa era apenas usado como forma de manifestação anti-guerra, somente décadas depois é que o estilo militar começou a ser usado com outras peças de roupa, como camisas de flanela, jeans e vestidos.

















A alfaiataria já apareceu em diversas passarelas, com peças feitas pelos maiores estilistas do mundo, mesmo que seja mixada com outras estampas e cores. Valentino, por exemplo, fez uma coleção inteira de bolsas camufladas e foi um arraso!
O legal é que você pode combinar super fácil, as cores neutras são ótimas, mas se você escolher uma jaqueta camuflada cuide pra não exagerar com mais peças camufladas, isso nem sempre fica bom (mesmo). Esses cuidados na hora do exagero é preciso ter com qualquer roupa, mas tirando isso, os looks são super fáceis de montar e ficam um arraso. Se engana a pessoa que acha que a caraterística militar está só na estampa, o corte, os botões, o estilo das jaquetas, os modelos das botas, as cores… sempre tem um toquezinho inconfundível! Os acessórios são muito importantes também, por isso vale muito a pena se jogar nos óculos aviadores, coturnos e até bonés!
Se inspire! 









































































É isso aí meninas! Espero que tenham gostado, um super beijoooo pra vocês! 🙂

Bruna Hepfner
 Passo Fundo/RS










   

Minha História de Amor – Gislene e Roberto – Parte 2

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Continuação…

…vi o quanto Deus me ama. Este foi um dos maiores marcos do andar com Deus que eu e o Roberto experimentamos. No outro dia eu fiz um exame ultrassom e mostrou o óvulo fecundado ainda na trompa, eu estava grávida mais ou menos há dois dias. O Roberto é muito coruja com nossas filhas, e agora então com o Petrus o nosso xodozinho da casa. Nossa família é muito feliz. 

Ao longo dos anos passamos por muitos momentos delicados, o meu acidente, a ida para o seminário, a perda do nosso carro, mas o Roberto nunca me deixou sozinha, sempre me apoiou, sempre me amou.

E sempre afirmou que ele achou um tesouro que sou eu, sua jóia preciosa. Claro que ele é o meu príncipe, o cabeção da nossa casa como nossa filha do meio falava quando era pequenininha. Como diz Salomão “As muitas águas não podem extinguir o amor, nem os rios podem afogar”. Estamos juntos a 20 anos, temos duas lindas filhas, a Ester com 13 anos de idade, a Isabella com 8 anos de idade.

E agora também um principezinho – o Petrus com 3 meses.



Eles são nossas heranças, nossos amores. E para terminar, trabalhamos no Lar Criança Feliz em Cotia – São Paulo. Um ministério e trabalho com muitos desafios para toda a família! Mas, quem disse que nas histórias de amor não existem desafios!
Meninas, eu sou muito feliz com minha família, temos momentos tristes e momentos felizes, mas o que nunca nos falta é o companheirismo, o diálogo. Onde tu fores eu irei, onde repousares ali repousarei.
Meninas tenham fé, deixem Deus curar suas feridas como ele fez comigo, o passado não pode interferir em nosso presente seja ele qual for. Deixem Deus agir em suas vidas e seu príncipe encantado está sendo preparado. Eu e o meu esposo sempre afirmamos que não iriamos trocar a pessoa, mas iriamos trocar o inicio de nossa história, então escreva junto com Deus a sua história de amor! #Não perca tempo!

Um super, hiper e mega abraço no coração de cada uma de vocês! Com carinho Gi. 

Gislene V. da Rosa
Cotia – SP

Colete Feminino

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Assim como várias outras peças, que eu mesma já comentei aqui no blog, o colete feminino também veio do guarda-roupa masculino.
Os coletes surgiram no século XVIII e na década de 60 eles tomaram conta do universo feminino, e arrasam até hoje em nós mulheres.
Você pode utilizá-lo no inverno dando um ar mais charmoso e ficando bem quentinha: 



E também pode utilizar coletes no verão com vestidos, shorts, blusas de manga curta. Detalhes como paetês e spikes deixam o look mais descolado.


Pode utilizá-lo fechado (estilo mais clássico), ou aberto (estilo mais despojado) 

Coletes mais justos acentuam a cintura, para as gordinhas a diga é usar em tom escuro e abertos, pois alongam a silhueta. 

Use e abuse desta velha-nova tendência.
Ana Karla Scheibner
Chapecó/SC

Blog da Cami

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Oi meninas! Pra quem não me conhece, me chamo Camila Scholl, sou filha de pastor e tenho um blog onde compartilho minhas ideias, vídeos ensinando a mexer no layout do blog, tutoriais de maquiagem e muito mais. Faz algum tempo que tenho tido esse sonho de ter um blog e vim compartilhar com vocês!
Meu primeiro tutorial de maquiagem eu compartilho com vocês logo abaixo:

Espero que vocês gostem e deixem comentários abaixo para que eu possa saber a opinião de cada uma em relação a isso.
E se você gostou, não se esqueça de se inscrever no canal, no blog  e curtir a fanpage para acompanhar tudinho.
Um beijo e até a próxima! 

Minha História de Amor – Gislene e Roberto – Parte 1

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Olá meninas! Estou muito feliz por escrever minha história de amor aqui no FéMenina…

A minha história de amor é divida em duas partes: a primeira parte dá para se dizer que é antes de Cristo e a segunda depois de Cristo. Pois, tanto eu quanto meu esposo não éramos cristãos.
Primeira Parte! Minha história de amor sem Cristo.
Eu sou filha de pais separados minha mãe trabalhou muito durante a minha adolescência e por este motivo, tive que aprender a ser independente, assim consequentemente, eu era muito carente de afeto. Essa lacuna de certa forma eu procurava suprir com relacionamentos. Mas eu tinha muitos sonhos e um deles era alcançar a formação acadêmica, queria muito ter me formado em direito, mas também queria muito a minha família, o meu esposo, sonhava com o meu príncipe encantado. E foi nesta época que conheci o meu esposo, o meu príncipe encantado.
Como toda adolescente sonhadora, o príncipe tinha que ter alguns atributos, concordam comigo? Olha a minha lista de coisas que ele devia ter.
  • Não poderia beber bebida alcoólica; (Pais separados por causa da bebida).
  • Queria que fosse moreno;
  • Compreensivo e maduro;
  • Inteligente e educado;
  • Divertido;
  • Amoroso, carinhoso, atencioso;
  • Que guardasse as nossas datas importantes;
  • Que fosse trabalhador, determinado;
  • Que fosse honesto;
  • E o mais importante: Que me amasse;
Um dia para ficar na história de nossos corações foi o dia 11 de junho de 1995, data em que nos conhecemos em um CTG (Centro de Tradições Gaúchas). Eu tinha ido com dois dos meus tios, e ele estava na bateria da banda que estava animando o baile. Eu não gostava muito das prendas (anfitriã) deste CTG (coisa de adolescente competitiva mesmo) e acreditem, ele descia da bateria e elas o cercavam e só por causa disto eu falei comigo mesma é ele que nesta noite eu vou namorar. Então, namoramos naquela noite para nunca mais nos separarmos.
Dando uma pequena resumida na nossa história, nós namoramos por oito meses e eu fiz o que não era certo e acabei ficando grávida. Tivemos um lindo menino o Alifer, que foi o motivo da nossa precoce união. Éramos uns pais de primeira viagem sim, porém muito amorosos. O Alifer era a paixão do Roberto. Foi uma época muito especial e ao mesmo tempo muito difícil do nosso casamento. Aliás, nós nem casamos minha mãe achou melhor eu e o Roberto não nos casarmos por causa de uma pensão deixada para mim.
O Roberto trabalhava muito, além do trabalho que ele tinha, ele tocava em uma banda quatro dias por semana. Praticamente ele não parava em casa, e eu cuidava do nosso filho que era algo maravilhoso. Como em todo conto de princesa algo de ruim tem que acontecer.

Segunda Parte! Minha história de amor com Cristo.
Quando nosso filho estava com nove meses de vida ele teve uma complicação de saúde, que nenhum médico soube explicar. Nem se quer assinar o seu atestado de óbito, só depois de uma semana que o pediatra foi assinar.
Isto foi como se tirasse o nosso chão, como se não existisse mais céu nem terra, foi um total vazio em nossas vidas. Mas foi neste exato momento que Deus agiu em nossas vidas de um modo incomparável.
Eu não queria mais morar na minha cidade, porque lá não havia UTI pediátrica e o atendimento da saúde era precário. Então recebemos o convite de ir embora para Caxias ou Santa Cruz do Sul, então decidimos ir para Santa Cruz do Sul e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito naquele momento. Através da família Santos conhecemos a Igreja Batista. Foi algo espetacular porque toda igreja orava por nós se preocupava conosco, e foi ali que o nosso casamento começou a engatinhar para um novo começo.

Não posso esquecer que quando nos conhecemos, o Roberto foi logo falando: “só uma coisa eu te peço que nunca me peça para deixar de tocar bateria, pois está é a minha paixão.” Neste momento eu pensei: eu não posso, mais sei de uma pessoa que pode, Deus pode mudar. Realmente Deus mudou o meu esposo e acredite foi para melhor, assim como também Ele mudou a mim mesma.

Em um dos cultos do inicio do ano de 1999, o Roberto aceitou a Jesus como único e verdadeiro Salvador de sua vida e claro que juntamente comigo. Eu que já havia tido um encontro com Cristo pouco antes de conhecer o Roberto. Como muitos fazem: “agora não Jesus” “me deixa viver mais um pouco” “fica para depois”… O depois me custou muito caro. Não aceitei Jesus pelo amor, mas pela dor da perda do nosso primeiro filho.
Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Cristo!Em Abril de 1999 tomamos a decisão de nos casarmos, porque queríamos muito nos batizar. Nos casamos em uma sexta-feira, dia 07 de maio e no dia 09 de maio nos batizamos para a glória de nosso Deus. Foi benção, a igreja nos ajudou muito. A festa de casamento, a decoração, foi tudo por conta da organização da família Santos que nos adotaram como irmãos. Tenho muito que agradecer a esta amada Igreja que nos ensinou a andar como cristãos. Por causa do casamento, eu perdi a pensão que eu recebia, confiei que Deus supriria as nossas necessidades e sempre foi assim, Deus nunca nos deixou faltar nada.
No ano de 2000 fiquei grávida novamente e muito feliz, mas por conta de uma infecção acabei perdendo o nosso segundo menino. Perguntei-me várias vezes: “Por que? Agora a minha vida já está toda certinha…” Eu realmente não conseguia entender. E por não entender o meu coração se fechou, e eu não queria mais saber de ter filhos, mas Deus em sua infinita graça usou a vida de uma missionária americana para falar comigo.

Um dia, quando eu brincava com as crianças da Igreja, o meu olhar se perdeu, vendo duas meninas irmãs com a diferença de dois anos, meus filhos teriam a mesma idade delas, e esta comparação de idade e de imaginar por uma fração de segundos como seria a minha vida com os dois, me fez sofrer. Mas Deus mandou uma irmã dizer: “Gislene elas teriam a mesma idade dos filhos que você perdeu?” E eu respondi: “sim”. E ela perguntou: “como está o seu coração?” Eu respondi: “vivendo de graça em graça, porque a graça do SENHOR me basta neste momento.” Sai da pracinha e fui para a cozinha ajudar na louça, pois era almoço da igreja. Naquele dia, Kathy a missionária americana, disse assim: “Gislene você precisa fazer a oração de Ana.” E eu com o coração muito duro respondi para ela: “quem disse que eu quero ter filhos? Basta ter sofrido por duas vezes.” Mas Deus não desistiu de mim naquele dia e ela então voltou a falar: “Deus quer te abençoar e você não está deixando.” Então quase sem voz respondi: “está bom, eu oro para que Deus cure as minhas feridas e você ore para que eu fique grávida, porque eu não tenho coragem de orar para ficar grávida ainda.”

Poucos meses depois, dentro de um ônibus indo para um pequeno grupo que era na casa de Kathy, eu comecei a conversar com Deus, e eu falei exatamente assim: “Deus se for da sua vontade, se o SENHOR acha que eu consigo, eu gostaria de ser mãe novamente.” E o SENHOR me respondeu assim: “olha para as pessoas que estão contigo dentro deste ônibus, tão certo como você vê elas você já está gravida. ” Chegando no grupo eu queria logo contar para o Roberto a notícia, mais fui impedida por uma irmã que me disse Gislene não faz isso, porque se você não estiver o Roberto vai sofrer muito, sem falar das pessoas novas na fé que estão aqui faça o exame primeiro.
Eu obedeci a minha querida amiga, e no outro dia…
Nessa história podemos ver o propósito de Deus para a vida desse casal, dessa família.. Mas ainda tem muito agir de Deus para vocês saberem, por isso, continua na próxima semana… 🙂

Gislene V. da Rosa
Cotia – SP

Maxi Colares

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HEY GIRLS!
Tudo bem com vocês? Hoje vamos falar sobre um colar que está super popular entre as meninas, o tal maxi colar.
A ideia que muitas meninas tem, é de que o maxi colar só deve ser usado em editoriais de moda, em revistas glamorosas, ou em ocasiões especiais, mas a verdade é: o maxi colar é um acessório super fácil de usar e ainda dá um super “tchan” no look.

O maxi colar já tem presença confirmada no mundo da moda a um certo tempo, e claro que com o sucesso todo que ele tem feito, não vai nos deixar tão cedo. Eles são feitos em vários tamanhos, mas sempre com aquela característica clara: ser o ponto principal do look!

Claro que, se você quiser ousar um pouco mais, você até pode, mas isso vai do gosto pessoal e do bom senso de cada uma né? Não dá pra carregar demais também, muita informação pode ser um erro.

O bom desses colares é que eles combinam com tudo, você pode estar de tênis e usar um maxi pra dar um toque especial no look, assim como pode estar usando um salto super glamour e arrasar total! Se tivéssemos que descrever esses colares com uma única palavra seria transformação, qualquer look simples fica um arraso com os acessórios certos. Vale lembrar também que: uma roupa com cor neutra ganha vida com um colar colorido, e pode usar de dia ou a noite.
Aí vão mais algumas fotos pra você se inspirar! J


Sempre é bom dar uma inovada no nosso guarda roupa, e se você tem alguma peça que enjoou ou que não gosta, que tal mixar com um maxi colar? A melhor parte é que você aproveita uma roupa que achou que não era mais útil, transformando ela em outra! Uma simples regata branca ou uma camisa jeans velha podem ser úteis nessa hora. Você pode se surpreender com o resultado! 
É isso meninas, espero que tenham gostado!

Um super beijo!!

Bruna Hepfner
Passo Fundo/RS

Saia midi, a tendência do ano!

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Olá meninas, hoje quero falar um pouco sobre as saias midi! Tanto nas tendências, passarelas, coleções, eventos, etc… o comprimento mídi foi muito visto e falado nos últimos tempos, ainda é complicado afirmar que o estilo vai ganhar as ruas dessa vez, mas como a maioria das formadoras de opinião e estilistas usaram saias e vestidos midi nos lançamentos das últimas coleções, é bem possível que pegue. Mas de onde vem esse comprimento e por que ele surgiu? Vamos entender melhor: Foi no meio de muitas mudanças que as saias e os vestidos midi surgiram. Não por puro charme ou por acaso, mas uma necessidade!  A Primeira Guerra Mundial mudou o rumo de muitas coisas e uma delas foi o comprimento das roupas femininas. Com os homens na guerra, as mulheres tiveram que assumir o lugar deles em muitos postos de trabalho. Os vestidos longos e pesados só atrapalhavam e ter mais agilidade era fundamental. Então, foi assim que, desde 1915, as saias e vestidos subiram até a altura das canelas.  Nessa época, em busca de praticidade, Coco Chanel adotou o comprimento midi em suas produções.  Maaaas a feminilidade foi resgatada nos anos 50 e foi a vez de Dior revolucionar com o “New Look”. Os vestidos e saias tinham mais glamour e o tamanho midi dominava a moda da época.


Sem dúvida você pode criar looks maravilhosos com o midi. Afinal, quem pode duvidar que um estilo adotado por Chanel e retomado por Dior não pode ser algo incrivelmente charmoso? Complicado de usar? Pode até ser, ainda é um pouco difícil de ser visto no estilo brasileiro de vestir, realmente é difícil criar coragem para usar uma peça que não faz parte do nosso vestuário há muitos anos, mas com tanta opção no mercado atual o midi é muito mais que possível, além de ser uma peça super estilosa, discreta e feminina!  Abaixo estão algumas dicas de combinações e estilos que são certeiros para você arrasar na hora de usar sua saia midi: 
Saia midi e t-shirt

A combinação saia midi com t-shirt é ideal para mulheres que querem compor um visual descolado e, ao mesmo tempo, feminino. O jogo entre uma peça mais casual e outra mais sofisticada cria um look bastante criativo.
Saia midi e camisa
Já ao optar com usar uma camisa combinando com a saia midi, a mulher escolhe um visual formal e bastante sofisticado, ideal para ambientes de trabalhos que pedem roupas deste tipo, assim como pode, também, ser uma boa ideia para eventos mais formais, como jantares.


Saia midi justa

A saia midi justa é um modelo que segue os padrões da saia lápis, diferenciando apenas em seu comprimento, já que a midi está a alguns centímetros abaixo do joelho.


Saia midi godê e evasê
Os modelos mais vistos sãos o godê e o evasê. A saia midi godê fica muito bem com blusinhas mais justinhas, já que a saia tem bastante volume, mas nada impede de usar uma peça mais soltinha também. Com comprimento abaixo do joelho, a saia midi evasê é perfeita para compor produção para o dia ou para a noite. 

Saia midi no inverno
Engana-se quem acredita que a saia midi não pode ser usada em dias mais frios. Ela pode sim ser uma boa opção, desde que combinada com os complementos certos. Meia calça, bota, blusas mais quentinhas são opções certeiras para se aquecer e continuar linda com sua saia midi.

 O comprimento ideal

Essa saia tem modelos que vão desde um pouco abaixo do joelho até acima da panturrilha. E esses poucos centímetros podem fazer toda diferença, considerando a questão da estatura, que é muito importante quando falamos dessa tendência. Se você é mais baixa, o melhor comprimento é o mais curto, ou seja, o que termina logo abaixo do joelho. Para as altas, a dica é se lançar e experimentar todos os comprimentos que a midi proporciona!


Destaque a cintura
A midi é ideal para marcar a cintura, principalmente com blusas mais sequinhas, fica ótima com camisa por dentro da saia e também funciona com as blusinhas mais folgadas, dando um ar mais despojado. 

Mulheres plus size
Para as mulheres plus size é legal investir em tecidos leves, com movimento e que tenham padronagens que alonguem o visual como plissados, linhas verticais, e estampas espelhadas. Também podem usar modelagens em forma de ‘’A’’ para as saias e dar uma maior atenção ao colo, com decotes em ‘’v’’ ou ‘’u’’, apostando também nos acessórios.  

Mais looks para se inspirar e adotar a saia midi! 😀


Gente, na moda nunca existe certo e errado. Tenho certeza que há quem use midi com várias outras combinações e fica simplesmente incrível! O importante é não se privar de nada, sempre testando novas opções, pra poder decidir o que combina ou não com sua personalidade, seu estilo e seu corpo. Nada destaca mais a feminilidade do que uma bela saia midi, é elegante, estilosa e ainda melhor: sem ser vulgar! Então, animadas para usar saia midi? Eu já sou fã do comprimento! Espero que tenham gostado das dicas, até a próxima! :* 
Michelly Muller
Frederico Westphalen/RS

Minha História de Amor – Sâmela e Jônatas – Parte 2

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… e eu topei. Alguns dias depois eu voltei para casa e pedi para Deus para que Ele usasse meus pais como resposta de oração. Eu cheguei já com o desejo de voltar em um projeto que aconteceria duas semanas depois em Parintins. Chegando em casa, falei para os meus pais tudo que havia acontecido, da viagem e do Jônatas, e nas duas situações eles ficaram muito felizes e me abençoaram! Foi acontecendo tudo muito rápido, e eu continuava dizendo: “ok, mas eu não sinto nada por ele.” E assim foram durante 2 meses e meio. Eu comecei a ficar preocupada: “Deus, meus pais nem sabem quem ele é!”
Fui pra Parintins, ficamos nas comunidades e eu orava pedindo a Deus que se fosse algo da Sua vontade mesmo, que eu me encontrasse novamente com ele, como que poderia pensar em namorar uma pessoa se vi ela uma vez na vida e ainda me despedi detestando ele?!  

Deus me atendeu mais uma vez, no recesso que teria de uma semana, eu ficaria na casa do Pastor da Igreja Batista de Parintins, mas Deus queria me mostrar mais uma vez que Ele estava nesse “negócio”. A base de Asas de Socorro de Anápolis (cidade dos pais do Jônatas) estava precisando de pessoas para ajudar na separação de medicamentos para a próxima viagem, e eles ficaram sabendo que eu estaria essa semana livre em Parintins, então me chamaram e pagaram a passagem para eu ir para lá! =O Sério!? Como assim? Quando eu falei isso para o Jou, ele me contou que estava orando para que pudesse me ver novamente. Eu fui. Chegando lá, eu não sabia como iria reagir, a última vez que havia visto ele, não foi em uma situação muito agradável. Mas nos encontramos, ele me pediu em namoro e casamento ao mesmo tempo. Foi algo para mim totalmente pela fé, me lembro que eu falei para ele: “eu não gosto de você, vou dizer sim por obediência a Deus e não por amor.” E a afirmação que ele me fez me deu segurança pra continuar firme nesse sim: “Eu não pedi o seu amor, eu pedi se você deixa eu amar você, eu não me importo se você não me ama, porque Deus me deu você para ser minha esposa e eu quero te amar, independente se um dia você vai me amar ou não.” ÓÓÓÓÓÓ que lindo! Na verdade, foi muito mais que lindo, pude ver Cristo na vida dele! 



Marcamos nosso casamento, e eu continuava orando e pedindo a Deus que me ensinasse a amá-lo. Início de 2014 ele veio embora para minha cidade e fazer o estágio do seminário. Passamos um ano nos conhecendo melhor e Deus me deu a oportunidade de amar e me ensinou a admirar aquele guri que se tornaria meu marido. Dia 3 de janeiro de 2015, foi o nosso casamento, não tínhamos nada, Deus nos deu tudo! Um sonho que eu não sonhei, mas foi o sonho mais perfeito que Deus poderia ter sonhado para mim.
Nos nossos corações está a imensa gratidão a Deus por ter feito coisas grandiosas por nós, “pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre!” Rm 11.36
Hoje nós servimos a Deus juntos, um ajudando ao outro como cooperadores da expansão do Reino de Deus. Agradeço ao meu marido por ter orado tanto por mim, insistido tanto, e ter caminhado pela fé, hoje eu posso dizer: Eu amo você!

Agradeço aos meus pais que sempre me instruíram e também oraram por mim! Vocês são um exemplo para mim de família, de casamento e de filhos de Deus! Nos nossos corações está a imensa gratidão a Deus por ter feito coisas grandiosas por nós, “pois dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre!” Rm 11.36


Agradeço a equipe do Fémenina que tem sido usada por Deus para falar no coração de várias meninas e mulheres!

E o desejo do meu coração, é que seu relacionamento não seja baseado no sentimento, na emoção, na amizade, mas sim em Deus, pois Ele é o autor do amor, e sabe como ninguém a te ensinar a amar! Porque eu aprendi e vivi o amor não como um sentimento, mas uma decisão! Eu decidi obedecer a Deus! O amor foi uma consequência e um presente de Deus sem explicação!

Sâmela Jung Dauaidar
Três de Maio / RS

Ninguém me tira para dançar…

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Olá Querida Fémenina – tudo bem?
(Estou com dificuldades por doença na família – por isso me ausentei)
Hoje quero falar de um assunto que parece afligir algumas meninas queridas e fiéis a Deus, e que “fazem tudo certo”: – “NINGUÉM AS TIRA PARA DANÇAR”…
Claro que estou falando no sentido figurado, não me refiro aos bailes dos tempos de sua bisavó (se é que ela frequentava bailes), mas sabemos que os bailes dos tempos antigos podiam ser uma prova terrível para as meninas que não eram as mais belas, as mais bem vestidas, ou mais encantadoras,  elas levavam o malfadado “chá de cadeira”…       
Passavam o tempo todo só olhando, enquanto as moças “mais populares” eram sucessivamente requisitadas para a próxima dança;
– Para elas, só restavam os rapazes desajeitados e péssimos dançarinos…
Em nossos dias (no ambiente cristão) não temos bailes, mas o “chá de cadeira” parece que não saiu de moda, continua fazendo vítimas. Talvez você já tenha passado por isto…
Por isso, quero falar com você, querida menina que leva a sério sua vida com Deus, que capricha em sua aparência pessoal, cuida da alimentação, estuda e trabalha bastante, faz o possível para ser gentil e generosa …Mas não consegue um namorado (decente).
Os anos vão passando, a idade parece chegar voando, a sua confiança em Deus dá uma vacilada, tudo parece apontar para aquela expressão “ficou para titia”.
Você começa a se questionar:
– “Fiz tudo certo”? “Onde foi que eu errei”? “Alguém me ajuda”???
(Desculpe, querida, mas tenho que continuar na semana que vem…)
Beijão da vovó descolada

Minha História de Amor – Sâmela e Jônatas

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Olá meninas! Fiquei muito surpresa quando fui convidada a escrever minha história de amor para vocês, tipo, eu? Sério? Hahahaha Quem me conhece, entende muito bem do que estou falando… Mas, é uma honra poder compartilhar o que Deus fez em minha vida e continua fazendo… Espero que vocês gostem, mas que principalmente Deus possa falar com vocês!
Eu nasci em um lar cristão, meus pais sempre me instruíram nos caminhos do Senhor, e entreguei minha vida pra Jesus logo com 7 anos. Sempre fui uma menina “diferente”, teimosa, sabia o que queria e também o que não queria! E uma das coisas que não queria NUNCA era me casar! Nunca tive aquele sonho de menina, de me casar, ter um namorado, uma família. E para todos que me cercavam, eu deixava isso bem claro. Meus pais e familiares achavam que “isso passaria” quando eu ficasse mais velha! O tempo foi passando, chegou os 13,14,15 e nada mudava, eu só tinha mais convicção ainda! Eu NUNCA vou me casar!
E foi aos 15 anos que Deus me chamou para ser uma missionária! Foi uma decisão importante para mim, mas não esperava que Deus precisasse fazer tantaaaaa mudança em mim! Hahahaha E Ele não demorou para começar! Adivinhe qual foi a primeira questão que Deus começou a trabalhar na minha vida? Exatamente relacionamentos! A questão não é o que eu queria, mas o que Deus queria na minha vida. Então o que eu fiz? “Arreguei”! Afinal, Paulo aconselha os solteiros no capítulo 7 de Romanos a permanecerem solteiros! Então um marido iria “atrapalhar” meu chamado, e eu não queria que ninguém e nada me atrapalhassem. Que cara de pau! Usando a Palavra de Deus para confrontar o próprio Deus! Mas, graças a Ele, que teve paciência e misericórdia comigo.
“Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” Ec 4.12. Essa foi a resposta de Deus para mim! Então eu orei! E a minha oração foi assim: “Deus! Eu entendo o que o Senhor quer para mim, mas eu não quero, mas mesmo assim, se o Senhor ainda quiser, me manda um anjo com uma placa escrito: case com esse”. Hahahaha Até parece que foi uma oração de fé! Era mais para: eu sei que isso não vai acontecer, então não vou precisar casar!
Deus não desistiu de mim, e me fez começar do começo, o por que não quero casar? Deus, tem que ter algum motivo! Me ajuda! E Deus mais uma vez respondeu, haviam alguns traumas da minha infância que eu nem sabia e nem percebia que tinha. Mas Deus sabia, e queria que eu fosse curada. Esse processo durou um tempo, da aceitação da minha imagem, da entrega total das minhas decisões para Deus, do reconhecimento da minha identidade como filha de Deus. Deus me levou aos altos e baixos para que meu caráter fosse moldado, e todas as coisas cooperaram para o meu bem, não para o meu bem-estar, mas para que eu pudesse a cada dia ser mais parecida com Cristo.
Foi então que com 18 anos, em julho de 2012 eu embarquei para Santarém – PA para o Projeto IDE (Asas de Socorro). Uma viagem missionária para trabalhar com ribeirinhos. Era finalmente um sonho se tornando realidade. Cheguei em Santarém com uma amiga, sem conhecer mais ninguém, ficamos dois dias hospedados numa igreja recebendo treinamento para então ir para a comunidade ribeirinha. 
Eram muitos voluntários, e lembro que conheci gente de vários lados do Brasil, e então chegou o dia da grande viagem, viajaríamos 8h de barco pelo Rio Amazonas e Tapajós. Deitados em rede, um pouco no chão, olhando toda a criação de Deus, a partir daquele momento eu pensei: é aqui que Deus me quer! Sentei, peguei minha bíblia e um caderno e fui anotando as coisas que tinham acontecido no dia e o que Deus havia falado comigo.
Aí se aproximou um rapaz e perguntou se podia sentar do meu lado para conversar, eu fechei minhas coisas e começamos a conversar, no longo da conversa descobri que ele estava no 2º ano do seminário e queria ser missionário, logo se juntou um grupo à nossa conversa.  Falamos de tudo, da graça de Deus de ter nos permitido estar naquele lugar, das perspectivas de cada um e até de teologia.

Chegamos à comunidade, e as equipes já se dividiram, eu fui para a equipe do infantil. E toda a equipe era bem parceira, trabalhávamos juntos para poder descansar juntos no final do dia. E num desses descansos ficamos batendo papo com uma das coordenadoras do projeto até tarde da noite. E adivinha onde a conversa foi parar? Namoro! Cada um começou a compartilhar suas experiências e frustrações, e a coordenadora foi aconselhando. Quando a roda chegou na minha vez de falar, eu falei que não tinha nada para compartilhar, porque nunca tinha namorado nem ficado e estava muito feliz assim.
Aí ela me perguntou: “tá, mas com quem você sonha se casar?” Então, para variar um pouco, eu ri e disse que não sonhava e não queria me casar, depois de ouvir um sermão, ela falou: “Mas se você quisesse se casar, como você diria que ele teria que ser.” Eu não sabia responder, de verdade! Não sabia mesmo, mas como ela insistiu de mais e todos estavam me olhando eu brinquei cantando uma música: “moreno, alto, bonito e sensual” hahahaha crente, pastor ou missionário e que toque violão! Ela me olhou muito séria e disse: “Eu já sei! Vou arrumar um saco de batatas pra você.” Todos que já conheciam ela começaram a rir e eu fiquei “boiando”, não entendia nada. Antes de entrar no quarto eu chamei minha amiga e perguntei: Como assim, não entendi, do que eles estão falando?
Ela riu muito, e me contou que a coordenadora que era a Rute é conhecida por “juntar sapatos”, e que quando ela quer juntar alguém, ela coloca os dois para trabalharem juntos, e a primeira vez que ela fez isso e que saiu casamento, foi mandando os dois descascarem um saco de batatas. Aí fui eu que ri: “Ah comigo não! Eu não sou assim! Mas, de quem ela estava falando?” Ela disse: “Do Jônatas!” Eu perguntei, “mas que Jônatas?? Nem sei quem é!” Então ela fala “É o filho dela, aquele que você passou a viagem de barco conversando!” Sabe aquela hora que você começa a rir e não para mais? Pois é, foi nesse momento, eu lembro da frase que saiu da minha boca: “NUNCA! Aquele lá não!”
Passei o restante do projeto evitando o Jônatas, mas sabia que o famoso “saco de batatas” chegaria. E foi no último dia que a mãe dele nos colocou para limpar a dispensa. Eu fiquei muito brava. Tentei contestar com ela, explicando que não tinha nada contra o filho dela, mas que não era assim que as coisas funcionavam, e que eu não gostava dele.
Eu nem sei se ela lembra disso, mas ela virou para mim e disse que eu fui para o projeto para servir a Deus, e limpando a dispensa eu estaria servindo a Ele. Eu tive que ficar quieta e fui, como ovelha muda! Hahahaha Cheguei lá, ele já estava lá também, acho que foi uma das situações mais constrangedoras que já passei. Eu entrei na dispensa e disse para ele: desculpa, eu não queria estar aqui. E ele falou: eu também não, então vamos acabar rápido para sair daqui rápido. Sabe que gostei desse menino? Hahahaha Era isso mesmo que eu estava pensando!
Acabamos conversando bastante, mas depois que saímos dali, tentava evitar ele novamente. (Enquanto a mãe dele dizia de mim pra ele, e ele também se negava a querer alguma coisa e levava na brincadeira). Voltamos para a cidade, peguei uma virose. E todo o pessoal foi na sorveteria para se despedir enquanto eu estava no quarto. Mas minha amiga (Sofia) me chamou e pediu pra eu ir com eles só pra dar tchau (eu não sabia que ela tinha segundas intenções). Cheguei na sorveteria, sentei, e adivinha quem aparece? O Jônatas! Com um violão na minha frente, ele perguntou se conhecíamos uma música (que era de serenata), eu fiquei muito brava de novo e disse que não, levantei e sai. A Sofia foi atrás de mim e me xingou, dizendo que isso não era jeito de tratar as pessoas, que eu não precisava ter respondido daquele jeito, porque o Jônatas não tinha culpa do que aconteceu. Eu voltei sentei do lado dele e tentei fazer uma cara amigável.
Depois de pouco tempo começamos a nos despedirmos. Era povo se abraçando de tudo que era lado, todos entraram no ônibus e o Jônatas no carro que estava na frente, depois que ele entrou, ele abriu a porta e saiu. Não sei porque motivo, eu só senti um frio na barriga e pensei: não vem para cá, não vem para cá. E ele veio! Hahahaha Quando olhei para o lado para pedir pra Sofia não me deixar sozinha, ela já havia sumido. Ele me pediu o número do celular para manter contato. Por Deus, eu tinha vontade de mandar ele catar coquinho, mas tinha pessoas me olhando, então eu pensei, calma, passa o número e ignora.
E foi o que fiz, e o “bonito” ainda antes de sair me diz: Só não chora tá? Hahaha Ele só pode estar de brincadeira! E se acha ainda! Gente, eu não sei explicar, quando o ônibus virou a esquina eu comecei a chorar! Hahahaha Fiquei com raiva dele, de mim mesma que estava chorando, mas logo passou, e eu esqueci que ele existia. Começamos a organizar a bagunça do local porque nosso voo era só alguns dias depois. Minutos depois recebi um SMS de uma das meninas que estava conosco (pelo menos era o que eu pensava), eu li em voz alta pra Sofia: “gostei muito de te conhecer, se Deus quiser nos vemos em breve.” Eu fiquei muito feliz e respondi: “também gostei muito de te conhecer, espero que Deus queira, porque eu já estou com saudades.” Logo depois recebi um outro SMS, e adivinhem quem eu estava respondendo? Exatamente! O Jônatas! Eu achei que o número era de uma menina com o mesmo DDD.. Eu fiquei louca! O que eu fiz?!?! Na verdade eu não tinha feito nada, Deus estava fazendo tudo!
A tentativa de explicação virou várias e várias conversas, logo nos dias seguintes ele pediu se podíamos orar um pelo outro, porque ele tinha convicção de que eu seria a esposa dele. Depois de “rachar o bico” rindo eu pedi desculpas a ele, mas que se Deus tinha dado essa convicção para ele, teria que dar para mim também, e eu tinha visto ele uma vez na vida, que isso jovem?  E eu não sentia nada por ele. Ele falou que não havia pedido nada para mim, apenas oração, e eu…
Ficou curiosa o que a Sâmela respondeu para ele? Nós amamos essa história e se fossemos você, na próxima sexta ficaria ligadinha para saber o restante dessa história tão legal!
Sâmela Jung Dauaidar
Três de Maio / RS