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Minha História de Amor – Mayara e Herter

OI Gurias !! Então vai lá. Um tempo antes de conhecer o Herter, fui em um acampamento onde teve uma oficina sobre namoro, ai a menina falou várias coisas a respeito disso e no final pediu para que fizéssemos uma carta para Deus, descrevendo como queríamos que fosse o nosso marido. Confesso que no início achei muito estranho, mas fiz igual. As loucuras que coloquei na lista vocês não tem noção. Eu detalhei tudo, cor do cabelo, altura, personalidade entre milhares de outras coisas. Saindo do acamps, continuei orando por aquele cara da lista, mas ainda era nova e nem pensava em namorar. Então, no ano de 2011, dia 17 de agosto para ser mais exata, estávamos nós bem belos no culto da igreja (OBS: tive uma semana de aula de bateria e o pr resolveu que eu tinha que tocar aquele dia, eu acabei com o louvor), quando de repente entra ele na igreja, mas foi aquela coisa assim, um visitante.

Depois do culto teríamos a festa do branco e preto e tínhamos feito branquinho e negrinho para a galera, aí descemos para o salão da igreja. Lá fiquei com minhas amigas quando vê minha mãe chega e diz: “vai falar com aqueles meninos“, e eu disse que não, que não conhecia eles, mas como ela era a líder e insistiu até eu ir. Então lá estava o Herter, com o violão no colo, uma jaqueta de couro marrom e uma blusa dos ramones. Conversamos um tempo e naquela semana nos add nas redes sociais (época do MSN ainda).

O tempo foi passando e fui conhecendo ele, um guri louco que amava festas, ficava com várias gurias, mas que estava na igreja todo final de semana, sempre prestando muita atenção em cada mensagem. Aí chegou o fato mais inacreditável da nossa história. Meu pai começou a convidar ele pra ir lá em casa, isso era janeiro e ele já tinha tomado a decisão por Jesus, parado de beber, começado a mudar de vida, mas enfim meu pai chamava ele lá pra casa. Gente vocês não tem noção, eu nunca conversei tanto com alguém na minha vida como com o Herter, e daí fui começando a sentir algo mas não queria sentir, não queria que isso estragasse a amizade que tínhamos, então toda noite orava: “Senhor eu não posso gostar dele, não deixa isso acontecer.”

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Pisei na bola, e agora?

No nosso grupinho de papos femininos (vulgo discipulado de gurias J ), estamos lendo um livro mara: “Mentiras em que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta” da autora Nancy Demoss. No primeiro capítulo, ela fala sobre o pecado e como toda a humanidade foi seduzido por ele – fala da famosa “Eva” e da maldita “Serpente” que a enganou, e desde “Eva” nós temos esta companhia em nossas vidas: o pecado.Leia mais…

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A IMPORTÂNCIA DE IGREJAS SAUDÁVEIS EM LUGARES CARENTES

Igrejas locais em crescimento são chave para ministrar em comunidades necessitadas, porque são chave para ministrar em qualquer comunidade. Quando Jesus dá aos discípulos a Grande Comissão, você talvez se questione sobre algumas dessas coisas: batizando-os, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.

Para entender, veja o livro de Atos. O que algumas das pessoas que ouviram o que Jesus disse fizeram? Plantaram igrejas. Plantaram igrejas onde foram. Plantaram igrejas entre os judeus, plantaram igrejas entre os gentios. Não temos a informação sócio – econômica exata sobre onde foram plantadas, mas tenho praticamente certeza que todos os lugares não eram idênticos. Alguns provavelmente eram mais ricos, alguns com certeza não eram ricos. Assim, ao falarmos sobre o envolvimento na vida das pessoas, a estrutura que Jesus estabeleceu é a igreja local.Leia mais…

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Minha História de Amor – Felipe e Jéssica

Sempre admirei um menino chamado Felipe, que passava todos os dias em frente ao local onde eu trabalhava no ano de 2009 com sua mochila carregada de livros. Eu apenas sabia quem ele era (o nome e que era da fé), mas não nos conhecíamos.

Antes mesmo de conhecê-lo, orava pelo meu futuro esposo. Lembro que colocava diante de Deus as características que gostaria que ele tivesse, entre elas, que soubesse tocar violão, que fosse quatro anos mais velho do que eu, que tivesse cabelos pretos e que pudesse me motivar na fé e me levar para mais perto do Senhor a cada dia.

Cerca de um ano depois, estava procurando alguém para me ensinar a tocar teclado. E uma amiga minha conhecia um rapaz chamado Felipe que dava aula de teclado. Ela começou a me falar sobre ele, e por fim, ele era o tal do moço que tanto eu admirava de mochila cheia de livros, que passava em frente ao meu trabalho… Passaram-se alguns dias e, junto com minha irmã mais velha encontrei ele no centro, falamos com ele sobre as aulas de teclado. Marcamos o dia e horário, e enfim começamos as aulas.

Durante as aulas passamos a nos conhecer melhor, descobri que ele tinha 21 e eu tinha 17 anos (4 anos mais velho!), que ele dava aula de teclado e também de violão (sabia tocar violão!), ele tinha os cabelos pretos, e enfim também tinha sede de conhecer mais a Deus e viver sobre a graça de Jesus… Na sala da casa dos meus pais, orávamos juntos antes de começar as aulas, começamos a trocar livros, compartilhar experiências com Deus e em vários pontos nos identificamos. Um dos livros abençoados que li durante as aulas de teclado que ele me emprestou e eu super indico é “O Obstinado Amor de Deus – Brennan Manning” é muito bom!

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Cheiro de verão no ar!

Humm… Posso sentir o cheiro do verão chegando! (aliás, minha rinite que o diga), mas se você gosta desta estação saiba que vem muita coisa linda por aí! Você pode garimpar suas peças e seguir uma proposta que encaixe no seu bolso e no seu estilo! Desconstrua as peças que são muito fashion juntando com algumas mais básicas!

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Para o homem que não dormirá comigo

Era um hábito que começou com as conversas bobas no corredor do colégio. Quando nos encontrávamos nas festinhas e tal. Eu escrevia sobre você no meu diário e trocávamos olhares e carinhos. E era tão bom ter você nos meus braços e chamar você de namorado.

Nossas vidas não estavam apenas conectadas por telefonemas e ligações em sussurro no meio da noite, que ecoavam na sala do apartamento que eu dividia com minhas amigas na universidade. Você estava lá, uma presença aconchegante.

Muitas de nós, boas garotas cristãs, faríamos isso. Por um tempo, nosso primeiro ano na universidade seria assim. A vida seria uma extensão do que era quando estávamos em casa. Nós orávamos, escutávamos música cristã, ríamos quando pensávamos nas coisas que aconteceriam no futuro. Então, nossos namorados viriam nos visitar ou simplesmente passar o final de semana. A liberdade que tínhamos agora se misturaria com um turbilhão de emoções e novas descobertas. Nós esqueceríamos que estaríamos guardando a “grande noite” para o casamento. Nós estávamos cruzando uma fronteira muito séria, entrando em um lugar de intimidade radical, mesmo se na nossa cabeça estivéssemos quebrando um mandamento, ou não.

Essa forma de agir apareceu em meus outros relacionamentos depois que terminei com o primeiro namorado. Ela se repetiu muito depois do primeiro ano na universidade. Muito depois da vida de estudante. Ela ecoou na dinâmica de cada relacionamento desde então, como as longas ligações telefônicas com meu namoradinho do colégio.

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Prostituição

Prostituição

Em meio à multidão avistei um dos sorrisos mais contagiantes que já havia visto. Logo me aproximei dela junto de outra menina e começamos a conversar. Ela me impressionou com sua inteligência e tino para negócios. Giovana é o tipo de mulher que sabe se virar sozinha e poderia conquistar grandes coisas se não fosse um pequeno detalhe: ela largou tudo na Paraíba para fugir com seu companheiro para a caótica cidade do Rio de Janeiro. E esse “príncipe encantado” a obriga prostituir-se para pagar as contas enquanto ele assiste TV em casa. O que para mim não fez o menor sentido. Por que alguém tão talentosa iria se submeter a isso?Leia mais…

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Você é boa, você é esperta, você é importante!

Quem já assistiu o filme “Histórias Cruzadas” deve se lembrar desta frase que leva o título deste post. E estive refletindo como palavras de afirmação são importantes na trajetória de cada um de nós. Ganhar presentes é muito bom, perceber que alguém gosta de ter um tempo de qualidade também. Receber um abraço também é revigorante. É importante quando alguém nos proporciona atos de serviço. No entanto, quero enfatizar aqui o valor das palavras de afirmação. E o filme relata isso de uma maneira fantástica, onde a babá Emy faz questão de falar para a criança que ela cuida:

Você é boa, você é esperta, você é importante.Leia mais…

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Atitudes de consumismo – o que é isso?

“Você já parou para pensar no que passa pela sua cabeça ao tomar uma decisão que envolve o uso do dinheiro? A maioria das pessoas não faz esse raciocínio e desconhece fatores importantes nesse processo. A Psicologia Econômica estuda como tomamos essas decisões.”
O texto e a imagem acima foram extraídos do site do Banco Central do Brasil: https://cidadaniafinanceira.bcb.gov.br/blog/85-voce- ja-parou- pra-pensar

Vera Rita de Mello Ferreira é a autora do livro “Atitudes Econômicas: você já parou para pensar?”, que trata dos fatores envolvidos em decisões de ordem econômica. Entenda-se economia partindo do princípio da distribuição de todos os recursos finitos. E não apenas o dinheiro. O livro faz parte do programa ENEF – Estratégia Nacional de Educação Financeira. A educação financeira ainda não é tão difundida no Brasil. Mas a iniciativa do programa é
contribuir para mudar o quadro.

Os índices de endividamento têm crescido muito em nosso país. De que lado das estatísticas você está? Leia mais…

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Minha História de Amor – Fredi e Cátia

Escrever nossa história de amor não é a tarefa mais fácil. Não sou muito boa com palavras e muito menos em expor sentimentos publicamente… Mas vamos lá!!! O amor é lindo e merece ser compartilhado! :)

Nos conhecemos há muito tempo, desde os muitos Acamzecas  em que ambos participamos. Eu de Panambi e ele de Santa Rosa, a verdade é que nos víamos e no máximo um oi e tchau eram as palavras trocadas, ou os famosos recadinhos nos livrinhos do acampamento: “Você é muito legal”, “Abraço do seu amigo Fredi” … Eu sempre o notei, achava bonito, mas era mais uma “paixonite” de adolescente, sabe?  Escrevi sobre ele no meu diário em fevereiro de 1997, há quase 20 anos, e nunca imaginei que um dia iríamos casar.

Mas passaram-se os Acamzecas, vieram os Congressos e nós nem “conversávamos”, diz o Fredi que era tímido e por isso não puxava conversa, rsrsrsrs.  Cada um seguiu sua vida, eu fui para a Faculdade em Rio Grande –RS e ele veio para Florianópolis – SC, uma longa distância.

Já formados continuamos a seguir caminhos diferentes, em Estados diferentes, mas não tão distantes.  Em 2006, quando eu vim passar um feriadão com amigos em Floripa, nos reencontramos após 5 anos (a última vez que lembramos termos nos visto era no Congresso de 2001). Algo despertou o encanto um pelo outro. Vieram as conversas por msn, e-mails, Orkut, telefonemas… viagens…  (eu ainda morava no RS e ele em SC) e muitas orações depois…  no dia 06/04/2007, sexta-feira santa, um lindo dia de sol, ele me convidou para sair, era uma surpresa!!!! Levou-me a praia, estendeu uma toalha na areia e em um lindo piquenique de café da manhã, presenteou-me com uma rosa vermelha e um romântico pedido de namoro.

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